Cadastrado: Adriana Fonseca Borges


- Tratamento cirúrgico de fibro-anquilose de ATM - relato de casos



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149 - Tratamento cirúrgico de fibro-anquilose de ATM - relato de casos


Mayko Naruhito Tanabe, Marcelo Zillo Martini, Shajadi Carlos Pardo Kaba, Carlos Henrique Hueb, Elio Hitoshi Shinohara

A anquilose da articulação temporomandibular (ATM) é a união intra-capsular do complexo disco-côndilo à superfície articular temporal levando a restrição dos movimentos mandibulares. Essa união pode ocorrer por meio de união fibrosa ou por fusão óssea entre côndilo, disco, fossa e eminência articular. A anquilose da ATM pode ser resultado de trauma, infecção, doenças auto-imunes e tratamento cirúrgico inadequado. O objetivo deste trabalho é apresentar relato de dois pacientes, um com história de trauma facial por queda de altura e fratura mandibular em parasínfise direita e intracapsular em côndilo esquerdo, referindo tratamento cirúrgico em parasínfise e conservador em côndilo; e outro sem etiologia definida. Ambos apresentavam restrição de abertura bucal e foram tratados no Serviço de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial do Conjunto Hospitalar do Mandaqui SUS/SP, localizado na cidade de São Paulo-SP. Por meio de exame clínico e imaginológico diagnosticou-se fibro-anquilose de ATM. Após exames laboratoriais e consentimento, optou-se por tratamento cirúrgico constituído por condilectomia alta por via endaural. Atualmente pacientes encontram-se em pós-operatório com restauração de abertura de boca. Dados associados à tática cirúrgica adotada, assim como detalhes do tratamento serão abordados na apresentação. Palavras-chave: Anquilose; ATM; condilectomia.


150 - Avaliação de cavidades para obturação retrógrada realizadas com pontas de ultra-som lisas, diamantadas e a associação de ambas
Melina Vieira Bortolo, Ivaldo Gomes de Moraes, Norberti Bernardineli, Roberto Brandão Garcia, Marcela Borgo, Clóvis Monteiro Bramante
Para avaliar a qualidade de cavidades para obturação retrógrada feitas com diferentes pontas de ultra-som, quanto à regularização das paredes, dezoito pré-molares inferiores com um conduto foram selecionados e apicectomizados. Nos ápices, foram feitas cavidades com pontas diamantadas, lisas e a combinação das duas. As cavidades foram observadas sob microscópio clínico e eletrônico de varredura, atribuindo-se a elas os seguintes escores: 1- cavidade regular, 2- cavidade intermediária e 3- cavidade irregular. Tanto o microscópio clínico quanto o eletrônico de varredura mostraram cavidades apicais mais regulares quando as pontas lisas foram empregadas. A associação entre as pontas lisas e diamantadas não melhorou a qualidade do preparo. Palavras-chave: Apicectomia; obturação retrógrada; ultra-som.
151 - Avaliação do uso do cimento Portland como material para a apicificação: estudo em dentes de cão
Melina Vieira Bortolo, Roberto Brandão Garcia, Norberti Bernardinel, Ivaldo Gomes de Moraes, Clóvis Monteiro Bramante
Muitos estudos têm demonstrado que o MTA e o cimento Portland apresentam propriedades físicas, químicas e biológicas muito similares. O MTA tem sido utilizado em muitas situações clínicas, como por exemplo, para o capeamento pulpar em pulpite reversível, apicificações, reparo de perfurações, material retrobturador entre outros. Devido a essa similaridade entre o MTA e o cimento Portland, nosso estudo teve como objetivo avaliar a apicificação em dentes de cão, utilizando o cimento Portland. Foram utilizados 10 pré-molares superiores e inferiores de 1 cão. Foi feita a abertura coronária, remoção da polpa, irrigação com soro, instrumentação e preenchimento dos canais com cimento Portland cinza. Noventa dias após o tratamento, foi realizada a morte dos animais. A análise histológica mostrou a formação de barreira mineralizada, selando o ápice. Concluímos, no entanto, que o cimento Portland é uma alternativa para a apicificação. Palavras-chave: Ápice dentário; compostos de cálcio; materiais restauradores do canal radicular.
152 - Avaliação do gel papacárie quanto ao conforto durante a remoção do tecido cariado utilizando a escala analógica visual

Murillo Pedreiro, Débora Letícia Morandi Borges, Gislaine Ribeiro, Lúcia Coelho Garcia Pereira

Os objetivos deste estudo foram: avaliar o grau de conforto na remoção do tecido cariado com o uso do Papacárie e verificar a facilidade na remoção da cárie. Oitenta e uma crianças foram selecionadas para o tratamento restaurador atraumático (ART) e tiveram o tecido cariado removido com ou sem o gel Papacárie. Após a remoção da cárie foram analisados aspectos relacionados à sintomatologia dolorosa através da escala de faces. Esta consiste em uma série de faces expressando níveis progressivos de angústia, atribuídos em escalas de 0 a 4. Um total de 143 cavidades tiveram o tecido cariado removido, 73 com o uso do Papacárie (CP) e 70 sem (SP). Antes de serem restauradas foi solicitada à criança a escolha do ponto da escala da dor facial que melhor representou sua sensação dolorosa durante a remoção da cárie. Em todos os procedimentos os operadores indicaram o grau de facilidade na remoção de cárie. Quanto ao grau de conforto, 61,4% das cavidades SP obtiveram escala zero indicando completa ausência de dor, enquanto que, 71,2% CP. Todos os dentistas foram unânimes quanto à facilidade de remoção da cárie com o uso do gel. Não há evidencias de que a utilização do Papacárie na técnica do ART reduz a sensibilidade dolorosa, entretanto facilita a remoção do tecido cariado. Palavras-chave: Cárie dentária; dor; criança. PBIC/FUNADESP.

153 - Guia de referência para desgaste dental


Anderson Pan Chiu Lin, Wellington Cardoso Bonachela, Murilo Auler e Salles

A redução vertical do espaço posterior por extrusão patológica dos dentes posteriores poderá dificultar e trazer problemas para restauração dos arcos antagonistas com próteses. A falta ou insuficiência deste espaço em recolocar dentes perdidos, resultará em várias conseqüências como perda do osso alveolar de suporte, inclinação dos dentes adjacentes ao espaço desdentado, perda de o periodonto de proteção e sustentação, migração vertical e horizontal dos dentes extruídos como também dos vizinhos. Para harmonizar o plano oclusal e restabelecer extrusão dos dentes pelo cirurugião dentista poderá planejar e executar intrusão por meios cirúrgicos ou ortodônticos ou uma técnica conservadora como desgaste dental dos elementos extruídos com o auxílio de um guia de referência em resina acrílica.


154 - Análise radiográfica do processo de reparo alveolar de ratos tratados com bisfosfonato intravenoso ácido zoledrônico. Estudo piloto

Natália de Campos, Michel Reis Messora, Cristina Antoniali Silva, Tetuo Okamoto, Leda Maria Pescinini Salzedas, Flávia Aparecida Chaves Furlaneto, Natália Marcumini Póla, Maria José Hitomi Nagata

Recentemente, têm sido relatados casos de osteonecrose dos maxilares em pacientes submetidos à terapia intravenosa com o bisfosfonato ácido zoledrônico. O objetivo deste estudo piloto foi avaliar, radiograficamente, a influência do ácido zoledrônico intravenoso no processo de reparo alveolar. Foram utilizados 12 ratos, divididos em 2 grupos: a) Controle (C): injeção intravenosa (dose única) de solução salina estéril; b) Bisfosfonato (B): injeção intravenosa (dose única) de 0,416 ml de ácido zoledrônico 4 mg. Realizou-se a exodontia do incisivo superior direito 24 horas após a administração da droga ou solução salina. Após 14 dias, os ratos foram submetidos à eutanásia. Os alvéolos de extração foram radiografados e suas imagens digitalizadas por meio do sistema Digora (Soredex, Finlândia). As densidades radiográficas dos alvéolos foram obtidas e seus valores expressos em milímetros de alumínio. Os valores obtidos foram submetidos à análise estatística (Teste t, p<0,05). Não houve diferença estatisticamente significativa entre as médias dos valores do Grupo C (0,8 mmAl+/-0,27) e do Grupo B (0,92 mmAl+/-0,23). Dentro dos limites deste estudo, pode-se concluir que o ácido zoledrônico intravenoso não interferiu no reparo alveolar em ratos. Palavras-chave: Osteonecrose; cicatrização de feridas; ratos.
155 - Influência do plasma rico em plaquetas (PRP) na cicatrização de enxertos ósseos autógenos

Natália Marcumini Póla, Michel Reis Messora, Natália de Campos, Rafael Felipe da Costa Vieira, Leda Maria Pescinini Salzedas, Luis Augusto Esper, Michyele Cristhiane Sbrana, Flávia Aparecida Chaves Furlaneto, Maria José Hitomi Nagata

Tem sido sugerido que o PRP pode acelerar a osteogênese de enxertos ósseos autógenos. O propósito deste estudo foi avaliar, radiograficamente, a influência do PRP associado ao enxerto ósseo autógeno no reparo de defeitos de tamanho crítico (DTC) em calvárias de ratos. Foram utilizados 30 ratos e um DTC de 5 mm de diâmetro foi criado na calvária de cada animal. Os mesmos foram divididos em 3 grupos de acordo com o tipo de tratamento realizado: C (coágulo sangüíneo/controle), OA (osso autógeno) e OA/PRP (osso autógeno associado ao PRP). A eutanásia dos animais foi realizada em 4 semanas pós-operatórias. Imagens radiográficas padronizadas das calvárias foram obtidas com o sistema Digora. As imagens foram avaliadas por 3 examinadores através de escores que indicaram o percentual de radiopacidade dos defeitos. Os escores obtidos foram submetidos ao Teste de Kruskal-Wallis. Os Grupos OA e C apresentaram escores estatisticamente diferentes (0,90 e 0,10, respectivamente). O Grupo OA/PRP (2,066) apresentou um escore médio significativamente maior do que os Grupos OA e C. Pode-se concluir que os defeitos tratados com osso autógeno associado ao PRP apresentaram maior radiopacidade, o que sugere um processo de reparo ósseo mais evoluído. Palavras-chave: Regeneração óssea; plaquetas; fatores de crescimento. APOIO FAPESP




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