Biblioteca do lageado: partido arquitetônico de biblioteca para a unesp



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BIBLIOTECA DO LAGEADO: PARTIDO ARQUITETÔNICO DE BIBLIOTECA PARA A UNESP

Maria Inês Andrade e Cruz

Célia Regina Inoue

Rita de Cassia Colognesi Contin


UNESP - Faculdade de Ciências Agronômicas - Campus de Botucatu

Serviço de Biblioteca e Documentação

Fazenda Experimental Lageado

Cx. Postal 237

Cep.18603-970 - Botucatu - São Paulo - Brasil

inesandrade@fca.unesp.br

celiainoue@fca.unesp.br

ritacassia@fca.unesp.br

Resumo: Em agosto de 1991 inaugurou-se a Biblioteca Prof. Paulo de Carvalho Mattos da Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Campus de Botucatu (Biblioteca do Lageado), tendo sido concebida desde o início para o perfeito funcionamento de uma biblioteca. Naquela ocasião, a construção da Biblioteca foi eleita através de uma pesquisa como primeira prioridade dentro da criação de novos espaços e estruturas do Campus de Botucatu. O modelo inspirador foi a Biblioteca Central do Campus de Berkeley da Universidade da California, utilizando não sua concepção arquitetônica mas o local onde a busca do conhecimento e a liberdade de idéias aproximavam do ideal da universidade. Para projetar a Biblioteca, constituiu-se um grupo de trabalho multidisciplinar, com participação de bibliotecários, arquiteto, engenheiros, docentes e alunos. Toda a comunidade local participou desta etapa. O projeto, além de contemplar locais para guarda e exposição do acervo, criou uma diversidade de ambientes como salas para consulta, estudo e reflexão individual e coletivo, as tradicionais mesas de biblioteca, ambiente interno com jardim e chafariz, sala para consulta informatizada, sala de preservação da memória local (Biblioteca do Café), anfiteatro para orientação de uso dos serviços e produtos oferecidos pela Biblioteca. Criou-se ambientes onde os usuários tivessem opções na escolha, conforme o tipo de atividade, concepção e gosto de melhor local para seu desenvolvimento intelectual. Este projeto, assim idealizado e executado, passou, posteriormente, a servir como arquétipo de Biblioteca para a UNESP. Atualmente 06 campi da UNESP construíram bibliotecas a partir deste projeto.


Eixo temático: Arquitetura de Biblioteca Universitária

Introdução
Em 30 de Agosto de 1991 inaugurou-se a “Biblioteca Professor Paulo de Carvalho Mattos, da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, Campus de Botucatu, Fazenda Experimental Lageado.

A construção dessa Biblioteca deve-se ao envolvimento de uma equipe multidisciplinar, em que cada membro preocupou-se em colocar no projeto, o melhor de sua contribuição.

Assim, este trabalho apresentará a experiência do que foi o projeto dessa Biblioteca, das primeiras idéias à inauguração, a utilização dos seus espaços durante esses oito anos, uma breve avaliação no que se refere aos padrões oferecidos pela literatura e os reais e por fim, como este projeto tornou-se partido arquitetônico de Biblioteca para a Rede de Bibliotecas da UNESP.
O planejamento, o projeto e o envolvimento da equipe

Pelo levantamento que realizamos, observamos que vários movimentos e esforços convergiam, em um mesmo tempo, para a construção da Biblioteca do Lageado.

A participação da direção da Unidade Universitária, era no sentido de criar espaços e estruturas centralizados de forma a permitir uma vida universitária mais intensa. Foi então definida e construída a Central de Salas e, em seguida, a Biblioteca do Lageado, indicada como primeira prioridade numa pesquisa feita junto aos alunos e professores.

Na sequência, ilustramos a idéia de projeto de Biblioteca, naquela ocasião, onde colocamos as palavras do então diretor da Unidade: “ O processo de elaboração de um projeto de biblioteca, quando se iniciou o da Biblioteca do Lageado era, geralmente, de contratação de um arquiteto, que visitava antigas e famosas bibliotecas, na busca de um arquetipo, prevalecendo a visão “romântica” com altíssimas estantes e bibliotecárias subindo em escadas móveis para a busca de livros solicitados e mesas dispostas de forma a permitir que as bibliotecárias tivessem a visão dos usuários e impusessem o silêncio necessário, com apenas o dedo indicador em riste sobre os lábios, garantindo a leitura e a meditação individual.”(Pinheiro, 1998).

Com o objetivo exatamente de fugir desse modelo predominante é que a direção da Unidade constituiu um grupo de trabalho multidisciplinar, com a participação de bibliotecárias, arquiteto, engenheiros de diversas formações, docentes e alunos. Com a coordenação dessa diretoria, o grupo discutiu idéias e propostas, elaborou anteprojeto, reformulou-os e após muitas reuniões, chegou-se à proposta final da Biblioteca.

Coube também, à direção da Unidade, sensibilizar e convencer a Reitoria da Universidade por esse projeto, que o encampou sem restrições.

Secretamente, o arquétipo de bibliotecas para a Direção da Faculdade de Ciências Agronômicas era a Main Library, do Campus de Berkeley, da Universidade da Califórnia, não no aspecto arquitetônico mas como “local principal da vida univesitária, onde as pessoas iriam em busca do conhecimento, tendo ali um ambiente próprio para a reflexão individual e coletiva, num verdadeiro trabalho de desenvolvimento intelectual”. (Pinheiro, 1998).

Secreto, porque não se desejava influenciar a visão e o ideal de cada membro do grupo. Assim, o papel da diretoria foi o de mediar/conduzir o grupo de trabalho com os diferentes especialistas, sempre buscando que reuniões e idéias resultassem em produtos que eram novamente objetos de reflexão e assim, caminhando para as conclusões do projeto.


Do envolvimento das bibliotecárias

A Unesp de Botucatu, possui uma biblioteca no Distrito de Rubião Júnior, atendendo aí cursos de três Unidades Universitárias: Instituto de Biociências, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia e Faculdade de Medicina.

A 12 Km aproximadamente, está outra Unidade Universitária do Campus de Botucatu, a Faculdade de Ciências Agronômicas, localizada na Fazenda Experimental Lageado.

Para elaborar o projeto da Biblioteca do Lageado, foram convidadas as bibliotecárias do Campus de Rubião Júnior.

Nesse mesmo período, a Biblioteca Central da Unesp em Marília, realizava o Projeto PADCT – “Metodologia para a promoção do uso da informação em Ciência e Tecnologia”, ministrando 08 cursos em diferentes Unidades da Unesp em todo o Estado de São Paulo. Em Botucatu, o curso oferecido foi “Condições Ambientais/Layout/ Sinalização”, no período de 06 a 10/06 de 1998. Por uma semana, as bibliotecárias do Campus de Rubião Júnior e diversas bibliotecárias de outras Unidades da Unesp reuniram-se, sob a coordenação das professoras Nice de Menezes Figueiredo e Regina Montenegro. Como resultado desse curso, foi elaborado um projeto de biblioteca, o mais adequado possível, inclusive com mobiliário e sinalização definidos.

Esse projeto, concebido assim, como produto desse final de curso, serviu de semente para o que seria o projeto a Biblioteca do Lageado.


A participação de engenheiros de diversas formações e do arquiteto

Engenheiro Civil, Professor do Departamento de Engenharia Rural da Unidade, participou fundamentalmente no estabelecimento do Plano Diretor da Fazenda Experimental Lageado, um pouco antes da construção da Biblioteca.

A idéia foi construir a Biblioteca numa área central para onde a comunidade universitária estaria se dirigindo, próxima a avenida principal que corta a Fazenda e, sobretudo, adotar um estilo arquitetônico diferente do que vinha sendo praticado.

Até então, as construções (departamentos, laboratórios, salas de aula) eram construídos com estilo modesto sem grande importância arquitetônica, em arcos ou como grandes barracões.

Decisivamente é quebrado esse estilo e, depois da Central de Sala de Aulas, do Prédio da Diretoria da Faculdade de Ciências Agronômicas, surge então a Biblioteca com características arquitetônicas semelhantes entendendo, inclusive, que esse partido arquitetônico mais contemporâneo daria uma visão mais adequada ao Campus, engrandecendo-o.

Além desse marco que foi a ruptura com a arquitetura existente, considerou-se também o conforto térmico, um local com possibilidade de ampliação, a paisagem maravilhosa que rodeia a mesma, e por isso a decisão de utilizar vidros. Para solução da luz externa em excesso, utilizou-se de brises, plantou-se sibipirunas ao longo do fundo do prédio, que cresceram rapidamente e climatizaram as salas de estudos dessa área. Mais tarde, com o aumento significativo da rede de equipamentos de informática e a necessidade de protegê-los, tanto do sol quanto por aspectos de segurança, a Biblioteca recebeu persianas de juta em todos os espaços considerados necessários.

Por fim, a inserção do projeto da Biblioteca no Plano Diretor da Fazenda Experimental Lageado, a adoção de um partido arquitetônico contemporâneo preparou para o futuro, não só a Biblioteca mas também a Faculdade de Ciências Agronômicas com suas novas edificações.

Talvez, o mais interessante na Fazenda, é a possibilidade de observar a nova e a antiga forma de contruir, além, é claro, das edificações mais remotas, do tempo em que tudo por aqui era mesmo Fazenda de Café, grandes terreiros, tulhas, moinhos ....

O arquiteto, que teve participação marcante, é da própria Unesp e “sempre soube ouvir”, conforme nos relatou o diretor da época. Ele preocupou-se, sobretudo, que a Biblioteca permitisse integração dos ambientes entre todas as pessoas: funcionários, alunos e professores. Os espaços democraticamente para todos sem barreiras. O edifício todo num mesmo plano. O livre acesso à informação era a concepção de ideal. A qualidade dos espaços, dos materiais, do mobiliário deveria ser o diferenciador.

A preocupação com o conforto ambiental e arquitetura mais moderna foram marcantes no projeto.



Recomendações Utilizadas

Não se pretendeu-se elaborar uma lista de qualidades da Biblioteca do Lageado, mas é importante mencionar as principais recomendações utilizadas de Borges (1981), síntese do Simpósio sobre Arquitetura de Bibliotecas Universitárias:



  • “Total participação de bibliotecários na formulação do projeto arquitetônico”;

  • “Previsão de elementos externos junto às janelas, tais como: jardins fechados, jardineiras, etc. a fim de evitar o desvio de material bibliográfico. Não se recomenda o uso de grades ou telas”;

  • “Previsão de um sistema estrutural que permita expansão e flexibilidade para instalações a posteriori”;

  • “Aproveitamento da luz natural nas áreas próximas às janelas, adotando instalações elétricas que permita acender a luz apenas nas partes centrais do salão, que recebem menos luz natural”;

Outros indicativos utilizados da literatura especializada:

- Equipe multidisciplinar da comunidade local para elaboração do Projeto:

Mosqueira (1981) em seu trabalho como coordenador do Simpósio sobre Arquiteturas de Bibliotecas Universitárias, defende que uma biblioteca, tem que estar culturalmente comprometida com a população que a utiliza ..... Acreditamos que ela deve incorporar os costumes, os hábitos, o folclore e os elementos construtivos e decorativos proóprios da cultura local.

Borges (1981) ainda sobre esta questão, coloca como recomendação a “consideração da cultura local como elemento condicionante em todo o processo de projetamento visando uma biblioteca comprometida com seus valores, tanto em sua organização funcional quanto em seus aspectos arquitetônicos”.

Nessa linha, acredita-se que grande parte do êxito do projeto da Biblioteca do Lageado deve-se à participação efetiva da equipe multidisciplinar responsável pelo projeto ser da própria comunidade: a diretoria da Unidade, as bibliotecárias do Campus, os engenheiros e os arquitetos da própria Unesp. A Biblioteca que a Equipe pretendia para o Lageado, parece-nos, sensibilizou-os a ponto de cada um tomar para si, o gosto em responsabilizar-se pelo trabalho e incutir ali suas melhores contribuições.




  • Controle de ruídos:

Figueiredo (1983) citando Mason, afirma que “deveria ser incluido na prática bibliotecária, programar no sistema de ventilação um fundo ambiental de sons suaves para disfarçar ruídos de movimento, zumbidos provenientes das instalações e das conversões baixas, coisas que ocorrem numa biblioteca.” Esse problema na Biblioteca do Lageado foi resolvido com o som do chafariz do jardim interno que, ligado, pode ser ouvido de todas as áreas da Biblioteca. Além desse aspecto, funciona como um atrativo, já que, localizado no centro do prédio, confere uma agradável aparência.
Os espaços

A Biblioteca do Lageado ocupa uma área de 1251m2, com um acervo de 92.942 volumes.

Tem capacidade para acomodar 329 usuários sentados, instalados em 17 salas de estudo e mesas que se encontram nos salões.

A biblioteca foi projetada para conter coleções de livros, periódicos, teses, relatórios de estágio e obras de referência; bancadas com microcomputadores para acesso às múltiplas fontes de informação; espaço cultural; espaço para o trabalho dos funcionários; acomodação para os usuários; anfiteatro; depósito; sala de reprografia e sala para assistir vídeos técnicos.



A ocupação desse espaço é da seguinte forma:

Área central


  • Hall de entrada com um telefone público;

  • Salão onde são realizadas atividades culturais, leituras de jornais diários e revistas de interesse geral, exibição de filmes de interesse das áreas e ainda local informal para o “bate-papo” dos usuários. Possui entrada independente e acesso interno possibilitando o isolamento, quando necessário, do corpo da biblioteca;

  • Sanitários feminino e masculino para os usuários;

  • Guarda-volumes contendo 120 escaninhos fechados com chave;

  • Bebedouro;

  • Recepção equipada com sensor eletrônico que auxilia no controle de entrada e saída do material bibliográfico;

  • Balcão de circulação e informações;

  • Expositor de periódicos, recebidos durante a semana;

  • Expositor de novos livros e teses, que permanecem por um determinado período;

  • Expositor para materiais bibliográficos diversos, recebidos por doação e ainda não patrimoniados pela biblioteca;

  • Sala para reprodução de documentos (fotocópia);

  • Catálogos de livros e periódicos;

  • Micros para pesquisa do acervo de periódicos, acesso a bases de dados e Internet;

  • Sala para serviço da comutação;

  • No salão principal trabalham duas bibliotecárias da seção de referência, no atendimento aos usuários e suporte aos técnicos que atuam nessa seção.



Área para leitura e acervo


  • Salão principal onde estão as estantes com os periódicos ordenados pelo número de tombo, mesas para estudo e microcomputadores;

  • Salão para os livros e teses, com mesas para estudo e microcomputadores;

  • Salão de referência, com mesas para estudo e microcomputadores para acesso às bases de dados e Internet;

  • O salão de referência possui um espaço com estantes e equipamentos especializados para a documentação histórica e arquivística (1934-1972) referente ao acervo do “Museu do Café”;

  • Todo acervo é de livre acesso;

  • Doze salas de estudo, com capacidade para quatro pessoas, contendo um microcomputador e ponto de rede em cada uma;

  • Seis salas de estudo para pós-graduação, com capacidade para duas pessoas cada uma;

  • Duas salas destinadas ao trabalho em grupo, com capacidade para oito pessoas cada uma;

  • Uma sala para exibição de fitas de vídeo, com capacidade para dez pessoas;

  • Jardim interno, localizado no centro do prédio, com chafariz e oito mesas de estudo, com capacidade para quatro pessoas cada uma.


Área administrativa e serviços técnicos


  • Sala para a Diretoria conjugada com a sala de reuniões;

  • Sala para a secretaria;

  • Duas salas para a STATI – Seção Técnica de Aquisição e Tratamento da Informação. Em uma delas encontra-se a supervisora e são feitas a seleção e aquisição de livros, preparo dos periódicos, seleção de todo material que chega à biblioteca por doação, tratamento das teses e serviços administrativos de toda seção. Em outra sala são feitas a classificação, catalogação de livros e tratamento técnico de outros materiais bibliográficos;

  • Uma sala ocupada por uma historiadora que processa todo o acervo do “Museu do Café”, equipada com microcomputador e ponto de rede;

  • Um depósito para armazenamento do material doado já selecionado e aguardando para entrar no acervo, duplicatas que são oferecidas para as bibliotecas da rede e outras bibliotecas afins, jornais que são armazenados por um período de três meses e após descartados, periódicos de baixa demanda que está armazenado aí para liberar espaço no salão para coleções correntes, arquivo inativo, reparos e preparos para encadernação e recebimento dos materiais que chegam à biblioteca.



Áreas gerais


  • Anfiteatro, com entrada independente e acesso interno possibilitando o isolamento, quando necessário, do corpo da biblioteca. Tem capacidade para acomodar 42 pessoas sentadas. Possui uma lousa, tela para projeção, televisão e vídeo com recepção, através de uma antena parabólica, principalmente de canais que transmitem programação rural;

  • Copa para os funcionários;

  • Sanitários feminino e masculino para os funcionários;

  • Lavanderia para uso da limpeza geral.


Biblioteca do Lageado: partido arquitetônico

para a Rede de Bibliotecas da Unesp

Questionados, os membros daquela equipe multidisciplinar responsável pelo projeto, afirmaram que não foi planejado um projeto para tornar-se modelo para as Bibliotecas da Unesp.

Em nossas observações, notamos que não existia até então, prédios projetados para bibliotecas, na Unesp.

Ocorreu, acreditamos, um empenho tal para que o trabalho tivesse êxito, que em seguida, à inauguração, demais unidades da Unesp começaram a investir também nesse projeto.

Assim, atualmente, 5 outros Campi da Unesp já possuem bibliotecas com o mesmo projeto desta do Lageado: São José do Rio Preto, Ilha Solteira, Araraquara – Faculdade de Ciências e Letras, Rio Claro, Araçatuba e Guaratinguetá.

São necessários dois registros finais:

o gosto e cuidado que o usuário tem para com a Biblioteca do Lageado, que se reflete na relação positiva Biblioteca-Usuário e, para utilizar-nos das palavras do arquiteto Luiz Fernando Alcântara:

“não só o prédio, são as pessoas que dão alma ao ambiente”...


Agradecimentos

Aparecida Regina Denadai da Silva-Bibliotecária

Elza Numata – Bibliotecária

Flávio Abranches Pinheiro – Ex-Diretor da Faculdade de Ciências Agronômicas

Luiz Antonio Targa – Engenheiro Civil

Luiz Fernando Alcântara - Arquiteto


Referências bibliográficas
BORGES, Stella Maris. Síntese do simpósio sobre arquitetura de bibliotecas universitárias.

In: SIMPÓSIO SOBRE ARQUITETURA DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS,

SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 2, Brasília, 1981.

Anais ... Brasília: Capes, 1981. p.129-131
FIGUEIREDO, Nice Menezes. Edifícios de bibliotecas: diretrizes e planejamento. Recife:

Associação Brasileira do Ensino de Biblioteconomia e Documentação, 1983. 40p.


MOSQUEIRA, Cláudio Mafra. Aspectos do planejamanento e construção de Bibliotecas

universitárias no Brasil. In: SIMPÓSIO SOBRE ARQUITETURA DE BIBLIOTECAS

UNIVERSITÁRIAS, SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS

UNIVERSITÁRIAS, 2, Brasília, 1981. Anais ... Brasília: Capes, 1981. p.97-105


PINHEIRO, Flávio Abranches, Reminiscências após sete anos. Tome Nota, n.2, p.2,

ago.1998. Edição especial.


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