Arcos ideais



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ARCOS IDEAIS
OCLUSÃO NORMAL
Deve ser uma oclusão natural, sem tratamento que esteja dentro de uma escala de variação normal em todas as dimensões julgadas escrupulosas na avaliação da oclusão.
OCLUSÃO ORTODÔNTICA DE FINALIZAÇÃO
Representa a oclusão que se deseja no momento da remoção da aparatologia.

A Bioprogressiva propõe conceito de sobretratamento, os dentes são postos em posição para simular condições que seguem os modos normais de erupção.


As Cinco Teorias:
1- A montagem protética;

2- A tradicional controvérsia da bandagem ortodôntica total;

3- A terapia protética ideal (gnatológica);

4- O arranjo terapêutico ortodôntico;

5- O arranjo do sobretratamento individualizado.
1-A montagem protética:
Oclusão Balanceada”;
O plano oclusal, a altura da cúspide, a sobremordida e a sobressaliência de acordo com a vertente da eminência;
Equilíbrio tripoide;
Ajuste Oclusal (desgastes) – redução da interferência da cúspide;
2-A tradicional controvérsia da bandagem ortodôntica total:
Filosofia “Arco contínuo”;
Travamento das cúspides nos espaços interdentais dos inferiores (torque vestibular das raízes);

Ângulo interincisivo verticalizados – mordida profunda;

Forma de arco padronizada.

Alteração do Plano Oclusal (giro horário).


3-A terapia protética ideal (gnatológica):
Teoria de “cúspide-fossa” – Peter Thomas, Clarles Stewart e outros;

Mandíbula movida levemente para distal, oclusão próxima a uma relação topo a topo;

Sobressaliência leve;

Instabilidade;

Necessidade de bandar os 2os. Molares.
4-O arranjo terapêutico ortodôntico
Arco Inferior:
4-O arranjo terapêutico ortodôntico
Arco Superior
4-O arranjo terapêutico ortodôntico
Relações Articulares
5-O arranjo do sobretratamento individualizado:
Rotações, mordidas profundas, Classe II e Classe III;

Bráquetes fora do centro nas rotações severas;

Inclinações, + p/ cervical (mordida aberta) ou + p/ oclusal (mordida profunda);

Os dentes são postos em posição para simular condições que seguem os modos normais de erupção.


Posição do 1º Molar Superior:
Rotação:
Linha através das cúspides disto-vestibular e mesio-lingual deve apontar para o terço distal do canino do lado oposto;

Forças de oclusão ao longo da crista zigomática;Permitir classe I em 543 345;


2º Pré-molar Superior.
Colado cervicalmente;
Cúspide palatina do 5 5 na fossa distal pré-molar inferior.

Verificar altura das cristas marginais mesial e distal.

1° Pré-molar Superior

Torque 0°;

Inclinação 0;

Leve rotação mesial;

Compensação de 2 a 3 mm (vest.);

Para manter o canino sup. em contato com o primeiro pm inferior;

Para assentar a cúspide palatina na fossa distal do 1° Pm Inferior.

Canino Superior

Torque 7°;

Inclinação 5°;

Rotação 0;

Torque palatino de raiz para levar as forças de oclusão ao osso cortical do palato.

Ângulo Intercanino

Incisivo Lateral Superior

Torque 14º;

Inclinação de 8 a 11º;

Rotação 0°;

Posição mais vestibular permite o sobretratamento do segmento lateral;

Evita contato em lateralidade com o canino inferior.
Incisivo Central Superior
Torque 22°;

Inclinação 3°;

Rotação 0;

Leve divergência para a borda incisal e para conservar espaços fechados.


Incisivo Central Superior

As três ordens do movimento dentário

Dobras de 1a. ordem

Dobras de 2a. Ordem


inclinação mesial ou distal de raiz

Dobras de 3a. ordem

- A verdadeira linha de oclusão passa através dos pontos de contato.
Incisivos Centrais Inferiores

Torque 0°;

Inclinação 0°;

Rotação 0;

Anatomia trará o dente a 16 graus ideal para plano de oclusão.
Incisivos Laterais Inferiores

Torque 0°;

Inclinação 0 – possível ligeira inclinação distal 2;

Rotação 0;

Anatomia trará o dente a 16 graus ideal para plano de oclusão.
Canino Inferior

Torque 7°;

Inclinação 5°;

Rotação: atrás do incisivo lateral inferior.

Leve quebra no contato. Leve rotação distal. Em arcos ogivais os caninos estão em lingual para contato mesial com os primeiros pré-molares.

- 1° Pré-molar Inferior


Torque 0 a 10°;

Inclinação de 2 a 3° (r/d);

Dente 2 a 3mm para vestibular;

Girar cúspide lingual para distal;

Para que a face distal dos caninos superiores possa entrar em contato durante a desoclusão canina.
- 2° Pré-molar inferior
Torque 10 a 20° (torque vestibular progressivo);

Inclinação 0;

Rotação 0;

Para permitir assentamento dos segundos pré-molares superiores como chave de oclusão


Primeiro Molar inferior
Torque: 35°;

Inclinação: 5° p/ distal;

Rotação distal 12°;

- Cúspide distovestibular em contato com o centro do 2o. Molar;



  • Para permitir rotação e inclinação distal dos 1os. M. superiores;

Primeiro Molar inferior

Segundo molar inferior
Torque 45 °;

Inclinação mesial 5°;

Rotação distal 6°;

Começo da curva de spee.

Para sustentar o côndilo na fossa antero-posteriormente.

VERIFICAÇÃO DA OCLUSÃO PARA A FORMA IDEAL DE


FINALIZAÇÃO DO ARCO
E
ROTAÇÕES INDIVIDUAIS

Mandíbula

5- Forma de Arco Adequada;

6- Dobra de pré-molar, para que ele entre em contato com a vertente distal do canino superior (2 a 3 mm);

Mandíbula

7- Mesial do canino levado levemente para trás do incisivo lateral;

8- Sobre-rotação dos incisivos; arco de configuração suave.

Maxila


1- Distância transversal dos primeiros e segundo molares;

2- Rotação distal do primeiro molar a fim de que a linha traçada através das cúspides disto vestibular e mesio-lingual aponte para o terço mesial do canino do lado oposto

Maxila


3- Dobra acentuada em mesial do molar;

4- Rotação mesial da cúspide lingual do primeiro pré-molar para assentar na fossa distal do primeiro pré-molar inferior;

Maxila

5-Dobra em pré-molar (2 a 3mm) para evitar a primeira área de prematuridade;



6- Canino conduzido ao contato com o canino e o pré-molar inferior para estabelecer a proteção canina;

Maxila


7- Lateral deixado vestibularmente (até a contenção) para permitir o sobretratamento dos segmentos laterais;

8- Arco de configuração suave na altura dos incisivos e coincidência das linhas Médias.

Oclusograma:

Plano Oclusal Vestibular

7 cúspides tocavam uma superfície plana;


  • Ponta do canino;

  • Todas as quatro cúspides dos pms.;

  • Cúspides mesolinguais e distolinguais do 1o. Molar superior.

Dimensões do arco

Profundidade do arco;

Dimensões transversais:


  • Vestibular dos Molares;

  • Vestibular dos Prémolares;

  • Incisal dos Caninos

Linhas Vestibular Canina e Molar

Vestibular do 1o. Pm a vestibular do 1o. Molar;

Vestibular dos molares;

Distal do lateral à vestibular do 1o. Pm. Inf..

Angulação e Torque do Molar
FORÇAS NORMAIS DE ERUPÇÃO
+
OCLUSÃO
+
FISIOLOGIA E CRESCIMENTO
=
OCLUSÃO FUNCIONAL INDIVIDUAL
ARCOS IDEAIS
São construídos geralmente com fio Elgiloy azul .016x.016;

Para melhor estabilizar as raízes podemos utilizar o .016x.022 após o uso do .016x.016.

Período mínimo de três meses, segundo as maloclusões tratadas.
Descrição
Arco Ideal Superior

ARCOS PENTAMÓRFICOS


(RICKETTS)

Confecção do Arco “Ideal” Superior:

Confecção do Arco Ideal Superior

Descrição do Arco Ideal Inferior

Confecção do Arco Ideal Inferior

Torque progressivo posterior

Arcos Coordenados
TRIPLE CONTROL BIOPROGRESIVO DE RICKETTS

Overjet


Discrepância de Bolton;

Torque incorreto dos incisivos superiores e inferiores;

Classe II ou Classe III;

Diastemas.

Overbite

Descrepância de Bolton;



Extrusão ou Intrusão dos incisivos superiores e/ou inferiores;



www.clincaortoline.com.br



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