Apometria



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Conclusão


Este conjunto de fenômenos, bem estudado, compreendido e experimentado, nós traz perspectivas promissoras e explica muitas coisas até então não explicadas. Está em consonância com o que previa Kardec em "O Livro dos Médiuns", no Capítulo I, 2ª parte, página 72, da 51ª edição, FEB, onde trata da Ação dos Espíritos sobre a Matéria, quando diz: "somente faremos notar que no conhecimento do perispírito está a chave de inúmeros problemas até hoje insolúveis". De igual modo, está coerente com o pensamento de Kopnin – filósofo marxista contemporâneo quando afirma - “Quanto mais um conhecimento explica o que não podia ser explicado antes, quanto mais ele prevê o que não podia ser previsto antes, tanto mais científico é”.
JS Godinho

O condomínio espiritual

Os sub-níveis conscienciais de um ser encarnado, são os representantes das experiências vividas por aquele espírito, durante a sua existência. Portanto, cada sub-nível consciencial, representa uma vida passada, com todos os suas virtudes e erros, defeitos, vícios, dores e amores.

Muito mal comparando, este conjunto de sub-níveis, apresenta-se como um conjunto de condôminos de um edifício de apartamentos, e o síndico desorganizado deste edifício, como se fosse o nível de consciência da atual encarnação, observa-se que se comportam de maneiras bastante assemelhadas.

Numa assembléia de constituição de um edifício novo, os condôminos estão tão afoitos e eufóricos com a entrega do prédio, apreensivos com a escolha de garagem, com a eleição do síndico e os conselhos, que nem se dão conta de que assinam também, os regulamentos e as regras que regerão a vida de todo aquele edifício. Alguns condôminos estão conscientes, outros estão tão felizes, que nem conseguem prestar atenção nos regulamentos que estão assinando e assinam de qualquer maneira, sem ler.

Podemos encarar mais ou menos assim, a reunião que fazemos no Ministério da Reencarnação, quando somos notificados de que teremos uma nova chance de reencarne. Os sub-níveis mais eufóricos com a chance de reencarnar, são aqueles sub-níveis, cujas desarmonias são as causas da nova encarnação, são aqueles que aceitam qualquer condição, prometem tudo, querem resgatar todas as desarmonias de uma única vez. Os sábios conselhos dos orientadores do Ministério da Reencarnação, sugerem que não se vá com tanta sede ao pote.

- Escute, se você fizer dez por cento de tudo o que você deseja resgatar, já está de bom tamanho, será uma prova bastante dura. Queremos que você tenha sucesso desta vez, queremos que você acerte todos os seus passos na sua nova experiência, portanto, não se preocupe em querer fazer tudo isso que você imagina. Faça somente isto que estamos lhe aconselhando.

Assim as partes assinam o contrato reencarnatório. Os mentores são designados para cuidar e orientar a experiência. Laços familiares são estabelecidos. Tudo foi descrito e aprovado. O espírito reencarnante vai para o setor de preparação.

Um belo dia, aquele ser, já estará encarnado. Ele não se recorda mais do contrato reencarnatório, as ilusões e descaminhos da matéria o deslumbram, os reencontros com os afetos ou os desafetos do passado, tudo atrapalha, lembranças fugidias de fatos, sentimentos confusos...

Aqueles sub-níveis que tinham de resolver seus dilemas, recusam-se a aceitar as limitações para o resgate, as limitações do corpo físico. Todas as promessas, tudo foi esquecido. Pelos mais diversos motivos querem distância daquele corpo físico, não querem sofrer tudo aquilo de novo... Desarmonizam-se. Os vícios ajudam. As emoções ajudam. Tudo ajuda a desequilibrar.

É normal que os sub-níveis queiram ficar distantes da atual encarnação, bloqueando e acumulando as energias, sem as deixar fluir, desde o corpo búdico, até o corpo físico, o mesmo acontece com as energias que sobem do corpo físico para o corpo búdico. As energias ficam bloqueadas em algum lugar. O fluxo energético são orientações que vem da centelha divina ou são as experiências encarnadas que não sobem ao corpo búdico.

Outras vezes, esses sub-níveis se revoltam tanto, com a ponta encarnada que remetem energias bastante negativas até aos corpos inferiores e os afetam profundamente. Existe um nível, o Duplo Etérico, que se faz de pára-choque e não deixa que essas energias atinjam diretamente, o corpo físico, vai drenando devagarinho a negatividade emanada internamente por essas vidas passadas. Uma das suas funções é a de restabelecer automaticamente a saúde do corpo físico.

O Corpo Astral, este quer absorver as energias e gasta-las a seu bel prazer, aí residem as emoções passionais e grosseiras, o instinto, os desejos, os vícios, as paixões e os sentimentos negativos. É o corpo plasmático, que se modifica, sofre mutilações, podendo inclusive afetar o corpo físico. É a sede do MOB, o modelo Organizador Biológico.

O Mental Inferior, sede da inteligência, da associação das idéias, do raciocínio e da percepção, o comodismo, o gozo e os prazeres mundanos ficam gravados, juntamente com as experiências da encarnação atual.

O corpo Mental Superior, guarda a manifestação da riqueza e do poder, os seus desequilíbrios estão relacionados à falta disso ou de tudo que possa atrapalhar as ambições do ser.

É a sede da vontade e do domínio do meio que cerca esse ser. Convivem o orgulho e a vaidade, o apego ao poder e ao mando.

Assim, repetidamente, vida após vida, fomos construindo as nossas desarmonias, deixando de cumprir os nossos compromissos encarnatórios porque nos deixamos deslumbrar pelas ilusões, paixões, desejos e instintos, pela manipulação, pela inteligência, raciocínio e a ânsia pelo poder.

Esses nossos fantasmas retornam porque são as sombras das nossas antigas desarmonias. São as dores e saudades que não sabemos de quê, e são dores reais nos níveis espirituais.

De que maneira podemos nos ajudar, buscando a harmonização coerente com o compromisso para esta existência? A Apometria nos ajuda a entender os sub-níveis desarmônicos e fazê-los reconhecer o contrato reencarnatório e assim, convencê-los de que eles devem entrar em linha novamente com a atual encarnação, através da aceitação de um trecho da oração PAI NOSSO, onde dizemos: "... Seja feita a Vossa vontade ...", onde deveríamos nos esforçar profundamente para entender a vontade do Pai e desejar que seja feita a Sua vontade e não a nossa vontade, e que a vontade do Pai se realize no Seu desejo, e não no nosso. Assim devemos procurar aceitar aquilo que não pudermos modificar, precisamos ter força e determinação para modificar aquilo que puder ser modificado e ter muita sabedoria mesmo, para diferenciar uma coisa da outra.

Conscientemente, devemos procurar entender para onde vai, este vôo às cegas, que estamos realizando nesta existência, exercer as energias necessárias para que os sub-níveis conscienciais mantenham-se em harmonia com a atual proposta encarnatória, para sairmos desta vida, em vitória, e submetendo os nossos "eus" de orgulho, vaidade, egoísmo, a ânsia pelo poder, etc., com amor e paciência.

Desse modo, coloco a consciência encarnada como se fosse a síndica do condomínio espiritual, e o papel do síndico, é o de representar e coordenar o condomínio. Façamos o melhor que pudermos para o nosso desenvolvimento espiritual, nós encarnados, temos o dever de conduzir o nosso condomínio espiritual ao nosso destino de retorno ao Pai.

Níveis de Consciência

Texto do Godinho (Adaptado por C.E.L.)



Sendo a Apometria uma técnica medianímica (mediúnica e anímica – anímico é aquilo que se refere à alma) que parte do pressuposto que o ser humano é constituído de corpos (corpo significa bloco, corporação, classe, assembléia, comunidade, associação, coletividade).
A técnica do Desdobramento, Dissociação e Incorporação Múltipla, parte do modelo do Budismo Esotérico, que entendia a constituição psíquica humana como um agregado de sete partes: Arupa ou Atma, Corpo Espiritual ou Búdico, Corpo Causal ou Manas Superior, Corpo Mental ou Manas Inferior, Corpo Astral ou Kama-Rupa, Duplo Etérico ou Linga Scharira e Corpo Físico ou Stula Scharira. Esta terminologia é adotada pela Teosofia, Esoterismo e também outros ramos do ocultismo e algumas religiões orientais. Para Kardec alma e espírito são sinônimos. Para Lacerda, alma e perispírito é que deveriam ser sinônimos, pois este termo, envolve os diversos corpos sutis, até mesmo o etérico que, no entanto, é físico.
Dentre os vários pesquisadores do psiquismo que estudaram o desdobramento do agregado espiritual em tempos mais recentes, cabe destacar por ordem de descoberta, o trabalho dos seguintes:
Entre 1845 e 1869 – O sábio físico e químico austríaco, Barão Karl Von Reichenbach estudou a exteriorização do duplo humano a nível científico e denominou-o de “Força Ódica”. Por essa mesma época, Allan Kardec (Hyppolyte Léon Denizart Rivail, 1804-1869), organizava as bases da Doutrina Espírita, lançando luz sobre essa realidade.
Parece óbvio que ao codificar a Doutrina Espírita, Kardec procurou facilitar a compreensão do agregado espiritual, englobou esses elementos intermediários em uma só denominação, “perispírito”. Mas explicou que esse “bloco” era passível de estudos e experimentação, deixando isso claro em "O Livro dos Médiuns", no Capítulo I, 2ª parte, página 72 da 51ª edição, FEB, onde trata da Ação dos Espíritos sobre a Matéria, quando diz: "...Somente faremos notar que no conhecimento do perispírito está a chave de inúmeros problemas até hoje insolúveis." Em sua luminosa lucidez, nos indicou a chave para o desenvolvimento da técnica terapêutica hoje conhecida como Apometria, através do Desdobramento Múltiplo dos Corpos, Dissociação de Níveis Conscienciais, e manuseio de energias.
Em 1893 o famoso diretor da Escola Politécnica de Paris, coronel Albert de Rochas, fala sobre a Exteriorização da Sensibilidade. Utilizando-se da hipnose magnética, desdobrou e estudou o Duplo-Etérico, chamando-o de aerossoma I, (Alma Vital), porque previu que poderia continuar desdobrando e chegando aos demais aerossomas.
Em 1909 o pesquisador e cientista Hector Durville, desdobrou o Corpo Astral e denominou-o aerossoma II, (Alma Sensível). E, tal como Albert de Rochas, previu o desdobramento do terceiro corpo ou aerossoma III. Continuam os trabalhos o eminente Doutor Hyppolite Baraduc distinto médico francês, especializado em Ginecologia e Eletroterapia, construtor do Biômetro, um aparelho que podia medir as emanações energéticas do corpo humano. Conseguiu fotografar o terceiro elemento do duplo humano - o corpo mental - que ele achava ser o pensamento. Coube-lhe a glória de dissociá-lo chamando-o de aerossoma III. Notando que este novo elemento tinha não mais a forma humana, mas a forma ovóide e luminosa, concluindo tratar-se do corpo mental concreto ou inferior, (Alma Inteligente).
Em 1911 ou 1912, L. Lefranc que havia sido o mais dedicado cooperador de Durville, dissociou o IV aerossoma, observando que sua forma assemelhava-se a uma chama de halo muito brilhante, a este corpo deu o nome de corpo causal, considerando-o como detentor da memória e da vontade. Nessa altura das experiências explode a primeira grande guerra mundial de 1914 a 1918 e os experimentos foram paralisados. Além dos eminentes pesquisadores em pauta, houve outros não menos importantes e valorosos, que chegaram às mesmas conclusões ou conclusões assemelhadas, repetindo as mesmas e outras experiências. Dentre eles citamos Doutor Joire, Fernandez Colavida, Charles Lancellin, Charles Richet, Gustave Gelley, Ernesto Bozzano, etc. Com o fim da guerra, Charles Lancelin retornou às pesquisas com fervor e competência, conseguindo dissociar mais três elementos do agregado espiritual - alma moral, intuitiva e consciencial.
No século passado tivemos o ex-padre jesuíta e grande filósofo catarinense Humberto Rohden (1894 –1981), que de forma indireta se refere aos níveis conscienciais, ao falar dos conflitos da personalidade. Em seu livro “O Sermão da Montanha” encontramos o seguinte: (“...absurdo querer abolir as guerras ou revoluções de fora, as discórdias domésticas no lar ou no campo de batalha, enquanto o homem não abolir primeiro o conflito dentro de sua própria pessoa” Conflito de quem ou entre quem perguntamos nós? Continua Rohden: “Nunca haverá Nações Unidas, nunca haverá sociedade ou família unida enquanto não houver indivíduo unido”
Não só esses estudiosos, filósofos e pesquisadores deixaram isso claro, mas além deles muitos outros referiram a existência dessas “personalidades”. Joanna de Angelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, as chama de “personalidades parasitas”. E Jung? Será que foi a esse conjunto de níveis-personalidades que Jung chamou de “Inconsciente Coletivo”?
Ao nosso ver, seria extremamente adequado dar a esse bloco de personalidades inconscientes o nome definitivo de “Inconsciente Coletivo Pessoal”, significando a coleção de personalidades ativas. O Espírito Camilo, orientador de J. Raul Teixeira afirma em “Correnteza de Luz”, no capítulo que fala sobre as “Propriedades do Perispírito” que: “... o perispírito, pela imponderabilidade que o assinala, demonstra umas tantas propriedades, importantíssimas, responsáveis por enorme gama de fenômenos de profundidade, inexplicados muitos, por causa da ignorância em torno do assunto.” “... É graças a sua plasticidade que o corpo perispiritual consegue ter suas formas externas modificadas, consoante a ação do psiquismo da Entidade Espiritual. Convertem-se em figuras dantescas, mesmo irracionais, hipantropia, licantropia, ou noutra qualquer expressão zoantrópica, dentro dos estados da mente enferma e culpada, grotesca, liberada do corpo somático.”
No cap. “Perispírito e suas funções” ele diz que: “O corpo energético por meio do qual o Espírito se expressa nos diversos campos da vida, em virtude da sua estruturação, guarda condições de participar de múltiplos fenômenos, em cada um deles determinando uma forma particular de manifestação.” E é essa forma particular de manifestação relatada por Camilo, expressa nos diversos campos da vida, que precisamos estudar. A dissociação perispiritual já é um fenômeno relativamente conhecido de todos nós apometras. Mas a complexidade e diversidade de manifestação das personalidades anômalas, parasitas ou dissociadas que daí decorrem, os campos onde se manifestam, os sintomas e distúrbios que causam, ainda precisam ser estudados, compreendidos e pesquisados. E devido a incredulidade humana e a costumeira.
Devemos relembrar ainda das importantes descobertas do psicólogo americano William James, que em 1890, foi dos primeiros a registrar a ocorrência dos vários eus, hoje conhecidos como “Níveis Conscienciais”, e das valiosas observações do fisiologista francês Pierre Janet, que em 1898 apresentou a tese das “personalidades múltiplas ou secundárias”. Todos eles, de uma forma ou outra, construíram os alicerces que hoje fundamentam nossa proposta de trabalho.
Na obra “Domínios da Mediunidade” de André Luiz, cap. XXII, p.193 a 195, encontramos um relato sobre a formação do que chamamos “nível consciencial” ou “personalidade dissociada”, emergida de passado. Aulus explica: “Estamos diante do passado de nossa companheira. A mágoa e o azedume, tanto quanto a personalidade supostamente exótica de que dá testemunho, tudo procede dela mesma...”. Mais adiante, André Luiz comenta o fenômeno anímico presenciado: “Nossa amiga supõe encarnar uma personalidade diferente, quando apenas exterioriza o mundo de si mesma...”. E o instrutor Aulus ressalta: “A personalidade antiga não foi eclipsada pela matéria densa como seria de desejar.”. Mesmo o choque biológico produzido pelo processo reencarnatório que deveria diluir essa personalidade não produziu efeito, devido a forte cristalização ideoplástica mantida pela enferma espiritual. Verdadeira cristalização mental. Vemos ai um caso de enfermidade auto-obsessiva, onde a personalidade do passado (nível) se encontrava ativa, interferindo na existência e personalidade atual.
Afirma o instrutor Aulus que muitos mendigos andrajosos do presente não percebem sua realidade e vêem-se com os mantos de púrpura dos castelos de outrora. E que, na criatura reencarnada, quase todas as perturbações congênitas da mente estão relacionadas com as fixações que a antecederam na volta ao mundo da matéria densa. Aqueles que fracassaram retornam à vida terrena fazendo parte da vasta área dos neuróticos, loucos, mutilados, feridos e enfermos de todas as castas. E que só as lutas na carne vão processando a “extroversão” indispensável à cura das psicoses de que são portadores”.
Existem também os pesquisadores modernos da Terapia de Vida Passada que atestam a mesma coisa, partindo de outros pressupostos, observando os fenômenos da consciência e suas múltiplas formas de manifestação, desaguando nas mesmas conclusões. Como exemplo podemos citar só um dos muitos que existem, o holandês Hans TenDam, autor do livro Cura Profunda – Metodologia da terapia e vida passada. (Summus Editorail, 1997). Diz ele na página 22, primeiro parágrafo, quando fala da técnica da terapia de vida passada, no tratamento do que ele chama de pseudo-obsessão e que nós chamamos de auto-obsessão ou desarmonia de consciência:
“A melhor integração que podemos alcançar ocorre quando nossas subpersonalidades conhecem, aceitam e gostam umas das outras, e quando podem entrar e sair à vontade. Uma completa imersão de subpersonalidades previne diferentes condições de adaptação à diferença de lugares, e dentro de cada vida. A melhor coisa é ser capaz de usar cada subpersonalidade quando for apropriado. A integração entre subpersonalidades proporciona desenvolvimento e flexibilidade;...”
Página 49 terceiro parágrafo “As subpersonalidades reais normalmente são cisões causadas por experiências traumáticas, com frequeência tem fortes postulados e raramente são causadas por hangoveres. Uma subpersonalidade normalmente começa se alguém está por afundar. Aalma mobiliza a parte que toma posse da personalidade que entra em colapso e se retira. Algumas subpersonalidades parecem ter tomado uma parte de nossa vida. Podem hibernar e voltar de repente” Página 53 terceiro parágrafo “Alguns pseudo-obsessores podem surgir durante uma doença. Se o nosso nível de energia diminui, uma personalidade passada com pouca energia pode entrar em contacto e emergir. Quanto ao resto, depende das cargas que estão trancadas no pseudo-obsessor. Se você reestimula essas cargas, ele acorda.”
REFLEXÕES SOBRE NÍVEIS E SUB-NÍVEIS EM DEBATE REALIZADO VIA LISTA DE DISCUSSÃO NA INTERNET EM 23/07/2004
Márcio: Caro J.S. Godinho,

Quero parabenizar-lhe pela brilhante explanação.


 
JS Godinho - Oi Márcio e listeiros! Paz e Luz!

Obrigado pelas palavras de incentivo. 

 
Márcio: Contudo, no que tange as suas afirmações, peço vênia para dizer que a  maior dúvida em relação aos listeiros não se trata sobre a teoria dos corpos múltiplos, mas sim até que ponto eles possuem individualidade, tal qual defendido, principalmente, pelo Miranda.



Godinho – Eu entendo que os corpos não possuem individualidade, mas desdobram-se em partes, “níveis”, “eus”, “personalidades”, sub-personalidades”, “elementos”, ou qualquer coisa que o valha e comportam-se com relativa independência como se fossem individualidades. No entanto, sabemos que individualidade é o espírito como um todo, não as partes que são projeções ou desdobramentos deste para manifestação nos vários planos vibratórios, em forma de personalidades.Os ocultistas denominam essas partes, o que conseguiram observar e estudar, de corpos sutis. Os psiquistas de “aerossomas”. Os Espíritas” de bicorporeidade, periespírito, perispírito ou corpo periespiritual. William James de “eus”, Pierre Janet de “personalidades múltiplas” ou “secundárias”. A Psicobiofísica, de campo biomagnético ou psicobiomagnético.  A Apometria, de Corpos, Níveis e Sub-níveis. E ainda outros segmentos denominaram esses elementos de desdobramento, fantasmas, campo psíquico, aura, mediador plástico, corpo espiritual, psicossoma, etc.


Márcio: Permita-me ser mais claro. Sabe-se há muito tempo, principalmente após o lançamento do livro "Nosso Lar", de André Luiz, que o espírito possui vários corpos. Em uma passagem da narrativa na obra citada, o autor espiritual estava "dormindo" no plano espiritual, quando então se "desdobrou" e encontrou-se com sua mãe em um plano "mais sutil".

Esta passagem é bem conhecida de todos nós, demonstrando que, além do "perispírito", existe ainda mais corpos espirituais. André Luiz também nos relata a existência do Duplo Etério nas obras "Missionários da Luz" e "Nos Domínios da Mediunidade". Recentemente, no livro "Céu Azul", o autor espiritual também nos relata a existência de corpos sutis, quando informa que, ao dormir no plano espiritual, sonhou com os seus parentes encarnados. Seus amigos espirituais informaram que e realmente lá esteve, desdobrando seus corpos sutis quando do referido sono.

 
Godinho – Tens razão, estás sendo claríssimo, André Luiz, Joanna de Angelis e tantos outros deixaram bem claro essas possibilidades múltiplas do espírito.
 
 Márcio: No Livro "Ação e Reação" e "Libertação", ambos de André Luiz, há vários re latos de "seções de materialiações" de espíritos superiores nos planos espirituais inferiores. E isso se deve ao fato de que os espíritos das esferas mais sutis "perderam" a materia grosseira, tal qual defendido Ramatís nas passagens transcritas pelo Sr., em sua explanação.

Quanto a isso, não há celeumas no meio espírita. A discussão aparece quando afirma que tais corpos podem se dividir, permanecendo cada qual com um individualidade.


 
Godinho – Exatamente. As incorporações simultâneas dos vários “níveis” de uma pessoa desdobrada mostram uma alta independência de comportamento em cada “nível” incorporado, mas isto não caracteriza uma nova individualidade, é apenas a manifestação de uma personalidade. Observa-se também que, embora fique bem clara a relativa dependência de cada nível desdobrado, fica clara também a influenciação que um causa no outro e que todos exercem no comportamento da personalidade ou consciência física, em construção. Somos de opinião que esses fatos, mesmo tendo sido observado e comprovado por inúmeros grupos apométricos, precisam ficar mais claro ainda e ser melhor explicado para que todos entendam. Há muito ainda o que aprender sobre a complexidade do espírito como também desenvolvermos linguagem e compreensão adequada para isso.
 
Márcio: Ora, o conceito de corpo é a de envoltório do espírito. Seria, como o Sr. bem sabe, apenas uma roupa do espírito, que vai abandonando-a a medida em que evolui. Não encontrei, sinceramente, em nenhuma obra pscicografada, referências a que esses corpos possem alguma individualidade. Muito pelo contrário: os indícios são de que, quando o espírito (atma) se desdobra de alguns corpos, estes permanecem dormindo, inertes, sem consciência ou movimento, apenas conservando o seu estado de funcionamento vegetativo. Isso sim, é bem claro nas obras supra-citadas.

 
Godinho – Concordo que esses envoltórios sejam tratados de “roupas” do espírito, mas são roupas que lhe prestam ou lhe infundem uma determinada personalidade, como por exemplo, um uniforme que fala por si mesmo dizendo qual a função de quem o veste. Eles não são abandonados na medida em que o espírito evolui e sim integrados, diluídos na individualidade. Na própria obra de André Luiz isso aparece perfeitamente numa explicação de Aulus. O fenômeno anímico é mais complexo do que parece a primeira vista e só uma leitura acurada das obras de André Luiz, Joanna de Ângelis e outros nos revela claramente o que temos tentado explicar e que a experiência prova na mesa mediúnica. Vejamos pequenos trechos extraídos da obra de André Luiz: 




CASO ANÉSIA E JOVINO

“Aulus, o benfeitor espiritual, foi chamado a auxiliar o casal Anésia e Jovino e suas três filhinhas...  “Reparando que Jovino preparava-se pra sair, a esposa perguntou-lhe, um tanto inquieta, se poderia espera-lo para as preces que fariam logo mais. Ouviu como resposta uma negativa, proferida com um certo ar de sarcasmo em relação ao valor da prece e acrescida da justificativa de que teria compromissos inadiáveis com amigos para estudo de excelente negócio.


 Naquele instante, contudo, surpreendente imagem de mulher surgiu-lhe à frente dos olhos, qual se fora projetada sobre ele a distância, aparecendo e desaparecendo com intermitências”

- (Temos ai o desdobramento e projeção a distância de um nível que poderia ser perfeitamente incorporado e que se comportaria de forma um tanto diferente da personalidade física).


“Jovino fez-se mais distraído, mais enfadado. Fitava agora a esposa com indiferença irônica, demonstrando inexcedível dureza espiritual... A companheira humilhada caiu em pranto silencioso sobre velha poltrona e começou a pensar, articulando sem palavras:


Negócios, negócios... Quanta mentira! Uma nova mulher, isso sim!...  “Nessa momento, apresenta-se na sala a mesma figura de mulher que surgira à frente de Jovino, aparecendo e reaparecendo ao redor da esposa triste. Esta não via com os olhos a estranha e indesejável visita, no entanto, percebera-lhe a presença sob a forma de tribulação mental. E, inesperadamente, passou a emitir pensamentos tempestuosos.”
 
PERSONALIDADE ANTIGA CRISTALIZADA

(FIXAÇAO MENTAL)


“Quanto mais nos aprofundamos no conhecimento da mediunidade e de suas psicopatologias, mais nos convencemos do tamanho de nossa ignorância, em relação à mente humana e ao seu psiquismo. O que seria, na verdade, o Inconsciente?


A personalidade humana, entre as criaturas terrestres, é mais desconhecida que o Oceano Pacífico, afirmou o médico Gotuzo ao colega André Luiz. (1) Ecomo ele tem razão!


A Senhora X e a personalidade emergente – Em uma sessão espírita dedicada ao intercâmbio mediúnico, foram admitidos três senhoras para receberem assistência. Após a tarefa normal dos médiuns habituais da Casa, uma das Senhoras enfermas, que viera para tratamento, caiu em pranto convulsivo, e começou a falar de uma lâmina enterrada em sua carne, clamando contra um homem que lhe arruinou o destino. A questão é que não havia nenhuma entidade comunicante.
Áulus explicou: Estamos diante do passado de nossa companheira. A mágoa e o azedume, tanto quanto a personalidade supostamente exótica de que dá testemunho, tudo procede dela mesma... Ante a aproximação de antigo desafeto, que ainda a persegue de nosso plano, revive a experiência dolorosa que lhe ocorreu, em cidade do Velho Mundo, no século passado, e entra em seguida a padecer insopitável melancolia.
O assistente prosseguiu esclarecendo que essa nossa irmã imobilizara grande coeficiente de forças do seu mundo emotivo, em torno da experiência referida, a ponto de semelhante cristalização mental haver superado o choque biológico do renascimento do corpo físico, prosseguindo quase que intacta. Fixando-se nessa lembrança, principalmente por causa da presença do antigo verdugo, ligado a ela por laços de amor e ódio, passou a comportar-se qual se estivesse ainda no passado que teimava em ressuscitar. É então que se deu a conhecer como personalidade diferente, a referir-se à vida anterior.

Na verdade, era mesmo alguém que volta do passado a comunicar-se no presente. Nesses momentos, ela centraliza todos os seus recursos mnemônicos tão-somente no ponto nevrálgico, onde viciou o pensamento.


André Luiz reconheceu que está diante de um processo de autêntico animismo. E concluiu: Nossa amiga supõe encarar uma personalidade diferente, quando apenas exterioriza o mundo de si mesma...


Se nos fixarmos na idéia de mistificação, passaremos a ter uma atitude desrespeitosa, diante do seu padecimento moral.


Áulus ressaltou que essa mulher existe ainda nela mesma. A personalidade antiga não foi eclipsada pela matéria densa como seria de desejar. Este fenômeno é muito mais comum do que podemos imaginar. Quantos mendigos que não se vêem com trajes andrajosos do presente, mas com os mantos de púrpura dos castelos de outrora! Quantos servos que mantêm o orgulho dos poderosos senhores que já foram! Foi o que destacou Aulus.”




Godinho: É a essas parsonalidades que chamamos “níveis”, elas se desdobram e se manifestam em projeção, em incorporação, em vivências “separadas”, aparentemente distantes e independentes da consciência física. Quando uma pessoa tem muitos sintomas e cada um deles procede de uma dessas personalidades de passado, elas podem ser incorporadas simultaneamente e tratadas, é o que fazemos na terapêutica apométrica com Desdobramento e Incorporação Múltipla.

 O acesso às recordações e memórias dos espíritos, tanto encarnados, quanto desencarnados, também não são novidades na doutrina espírita. André Luiz, na Obra "Ação e Reação" bem descreve o fenômeno. Ele simplesmente olhava para uma pessoa e tinha acesso a suas vivências na Terra, e as suas visões chegavam ao ponto de tomarem forma. Seu mentor, por sua vez, tinha acesso até as vivências anteriores do espírito em que ia ser ajudado. André Luiz inclusive relata que, ao chegar perto de um deficiente mental encarnado, conversou com o espírito, e o mesmo lhe respondia com a consciência de sua vida anterior.


 Márcio: Tais relatos também são confirmados pelo espírito "Patrícia", autora dos livros, "Violetas na Janela", "A Casa do Escritor", "O Vôo da Gaivota", e outro que não me recordo o nome.

Todos informam se tratar de acesso a memória e clichês mentais, sem que os encarnados e desencarnados tenham consciência do que está acontecendo. Por isso, sem que os pacientes percebem, podem acontecer de um sensintivo psicofônico incorpore tais memórias, e um sensitivo vidente tome os clichês mentais por formas monstruosas. E isso não se discute dentro da doutrina espírita.

 
Godinho – Correto. Memórias de passado é uma coisa. Desdobramento Espiritual é outra. Isso é que precisa ser esclarecido, melhor compreendido, melhor estudado. Quando eu fazia tratamentos diversos, inclusive com desdobramento apométrico e não conseguia curar uma tosse de 42 anos, minha mentora recomendou que eu fizesse terapia de vida passada. Fiz e descobri que a tosse era resultante de uma “memória de passado”, quando na França de 1892, fui guilhotinado. Nesse momento descobri que memória de guilhotinamento produz tosse. E me livrei dela (tosse) após algumas sessões de TVP.

 
Márcio: Agora, o que se discute é o fato de associar, necessariamente, tal fenômeno a incorporação de cada corpo sutil, como se esse fosse uma individualidade, com uma consciência própria e diferente dos demais.


 
Godinho - Seria interessante que as pessoas verificassem isso, junto aos nossos grupos de trabalho, ou treinassem médiuns libertos de conceitos ou preconceitos estratificados, de teses fixas, e pudessem verificar o fenômeno livremente. Ele acontece e é perfeitamente possível e passível de ser repetido. Realmente precisa ser discutido, mas não por quem fala por tese, e sim por quem experimenta. Quem só leu sobre o assunto pode não ter entendido claramente a tese, e clareza só se consegue com a experimentação da mesma, e com a mente aberta para se perceber outros fenômenos que podem aparecer e que precisam ser explicados como esse que defendemos.

 
Márcio: Ora, se se trata de memórias e recordações, estes podem ser acessados por diferentes médiuns. Não há indicios na literatura espiritual de que, para cada comunicação, se forma um novo corpo, tal como afirma alguns praticantes da Apometria, inclusive indicando que os mesmos são internados em hospitais, no plano espiritual.


 
Godinho - Memórias e recordações nem sempre podem ser acessados por diferentes médiuns. Para acesar memórias precisamos médiuns com características especiais, psicometria, e outras. Não são todos os médiuns que acessam memórias, como também não são todos os que conseguem distinguir uma incorporação de espírito da de um nível. E para cada incorporação não se forma um novo corpo, mas sim apresenta-se uma diferente personalidade, parte ou “roupa” da mesma individualidade, marcada pelo trauma que vivenciou. E essas personalidades precisam de tratamento sim, e eles são feitos na mesa mediúnica e também em hospitais do astral. É o tratamento por desdobramento, da mesma forma que André Luiz foi desdobrado para visitas em faixa superior. Se pode se fazer visitas desdobrado, pode-se fazer tratamento também. Tanto é verdadeiro isso que os resultados após os tratamentos são excelentes.


 
 Márcio: Assim, a celeuma se consubstancia, dentro do meio espírita, na afirmação de que cada corpo espiritual possui uma individualidade, com uma consciência própria, podendo um desses corpos estarem encarnados, e outros no plano espiritual. Seria, segundo alguns, nada mais do que recordações de quando o espírito esteve desencarnado e, dependendo dessas experiências, se negativas ou positivas, influenciam no comportamento do indivíduo.


 
Godinho – O que precisa ser compreendido é o seguinte: Individualidade é o espírito, que é composto por camadas chamadas de corpos, que por sua vez tem camadas chamadas de “níveis” que representam “personalidades” ou “eus” ou “subpersonalidades”. Que um dia foram personalidades encarnadas ou parte delas, que tem um certo grau de consciência e independência, e podem permanecer desdobrados enquanto o espírito está encarnado. Se segundo alguns, encarnados ou desencarnados, podem ser recordações, segundo outros, encarnados e desencarnados podem não ser só recordações, podem ser desdobramentos também. E nesse caso, os dois lados tem razão, como sempre acontece. O que precisamos é admitir que isso é possível, aliás, tudo no espírito é possível, a não ser que achemos que já se sabe tudo sobre o fenômeno humano. Basta pensarmos quantos Dr. Bezerra se apresentam simultaneamente em vários centros? Pode ser projeção da consciência, irradiação do pensamento manifestado de forma múltipla e diferente em cada incorporação ou sintonia, mas pode também ser desdobramento.


Alguém tem a definitiva e verdadeira resposta final?
 

Márcio: Sendo assim, como o Sr. demonstra grande conhecimento na área, peço, humildemente, que nos esclareça sobre o assunto.

Márcio Marques de Paula.


 
Godinho – Eu agradeço o destaque do amigo mas prefiro a condição de aprendiz esforçado, com pouco conhecimento ainda sobre o vastíssimo assunto, muito ignorante ainda das realidades espirituais e anímicas. Fazendo o possível para manter os olhos abertos para as novas verdades que estão aparecendo a cada dia, e que podem aparecer a cada momento, e aparecem sempre, nos surpreendendo a todos.


Abraços,
JS Godinho.

ARTIFICIAL

Por Alamir – C.E.L.
Artificial, é também chamado de kamarupa, pelos teosofistas.

 

Em trabalho prático, foi atendido um jovem que estava jogando esses jogos de RPG, sobre vampiro. Eles apagavam as luzes, encarnavam os personagens, colocavam um abaju com luz vermelha e até máscaras dos personagens colocavam. Conclusão, um ritual de magia negra pura.



 

A situação se apresentou para nós e eis que foi verificado pela médium uma forma de energia animada,   e que tinha a forma de uma personagem. Foi difícil a incorporação, os médiuns não sabiam o por que. Foi lembrando a forma da personagem no livro e foi mentalizado nela, usando cromoterapia mental para apoiar e eis que ela incorpora e diz que se tratava de uma energia criada para aquele fim.


Por ser energia foi retrabalhada. A médium que incorporou não sabia dessa possibilidade, o que afasto de princípio algum animismo por parte dela.
Outro caso:
Vou contar mais um caso sobre artificial que surgiu para nós a três semanas atrás:

 

Atendemos uma pessoa. Foi trazido um nível da pessoa e que reclamou que ela estava triste e angustiada e que havia algo prendendo-a. O nível foi colocada no "jardim" e foi trazido quem a estava prendendo-a. Incorporado, o "Ser" disse que ele estava ali porque a pessoa (atendida) o criou, com pensamentos de raiva e desesperança e disse que era nós que dávamos vida a ela, com outros pensamentos iguais. Indagamos então que se ela era formada por nosso pensamento, se quisemos poderíamos dar-lhe uma outra forma. Em seguida iradiou-se muito amor e enquanto mentalizávamos amor, íamos dizendo que agora queríamos que ela fosse luz e amor. E eis que o semblante da médium foi se modificando, deixando surgir em sua face satisfação e contentamento. Após terminar a mentalização, perguntamos ao "Ser" como estava. Ele disse que havia se tornado Luz. Ligamos ele diretamente aos Registros Akásicos e lhe perguntamos uma vez que tinha acesso aos registros da humanidade, qual seria sua evolução. O Ser disse que era expandir sua Luz, aprendendo a transmutar energias negativas em positivas, tornando-se independente do pensamento humano, não deixando que esse lhe influenciasse. Tinha que manter a sua Luz ou caso fosse afetado, transmutar-se, sem deixar que essa negatividade emanadas pelos humanos (por vocês, dito por ele), o influenciasse (repetindo). Então perguntamos: -E depois, qual sua evolução. Ele ficou pensando e em seguida emendamos: - É ter experiências na vida mineral, na vida animal? O ser respondeu que depois de aprender o que era previsto, o passo seguinte era a viver as experiências da Vida Mineral.



 

Antes porém é bom ressaltar que quebramos hipnose e auto-hipnose, evitando que pudesse ser outra coisa, diferente do que foi dito. Ao findar, encaminhamos aos cuidados da Equipe Médica Espiritual que nos assiste.

 

Esse relato tem a finalidade de somar-se a outras observações realizadas por outros grupos, até que possamos de forma consistente chegar a alguma conclusão.


 

Essa experiência se soma a outras duas, totalizando três ocorridas em nosso grupo, em um espaço de hum mês. As duas primeiras em uma mesma médium e essa terceira em uma segunda médium (que alías é novata no grupo e que não estava presente nas vezes anteriores).

 

 

 


4ª Aula

Algumas Considerações

Técnicas de proteção em grupo e individuais

4ª Aula
Algumas considerações
Nossos irmãos caídos têm uma infinidade de recursos para atacar de diversas maneiras ao homem:

Os ataques durante o sono geralmente são através dos sonhos intelectuais, emocionais, sexuais, instintivos e motores.

Durante o estado de vigília, através de abordagens fascinações, dependências etc.

Os ataques de magia negra se referem às diversas formas de despachos, bonecos com agulhas, macumbas etc.

As obsessões psíquicas: tratam-se de entidades perversas que assumem o comando da máquina humana. Verdadeiras legiões de egos que sugam as energias vitais do possuído.

Outra forma muito conhecida de ataque dos tenebrosos é através de inimizades, calúnias, intrigas e difamações, que se infundem na mente dos outros, para que estes nos ataquem.

Há uma infinidade de doenças que são provocadas pela ação nefasta de entidades psíquicas. São doenças de tipo imaginárias como impotências sexuais, hipocondrias e até mesmo suicídios.

Os ataques de magia negra podem causar males através dos vícios, tais como as drogas, álcool, e também por meio de diversas formas negativas de cultura que impõem novos padrões de comportamento sexual, modas, novelas, filmes, propagandas enganosas etc.

Os danos provocados pelos falsos profetas são também uma forma de ataque dos tenebrosos. Eles geralmente experimentam uma parte da verdade, desenvolvem parcialmente alguns poderes internos e são dominados pelo fanatismo, mi-tomania e paranóia avançada. Para conseguirem seus propósi-tos, não hesitam em envolver seus seguidores com ameaças e medos, tornando-se insuportáveis fiscalizadores da consciência alheia. Esses falsos profetas, patriarcas e gurus, inconscientemente, são megalomaníacos e inimigos da liberdade individual.

Ataques Através das Larvas Astrais(Elementares)

As formas mentais e emoções negativas se crista-lizam no mundo astral sob a forma de larvas astrais que são uma espécie de vírus astral, invísivel aos olhos do homem comum.

Destacamos alguns tipos de elementares

Íncubos: São larvas resultantes da atividade men-tal mórbida das mulheres (com relação à luxúria).

Súcubos: Larvas resultante da atividade mental mas-culina

Fantasmatas: Larvas de pessoas desencarnadas

Dragões: Larvas encontradas nos quartos de pros-tíbulos, resultado da promiscuidade sexual.

Entre outras larvas destacamos os Caballis, Basiliscos, Áspis, Leos etc. (consultar Os Elementais de Franz Hartmann).

Sintomas Prováveis de Ataques dos Tenebrosos

1. Palpitação, taquicardia.
2. Vômitos, enjôos e diarréia.
3. Pesadelos noturnos.
4. Depressão sem motivo. Idem,cansaço.
5. Dificuldade súbita de respirar.
6. Olheiras(olhos fundos).
7. Manchas escuras pelo corpo.
8. Dificuldade súbita de falar.
9. Amnésia parcial ou total.
10. Sensação de frio no plexo solar (frio no estômago).

Observação: Outros fatores que não necessariamente ligado a ataque de nosso irmãos caídos podem provocar as sensações acima

Lavas astrais e mentais



Essas entidades do mental e do astral inferiores se alimentam de nossos pensamentos e desejos negativos e destrutivos. Normalmente são gerados em locais onde há uma Egrégora, ou seja, um ambiente que congrega pessoas que têm um pensamento, sentimento ou atitude característicos, como bares, bordéis, prostíbulos etc. Os artificiais, também conhecidos como Elementários ou Larvas Astrais, podem ser gerados em nossos lares ou ambientes de trabalho quando se gera um hábito ou pensamento negativo. Eis alguns tipos de larvas astrais:

  • Dragões: formas-pensamento criadas em prostíbulos, bordéis, boates e congêneres.

  • Íncubos e Súcubos: nascidos de fantasias sexuais, sonhos eróticos e masturbações contínuas. Os íncubos acompanham as mulheres e os súcubos permanecem na atmosfera áurica dos homens.

  • Fantasmatas: átomos putrefatos desprendidos de cadáveres. Fixam-se nas pessoas emocionalmente receptivas que visitam cemitérios e/ou que ficam pensando em pessoas falecidas.

  • Leos e Áspis: Nascem de atitudes ligadas ao orgulho e ira exacerbados, em reuniões de partidos políticos, desfiles militares e discussões que não levam a nada.

  • Mantícoras e Basiliscos: gerados em atos sexuais anti-naturais.

Há muitos outros, como os Vermes da Lua, Caballis e Vampiros, que se alimentam de sangue (locais onde houver mênstruo, matadouros, depósitos de lixo hospitalar etc.), comida apodrecida, casas sujas etc...

Técnicas de proteção em grupo
Aplicação da Quarta Lei da Apometria, a Lei da Formação dos Campos-de-Força. Formam-se campos-de-força com as formas que quisermos. Habitualmente, usamos a forma piramidal de base quadrangular, da mesma forma que a pirâmide de Queops, do Egito. Esta pirâmide, que é um campo magnético perfeitamente definido, deve ser maior do que a casa onde trabalhamos, pois deve englobá-la inteiramente. Se a construção for grande demais, podemos circular somente a sala onde operamos.


Para facilitar a tarefa, costumamos pronunciar pausadamente e em voz alta as primeiras letras do alfabeto grego, que limitam o campo a ser formado e correspondem aos vértices da pirâmide: a (alfa), b (beta), g (gama), d (delta), e (épsilon) , referindo cada letra a um vértice da pirâmide. Observação: quando usamos a terminologia grega, sempre estamos nos referindo à formação de campos-de-força, em qualquer situação.
Alternativamente podemos criar duas pirâmides, unidas por suas bases, uma pirâmide inferior e outra pirâmide superior. Pode-se criar cores em cada uma das pirâmides, aconselhamos vermelho rubi para a pirâmide inferior e azul para a superior, ou utilizar matérias primas como laser ou elétricas, para aumentar o grau de proteção. No topo da pirâmide superior, imaginar o símbolo crístico do trabalho, a cruz rubi ou azul.
Cones, esferas, malhas, tapetes, anéis ou círculos nas mais diversas texturas, normalmente brilhantes e metálicas, magnetizadas ou mesmo espelhadas, podem ser combinadas com as pirâmides, constituindo barreiras que impedem a passagem de seres de baixo nível vibracional. Esses campos-de-força são utilizados para isolar obsessores e também podem ser deslocados no Tempo e no Espaço com finalidade terapêutica, por exemplo, enquadrando um obsessor numa pirâmide, isolando-o, cortando as suas ligações e alimentações, desenergizando-o e finalmente pedindo que a pirâmide toda seja elevada aos planos elevados para tratamento.




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