Apometria


Com que propósito devemos usar os recursos do desdobramento?



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Com que propósito devemos usar os recursos do desdobramento?

Com fim terapêutico, dentro da doutrina espírita, em grupos de pessoas bem intencionadas, treinadas, que não visem outra coisa senão o bem do próximo.


  1. O que diz o item 114 de O Livro dos Médiuns sobre o desdobramento?

Que tudo que foi dito das propriedades do perispírito após a morte, se aplica ao perispírito dos vivos. Que durante o sono o Espírito readquire parte da sua liberdade, isto é, isola-se do corpo e é nesse estado que, em muitas ocasiões, se tem ensejo de observá-lo.

Segunda Lei:

LEI DO ACOPLAMENTO FÍSICO
José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA.

NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 109-110.

1. Enunciado:
Toda vez que se der um comando para que se reintegre no corpo físico o espírito de uma pessoa desdobrada, (o comando se acompanhado de contagem progressiva), dar-se-á o imediato e completo acoplamento no corpo físico.
2. Técnica:
Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiramente a sua volta para perto do corpo físico. Em seguida, projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo em que se comanda a reintegração no corpo físico.
Caso não seja completa a reintegração, a pessoa sente tonturas, mal-estar ou sensação de vazio que pode durar algumas horas. Via de regra há reintegração espontânea e em poucos minutos (mesmo sem comando); não existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce atração automática sobre o corpo astral. Apesar disso, não se deve deixar uma pessoa desdobrada, ou, mesmo, mal acoplada, para evitar ocorrência de indisposições de qualquer natureza, ainda que passageiras. Assim, ao menor sintoma de que o acoplamento não tenha sido perfeito, ou mesmo que se suspeite disso, convém repetir o comando de acoplamento e fazer nova contatem.
Pelo que observamos em milhares de casos, bastam 7 a 10 impulsos de energia (contagem de 1 a 7, ou 10) para que se opere tanto o desdobramento como a reintegração no corpo físico.

3. Leitura Complementar: O Livro dos Médiuns, 2a. Parte, capítulo VII, item 116.
4. Responder:

1. Por que contagem progressiva?

2. O que pode sentir o desdobrado, se não for bem acoplado?

3. Quando se deve repetir o comando de acoplamento?

4. O que diz O Livro dos Médiuns no item 116 em relação ao assunto?

EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 2



  1. Por que contagem progressiva?

Acreditamos que a contagem progressiva, objetiva reforçar a idéia do operador de que há uma vontade firme, de sua parte, em aglutinar a energia livre no espaço em obediência ao comando. Na vontade de solucionar o problema, pode trazer a sensação de prosseguir, de caminhar em frente. Enquanto que a contagem regressiva forneceria a sensação de necessariamente regredirmos, retrocedermos na operação. A contagem apenas cadencia o fluxo dos impulsos ou pulsos energéticos.

Não há mística em torno do número, seja ele qual for; nem do tom de voz e muito menos nos atos ou gestos do operador. Descarte qualquer idéia de ritual ou ritualização do ato volitivo (vontade). Trata-se de um simples e amoroso querer, alicerçado na certeza de que o que se quer será obtido ou realizado. Tanto faz a contagem progressiva, como regressiva, como nenhuma. Não há ritual.




  1. O que pode sentir o desdobrado, se não for bem acoplado?

Pode sentir dores de cabeça desde leves até muito fortes, náuseas, tonturas, mal-estar, sensação de vazio que pode durar algumas horas. Via de regra há reintegração espontânea em poucos minutos (mesmo sem comando).

Não existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce atração automática sobre o corpo astral.




  1. Quando se deve repetir o comando de acoplamento?

Sempre diante da suspeita de que alguém esteja mal acoplado, apresentando os sintomas acima citados.


  1. O que diz O Livro dos Médiuns no item 116 em relação ao assunto?

O Livro dos Médiuns reforça a teoria do desdobramento sem a necessidade estarmos totalmente dormindo.


Terceira Lei:
LEI DA AÇÃO À DISTÂNCIA, PELO ESPÍRITO DESDOBRADO

(Lei das viagens astrais).

José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA.

NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 109-125.

1. Enunciado:

Toda vez que se ordenar ao espírito desdobrado do médium uma visita a lugar distante, fazendo com que esse comando se acompanhe de pulsos energéticos através de contagem pausada, o espírito desdobrado obedecerá à ordem, conservando sua consciência e tendo percepção clara e completa do ambiente (espiritual ou não) para onde foi enviado.
* Nota importante: esta Lei é aplicada, de ordinário, em sensitivos que conservam a vidência, quando desdobrados.


2. Técnica:

Ordena-se ao médium desdobrado a visita a determinado lugar, ao mesmo tempo em que se emite energia com contagem lenta, Ele se desloca seguindo os pulsos da contagem, até atingir o local estabelecido. Como permanece com a visão psíquica, transmite, de lá, descrições fiéis de ambientes físicos e espirituais, nestes últimos se incluindo a eventual ação de espíritos sobre encarnado.

Este tipo de desdobramento exige certos cuidados com o corpo físico do médium, que deve ficar em repouso - evitando -se até mesmo que seja tocado.
3. Leitura complementar: ESPÍRITO / MATÉRIA, PÁG. 110 (ILUSTRAÇÃO).
4. Responder:
1. Que é possível ao médium fazer desdobrado?

2. Um médium não-vidente passa a ver, se desdobrado?

3. Que cuidados devemos ter com o médium desdobrado?

4. E’ possível incorporar o espírito do doente encarnado?

(ver pág. 111)

5. Qual a importância da clarividência nesta Lei?



EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 3



  1. O que é possível ao médium fazer quando desdobrado?

Deslocar-se a lugares distantes e de lá, através de seu organismo físico que continua consciente, descrever o que está acontecendo. Participar, juntamente com os socorristas desencarnados, dos auxílios aos sofredores, sejam eles desencarnados ou desdobrados de pacientes.



  1. Um médium não-vidente passa a ver, se desdobrado?

Se vidente, quando desdobrado continua vidente. Caso contrário, nem sempre consegue descrever quadros vivenciados quando desdobrados, embora obedeça comandos apométricos.


  1. Que cuidados devemos ter com o médium desdobrado?

Deve-se ter o máximo cuidado com o físico do médium em deslocamento por desdobramento, não devendo nem mesmo ser tocado. Pode, com o susto, causar-se traumas ao organismo físico.


  1. É possível incorporar o espírito do doente encarnado? (Pg. 11)

Sim. Com a técnica Apométrica é corretamente possível incorporar o espírito do encarnado doente. Doentes são todos os nossos espíritos que têm como casa este orbe terrestre. No momento do tratamento estaremos considerando o corpo que na maioria dos casos adoeceu pela ação do espírito. Retirarmos do corpo carnal o espírito, para tratamento, seria, mesmo, um alívio.


  1. Qual a importância da clarividência nesta Lei?

O fornecimento de informações durante o atendimento, facilitando a aplicação dos assessórios técnicos apométricos a disposição do operador.

Quarta Lei:
LEI DA FORMAÇÃO DOS CAMPOS-DE-FORÇA
1. Enunciado:
Toda vez que mentalizamos a formação de uma barreira magnética, por meio de impulsos energéticos através de contagem, formar-se-ão campos-de-força de natureza magnética, circunscrevendo a região espacial visada na forma que o operador imaginou.

2. Técnica:
Mentalizamos fortemente uma barragem magnética e projetamos energias para sua concretização, através de contagem até sete. Há de se formar um campo-de-força simples, duplo ou triplo, e com freqüência diferentes - conforme desejarmos. A densidade desses campos é proporcional à força mental que os gerou. Costumamos empregar esta técnica para proteger ambientes de trabalho, e, principalmente, para contenção de espíritos rebeldes.
Os antigos egípcios eram peritos nessa técnica, pois seus campos-de-força duram até hoje, conforme temos verificado. Usavam-nos para proteção de túmulos, imantação de múmias e outros fins.
A forma do campo tem grande importância, pois os piramidais, mormente os tetraédricos (poliedros de quatro faces), têm tamanha capacidade de contenção que, uma vez colocados espíritos rebeldes no seu interior, eles não poderão sair - a menos que se lhes permita. Dentro desses campos, tais espíritos podem ser conduzidos para qualquer lugar, com toda a segurança e facilidade.

Descobrimos que os ângulos diedros (ângulos retos das bases das pirâmides) das pirâmides têm propriedades especiais: dificilmente se rompem e, assim mesmo, por ação de energias que, via de regra, esses espíritos não possuem.


3. Leitura complementar: ESPÍRITO / MATÉRIA, PÁG. 110 (ILUSTRAÇÃO).
4. Responder:
1. Como se forma uma barreira magnética?

2. Como se detalha o campo que quer formar?

3. Qual a densidade desses campos?

4. Para que servem os campos-de-força?

5. Como os egípcios usavam esta técnica?

6. Qual a propriedade da forma geométrica? E da piramidal?



EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 4


  1. Como se forma uma barreira magnética?

Mentalizamos fortemente uma barragem magnética e projetamos energias para a sua concretização, através de contagem até sete ou mais.


  1. Como se detalha o campo que quer formar?

Conforme desejarmos, de acordo com a necessidade do momento: pirâmides, cones, círculos, tubos, muros, cortinas, paredes opacas ou transparentes, etc.

  1. Qual a densidade desses campos?

É proporcional à força mental. Se as forças mentais individuais são, por si só de qualidade forte, juntas, poderão estabelecer densidade tão alta que os resultados serão surpreendentes.


  1. Para que servem os campos-de-força?

Para proteger ambientes de trabalho e para contenção de espíritos rebeldes. No primeiro caso pede-se a proteção do ambiente no início dos trabalhos. No segundo caso, a contenção é feita somente para a remoção da entidade para o local de tratamento.


  1. Como os egípcios usavam esta técnica?

Na proteção de túmulos e múmias.


  1. Qual a propriedade da forma geométrica? E da piramidal?

As formas geométricas têm propriedades de armazenar e dar movimento às energias ali acondicionadas, de forma a conduzir e reprimir as entidades indicadas para remoção e tratamento, bem como não lhe possibilita fuga, já que não possuem as energias com as quais foram imantadas as formas geométricas.
Quinta Lei:
LEI DA REVITALIZAÇÃO DOS MÉDIUNS

José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 113.

1. Enunciado:
Toda vez que tocarmos o corpo do médium (cabeça, mãos), mentalizando a transferência de nossa força vital, acompanhando-a de contagem de pulsos, essa energia será transferida. O médium começará a recebê-la, sentindo-se revitalizado.
2. Técnica:
Pensamos fortemente na transferência de energia vital de nosso corpo físico para organismo físico do médium. Em seguida, tomamos as mãos do médium ou colocamos nossas mãos sobre sua cabeça, fazendo uma contagem lenta.
A cada número pronunciado, massa de energia vital - oriunda de nosso próprio metabolismo - é transferida de nosso corpo para o médium. Usamos essa técnica, habitualmente, depois dos passes magnéticos em pacientes muito desvitalizados.

Ela nos permite trabalhar durante quatro a cinco horas consecutivas, sem desgaste apreciável. De trinta em trinta minutos costumamos transferir energias vitais para os médiuns, que desse modo podem trabalhar sem dispêndio de forças.


3. Leitura complementar: ESPÍRITO / MATÉRIA, PÁG. 110 (ILUSTRAÇÃO).
4. Responder:

1. Como se aplica esta Lei?

2. De onde provém à energia transferida?

3. Quando aplicar esta técnica?

4. Demonstre como fazer a doação de energia.

EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 5



  1. Como se aplica esta Lei?

Tocando o médium desvitalizado, nas mãos ou na cabeça, procedendo contagem lenta.


  1. De onde provém à energia transferida?

Do nosso corpo físico, podendo ser somada à energia dos trabalhadores espirituais.



  1. Quando aplicar esta técnica?

Quando o médium se sentir enfraquecido, seja no momento do passe ou de trabalho na mesa.


  1. Demonstre como fazer a doação de energia.

(Proceder à demonstração).


Sexta Lei:
LEI DA CONDUÇÃO DO ESPÍRITO DESDOBRADO, DE PACIENTE ENCARNADO, PARA OS PLANOS MAIS ALTOS, EM HOSPITAL DO ASTRAL.
José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA = NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 113-114.

1. Enunciado:
Espíritos desdobrados de pacientes encarnados somente poderão subir a planos superiores do astral se estiverem livres de peias magnéticas.
2. Técnica:
E’ comum desdobrar-se um paciente a fim de conduzi-lo ao plano astral superior (para tratamento em hospitais) e encontrá-lo, já fora do corpo, completamente envolvido em sudários aderidos ao seu corpo astral, laços, amarras e toda a sorte de peias de natureza magnética, colocadas por obsessores interessados em prejudicá-lo.
Nesses casos, é necessária uma limpeza perfeita do corpo astral do paciente, o que pode ser feito, e de modo muito rápido, pelos espíritos dos médiuns desdobrados. Se estes não puderem desfazer os nós ou não conseguirem retirar esses incômodos obstáculos, o trabalho será feito pelos socorristas que nos assistem.

Note-se que os passes habitualmente ministrados em casas espíritas são ineficazes nesses casos, pois age apenas sobre a aura do paciente, e mais no campo vibratório.

Com freqüência, fornecemos energias aos médiuns desdobrados, para que possam retirar do paciente essas peias e o material mais pesado. Lembramos que é sempre através de contagem que se transfere qualquer forma de energia.
Insistimos: a contagem até sete (ou mais) nada tem de místico nem constitui ato mágico. Acontece que, em geral, 7 ou 10 impulsos energéticos são suficientes.
3. Leitura complementar: ESPÍRITO / MATÉRIA, PÁG. 110 (ILUSTRAÇÃO).
4. Responder:

1. O que esta lei permite fazer?

2. Qual a condição para se conduzir o paciente desdobrado?

3. Que se entende por “peias magnéticas?”.

4. Qual a ação dos passes e sua eficácia?

5. Como se transfere energia?




EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 6


  1. O que esta lei permite fazer?

Encaminhar espíritos desdobrados de pacientes encarnados, a hospitais espirituais.


  1. Qual a condição para se conduzir o paciente desdobrado?

Que esteja livre de peias magnéticas.



  1. Que se entende por “peias magnéticas?”

São amarras (ligações) magnéticas colocadas por obsessores.


  1. Qual a ação dos passes e sua eficácia?

Os passes agem sobre a aura do paciente. Por isso não são bastante eficazes sobre energias mais densas.


  1. Como se transfere energia?

Através da vontade, por voz de comando e de pulsos magnéticos, acompanhados de contagem verbais ou não.

Sétima Lei:
LEI DA AÇÃO DOS ESPÍRITOS DESENCARNADOS SOCORRISTAS SOBRE OS PACIENTES DESDOBRADOS.
José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA.

NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 114.

1. Enunciado:



Espíritos socorristas agem com muito mais facilidade sobre os enfermos se estes estiverem desdobrados, pois que uns e outros, dessa forma, se encontram na mesma dimensão espacial.
2. Técnica:
Estando os pacientes no mesmo universo dimensional dos espíritos protetores (médicos, técnicos e outros trabalhadores), estes agem com muito mais profundidade e rapidez. Os diagnósticos tendem a ser mais precisos e as operações cirúrgicas astrais também são facilitadas pois quase sempre o espírito do paciente é conduzido a hospitais do astral que dispõem de abundante equipamento, recursos altamente especializados, com emprego de técnicas médicas muito aperfeiçoadas.
A apometria, desdobrando os pacientes para serem tratados, concorre decisivamente para o êxito de seu tratamento espiritual - e poderá se constituir em importante esteio no tratamento dos espíritos. Não está longe o dia, acreditamos, em que a Medicina será integral: enquanto médicos encarnados tratarem das mazelas físicas, seus colegas desencarnados se encarregarão das enfermidades do espírito, encarnados e desencarnados trabalhando juntos.
Como a maioria das doenças, talvez 80% delas, começam no corpo astral, bem se pode imaginar a extensão das aplicações da apometria, especialmente no campo das doenças mentais. Nessas, a terapêutica é grandemente facilitada, pois é viabilizado o tratamento e afastamento dos obsessores, causa mais freqüente das psicopatias.
3. Leitura complementar: ESPÍRITO / MATÉRIA, PÁG. 110 (ILUSTRAÇÃO).
4. Responder:
1. Por que o desdobramento facilita o trabalho dos socorristas desencarnados?

2. Onde são atendidos normalmente os pacientes desdobrados?

3. Qual seria o grande feito da Apometria no tratamento espiritual?

4. Qual a extensão das aplicações da Apometria?

5. Qual a origem da maioria das doenças?


EXEMPLO DE RESPOSTAS SOBRE DO TEMA 7


  1. Por que o desdobramento facilita o trabalho dos socorristas desencarnados?

Porque dessa forma os pacientes e os socorristas estarão, ambos, na condição de espírito.



  1. Onde são atendidos normalmente os pacientes desdobrados?

Nos hospitais do astral, da mesma forma que os espíritos desencarnados quando socorridos.


  1. Qual seria o grande feito da Apometria no tratamento espiritual?

O da medicina integral. Atendimento do corpo físico e do espírito.


  1. Qual a extensão das aplicações da Apometria?

A apometria poderá atuar em mais ou menos 80% das enfermidades do corpo físico


  1. Qual a origem da maioria das doenças?

A maioria das doenças se originam do corpo astral, onde a apometria possui excelente forma de acesso e tratamento.

6ª Aula

Leis da Apometria – 8ª a 14ª lei



6ª Aula
Leis da Apometria – 8ª a 14ª Leis

Oitava Lei:
LEI DO AJUSTAMENTO DE SINTONIA VIBRATÓRIA

DOS ESPÍRITOS DESENCARNADOS COM O MÉDIUM

OU COM OUTROS ESPÍRITOS DESENCARNADOS, OU DE AJUSTAMENTO DA SINTONIA DESTES COM O AMBIENTE PARA ONDE, MOMENTANEAMENTE, FOREM ENVIADOS.

José LACERDA de Azevedo, in ESPIRÍTO / MATÉRIA.

NOVOS HORIZONTES PARA A MEDICINA, pág. 115.
1. Enunciado:
Pode-se fazer a ligação vibratória de espíritos desencarnados com médiuns ou entre espíritos desencarnados, bem como sintonizar esses espíritos com o meio onde forem colocados, para que percebam e sintam nitidamente a situação vibratória desses ambientes.
2. Técnica:
Quando se quiser entrar em contato com desencarnado de nível vibratório compatível com nosso estado evolutivo, presente no ambiente, projeta-se energia em forma de pulsos rítmicos, ao mesmo tempo em que se comanda a ligação psíquica.
Por esta técnica se estabelece a sintonia vibratória entre sensitivo e desencarnado, facilitando grandemente a comunicação. Ela abre canal sintônico entre a freqüência fundamental do médium e do espírito.
Emitidos por contagem, os pulsos energéticos fazem variar a freqüência do sensitivo do mesmo modo como acontece nos receptores de rádio, quando giramos o dial do capacitor variável até estabelecer ressonância com a fonte oscilante (estação) que se deseja.
Se o espírito visitante tiver padrão vibratório muito baixo ou se estiver sofrendo muito, o médium abaixa sua tônica vibratória ao nível da entidade, e fica nessa situação até que ela se retire. Tão logo aconteça desincorporação, devemos elevar o padrão vibratório do médium. Se isso não for feito, o sensitivo ficará ainda por algum tempo sofrendo as limitações que o espírito tinha, manifestando sensações de angústia, opressão, mal-estar, etc., em tudo semelhante as da entidade manifestada.
E’ comum verem-se médiuns saindo de sessões espíritas se queixando de que se sentem mal, psiquicamente esgotados e até doentes, o que denota a má condução dos trabalhos espirituais. Com efeito, isso só acontece porque os médiuns, tendo ficado por algum tempo em sintonia com espíritos sofredores, não desfizeram a ressonância vibratória quando da saída deles. Em trabalhos bem orientados, com freqüência o plano espiritual usa o recurso de incorporar, ao final das sessões, um guia em um dos médiuns, para processar a limpeza vibratória. (Esse, por sinal, é procedimento costumeiro nos trabalhos de Umbanda.).
Em trabalhos de desobsessão, as circunstâncias muitas vezes fazem com que seja necessário levar espíritos rebeldes a confrontar-se com situações constrangedoras do Passado ou Futuro, de modo a esclarecê-los. Estes nossos irmãos revoltados costumam não aceitar esse constrangimento, talvez porque não queiram se reconhecer como personagens dos dramas escabrosos que lhes são mostrados - avessos que são às admoestações, ainda que amoráveis.
Nesses casos, procuramos fazer com que sintam o ambiente, isto é, entrem em ressonância com as vibrações opressivas que desencadearam no passado, para que possam bem compreender.
Tema 8, fl.2 (cont.) a desarmonia que geraram e suas conseqüências. Tão logo projetamos energias em forma de pulsos, por contagem, a sintonia se estabelece.
E haverá de permanecer até que o campo vibratório se desfaça, por ordem do operador, com a volta da entidade ao Presente. Quando isso ocorrer, nosso irmão revoltado se pacificará, completamente esclarecido.

Não poderia ser de outra forma: a transformação espiritual é automática quando ele vê as cenas e as sente, revivendo-as.




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