Ansiedade



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ANSIEDADE

Alexandra Bertani1
Ao desenvolver manifestações de ansiedade, física ou psicológica, o indivíduo sofre de um transtorno chamado ansiedade. Na manifestação física pode incluir como sintoma: suor, dores de cabeça e tontura, palpitações, maior vontade de defecar ou urinar, boca seca e tórax rígido. Já os sintomas psicológicos, são relatados como sentir medo, pânico e apreensão.

Stafford-Cark et al (1990) definem o transtorno de ansiedade: “Um estado de ansiedade e apreensão contínua e irracional, algumas vezes desencadeando um medo agudo que chega ao pânico, acompanhado por sintomas de perturbação autônoma; com efeitos secundários entre outras funções mentais como a concentração, a atenção, a memória e o raciocínio”.

Para saber as causas dos transtornos de ansiedade, devem-se explorar alguns fatores como predisposição genética, conflito interno, criação, fatores físicos, capacidade de enfrentar problemas e determinantes sociais.

Predisposição genética: Segundo Snaith (1991), as pesquisas sugerem haver um componente hereditário, portanto, nesses casos, o stress cotidiano pode provocar ansiedade.

Conflito interno: Quando há um conflito entre o instinto, a imposição social e a consciência, pode desenvolver a ansiedade.

Criação: Crianças que são superprotegidas experimentam na vida adulta medos irracionais.

Fatores físicos: Qualquer doença física pode provocar ansiedade, bem como substâncias tóxicas.

Capacidade de enfrentar problemas: A melhor maneira de diminuir/controlar a ansiedade, é enfrentando os problemas que afetam, pois evitar oferece apenas alívio imediato.

Determinantes sociais: Mudança de residência; escola; emprego; religião, férias, filhos, dificuldade sexual, separação conjugal, prisão, aposentadoria, gravidez, Natal, entre outras, podem causar ansiedade.
Nem sempre é possível saber a causa específica da ansiedade, mas ainda assim é muito importante o tratamento psicológico para que haja uma mudança positiva.

A terapia trabalhará os pensamentos inadequados (preocupações excessivas, pensamento negativo, etc), como também a confiança no comportamento com o objetivo de enfrentar positivamente os problemas de ansiedade. Técnicas de relaxamento também são usadas para esse tipo de tratamento.


FONTE:
Sheehan.E. Ansiedade, Fobias e Síndrome do Pânico, São Paulo, Agora, 2000.

1 Psicóloga Clínica da Abordagem Cognitivo-Comportamental.



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