Anestesiologia



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Curso de Bacharelado em Letras com Habilitação de Tradutor

IBILCE / UNESP - São José do Rio Preto – SP

VOCABULÁRIO DE
ANESTESIOLOGIA
francês-português
com índice remissivo português-francês


Elaboração na disciplina Estágio de Tradução em Língua Francesa

com assessoria técnica de diversos profissionais da área
Docentes responsáveis: Profas. Claudia Xatara e Wanda Leonardo de Oliveira
Informatização em 2011: Milena de Paula Molinari
Orientação: Profa. Claudia Xatara

acide acétylsalicylique m. Ácido salicílico: Analgésico não opióide, usado no trata­ mento sintomático de dores le­ves e mode­radas. O ácido acetil-salicílico tem pro­priedades anti-inflamatórias, anal­gésicas, anti-piréticas, anti-reumatismal e anti-trombóticas.
adrénaline f. Adrenalina: hormônio presente nas cápsulas supra-renais. Na terapêutica utiliza-se adrenalina principalmente sob forma de cloridrato em solução aquosa à 1/1000, em injeções, em gotas orais, ou em aplica­ções sobre as mucosas (pomadas); asso­cia-se a adrenalina freqüentemente aos anestésicos locais. Dotada de proprieda­des hipertensivas e vaso cons­trictoras, ela é um simpatomimético.
agent anesthésique adj. Agente anestésico: (v. anesthésique).
agent volatil m. Agente volátil: agentes usa­dos em baixas concentrações na anestesia balanceada; evaporam facilmente.
aiguille f. Agulha: instrumento utilizado na medicina ou na cirurgia e que possui um aspecto variado de acordo com o uso a que é destinado.
aiguille de Bland-Sutton f. Agulha de Bland-Sutton: Agulha de secção triangular com ponta alargada em forma de lança.
aiguille de Doyen f. Agulha de Doyen: agulha com cabo, curva e plana na ponta , de borda cortante e orifício grande; usada em anestesia peridural.
aiguille pour injection f. Agulha para injeção: agulhas furadas, munidas de um pavilhão em uma extremidade sendo a outra afiada, obliqüamente. As agulhas para injeção in­tramuscular medem de 6 a 10 cm e têm o bisel longo; as agulhas para injeção intra­venosa, mais curtas, têm o bisel curto; as agulhas para injeção hipodérmica (subcutânea) são muito finas. Elas são em aço inoxidável, niqueladas, ou platina.
analgésie f. Analgesia: condição em que se percebem os estímulos nociceptivos, po­rém não são interpretados como dor; ge­ralmente acompanhados por sedação sem perda de conciência.
analgésie de conduction f. Analgesia de condi­ção: disnervação sensorial em uma parte de corpo (anestesia regional); pro­duzida por meios farmacológicos.
analgésie spinale f. Analgesia espinhal: des­nervação sensorial produzida por injeção de anestésico local no espaço subaracnói­deo: um eufemismo de anestesia espinhal (v. anesthésie spinale).
analgésique m. Analgésico: 1. composto ca­paz de produzir analge­sia, aliviando a dor e alterando a percep­ção de estímulos noci­ceptivos sem pro­duzir anestesia ou perda da consciência 2. composto por alteração da resposta aos estímulos.
anesthécinesie f. Anestecinesia: 1. paralisia sensitiva e motora combinada. 2. supres­são total da acuidade sensitiva.

anesthésie f. Anestesia: perda total ou parcial da sensibilidade, em qualquer de suas for­mas, que se manifesta em resultado de vá­rias causas mórbidas, ou é conseguida de propósito, para aliviar a dor ou evitar que ela apareça no curso das intervenções ci­rúrgicas.
anesthésie d'absorption circulaire f. Anes­tesia de absorção circular: anestesia de inala­ção em que se emprega o circuito com bi­óxido de carbono absorvente para uma respiração completa (fechada) ou parcial (semi-fechada) de gases exalados.
anesthésie par acupuncture f. Anestesia por acupuntura: inserção percutânea de agu­lhas colocadas em áreas cúticas do corpo e es­timulação a fim de produzir a perda de sensação em uma outra área.
anesthésie angio-spastique f. Anestesia angi­opástica: perda da sensibilidade produ­zida pelo espasmo dos vasos sangüíneos; não é usada atualmente.
anesthésie d'Arnott f. Anestesia de Arnott: anestesia local produzida por uma mistura frigorífica de gelo e sal.
anesthésie axillaire f. Anestesia axilar: perda de sensação nos dois terços distais do membro superior, depois de uma injeção com uma solução de anestésico local, próximo aos troncos nervosos da axila.
anesthésie balancée f. Anestesia balanceada: técnica de anestesia geral baseada no con­ceito de que a administração de uma mistu­ra de pequenas quantidades de diversos depressores neuronais reúne as vantagens, porém não as inconveniências, dos compo­nentes individuais da mistura.
anesthésie basale f. Anestesia basal: aneste­sia preliminar, geralmente incompleta, que requer suplementação. Assim, a narcose pode ser induzida pela injeção de medica­mentos adequados , após o que são neces­sárias doses relativamente pequenas de anestésicos de inalação para produzir anestesia cirúrgica.
anesthésie de Bier f. Anestesia de Bier: anestesia local produzida pela injeção de uma solução anestésica nas veias de um membro que se fez previa­mente exangüe, pela elevação e dupla constricção elástica. Chama-se, também, anestesia venosa.
anesthésie de bloc f. Anestesia de bloqueio: anestesia produzida pela injeção de uma solução anestésica nos troncos nervosos que suprem o campo operatório, pela in­filtra­ção próxima aos nervos ou, ainda, pela formação de uma barreira de solução anestésica ao redor do campo, de modo que os estímulos dolorosos não atinjam o cérebro.
anesthésie de bloc nerveux f. Anestesia de bloqueio nervoso: anestesia de condução em que se injeta a solução de anestésico local, perto dos nervos periféricos.
anesthésie de bloc régionale f. Anestesia de bloqueio regional: anestesia de uma re­gião do corpo produzida pela injeção de uma solução anestésica diretamente ou ao redor dos troncos nervosos que inervam o campo operatório. A injeção pode ser feita em lo­cal distante do local da operação.
ansthésie de bloc en selle f. Anestesia de blo­queio em sela: uma forma de anestesia es­pinhal limitada às nadegas, ao períneo e às superfícies internas das coxas.

anesthésie brachiale f. Anestesia braqueal: anestesia de um membro superior por inje­ção de solução anestésica local perto do plexo-braqueal.
anesthésie caudale f. Anestesia caudal: anestesia produzida pela injeção intermi­tente ou contínua do anestésico no canal sacral.
anesthésie caudale continue f. Anestesia cau­dal contínua: anestesia ou analgesia manti­da mediante a introdução caudal de uma agulha cateter plástica no sacro, atra­vés do hiato sacral, para injeções seriadas e in­termitentes do agente anestésico.
anesthésie cervicale f. Anestesia cervical: anestesia regional do pescoço por meio de injeção de um anestésico local perto dos nervos cervicais.
anesthésie chirurgicale f. Anestesia cirúr­gica: 1. anestesia administrada com a fina­li­dade de permitir a realização de um pro­cesso operatório; diferente de anestesia obs­té­trica; diagnóstica, terapêutica. 2. perda de sensação acompanhada da ade­quada rela­xação muscular para operação. 3. fase 3 da anestesia geral, em que os músculos estão suficientementes relaxados para permiti­rem a execução de processos ci­rúrgicos.
anesthésie de compression f. Anestesia de compressão:(v. anesthésie de pression).
anesthésie de conduction f. Anestesia de con­dução: anestesia de bloqueio; anestesia regional em que se injeta uma solução anestésica local perto dos nervos, a fim de inibir a transmissão nervosa; inclui a anes­tesia espinhal, a epidural, o bloqueio ner­voso e a anestesia do bloqueio de campo, mas não inclui a anestesia de infil­tração ou tópica.
anesthésie conjointe f. Anestesia combinada: 1. anestesia produzida por uma combina­ção de anestésicos voláteis e óxido ni­tro­so, ou por uma combinação de métodos. 2. anestesia produzida por anestésicos mais soníferos.
anesthésie dentáire f. Anestesia dentária: anestesia geral ou de condução para ope­rações nos dentes, nas gengivas ou estrutu­ras anexas.
anesthésie diagnostique f. Anestesia dia­gnós­tica: anestesia de condução adminis­trada para avaliação da etiologia de con­duções dolorosas.
anesthésie dissociée f. Anestesia dissociada: perda de sensação de dor e da temperatu­ra, sem a perda do sentido de tato; trata-se de uma fase da anestesia.
anesthésie électrique f. Anestesia elétrica: anestesia regional comumente produzida por aplicação de uma corrente elétrica.
anesthésie endoneurale f. Anestesia endoneu­ral: anestesia regional por injeção de anes­tésico debaixo do epineuro do tronco que inerva a região.
anesthésie endotrachéale f. Anestesia endo­traqueal: cateter grande, especialmente construído, que se introduz na traquéia, através da glote, a fim de facilitar a respi­ração controlada, com pressão positiva. É especialmente útil em cirurgia intratorá­xica, em operações na cabeça e no pescoso e na assistência respiratória.
anesthésie épidurale f. Anestesia epidural: (v.anestesia peridural).
anesthésie épidurale continue f. Anestesia epi­dural contínua: anestesia epidural fra­ci­onada; inserção de um cateter dentro do espaço epidural lombar ou caudal para a repetição da injeção de soluções anestési­cas locais, como um meio de prolongar a duração da anestesia.
anesthésie épidurale fractionnée f. Anestesia epidural fracionada: (v. Anesthésie épi­du­rale continue).
anesthésie extradurale f. Anestesia extradu­ral: anestesia por anestésicos locais dos nervos próximos ao canal da espinha, fora da dura-máter; freqüentemente designa a anestesia epidural, mais inclui a anestesia paravertebral.
anesthésie générale f. Anestesia geral: aboli­ção da sensibilidade com perda de consci­ência, produzida pela administração de drogas anestésicas. A anestesia geral se deferencia da anestesia regional(v.) pelo fato de que nesta se mantém a conciência. Os sinais de anestesia geral e as respostas fi­siológicas a ela variam de acordo com os agentes individuais e com as concentra­ções em que eles são administrados.
anesthésie hiperbare f. Anestesia hiperbá­rica: inalação de gases ou vapores depres­so­res, em pressões acima de uma atmos­fera, especialmente como um meio de pro­duzir anestesia geral com agentes demasi­ada­mente fracos, para causar a anestesia em uma atmosfera.
anesthésie de Hirschel f. Anestesia de Hir­shel: (v. anesthésie axillaire)
anesthésie hypotensive f. Anestesia de hipo­tensiva: anestesia em que a hipotensão ar­terial é deliberadamente produzida como um meio de diminuir a perda de sangue na operação.
anesthésie hypothermique f. Anestesia hipo­térmica: anestesia geral administrada para­lelamente à diminuição artificial de tempe­ratura do corpo.
anesthésie d'infiltration f. Anestesia de infil­tração: anestesia local produzida pela in­jeção de soluções anestésicas diluídas de­baixo da pele.
anesthésie par inhalation f. Anestesia por inalação: anestesia geral por respiração de gases ou vapores de diversas substân­cias anestésicas.
anesthésie d'insufflation f. Anestesia de in­su­flação: 1. manutenção de anestesia de ina­lação pela liberação de gases e vapores anestésicos deretamente dentro das vias respiratórias do paciente, que respira es­pontaneamente o ar do ambiente ou por meio de ventiladores. 2. Anes­tesia produ­zida pela insuflação de uma mistura gasosa na traquéia, por um tubo.
anesthésie intercostale f. Anestesia intercos­tal: anestesia regional produzida por inje­ção de solução anestésica local, perto dos nervos intercostais.
anesthésie intramedullaire f. Anestesia intra­medular: anestesia intra-óssea; anes­tesia geral feita de agentes(s) anestésico(s) in­travenoso(s) dentro do conduto medular dos ossos longos; hoje raramente empre­gada.
anesthésie intranasale f. Anestesia intrana­sal: 1. anestesia de insuflação em que se junta um anestésico de inalação ao ar ina­lado que passa através do nariz ou da na­sofa­ringe. 2. anestesia de passagens nasais por infiltração e aplicação tópica de solu­ção de anestésico local à mucosa nasal.
anesthésie intraórale f. Anestesia intra-oral: 1. anestesia de insuflação em que um anes­tésico de inalação é adicionado ao ar ina­lado que passa através da boca. 2. aneste­sia regional da boca e estruturas circunja­centes, quando se empregam soluções anes­tésicas locais por meio de aplicação tópi­ca à mucosa oral, por infiltração local ou como bloqueios nervosos.
anesthésie intraspinale f. Anestesia intra-es­pi­nhal: injeção de solução anestésica lo­cal diretamente na medula espinhal; des­cuida­dosamente empregada como um sinônimo de anestesia espinhal. (v. anesthésie spi­nal).
anesthésie intratrachéale f. Anestesia intra­tra­queal: (v. anesthésie endotra­chéale).
anesthésie intraveineuse f. Anestesia intra­ve­nosa: anestesia geral em que se emprega a injeção intravenosa de depressores do sistema nervoso central na circulação. (v. anesthésie de Bier).
anesthésie de Kulen Kampff f. Anestesia de Kulen Kampff: anestesia local produzida pela injeção do anestésico no plexo bra­queal por via supraclavicular.
anesthésie locale f. Anestesia local: anestesia que se confina a uma parte limitada da su­perfície, produzida pela injeção de anes­tésicos locais no lugar da operação, esfria­mento ou refrigeração, ou por contato, pin­celamento, instilação, etc...(v.anesthésie d'infiltration).
anesthésie medullaire f. Anestesia medular: (v.anesthésie spinale).
anesthésie paraneurale f. Anestesia paraneu­ral: anestesia regional pela injeção do anestésico a certa distância do tronco ner­voso.
anesthésie paravertébrale f. Anestesia para­ver­tebral: 1. anestesia por injeção de uma solução de anestésico local perto dos ner­vos, quando eles saem do canal verte­bral 2. combinação pré-sináptica, pós-si­náptica e de bloqueio simpático ganglio­nar, por meio de injeção de solução de anestésico local perto de cadeias sim­páti­cas paraver­tebrais.
anesthésie partielle f. Anestesia parcial: anestesia em que se conserva algum grau de sensibilidade.
anesthésie péridurale f. Anestesia peridural: anestesia regional pro­duzida por injeção de solução anestésica local no espaço pe­ridural.
anesthésie périnsurale f. Anestesia perineu­ral: anestesia produzida por injeção de anestésico na proximidade imediato ao nervo.
anesthésie périodontale f. Anestesia perio­don­tal: anestesia do ligamento periodontal, produzida por injeção de uma droga anes­tésica local.
anesthésie pharyngée et endobucale f. anes­te­sia da faringe e endobucal: anestesi­as que são realizadas através do gargarejo de uma solução local por instilação. A anes­tesia da faringe se complica, ocasio­nal­mente, com distúrbios nervosos; é mais comum em pacientes histéricos.
anesthésie potentialisée f. Anestesia poten­cializada: anestesia de um membro por uma compressão de um nervo ou tronco por tempo prolongado. Não é uma técnica; deve ser evitada, pois pode ser irreversí­vel.
anesthésie présacrale f. Anestesia pré-sacral: anestesia realizada pela injeção de anes­tesico local na parte anterior do sacro para bloquear os nervos quando eles saem dos fo­rames sacrais.
anesthésie rachidienne f. Anestesia raquidi­ana: (v. anesthésie spinale).
anesthésie de Reclus f. Anestesia de Reclus: Anestesia por infiltração dos planos à medida que se descobrem na operação.
anesthésie de réfrigération f. Anestesia de refrigeração: anestesia produzida por es­friamento por meio de éter, clore­to de etila e nitrogênio.
anesthésie régionale f. Anestesia regional: anestesia de uma parte ou região por inter­rupção da conductibilidade nervosa, sen­sitiva, produzida por injeções intra ou pa­raneurais que bloqueia o campo operató­rio. (v. anesthésie de bloc regionale).
anesthésie régionale intraveineuse f. Anes­tesia regional intravenosa: (v. anesthésie de Bier).
anesthésie de reinhalation f. Anestesia de rei­nalação: técnica de inalação em que os gases exalados retornam ao circuito de anestesia, sendo o dióxido de carbono ab­sorvido antes da inalação posterior.
anesthésie sans reinhalation f. Anestesia sem reinalação: é uma técnica de anestesia de inalação em que se evita o acúmulo de bi­óxido de carbono por meio de válvulas que extraem o ar exalado do circuito; tipo de anestesia geral, em que todos os gases que são exalados não voltam para o paci­ente; o ar que é mandado para o paciente não passa novamente pelo aparelho de anestesia.
anesthésie rectale f. Anestesia retal: aneste­sia geral produzida pela introdução no reto do agente anestésico.
anesthésie sacrée f. Anestesia sacra: (v. anesthésie pré-sacrale).
anesthésie segmentarie f. Anestesia segmen­tar: perda da sensibilidade de um segmen­to do corpo por lesão de uma raiz nervosa. (v. anesthésie régionale).
anesthésie spinale f. Anestesia espinhal: des­nervação sensitiva produzida por inje­ção de solução de anestésico local, dentro do espaço subaracnoídeo;(v. anestesia suba­racnoídea).
anesthésie spinale basse f. Anestesia espinhal baixa: anestesia espinhal em que o nível de desnervação sensorial é caudado mais abaixo do umbigo.
anesthésie spinale continue f. Anestesia espi­nhal contínua: anestesia espinhal fra­cio­nária, uma agulha espinhal maleável (ou cateter) é inserida no espaço espinhal su­baracnoídeo e deixada in situ,para permi­tir uma série de injeções intermitentes da droga anestésica no local, com a finalidade de prolongar a anestesia espinhal.
anesthésie spinale différentielle f. Anestesia espinhal diferencial: bloqueio de dife­ren­tes tipos de nervos no espaço subarac­noí­deo, baseado em suas diferenças na sen­sibilidade a anestésicos locais, uma forma de anestesia espinhal diagnóstica, também observada durante a anestesia es­pinhal ci­rúrgica.
anesthésie spinale fractionnée f. Anestesia espinhal fracionada: (v. anesthésie spi­nale continue).
anesthésie spinale haute f. Anestesia espi­nhal alta: anestesia espinhal em que o nível de desnervação sensorial se estende até o 2§ ou o 3§ dermátomo toráxico.
anesthésie spinale hiperbare f. Anestesia espi­nhal hiperbárica: anestesia espinhal em que se controla a disseminação do anesté­sico local, no espaço subaracnoídeo, pela adequação da posição do paciente, depois de elevar o peso específico da so­lução anestésica local, acima daquele do líquido cefalorraquidiano, por adição de glicose.
anesthésie spinale hypobare f. anestesia es­pi­nhal hipobárica: anestesia espinhal em que a disseminação do anestésico local no espaço subaracnoídeo é controlado pela adequação da posição do paciente, depois de reduzir o peso específico da solução do anestésico local, abaixo daquele do lí­quido cefalorraquidiano, por adição de água destilada.
anesthésie spinale isobare f. Anestesia espi­nhal isobárica: anestesia espinhal em que a disseminação da solução de anesté­sico lo­cal no espaço subaracnoídeo é limi­tada, fazendo-se com que a gravidade es­pecífica da solução seja igual à do líquido cefalor­raquidiano; um anestésico em que a barici­dade dele é igual ou a mesma do líquor.
anesthésie spinale totale f. Anestesia espi­nhal total: anestesia espinhal bastante ex­tensa para produzir a perda de sensação em to­das as raízes sensitivas extracrania­nas. Acontece por erro médico na aplica­ção ou na dosagem dos medicamentos. O paciente entra em coma.
anesthésie sous-arachnoidienne f. Anestesia subaracnoídea: (v. anesthésie spinale).
anesthésie splanchnique f. Anestesia es­plâncnica: 1. injeção de um anestésico lo­cal que bloqueia os nervos que inervam todas as vísceras abdominais. 2. anestesia visce­ral; perda de sensação nas áreas do peri­tôneo visceral enervadas pelos nervos es­plâncnicos.

anesthésie terminale f. Anestesia terminal: o estado de insensibilidade produzido pela disposição do anestésico local, na região das arborizações terminais do axônio afe­rente, denominadas anociceptoras. Esta anestesia atua melhor através de superfí­cies mucosas delgadíssimas, como conjun­tiva, uretra, bexiga, laringe, peritôneo, pleura.
anesthésie thérapeutique f. Anestesia tera­pêu­tica: administração de um anestésico como meio de tratamento (por ex. para a asma, causalgia).
anesthésie thermique f. Anestesia térmica: perda da sensibilidade ao calor.
anesthésie topique f. Anestesia tópica: anal­gesia de superfície, perda superficial de sensação nas mucosas ou na pele, pro­du­zida por aplicação direta de soluções anestésicas locais, pomadas ou geléias.
anesthésie traumatique f. Anestesia traumá­tica: perda de sensação que resulta de le­são do nervo ou de qualquer outra parte do corpo.
anesthésie unilatérale f. Anestesia unilateral ou hemianestesia: anestesia de uma metade do corpo. Hemianestesia cruzada ou alter­nada; anestesia de um lado da cabeça para o lado oposto do corpo. Hemianestesia espinhal, devida a uma lesão medular. Hemianestesia mesocefálica; resultado de uma afecção da ponte de Varolio. Hemia­nestesia sensitivosensorial; abolição de toda sensibilidade de um lado.
anesthésie viscérale f. Anestesia visceral: (v. anesthésie splanchnique)
anesthésier vt. Anestesiar: submeter à ação de um anestésico, induzir à anestesia; tor­nar anestesiado.
anesthésimètre m. Anestesímetro: 1. instru­mento que mede a quantidade de um anes­tésico administrado em determinado prazo. 2. instrumento que determina o grau de in­sensibilidade de uma região.
anesthésiologie f. Anestesiologia: ciência relativa à base farmacológica, fisiológica e clínica da anestesia e dos campos relaci­onados, incluindo a ressucitação , a assis­tência respiratória intensiva e a dor.
anesthésiologiste n. Anestesiologista: médico especializado em anestesia.
anesthésique m. Anestésico: produto que suprime a sensibilidade consciente. Os anestésicos suprimem a sensibilidade de todos os modos (tato, dor calor), se opõem aos analgésicos que suprimem somente a sensibilidade e a dor.
anesthésique curarizante m. anestésico cu­rari­zante: freqüentemente associado aos curares; é um tipo de miorrelaxante.
anesthésique générale m. Anestésico geral: aquele que afeta todo o organismo e pro­voca perda de consciência.
anesthésique d'inhalation m. Anestésica de inalação: gás ou líquido com uma grande pressão de vapor, suficiente para produzir anestesia geral quando inalado.
anesthésique inflammable m. Anestésico in­fla­mável: agente anestésico que produz combustão e que forma misturas explosivas com o ar ou com o oxigênio.
anesthésique intraveineux m. Anestésico in­tra­venoso: composto que produz aneste­sia quando injetado na circulação através da venóclise.
anesthésique local m. Anestésico local: o anestésico anestesia somente a parte onde é aplicada. Os anestésicos locais têm uma aplicação mais restrita apesar de existirem em grande quantidade. Os de contato ou de superfície são aplicados através da instila­ção do produto sobre uma mucosa, ou va­porização sobre a pele. Os de condução ou de infiltração são aplicados pela injeção em um território ou em um tronco nervoso.
anesthésique primaire m. Anestésico primá­rio: composto que contribui mais para a perda de sensação quando se administra uma mistura de anestésicos.
anesthésique secondaire m. Anestésico se­cun­dário: composto que contribui para a perda da sensação mas não é primaria­mente responsável por ela, quando se ad­ministram simultaneamente dois ou mais anestésicos.
anesthésique spinal m. Anestésico espinhal: 1. agente anestésico local capaz de prod­u­zir perda de sensação quando injetado no espaço subaracnoídeo. 2. produção de anestesia pela injeção subaracnoídea de uma anestesia local.
anesthésique volatil m. Anestésico volátil: Anestésico líquido que se volatiliza em vapor; quando o vapor é inalado, produz-se a anestesia geral.
anesthésiste m. Anestesista: pessoa, não ne­cessariamente médico, que aplica anes­te­sia.
atropine f. Atropina: alcalóide extraído da beladona; mistura racêmica de hioxiami­na, extraída de várias solanáceas (beladona, p. ex.), na forma de substância cristalina e in­color; venenosa, usada como antiespas­módico, sedativo, midriático e anti-secre­tório. [FORM. ]; si­mula a ação do sistema nervoso simpático.
benzodiazépine f. Benzodiazepina: radical químico comum de um grupo de tranqüili­zantes empregados contra a angústia, a agitação, a insônia.
bupivacaine f. Bupivacaína: dl-1-butilpipeco­loxilidida; anestésico local de longa ação, potente, empregado em anestesia epidural e em bloqueios nervosos.
bupivacaine hiperbare f. (BH) bupivacaína hi­perbárica: bupivacaína usada para ra­quianestesia.
bupivacaine isobare f. (BH) Bupivacaína iso­bárica: bupivacaína usada para outras fun­ções como bloqueio regional, local, etc.
choc m. Choque: hipoperfusão tecidual de várias causas (cardíaca, neurológica, sép­tica, etc...)
choc anesthésique m. Choque anestésico: choque causado pela anestesia.
chlorydrate de lidocaine m. Cloridrato de li­do­caína: cloridrato de lignocaína; clori­dra­to de dietilamino - 2,6 - acetoxilida; anestésico local com ação similar ao clo­ridrato de procaína, porém, mais potente e possuidor de acentuadas propriedades an­tiarrítmicas e anticonvulsivos.
chlorydrate de mépivacaine m. Cloritrato de mepivacaína: ácido de-N-metilpipecó­lico; cloridrato de 2,6 dimetilamilida; po­deroso agente anestésico local de ação semelhante à da lidocaína. Menos tóxico do que a li­docaína e tem ação mais pro­longada, sem necessidade de adicionar adrenalina ou de uma outra droga vaso­constritora. Emprega-se na infiltração, no bloqueio nervoso re­gional e na anestesia peridural e caudal.
cryoanesthésie f. Crioanestesia: (v. anesthé­sie de refrigération).
curare m. Curare: 1. substância de origem vegetal, animal ou obtida por síntese, de ação paralisante usada em anestesia e em reanimação. 2. (química) extrato prepa­rado de várias espécies de vegetais (strychnos), e que contém o alcalóide cu­rarina, muito venenoso.
curarine f. Curarina: alcalóide encontrado no curare, é muito venenoso, porém usado para fins terapêuticos. [form.: ]
dextromoramide m. Dextromoramida: subs­tância sintética dotada de propriedades analgésicas muito forte, quimicamente comparável a um alcalóide, e que se utiliza como substituto da morfina. A ação anal­gésica do dextromoramide é superior à desse alcalóide.
diazépam m. Diazepam: VALIUM; 7 - cloro-1,3 diidro - 1 - metil 5- fenil - 2 - H - 1,4 -benzodiasepim - 2 - ona; um relaxante da musculatura esquelética, sedativo e ansi­o­lítico; usado para induzir a anestesia por injeção venosa, também usado como anti­convulsiva, principalmente no tratamen­to do estado epiléptico.
dichlotétrafluoroéthane m. Diclotetrafluero­etano (DCTFE): fréon 114; líquido de baixo ponto de ebulição (36°C), usado na crioanestesia.
dropéridol m. Droperidol: INAPSING, uma substância do grupo das butirofenonas, usada em neuroleptoanalgesia e medicação pré-anestésica; causa desligamento mental, ausência de movimentos voluntários (catatonia), um efeito inibitório específico na zona quimiorreceptora de disparo que controla a náusea e o vômito. Bloqueio os receptores -adrenérgicos.
endorphine f. Endorfina: substância natural (polipeptídeo) secretada pelo tecido ner­voso e pela hipófese, de ação analgésica e análoga àquela da morfina.
enflurane m. Enflurano: ETHRANE:; éter 2- cloro - 1,1,2 - trifluoroetildifluorometílico; um potente anestésico volátil de inalação; não inflamável e não explosivo; os efeitos colaterais incluem uma atividade eletroen­cefalográfica anormal.
éphedrine f. Efedrina: 1 - fenil - 2 - metila­mino -1 - propanol; um alcalóide das fo­lhas da Ephedra equisetina, E. sínica e ou­tras espécies de Ephedra, ou produzido sinteticamente. Agente adrenérgico (simpaticomimético) com ações similares às da adrenalina. Usado como um bron­codilatador na asma brônquia, medriático, agente pressor e vasoconstritor tópico.
epinéphrine f. Epinefrina: é um medicamento que aumenta o tempo de ação dos anestési­cos lo­cais. A epinefrina (adrenalina) re­produz os efeitos provocados pela estimu­lação dos nervos simpáticos e estimula ao mesmo tempo os receptores - e - adre­nérgicos. É secretada ao mesmo tempo que a norepi­nefrina, através da suprarenal em resposta a um stress. Quando administrada por via parenteral, possui uma curta dura­ção de ação, porque é rapidamente meta­bolizada.
éther m. Éter: anestésico para inalação; lí­quido incolor, altamente volátil e inflamá­vel que, em doses anestésicas, di­minui a atividade cerebral.
étidocaine f. Etidocaína: DURANEST; (±) - 2 - (etilpropilamina) - 2',6'- butiroxilídida; anestésico local.
extubation f. Extubação: ação ou efeito de retirar um tubo ou cânula.
gallamine f. Galamina: a galimina é um mio­relaxante não depolarisante, cujos efeitos aparecem nos dois minutos que seguem à injeção intravenosa e persistem durante 40 minutos. O produto é excretado em grande parte sob forma imutável na uri­na. É usado no relaxamento dos músculos esque­léticos na cirurgia geral.
halothane m. Halotano: anestésico volátil para inalação; líquido incolor, não irritante de um odor adocicado. Não é inflamável nem explosivo; em doses anestésicas dimi­nui a atividade simpática e as funções ce­rebrais; pode ser utilizado para interven­ções de longa duração e permite um des­pertar rápido, mas não deve ser empre­gado em obstetrícia porque causa relaxa­mento da musculatura uterina.
hibernation artificielle f. Hibernação artifi­cial: uso de uma mistura de drogas, inclu­sive anti-histamínicos, narcóticos, hipnóti­cos e compostos adrenolíticos, para pro­duzir o sono ou um estado análogo ao que se ob­serva nos animais em hibernação; an­tiga­mente usado como coadjuvante da aneste­sia; usada em paciente com câncer para diminuir o seu metabolismo.
hydrate de chloral m. Hidrato de cloral: se­dativo e hipnótico, usado na premedicação para diminuir a ansiedade e obter uma se­dação; é rapidamente absorvido após ad­ministração oral ou retal.
hypnose f. Hipnose: estado em que não se responde a estímulos verbais.
hypnotique adj. Hipnótico: medicamento que provoca sono (tranqüilizante, sedativo, narcótico).
injection f. Introdução: de um medicamento em solução aquosa, alcoólica ou oleosa no or­ganismo, seja em uma cavidade natural ou através da pele.
injection épidurale f. Injeção epidural: prati­cada na parte inferior do canal raquidiano onde o espaço entre a duramáter e o osso (espaço peridural) é maior. A técnica de injeção nesse espaço, na verdade extradu­ral (no exterior da dura-máter), permite a anestesia da parte baixa da medula espi­nhal.
injection intra-artérielle f. Injeção intra-ar­te­rial: praticada nas artérias facilmente acessível, principalmente na artéria femo­ral, ao nível da arcada crural, mais rara­mente na artéria umeral. Injeta-se na ar­té­ria femoral ou humeral os anestésicos lo­cais do tipo da novocaína e de vaso-dila­tadores.
insufflation f. Insuflação: (anestesia) intratra­queal, operação de introduzir ar ou vapo­res anestésicos na traquéia através de um tubo colocado na laringe, como meio de evitar o colapso dos pulmões nas ope­ra­ções intratoráxicas.
intubation f. Intubação: introdução, na tra­quéia, de um tubo semi-rígido para isolar as vias respiratórias das vias digestivas e permitir a respiração artificial na reanima­ção ou na anestesia geral.
isoflurane m. Isoflurano: FORANE, éter 2,2,2 - trifluoro - 1- cloetil - difluoroetíli­co; éter não inflamável, não explosivo, halogena­do, com potente ação anestésica; isômero do enflurano desprovido de efei­tos colate­rais sobre o sistema nervoso central que este último apresenta.
kétamine f. ketamina: anestésico derivado da fenocididina, em dose anestésica provoca uma anestesia, dita dissociativa, com mani­festa­ção comparáveis a transes.
lidocaïne f. Lidocaína: a lidocaína é um anes­tésico local com duração de ação média. Ela bloqueia o início e a transmissão do influxo nervoso no momento em que está sendo injetada, estabilizando a membrana neuronal. Ela é, em seguida, metabolizada no fígado. Após a aplicação sobre uma mucosa, através da infiltração ou bloqueio raquidiano ou dentário, uma anestesia que dura de uma a três horas é induzida nos minutos que seguem a aplicação da lidoca­ína, e nos 10 a 15 minutos com outros mé­todos de administração.
mandrin m. Mandril: talo ou fio metálico que se introduz nas sondas, cânulas ou agulhas de injeção, para aumentar a resistência das primeiras ou impedir que se obstruam as segundas.
mépivacaïne f. Mepivacaína: (v. chlorydrate de mépivacaine).
myorelaxant m. Miorelaxante: medicamento que produz relaxamento de músculo esque­lético.
morfhine f. Morfina: A morfina é um analgé­sico opióide usado nos seguintes casos: tratamento pré-operatório de dores nos os­sos, músculos e nas víceras, pré-medica­ção antes das intervenções cirúrgicas ge­rais, em complemento dos anestésicos através da inalação e outras e em analgesia pós-operatória. É o principal alcalóide do ópio. É o mais potente dos analgésicos narcóticos e é uma droga perigosa, po­dendo conduzir a uma toxicomania. Por via oral o produto é fortemente absorvido, mas, por via parenteral a resposta é mais regular e mais rápida. Sua meia-vida plasmática é de 2 a 3 horas. A morfina é em grande parte metabolizada no fígado, depois eliminda nas urinas.
oxigène m. Oxigênio: gás para inalação cujas garrafas comprimidas a 13.000 KPa, de uso industrial, podem ser utilizadas na aneste­sia. As garrafas destinadas à anes­tesia possuem uma válvula de punção. Ela con­tém mais de 99% de oxigênio v/v com al­guns vestígios de azoto ou de árgon. Elas devem ser ligadas ao circuito anestésico através de um detentor e recolocadas antes que a pressão desça abaixo de 800 KPa. O oxigênio pode ser administrado com o gás anestésico, ou por meio de uma máscara facial ou de uma sonda nasal.
paracétamol m. Paracetansol: o paracetamol é um analgesico não opióide, usado no tratamento sintomático de dores leves à moderadas. É derivado sintético do para-aminofenol que tem propriedades analgé­sicas e anti-piréticas, mas não anti-infla­matórias. Sua meia-vida plasmática é de aproximadamente duas horas. É largamente metabolizado no fígado e depois eliminado na urina.
péthydine f. Petidina: a petidina é um anal­gésico narcótico de síntese que se fixa aos mesmos receptores que a morfina no sis­tema nervoso central. É um entorpecente perigoso podendo desencadear uma toxi­comania. Seus efeitos sedativos e tranqüi­lizantes são comparáveis aos da morfina. A petidina é bem absorvida por via oral, mas é mais eficaz por via parenteral. Sua meia-vida plasmática é de aproximada­mente 3 horas. É largamente metabolizada no fí­gado e seus metabólitos são excreta­dos na urina. É usado no tratamento pré-opera­tório das dores ósseas e musculares, e das dores viscerais; na pré-medicação antes da anestesia geral, em complemento dos anestésicos para inalação e outros anesté­sicos, durante as operações maiores, e em analgesia pós-operatória e obstetrí­cia.
préanesthésique m.; adj. Pré-anestésico: me­dicação pré-anestésica; aquela que se faz com antecedência variável no período, antes do paciente ser submetido a aneste­sia, e que atua como auxiliar desta, visan­do, entre outros benefícios do paciente, à redução de ansiedade.
procaïne f. Procaína: denominação comum do para-amino-benzoyl – diéthylaminoé-thanol. A procaína é um anestésico local sintético, utilizado como cloridrato e apresentado sob a forma de cristais incolores solúveis na água e no álcool, mas insolúveis no éter. Ela possui as reações gerais dos alca­lóides. As suas propriedades anestésicas são devidas ao agrupamento benzoylamino - etanol encontrado na maioria dos anesté­sicos de síntese. Utiliza-se a procaína em cirurgia, cirurgia-dentária, oftalmologia, dermatologia, associada ou não à adrenali­na, que prolonga sua ação.
prométhazine f. Prometazina: derivado da phénothiazine; é um anti-histamínico e um sedativo que tem propriedades ant-heméti­cas e anticolinérgicas.
protoxyde d'azote m. Protóxido de azoto: também conhecido como gás hilariante de Davy, é utilizado como anestésico geral.
rachianesthésie Raquianestesia f.: método de anestesia parcial, que consiste em injetar no canal raquidiano, por uma agulha de punção lombar, um líquido que age direta­mente sobre a medula espinhal e provoca anestesia de regiões subjacentes.
sédation f. Sedação: ação de acalmar; efeito produzido por um sedativo que provoca a diminuição da vida de relação externa, mas que conserva no paciente as respostas a estímulos verbais.
sédatif, ive m.; adj. Sedativo: toda subs­tância que age contra a dor, a ansiedade, a insônia, ou que modera a atividade de um órgão.
suxaméthonium m. Suxametônio: miorela­xante despolarisante, de curta duração de ação, que exerce uma ação despolarisante ao nível da junção neuromuscular. É rapi­damente metabolizado, principalmente pela pseudo - colinesterase, depois excre­tado na urina. Administrado por via in­tra­venosa, ele age em menos de trinta se­gun­dos. Provoca uma paralisia flácida, pre­cedida pelas fasciculações, que dura até cinco minutos. Esse efeito não é rever­sível farmacologicamente. É usado para a ob­tenção de uma breve paralisia muscular durante as seguintes intervenções: intuba­ção traqueal, endoscopia, manipulações ortopédicas e eletrochoque.
tétracaïne f. Tetracaína: Anestésico local ca­paz de penetrar a córnea e a conjuntiva. É eficaz em aplicações tópicas, sobre o olho em trinta segundos e a anestesia persiste durante,pelo menos, quinze minutos.
thiopental m. Tiopental: anestésico de curta duração que induz rapidamente uma hip­nose e uma anestesia sem analgesia. Ad­ministrado por via intravenosa ou por instilação retal.
trichloréthylène m. Tricloroetileno: anesté­sico volátil para inalação; líquido incolor, de odor adocicado, inflamável e barato; possui um efeito analgésico possante.



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