Analec e os mercadores de liçÕES



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Para o texto: MEUS VERSOS (T2444021)


De: cassiateixeira

Apagar

19/09/2010 22:16

Obrigado Cássia, pelo carinho e amizade. Belíssimas palavras. Leia-me também, vá lá em "JOÃO BOA VIDA" e divirta-se com o peso da lua e o valor de um rei.

Para o texto: SORRIR UM SANTO REMÉDIO (T1937175)


De: Cassia Da Rovare

Apagar

19/09/2010 22:08

Que bonito! Cássia. Ter o Senhor como tudo em nossa vida é maravilhoso. Você precisa entrar nas fileiras da filosofia dos "Convictos". Mas acho que sou o único da fila! Criei as palavras "CLASSIFICADOS PELA CONVICÇÃO DIVINA, OU BENDITA!Quando encontro meus semelhantes que dignificam o Senhor, já ponho-me a pensar que é uma pessoa convicta em crer em Deus. Leia os nove parágrafos de um texto meu, cujo título é: "CLASSIFICADOS PELA CONVICÇÃO'. Visite-me também em outros como "ÁUREA CONVICÇÃO". Leia meus cordéis, por exemplo: "ZECA LADÃO" e outros e me escreva um comentário. Abraços do filósofo Luzirmil.

Para o texto: Meu tudo (T2435224)


De: Cássia Sampaio

Apagar

19/09/2010 21:53

Oh! Rita! Grande incentivo encontrei em seus pensamentos. Mas pobre poeta que sou! Se você ler minha crônica "A FLOR FEITICEIRA" vais sentir as penas pelas quais passou um poeta, da dimensão B com uma flor mulher da dimensão A. Parabéns Rita. Jovem e talentosa . Sorriso de foto e reflexos das letras nota dez. Abraços afetivos pra você, do filósofo Luzirmil

Para o texto: Aquilo que aprendí (T873176)


De: Rita de Cássia

Apagar

19/09/2010 21:45

Cássia, você é a rainha do amor! Gosto de ler alguns poemas sobre esse fator que tanto encanta as poetisas, pois nós homens pendemos mais para o lado grotesco da vida. Assim você, entre outras merece nota dez. Li alguns poemas seus e cheguei a conclusão que és um fonte de inspiração do cupido. Campestre? Estive no Maranhão, indo do nordeste pelo litoral norte, chegando em Barreirinha, indo para Rozário e dali para São Luíz, mas me recordo de ter passado nessa cidade sua, não sei em que ponto; parece-me ter sido no retorno, pois descemos via Tocantins. Tenho forte lembrança de Santa Luzia, mas onde fica Campestre...? Abraços do filósofo Luzirmil.

Para o texto: Um novo dia (T195819)


De: Cássia Mota

Apagar

19/09/2010 21:05

Eta coisa boa é lê cordel! Eu também gosto di fala sem muita barafrusta! Achei as rimas bunitas e vim aqui dá meu parecê. I digo qui nóis nos intendê mió, falano a línguage da simpricidade cabocra. Parabéns pro ceis tudo, que escrevero na fôia de caderno da Bentivi. Eu achei bunito! Um abração do Lu pra cada um.

Para o texto: Conversa de comadres -- com Hull de la Fuente (T2104670)


De: Bemtevi

Apagar

19/09/2010 20:47

Acabei de enviar um comentário para um texto do Minino e vindo aos entrantes vi este belo relógio antigo, colorido com sucintas palavras da "CONEXÃO". Mas ainda estou cheio dos "Ps" e vou te enviar um pouco deles. "Parabéns pelas palavras postas. Por poucas, porém, perfeitas preleções, parabenizo-te pela partitura e pelas preleções paragráficas, preparadas por pessoa pluralista a ponto de poder predicar paulatinamente pequenos pontos a ponderar! Puxa! Para poder parafrasear perdi praticamente parte preponderante da poesia. Parabéns, e perdoe pela *princadeira (le-se brincadeira). Abraços Mariângela. Do filósofo Luzirmil

Para o texto: Conexão (T2508179)


De: Mariângela Ricardo

Apagar

19/09/2010 20:25

Olá Minino. Oia nois aqui otra veiz! Gostei do P do pato e me lembrei de um email recebido ontem, onde um nosso colega citou uma crônica todinha, somente com as palavras iniciadas com a letra P. Vamos ver se consigo criar aqui alguma coisa para seu comentário: Um Pato paulista de perna pesada pisou por pequeno período pendendo o pé preso pelo pelego pregado por preta porcaria, parecendo patê pretejado pela poluição proveniente pela panela preta prateada por perto da parte pra pegas! Pato praticante de patadas pode perder peso por penetrar o pé pelo ponto perigoso. Ah! chega, né Minino. Um abração pra você e bom descanso com seus patos!

Para o texto: LÁ VEM O PATO E A PATA (T2508136)


De: minino caldas

Apagar

19/09/2010 20:00

É Piligra. O ano passado estive também no norte da Bahia, chegando a entrar no estado do Pernambuco via Juazeiro e Petrolina. As ocorrências foram tantas que escrevi um livro por nome "OS HORIZONTES DAS CAATINGAS". Estive também em Sobradinho e do lado de lá em Terra Preta. Moço! Cheguei a escrever uma crônica separada do livro para por aqui, dei-lhe o título de "O BODE VELHO". Passei um bom aperto, mas valeu. Olha, parabéns pelo seu cordel. Eu os aprecio muito, temos vários colegas que são bons, como você. Se quiser ler algum meu, indico-lhe "JOÃO BOA VIDA" ou "O ARTISTA". Leia e me escreva, para que eu saiba que tenho mais um amigo leitor no recanto. Vou ler mais textos seus depois comentarei. Até.

Para o texto: Remanso... (T2508078)


De: Piligra

Apagar

19/09/2010 19:40

Oi Bentevi. Olha eu aqui! Vim nos entrantes justamente no momento em que você publicou "haikai 155". Pena que foram poucas palavras, pois seu talento nos convida a te ler muitas palavras. Parabéns de seu colega de letras, filósofo Luzirmil.

Para o texto: haikai 155 (T2508076)


De: Bemtevi

Apagar

19/09/2010 19:37

Belíssima confissão de uma poetisa! Ainda bem que tens essa virtude! Cada um dos poetas que lerem, podo-nos em lugar de seu amor, hão de se sentirem honrados por terem poetisas apaixonadas por eles. Aceite um abraço amigo do filósofo Luzirmil e leia-me também. Se quiser algo relativo à sua confissão vá em "A FEITICEIRA", Se for a favor de algum padre, vá num de meus cordéis,por exemplo: "JOÃO BOA VIDA". Enfim espero contar com sua valiosa amizade intelectual.

Para o texto: ..QUERIA SER CARA DE PAU... (T2508062)


De: ELISABETHDOVITAL

Apagar

19/09/2010 19:07

Nada de morrer subindo o morro, caro Athadar. Muita vida, muito fôlego e execício mental pra você, que com poucas palavras traduz belas reflexões. Parabéns e lembre-se de me ler em algum texto que "O PINGO NA PINGA" te indicar. Aceite um abraços do descobridor de talentos. Você foi um que encontrei.

Para o texto: morro acima (T2507986)


De: Athadar

Apagar

19/09/2010 19:01

O amor é como um jogo de damas. Se os jogadores forem poetas podem fazer algumas jogadas não admitidas, isto por que os poetas estão isentos de julgamentos. Eles exaltam o amor, contudo não o denigrem! O amor para os poetas é uma porta, em que entra a simplicidade e sai a caridade para fazer suas obras benevolentes! Te encontrei aqui cara Helen, e ao ler tive a intuição de escrever a favor do amor dos poetas, portanto exalto seu texto, dando-lhe sinceros parabéns. Por favor visite-me em algum soneto, por exemplo"CAMINHO TRAÇADO", ou algum cordel, por exemplo:"A ESTRELA DA GUIA", etc. sentir-me-ei honrado em ler também, algum que me indicares. Abraços de Luzirmil.

Para o texto: PEÇAS (T2507985)


De: Elen Nunes

Apagar

19/09/2010 18:36

É caro, Reinaldo, ajuntando o seu, como o meu e do Aldemar, podemos criar uma história descontraída. O Aldemar furtou, o menino vivo ficou e eu lutei, e acabei ficando vivo. As três histórias sobre a desvantagem da morte podem se resumir numa só: com os poetas a morte tem boa amizade; são os únicos que falam dela, porém com senso de humor. E viva a morte! sem a qual estaríamos perdidos nas cãs da velhice, sem saber o que fazer e onde ir. Abraços nobre amigo. Visite-me em "A CADELA E A MATILHA". Abraços.

Para o texto: DRIBLANDO A MORTE (Fugindo da velha da foice.) (T462700)


De: Reinaldo Barreto

Apagar

19/09/2010 15:50

Sofrimentos dos poetas! Retratas perfeitamente, cara Lucia!Parabéns pelo belo poema sentimental. Leia-me em "FEITICEIRA"Congratulações de Luzirmil.

Para o texto: MEU JEITO DE TE AMAR (T2507670)


De: Lucia Liz

Apagar

19/09/2010 14:50

Seu soneto traz uma maravilhosa recordação para quem já singrou algum trecho do mar num saveiro, como eu, numa excursão junto à minha esposa e filhos"! Embora tenha sido de apenas um dia, entretanto sabe dar valor ao seu poema, cara Silvia. Estávamos em 34 turistas. Num dia apenas, pois saímos as seis da manhã de Ribeirão preto, num DC 47; sendo que depois de duas horas aterrissamos no aeroporto Santos Dumont, no Rio, de onde, em quinze minutos tomamos um ônibus para Itacuruçá, em cujo porto nos esperava um SAVEIRO, no qual embarcamos e navegamos por duas horas, para um conjunto de ilhas a 20 milhas da costa. O SAVEIRO ficou nos aguardando por três horas, quando então regressamos para Itacuruça, dali para o Santos Dumont, onde novamente nos embarcamos no DC 47, uma aeronave antiga, de dois potentes motores fabricada pela Douglas. Naquele retorno o velho avião gastou três horas para aterrissar no Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto. O atraso de uma hora foi devido o mau tempo reinante, por conseguinte houve a necessidade do piloto desviar a rota via Belo Horizonte. Mas que fizemos uma viagem em alto mar de SAVEIRO, fizemos mesmo! Obrigado pela lembrança através do seu lindo soneto, ó grande poetisa. Abraços de Luzirmil. Leia-me em: "LAMENTO NA ESPERANÇA".

Para o texto: SAVEIRO - (Soneto n.157) Silvia Regina (T2506298)


De: Silvia Regina Costa Lima

Apagar

19/09/2010 09:08

Eta! caro Aldemar. Se ela acorda tu tava com a marimba quebrada, moço! Achoe que tive foi um pesadelo no qual eu brigava com uma velha, mas por ela estar armada com um cortador de colher arroz, quando acordei supus que seria a dita cuja. Abraços e parabéns pelo seu furto.

Para o texto: A VELHA DA FOICE. (T2392334)


De: aldemaralves

Apagar

18/09/2010 20:30

É realmente uma grande verdade! Ó nobre Luzia. Acho, porém que no RL, entre nós, os poetas, sempre há de haver uma sintonia mental, muitas vezes entrelaçada num texto, com um comentário. Para completar sua frase: "NÃO HÁ NADA É MAIS DIFÍCIL E ESPETACULAR DO QUE ENTRAR NA MENTE HUMANA PARA ENTENDE-LA", eu diria o seguinte, depois dela, claro: "exceto entre os poetas, cujos pensamentos são fontes inesgotáveis de inspirações interativas". É brincadeira, querida Luzia, mas confesso que recebi sintonias inteléctas de sua mensagem. Parabéns e um grande abraço do filósofo Luzirmil.

Para o texto: Mente Alheia! (T2456353)


De: Luzia Ditzz

Apagar
18/09/2010 20:14

É, caro Hamilton! Verdadeiramente retrataste a filosofia da alegria, sempre tendo sobre ela a sombra da tristeza; proporcionada pelos entraves dispostos em seu cordel. Sua imaginação pescou na profundidade dos raciocínios, as reais lógicas, que sobre a alegria e tristeza dão seus fascínios. Evidentemente o fascínio da tristeza é obscuro e provém dessas mazelas que você inteligentemente citou em seus versos. Resta-me aqui parabenizá-lo pelo previdente texto e pela sua amável visita à minha escrivaninha. Abraços de um seu novo amigo e admirador.

Para o texto: TRISTEZA É BOLA MURCHA! (T299635)
De: HAMILTON SANTOS

Apagar

18/09/2010 06:38

Olá Silvia. Sob seu convite aqui estou. Belo trabalho! Eu sou completamente neutro nesse negócio de governar, ou fazer política. Afinal se me sobrasse pelo menos uma fatiazinha do bolo eu esquentaria minha cuca. Estou, porém com Jamaveira. Você conhece o poema daquela música do G. Vandre? Bem, é falha minha, mas cá entre nós, penso que no recanto não deveria haver resquícios políticos, porém luz para os poetas não ficarem no escuro. Afinal quanto mais contrapomos contra algo, mais ele sobressai. Abraços.

Para o texto: EU TAMBÉM NÃO SEI DE NADA, MASSS.. ("Cada povo tem o governo que merece") - Silvia Regina (T2504420)


De: Silvia Regina Costa Lima

Apagar

18/09/2010 06:27

Katia! Que bom que você apareceu! Parabéns pelo seu direcionamento às nossas consciências em favor das crianças! Tomara que no futuro possam ter mais plenitude e ar puro do que estamos tendo. Ah! mas com esse teor de monóxido de carbono no ar, penso que a tendência é diminuir a idade para sermos tomados pelo mal de Alzaymer. Esse gás que sai dos escapamentos dos automóveis, e principalmente dos motores a diesel, contendo grande teor de chumbo, tende a isolar os neurônios do cérebro nos levando à decadência que chamamos de "caduquice". É uma pena, mas nosso planeta, se continuar do jeito que vai, em breve não haverá nem crianças! Abraços a você, e me perdoe pelo pessimismo!

Para o texto: Autoridades! Cuidem dêles...O futuro do BRASIL! ( Interação ) (T2504555)


De: Kátia Pereira

Apagar

17/09/2010 20:07

Parabéns pela vitória, nobre Ysolda. Ao receber o livro "CALENDAS DE UMA VIDA" você irá encontrar assuntos relativos ao vício de fumar na página 31. Quanto a deixarmos de ser dependentes, meu pai e eu deixamos num só dia. Tais relatos estão assentados num outro livro meu, cujo título é "PASSOS SEM DESTINO"; também relativo a minha vida. Meus parabéns por ter deixado o vício, cara colega. Foi uma grande batalha vencida!

Para o texto: COMO DEIXEI DE FUMAR (T1209941)


De: Ysolda Cabral

Apagar

17/09/2010 19:44

Li sua segunda bafun... sei lá o que, e também todos esses comentários de sua página. Que grande! Ysolda. Mas aqui tenho assunto relativo ao seu braço quebrado também. Eu quebrei, ou melhor desconjuntei, totalmente o braço de um menino em meu tempo de peralta. Na ocasião havia um circo de tourada em nosso arraial e aquilo era uma festança para molecada. Nos espetáculos sempre tinha a apresentação de uma tal de mula Granfina, que peão algum parava em seu lombo quanto ela pulava. O gente se divertia tanto com os corcoveios da mula que nas horas de nossos ajuntamentos em algum lugar, para brincar, uns se faziam de mula, outros de peões; e sempre o que montava, depois tinha que ser montado. A gente tinha que pular pra derrubar o peão. Alguns porém não caíam, tinha um tal de José; famoso por não cair, e famoso pra derrubar. Eu mesmo caí um tombo feio ao montar em suas costas, mas eu prometi comigo mesmo de derrubá-lo quando ele montasse em minhas costas, e tal fato ocorreu, para sofrimento dele e deprimento meu! Num corcoveio que dei ele caiu por cima do braço, de forma que ele se desarmou no cotovelo e ficou balançando. Ele gritava loucamente de dor. Seus pais logo vieram e me passaram pitos, assim como aos demais "puladores e peões" que por ali estavam. O fato é que só deram jeito no braço do menino num hospital em São Paulo, aquilo depois de muito sofrimento e meses de idas e vindas a mais de quatrocentos quilômetros de nosso arraial. Mas até hoje (já fazem 55 anos) o braço do José ainda tem problema. Recentemente fiz-lhe uma visita e recordamos das nossas burrices, ou que seja, mulices! Ixi, chega de escrever nesse espaço seu, vou é continuar lendo suas crônicas. Abraços.

Para o texto: BAFUNGA EM CARUARU - PARTE II (T2305072)


De: Ysolda Cabral

Apagar

17/09/2010 19:15

Cê foi bem danadinha hein, Ysolda. Coitada da solteirona! Imagino a criançada bagunçando e a gente desconfiado, como fiquei recentemente numa *cidade mineira. Eu tenho um lema, sabia? Ei-lo entre parentes:(Só converso com crianças acompanhadas de seus pais). As crianças são imprevisíveis e nos dias atuais a mentira de uma criança equivale à verdade de um rei! Para nós, homens, qualquer conversa com alguma criança, mormente meninas, pode ser considerada como aliciamento, e se a criança mentir confirmando, a gente *tá no papo do pirú! Os asteriscos são indicativos para que, se você se interessar em saber a profundidade dos fatos, mande-me um email solicitando,que lhe enviarei os assuntos como resposta. Olha, parabéns por todos os textos seus que li hoje, e vou continuar lendo enquanto o RL estiver nos proporcionando esta graça! Abraços afetivos.

Para o texto: BAFUNGA EM CARUARU E O AMIGO DA ONÇA (T2299335)


De: Ysolda Cabral

Apagar

17/09/2010 18:47

Dá para acreditar sim cara Joelma! Parabéns. Seu cordel retrata o cotidiano das pequenas comunidades. Muito bom. Eu também componho alguns. Leia "UM PINGO NA PINGA" e me escreva. Abraços.

Para o texto: Vocês nem vão acreditar! (T2413319)


De: joelma maia

Apagar

17/09/2010 18:38

Falando de cemitério, lembro-me de um dia que minha genitora me obrigou a ir no de nossa cidadezinha à noite. Ocorrera que era dia de finados e eu, ainda criança (mas não me esqueço nunca) fiquei por lá durante todo o dia vendo as pessoas levar flores e velas. Destas, porém, muitas se apagavam por algum distúrbio ventoso. Na minha inocência eu ia pegando as que estavam apagadas. Formei um grande pacote para levar pra casa quando o coveiro fosse fechar. Na hora que eu ia sair ainda perguntei para o zelador se eu podia levar, ele até me deu mais duas. Mas chegando em casa!! Quando minha mãe viu aquele tanto de velas, ficou preocupadíssima dizendo: Que horror menino! as almas virão nos perturbar de noite! Leva já e ponha dentro de cemitério, e não jogue, pule o muro e coloque cada uma onde na sepultura de onde tirou! Mas fazer aquilo seria difícil, embora o muro fosse baixo, mas havia escuridão, já que lá não tinha luz. Diante do fato eu fui até as imediações do muro e as lancei lá dentro falando para as tais almas que cada uma catasse a sua. Aí está minha história Renato. Breve vou fazer um cordel pitoresco desse assunto. Abraços.

Para o texto: O fantasma dorminhoco. (T1863899)


De: Renato Lima

Apagar

17/09/2010 18:19

Essa do gato foi terrível, caro Renato. Imagino que o gatão deve ter arregalado um olhão, quando viu o homem com o trabuco o procurando! Rapaz eu tive até um mau jeito perto do umbigo de tanto rir. Quer dizer que o gato acabou descendo antes do ponto!? Parabéns Renato. Você e o Carlinhos são minhas horas de rir. Abraços, caro colega.

Para o texto: O gato faminto. (T1867461)


De: Renato Lima

Apagar

17/09/2010 17:30

Ah! Nessa eu também estive outro dia. Mas o tanto de gente que havia para que tirassem um pouco de sangue de cada um era tanto que calculei que encheria um garrafão desses que se usa para água. Afinal uma seringa cheia de cada paciente! Quando chegou minha vez eu quis falar sobre aquilo com a enfermeira que que iria me furar. Ela, diferente desta que te atendeu, sorridente falou: Precisamos ganhar um dinheirinho, não é? Vendemos cada galão cheio de sangue, por preço de ouro. Posso tirar um pouquinho a mais de você? Ora, - falei - eu já tenho pouco sangue e você quer completar o galão com o que me resta!?O fato é que ela só tirou mesmo o normal. Hoje fui ao Dr. Roberto levar o resultado, 4 folhas de papel timbrado do laboratório! Ele examinou e disse-me: Plaquetas: normal, glóbulos brancos: normal, etc, etc. enfim terminou a conversa dizendo que eu não precisava fazer exame de sangue coisa nenhuma. Mas valeu! Eu estava sentindo uma fraqueza, entretanto ele disse que era espiritual. Mostrando-se muito amigo, me convidou para conversar em sua sala de fumante (ele fuma mais do que a maria fumaça) e disse-me que a fraqueza espiritual ataca o corpo também. Eu entendi tudo! Minha ENAT tem andado meia fraca mesmo. Você sabe o que é ENAT, Ysolda? Eu que inventei para não falar espírito. Significa(ENERGIA DE ATUAÇÃO) Tenho horror em proferir a palavra espírito, sei porém que cada um de nós tem ele no fundo de nossas retinas. Por isto que escrevi no RL, um pensamento, como segue: "ASSIM COMO NÃO PODEMOS OLHAR PARA O SOL POR MAIS DE UMA FRAÇÃO MILÉSIMA DE SEGUNDO, TAMBÉM NÃO PODEMOS OLHAR NO FUNDO DOS OLHOS DE NOSSOS SEMELHANTES POR MUITO TEMPO" Só no caso de tentar se descobrir a verdade, pois o espírito, ou seja a ENAT, não mente! Bem, querida escritora, foi você que começou num outro texto quando disse: "De agora para frente só vou escrever coisa séria", mas e o doce de abóbora? Abraços.

Para o texto: O PODER DO BOM HUMOR (T2504070)


De: Ysolda Cabral

Apagar

17/09/2010 10:24

Carlinho, ou você é um leguleio de primeira linha, ou um professor sobre os direitos do cidadão. Caramba! A cada texto seu a gente descobre mais talento em seus cordéis. Parabéns, nobre amigo. Abraços

Para o texto: DIREITOS BÁSICOS DO CONSUMIDOR (T2498911)


De: Carlinhos Cordel

Apagar

17/09/2010 10:13

Recordista mundial no RL, cara Silvia Regina! Mas também pudera! Com um talento desses! Vim aqui na cama de gato, para tentar enviar um comentário exclusivo, mas marquei. Não sei se tem alguém mais popular do que você no Recanto, mas sua maneira de ser é cativante e seus indicativos nos valorizam, por isto, pelo menos eu, gosto de te ler. Minha irmã Irene Coimbra diz ser contra os indicativos, mas vale a pena e o próprio administrador do RL, acha muito válido.Parabéns. Indico-lhe hoje "HISTÓRIA DE UM DELINQUENTE". Aceite meu abraço afetivo e continue com essas belezas de poesias e especialmente com seu encanto.




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