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- Detecção de IgM por ELISA de captura



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- Detecção de IgM por ELISA de captura;


- Quadruplicação de títulos de IgG em soros pareados;

- Isolamento viral; ou

- PCR


  • Nexo epidemiológico com um caso confirmado por laboratório.


Diagnóstico de laboratório:


Tipo de amostra

No e volume da amostra

Momento de coleta

Recipiente

Conser-

vação

Transporte

  1. Sangue

a) Sorologia

2 amostras de 5 ml

Depois do 5o dia do início dos sintomas e 15 a 20 dias para 2a amostra

Tubo ou frasco com tampa de rosca hermeticamente fechado sem anticoagu-lante

Refrigerado

Caixa térmica com gelo comum

b) Isolamento Viral


Uma amostra de 4 a 10 ml

Antes do 5o dia do início dos sintomas

Tubo ou frasco com tampa de rosca hermeticamente fechados sem anticoagu-lante

Refrigerado

Caixa térmica c/ gelo seco

ou

Balão para Nitrogênio líquido



2. Urina

Uma amostra de 15 a 100 ml

Antes do 5o dia do início dos sintomas

Tubo ou frasco estéril

Centrifugar e congelar a

- 70o C



Caixa térmica c/ gelo seco

ou

Balão para Nitrogênio líquido



3. Secreção nasofaríngea

Swab de garganta

Até 3 dias depois do início dos sintomas

Tubo que contém o meio de transporte viral

Refrigerar


Caixa térmica com gelo seco

Medidas de controle:

Conforme a normativa da OPAS/OMS em cumprimento do compromisso dos Estados Partes nos Programas de Eliminação/Erradicação.



16. SÍFILIS CONGÊNITA
Caso suspeito:

  • Toda criança nascida de mãe com sífilis confirmada e/ou,

  • Toda criança com alterações de ossos longos e/o deformidades dentárias e/ou coriza serosanguinolenta e/ou hepatoesplenomegalia e/ou lesões típicas de pele, sempre que se tenha descartado abuso sexual e/ou atividade sexual.


Caso confirmado:

  1. Todo aborto ou natimoto de mãe com sífilis, e/ou

  2. Todo recém nascido de mãe com sorologia não-treponêmica reativa para sífilis com qualquer titulação, na ausência de teste confirmatório treponêmico, realizado no pré-natal, no momento do parto que não tenha sido tratado ou tenha recebido tratamento inadequado.

  3. Todo recém nascido com as seguintes evidências sorológicas: Titulações ascendentes (testes não-treponêmico e/ou testes não-treponêmicos reativos até 6 meses e/ou teste treponemico maiores que os da mãe.

  4. Toda criança com mais de 18 meses de idade, com teste não-treponêmico reativo e evidencia clínica, em líquido cefalorraquídiano ou radiológico de sífilis congênita; em caso de evidência somente sorológica, deve descartar-se a possibilidade de atividade sexual.

  5. Toda situação de evidência de T. pallidum em placenta ou cordão umbilical e/ou amostra de lesão de pele, biopsia ou necropsia da criança, produto de aborto ou natimorto, por meio de exames microbiológicos.


Diagnóstico de laboratório:

    • Microscopia direta:

A identificação do T. pallidum confirma o diagnóstico. A microscopia de campo escuro é a maneira mais rápida e eficaz para identificar o treponema, que se apresenta móvel.

    • Provas sorológicas em sangue ou no líquido cefalorraquídiano (LCR):

O diagnóstico sorológico se baseia fundamentalmente em reações não-treponêmicas ou cardiolipínicas e reações treponêmicas. A prova de eleição para a rotina é a reação de VDRL. Rotineiamente, é utilizada a FTA-abs, que tem alta sensibilidade e especificidade, sendo o primeiro a positivar na infecção.

Medidas de Controle:

  • Tratamento para Sífilis congênita no período neonatal ou pós neonatal: Em presença ou não de alterações no líquido cefalorraquídiano clínicas e/ou sorológicas e/ou radiológicas e/ou hematológicas, indicar tratamento com Penicilina, de acordo com o consenso de especialistas de cada Estado Parte e Associados.

  • Interromper a cadeia de transmissão através de procedimentos padronizados (estudos de contato, diagnóstico e tratamento adequados, etc.)

  • Definir protocolos de vigilância e controle conjuntamente com os programas de saúde da mulher, criança e DST e desenvolver os sistemas de vigilância locais.

  • Definir protocolos de vigilância e controle conjuntamente com todos os programas para realizar investigação de toda pessoa com DST/HIV/AIDS.

  • Promover o uso de preservativos.


17. SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA SEVERA
Foi incluída como patologia de notificação obrigatória pelo Regulamento Sanitário Internacional (2005),utilizando-se para notificação entre os Estados Partes do MERCOSUL a definição de caso proporcionada pela OMS, como se menciona no Anexo 2 do citado Regulamento

18. TÉTANO NEONATAL
Caso suspeito:


  • Todo recém-nascido que nasce bem e suga a mama normalmente e que entre o 2º e 28º dia de vida, apresenta dificuldades para sugar, choro constante e irritabilidade; ou

  • Morte por causa desconhecida em recém nascido entre o 2º e 28º dia de vida.


Caso confirmado:
Todo caso suspeito, associado s manifestações clínicas como: trisma, riso sardônico, opistótonos, crises de contraturas, rigidez de nuca. Nem sempre se observam sinais inflamatórios no cordão umbilical.
O diagnóstico é eminentemente clínico, não havendo necessidade de confirmação laboratorial.

Medidas de controle:
Vacinação de 100 % das mulheres em idade fértil, gestantes ou não.
19. VARÍOLA
Foi incluída como patologia de notificação obrigatória pelo Regulamento Sanitário Internacional (2005), utilizando-se para a notificação entre os Estados Partes do MERCOSUL a definição de caso proporcionada pela OMS, como se menciona no Anexo 2 do citado Regulamento.
Diagnóstico laboratorial

Foi incluída como patologia de notificação obrigatória pelo Regulamento Sanitário Internacional (2005), utilizando-se para a notificação entre os Estados Partes do MERCOSUL a definição de caso da OMS como se encontra no Anexo 2 do referido Regulamento.


Existem vários métodos para a confirmação diagnóstica da Varíola; alguns são específicos para a identificação do vírus da Varíola; outros, para a identificação de Orthopoxvirus em geral. Podem ser submetidos a exame, raspado de lesões de pele (pápulas, vesículas, pústulas e crostas) e amostras

de sangue coletada pelo profissional da saúde, vacinado contra a varíola e devidamente protegido com equipamento de proteção individual (jalecos, máscara, óculos e luvas) e manipulados em ambiente de controle de risco biológico.


As amostras podem ser examinadas por microscopia eletrônica, para a identificação de virions, e o antígeno viral pode ser identificado por imunohistoquímica. A reação em cadeia da polimerase (PCR) para o gênero Orthopoxvirus pode detectar o vírus variólico antes do início dos sintomas.
As provas sorológicas (Elisa, IFI), não identificarão a espécie do vírus e o pareamento das amostras está indicado para diferenciar uma infecção recente de uma vacinação passada. Os métodos sorológicos, para detecção de IgM específica, estão sendo aprimorados de forma a aumentar a sensibilidade e especificidade. O isolamento viral em cultivo celular ou em membranas corioalantóicas, são considerados padrão-ouro (gold standard) para a identificação do vírus.

IV. Periodicidade da notificação








  • Imediata: aqueles casos confirmados com maior potencial epidêmico (cólera, peste, SARS, varíola, gripe humana por novos subtipos, pólio, sarampo) e todo surto de enfermidade ou síndrome ou evento de saúde pública de importância internacional.

  • Mensal: consolidação dos eventos prioritários do MERCOSUL


V. Formatos de notificação






  • Para os eventos de notificação imediata (ENI) a informação deve conter as seguintes variáveis:




    1. Evento, Enfermidade ou Síndrome;

    2. Agente e variação genética, em caso que se tenha identificado;

    3. Lugar (MUNICIPIO) e data de início do surto;

    4. Número de casos e falecidos;

    5. Caracterização dos afetados (sexo, idade, outros de interesse epidemiológico)

    6. Fonte e modo de transmissão ou mecanismo de propagação (em casos de agente não biológico);

    7. Fatores relacionados ou associados a ocorrência do evento e

    8. Medidas de controle adotadas.


  • Para o intercâmbio entre os países e para a consolidação mensal de dados de cada país, a informação deve conter as seguintes variáveis:




    1. Freqüência de casos mensais de cada doença por Estados/Províncias/Departamentos/Regiões e total do país.




    1. Freqüência de casos mensais de cada doença dos Municípios priorizados

Observação: os países deverão enviar os dados anualmente de população dos Estados/Províncias/Departamentos/Regiões e Municípios priorizados.




VI. Modelos de formatos de notificação





SECRETARIA DO MERCOSUL

RESOLUÇÃO GMC Nº 26/01 – ARTIGO 10

FÉ DE ERRATAS – ORIGINAL

José Manuel Quijano

Diretor




SECRETARIA DO MERCOSUL

RESOLUÇÃO GMC Nº 26/01 – ARTIGO 10

FÉ DE ERRATAS – ORIGINAL

José Manuel Quijano

Diretor


MERCOSUL

FORMATO DE INFORME DE SURTO OU EVENTO DE SAÚDE DE IMPORTÂNCIA INTERNACIONAL

PAÍS:
Surto de [EVENTO DE SAÚDE] na localidade [LOCALIDADE], Província/dpto, Estado/Região de [PROVINCIA/ DPTO/ ESTADO/ REGIÃO], [MÊS e ANO ou PERÍODO DE TEMPO].
A data [DATA do INFORME] se notifica a ocorrência de [NÚMERO de CASOS] de [EVENTO DE SAÚDE] com apresentação de [SINAIS E SINTOMAS PRINCIPAIS], nas localidades, unidade/es e/ou dependência(s) de [LOCALIDADE/UNIDADE/DEPENDÊNCIA] com uma população de [POBLACAO] na localidade de [LOCALIDADE] de [Nº HABITANTES] habitantes. Os casos ocorreram entre a [DATA INIÍCIO, SEMANA EPIDEMIOLÓGICA] e [DATA FIM ou HOJE PARA SURTOS EM CURSO].A zona é predominantemente [URBANO/RURAL/E OUTROS] e anteriormente ocorreram surtos ocasionalmente de [SURTOS PRÉVIOS].

A característica mais importante dos casos é [CARACTERÍSTICA DE PESSOA].

Destes casos, [Nº ÓBITOS] morreram e [Nº HOSPITALIZADOS] precisaram de hospitalização, os casos foram tratados com [TERAPEUTICA], depois de que evoluíram [EVOLUÇÃO]

Coletou-se [Nº AMOSTRAS] amostras de [TIPO DE AMOSTRAS] as quais foram enviadas para o [LABORATORIO] para seu processamento. Confirmou-se ou se suspeita de [ETIOLOGÍA, CARACTERIZACAO GENÉTICA].

A investigação epidemiológica indica que o surto foi causado por [POSSÍVEL MECANISMO, FONTE, FATORES DE EXPOSIÇÃO].

As ações de controle adotadas foram [AÇÕES]



VII. Análise da informação







  • Segundo lugar e tempo:

      • Mapas de áreas com desagregação definidos até o nível de Província/Estado/Departamento/Região.

      • Cartograma com os casos de todos os eventos prioritários para o MERCOSUL ocorridos os estados fronteiriços e Municípios priorizados.




  • Análise de Tendências.




      • Um gráfico de linha (taxas segundo o ano–desde 1999-) para cada doença que contenha todos os países e a região do MERCOSUL.

      • Um gráfico de linha para o ano atual (taxa mensal) para cada doença que contenha todos os países e a região.

      • Tabela de Comparação das taxas com anos anteriores por patologia e país segundo a freqüência da doença para se observar mudança estatisticamente significativos.




  • Análise dos Eventos de Notificação Imediata (ENI):




      • Cartograma para localização dos eventos de notificação imediata ou de importância internacional de saúde pública com breve descrição epidemiológica.



VIII. Atualização da informação








  • Mensal e

  • Imediata para os ENI.



IX. Divulgação da informação







  1. ATRAVÉS DA PÁGINA WEB DE ACESSO LIVRE:




        1. Boletim mensal: Situação dos eventos prioritários para o MERCOSUL.

        2. Boletim anual sobre a situação dos eventos prioritários para o MERCOSUL



        1. Informes técnicos sobre os ENI ou de saúde pública de importância internacional.

        2. Informes técnicos sobre os eventos relevantes para a região do MERCOSUL.

        3. Apresentações com mapas, tabelas, gráficos.




  1. ATRAVÉS DE CORREIOS ELECTRÔNICOS PARA OS COORDENADORES DA COMISSAO DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE CADA PAÍS




        1. Boletim mensal: Situação dos eventos prioritários para o MERCOSUL.

        2. Informes técnicos sobre os ENI ou de saúde pública de importância internacional.

        3. Informes técnicos sobre os eventos relevantes para a região do MERCOSUL.



X. Gerenciamento da informação







  • Será definido a cada dois anos o país responsável do gerenciamento da informação.








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