A traduçÃo audiovisual como ferramenta de apoio à aquisiçÃo de uma língua estrangeira



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5.5. Discussão de resultados

Os resultados do nosso estudo parecem confirmar que o material audiovisual legendado tem um impacto positivo na aprendizagem das crianças, tanto nos níveis de conhecimento da língua materna (LM) como da língua estrangeira (LE). Gostaríamos de referir que a autenticidade das informações aqui descritas assenta na pressuposta veracidade das respostas dadas pelas crianças inquiridas.


Retomemos as hipóteses formuladas na secção 5.2 deste trabalho.
H1: As crianças portuguesas não escolhem a programação que visionam em função do tipo de tradução (dobragem/legendagem), sendo que as práticas televisivas da audiência infanto-juvenil se orientam pelas tendências de programação.
Começaríamos por levantar a seguinte questão para tentar confirmar esta hipótese. Por que motivo visionam as crianças mais programas dobrados do que legendados? A explicação parece residir no facto da grande maioria da programação para crianças ser de origem estrangeira no estilo e no conteúdo. O tratamento dado a esta programação que é oferecida aos mais novos é, dentro da Tradução Audiovisual, o da modalidade da dobragem. Sendo que a larga maioria da programação infanto-juvenil, com excepção de uma série ou um outro desenho animado de um canal fechado de televisão, é apresentada ao seu público dobrado, será justo afirmar que os hábitos de visionamento das crianças se orientam, efectivamente, pelas tendências de programação. Também é verdade, como se refere neste estudo, que as crianças estão à mercê da oferta televisiva que as empurra, por questões de horários ou massificação da oferta, para a programação mais adulta, de audiências; esta sim, mais adepta da modalidade da legendagem.

Não podemos deixar de considerar se as próprias crianças sabem a diferença entre um programa dobrado e um programa legendado para que possam, de facto fazer uma escolha consciente. Pensamos que se trata aqui mais do “ver” do que o “gostar” de programas dobrados ou legendados. As crianças vêem o que os programadores projectaram como sendo televisão para a infância, contudo “preferem frequentemente ver as emissões para adultos ou para o público familiar” (Mariet, 1989:86-87).

Não cabe neste estudo a elaboração, urgente, de um quadro de investigação que contemple uma abordagem mais abrangente da dimensão institucional da televisão e as audiências infanto-juvenis. Acreditamos ter levantado pressupostos que não devem ser esquecidos quando se trata de exigir uma programação de qualidade, adequada aos diversos segmentos infantis.


H2: O visionamento com legendas ajuda a compreensão de programas infantis.

Esta hipótese parece confirmar-se como verdadeira, uma vez que o nosso estudo demonstra que cerca de 76% das crianças inquiridas, em ambos os grupos (dobrado e legendado), afirmam que as legendas ajudam o visionamento de programas infantis. Existe uma correlação directa entre o visionamento de programas estrangeiros legendados e a compreensão destes por parte do público infantil. Podemos afirmar que a utilização da legendagem interlinguística, ou seja, o uso de legendas numa língua diferente da do filme/desenho animado original, pode ser particularmente eficaz na aprendizagem de línguas por parte de públicos infanto-juvenis, num ambiente de aprendizagem não-formal. Neste sentido, a televisão oferece uma oportunidade efectiva de ajuda didáctica aos jovens consumidores televisivos, proporcionando-lhes um contacto directo com a língua falada no material audiovisual e as legendas em língua materna.

A compreensão de programas infantis através das legendas torna-se ainda mais eficaz porque combina informação verbal e visual e acústica não-verbal, articulada com o ambiente cultural e linguístico de origem. Deste modo, a aprendizagem linguística é complementada pela integração de novas culturas e identidades.

A televisão, através da sua programação estrangeira legendada funciona, assim, como um recurso pedagógico não-formal que ajuda os receptores infanto-juvenis a darem os primeiros passos na aprendizagem de uma língua estrangeira através da leitura das legendas. Acresce o facto de haver lugar não somente à compreensão do conteúdo da programação referida mas também uma maior consciencialização e consequente compreensão da língua materna pois o espectador enceta um processo de comparação entre as duas línguas, a língua estrangeira e a língua materna.


H3: As crianças com hábitos de visionamento de programas legendados apresentam níveis de conhecimento a língua materna e a língua estrangeira superiores às crianças com hábitos de visionamento de programas dobrados.

Esta hipótese parece também afirmar-se como verdadeira. O nosso estudo demonstra que as crianças com hábitos de visionamento (HV) de programas legendados (GL) apresentam níveis de conhecimento (NC) percentualmente superiores tanto à língua materna (LM) como à língua estrangeira (LE), comparativamente às crianças do grupo dobragem (GD).

Diversos autores (Harmer, 2001; Garza, 1991; Markham, 1999; Markham & Peter, 2003; Koskinen, 1985) elaboraram estudos que indicam que o uso de legendas e a exposição das crianças às mesmas têm um efeito positivo nos NC tanto à LM como à LE. A exposição de crianças e jovens a conteúdos audiovisuais legendados apresenta vantagens tais como a apreensão de expressões novas que enriquecem o seu vocabulário, melhoria na fala, pois podem concentrar-se na pronúncia e aumento da concentração, uma vez que o facto de ser forçado a ler faz a criança aprender mais.

Inúmeras pesquisas, como as levadas a cabo por Strecht-Ribeiro (1998), comprovam que é possível crianças aprenderem línguas mesmo antes da alfabetização, pois a aprendizagem da LE não atrapalha a aprendizagem da LM, pelo contrário, temos o exemplo das crianças bilingues que desenvolvem as suas habilidades metalinguísticas de forma bastante evidente. Em termos linguísticos, a aprendizagem de uma LE permite uma percepção crítica da natureza da língua, conduzindo a uma maior consciencialização da funcionalidade tanto da LE como da LM.


H3: Existe uma melhoria significativa dos NC das línguas nas crianças, à medida que vão crescendo, num contexto de visionamento de programas legendados.

O nosso estudo parece confirmar esta hipótese como verdadeira mas apenas parcialmente, indicando que dos 8 aos 9 anos se verificam diferenças estatisticamente significativas (ver quadro 8. Apêndice 4). O nível de conhecimento à língua materna e à língua estrangeira tem tendência a melhorar, mas sem resultados expressivos a partir dos 10 anos. No entanto, o grupo legendagem tem um nível de desempenho global ligeiramente superior ao grupo dobragem.

Estudos de académicos como De Bot et al (1986:27) parecem indiciar que esta hipótese se coloca como verdadeira; estes investigadores afirmam que o papel das legendas é fundamental na manutenção de um determinado nível de proficiência numa LE, isto é, existe uma correlação directa entre a manutenção de um determinado nível de competência a uma LE e o contacto que se mantém com essa mesma língua, mesmo que seja de forma incidental.

Van de Poel e d’Ydewalle (2001:273), concluem que existe uma aprendizagem efectiva de linguagem na LE através do visionamento de programas legendados e verifica-se uma tendência para as crianças adquirirem mais vocabulário quando a LE está presente na banda sonora e não nas legendas.

Este estudo encontra limitações na confirmação desta hipótese, pois devido a contingências temporais não foi possível realizar uma análise longitudinal completa para averiguar se a hipótese se confirma como verdadeira; ainda assim, do estudo realizado podemos influir que parece existir uma melhoria nos níveis de conhecimento das crianças na língua estrangeira com a exposição continuada a essa mesma língua. Poder-se-ia dizer que ocorre o fenómeno da imersão da criança num ambiente linguístico e cultural da língua-outra que faz com que tenha lugar a aprendizagem incidental de uma língua estrangeira.

CAPÍTULO 6. CONCLUSÃO

É importante referir que as crianças estão altamente motivadas para ver filmes e desenhos animados (F/DA). Esta motivação intrínseca é especialmente importante para promover e encorajar o sucesso na sua aprendizagem não-formal? Ao verem televisão e ao aprenderem com ela, as crianças estarão a aprender sem que se apercebem disso. Como tal, aprenderão de forma prazenteira e, como refere Harmer 82001:51) “(…) the chances of success will be greatly enhanced if the students come to love the learning process”.

Ficou evidente com este estudo que a televisão, e de modo particular a programação estrangeira com legendagem, são instrumentos de aprendizagens múltiplas, entre as quais se destaca a aprendizagem da(s) língua(s). Tal leva-nos a partilhar da convicção de Vanderplank (1997:15) quando manifesta o potencial didáctico da televisão, objectivando na situação dos professores no Reino Unido. Este autor refere:

television is widely perceived as being an easy and shallow medium, strongly associated with entertainment and distraction. Many teachers and educators have mental sets, which can be described as prejudiced against television. Time spent on watching programs in class time that could be better spent doing other things, so the argument goes.


Apesar de advogarmos o recurso à legendagem como ferramenta privilegiada para a aprendizagem da(s) língua(s), deve existir, no nosso entender, uma política de flexibilidade quanto ao método a adoptar no momento de tornar programas estrangeiros acessíveis a públicos infanto-juvenis: dobragem, legendagem ou voice-over, de acordo com as necessidades do público. Dada a complexidade da matéria em apreço, seria importante formular hipóteses específicas sobre a aprendizagem de línguas no contexto da legendagem em materiais audiovisuais e encontrar suporte empírico rigoroso para provar essas hipóteses.

Existem já exemplos de investigação na área dignos de registo e, certamente, inspiradores para novos estudos em novos contextos. A título de exemplo tomemos o projecto Levis – Learning via Subtitles ( http://levis.cti.gr:), um software de legendagem desenvolvido pelo European língua 2 project, especificamente criado para ser utilizado no ensino formal das línguas. O principal objectivo deste programa é o desenvolvimento educacional de materiais para um ensino activo de uma LE baseado em legendas para filmes. Envolve elementos culturais através de acontecimentos da vida real, que são simulados. Um simulador de legendas (LvS) foi propositadamente elaborado segundo objectivos educacionais em ensino/aprendizagem de línguas; através desta ferramenta o aprendente é convidado a acrescentar legendas a um filme, trabalhando assim as áreas do ouvir/escrever.

Este programa poderia ser implementado no sistema de ensino das nossas escolas, para impulsionar o ensino das línguas, mesmo através das legendas intralinguísticas. Dito isto, haverá cada vez maiores razões para acreditar no valor didáctico das legendas e haverá também espaço para continuar a acreditar no potencial desta ferramenta, tanto em contextos de aprendizagem formais como informais.

Observando o panorama actual das TAV, uma das principais conclusões que se podem tirar, e na senda de Diaz Cintas (Gerzymisch-Arbogast 2005: 29-30) é que estamos a viver um período caracterizado por um extraordinário dinamismo e uma actividade criativa no mundo da legendagem em geral. Há muitas vantagens para que a legendagem seja o método audiovisual mais rápido e maior no mercado: é o mais rápido, o mais económico e o mais flexível, pois pode ser utilizado para a tradução de quase todos os tipos de programas audiovisuais. O desenvolvimento e os avanços da tecnologia digital, fortalecido pelo culto da imagem, na nossa sociedade, aceleraram as trocas e a circulação de materiais audiovisuais. A legendagem está rapidamente a tornar-se o meio audiovisual na Internet e esta crescente aplicação da legendagem traz consigo a necessidade de uma abordagem igualmente mais vasta e criativa.

Neste sentido estão a surgir novas abordagens ao estudo da legendagem. Académicos como Neves (2005) estão a apresentar novas propostas em legendagem para surdos que estão intrinsecamente ligadas ao potencial oferecido pela tecnologia digital, tais como a incorporação nas legendas de smilies, emoticons e um número limitado de símbolos e ícones dinâmicos.

As convenções de legendagem não estão suficientemente estabelecidas e apenas o tempo dirá que tipo de legendagem surgirá nos novos formatos de distribuição. De acordo com Neves (2004: 317), “another development that could soon be in order may well be multi-level or multi-track subtitles, allowing people to determine the characteristics of the subtitles they want to receive”.

Inúmeras pesquisas comprovam que é possível as crianças aprenderem línguas mesmo antes da alfabetização, pois a aprendizagem da LE não atrapalha a aprendizagem da LM, pelo contrário, as crianças bilingues desenvolvem as suas competências metalinguísticas de forma evidente. A aprendizagem de uma língua deve ser uma experiência de vida que permita a acção discursiva na sociedade actual, cada vez mais plural, promovendo a construção do binómio identidade/alteridade – descoberta de si mesmo através da descoberta do outro. Contribui para a descoberta de novas percepções sobre outros povos, outras culturas e atenuarão, como defende Strecht-Ribeiro (1998:73) “algumas doenças culturais como o racismo, o fanatismo, a xenofobia ou a intolerância”.

Em termos linguísticos, a aprendizagem de uma LE permite uma percepção crítica da natureza da língua, conduzindo a uma maior consciencialização da funcionalidade da LE e da LM. Como afirma Groux (1988:82), “o ensino precoce de LE é o aprender a viver, dividir e comunicar também como humanos no planeta Terra”.

Podemos concluir, portanto, que existe uma necessidade efectiva de mudar a forma como as nossas crianças e jovens vêem televisão. Tal levaria inevitavelmente a um conjunto de mudanças sérias e de fundo na forma como se encara o processo Ensino/Aprendizagem de uma LE.

Ao terminar este trabalho, são mais as perguntas que se levantam do que as respostas encontradas. Tendo sido de natureza exploratória, existe a consciência de que este estudo terá servido apenas para o aflorar de uma problemática muito complexa e igualmente interessante. Se é verdade que pouco se acrescentou àquilo que já se sabia sobre as questões estudadas, esta investigação terá tido a especial vantagem de dar a conhecer o quanto ainda há por fazer. Aqui, tentou-se perceber qual a percepção que o público infanto-juvenil tem sobre as soluções de TAV que lhe são oferecidas na televisão portuguesa. Ficou-se ainda com a ideia de que poderá haver uma correlação directa entre as práticas de visionamento televisivo e o desempenho do jovem telespectador no uso da(s) língua(s). Falta, no entanto, concretizar de que forma essa correlação se manifesta. A bibliografia existente levanta muitas pistas. O espaço é vasto e as áreas de investigação são inúmeras. Resta a certeza que “o caminho se faz caminhando” e este terá sido um pequeno passo, dado à medida do contexto em que o estudo se realizou. Fica a vontade de conhecer mais e de fazer melhor.

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