“ No Jardim do aprendizado, as sementes plantadas hoje produzirão a colheita de amanhã”



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Sociedade Divina Providência

Colégio Sagrada Família


Rua Sete de Setembro, 915 – Centro

89.010-201 – Blumenau – SC

Fone: (47) 3326-0232 Fax: (47) 3326-0959

www.sagrada.net



Blumenau, fevereiro de 2010.
Senhores Pais e/ou Responsáveis,
Com relação ao assunto em foco na mídia sobre as pulseiras coloridas, nossa instituição toma posição de orientação e reflete a respeito.
Pulseira é oportunidade para diálogo
A antiga brincadeira do “pera, uva, maçã ou salada mista” ganhou uma nova e erotizada versão entre os adolescentes. O código, no entanto, está longe de ser simples como o da antiga brincadeira. Agora, a moda entre os meninos e meninas de 10 a 15 anos são pulseiras coloridas que possuem significados eróticos.
Criada na Inglaterra, a brincadeira chegou às escolas do país recentemente. O objeto parece inocente. Mas na realidade é um “convite” para experiências sexuais, no qual cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até o sexo propriamente dito.
Quem usa as pulseiras está automaticamente participando de um tipo de jogo (o Snap), que funciona assim: uns tentam arrebentar a pulseira do outro. Aquele que consegue ganha o direito ao “ato” ao qual a cor da pulseira corresponde. Mesmo que todas as regras não sejam cumpridas há uma mensagem explícita comunicada pelo adereço.
Apesar da conotação erótica, as pulseiras muitas vezes estão nos braços das crianças e dos adolescentes apenas como comportamento grupal/imitativo. Ainda assim, é fundamental que os pais aproveitem a situação e orientem seus filhos, explicando os perigos associados a essa brincadeira e aproveitem essa chance para quebrar barreiras e falar com eles sobre sexo. Procurem saber o significado atribuído a cada cor para discutir o tema com eles.
É importante que cada família converse com seus filhos sobre os valores que defende, sobre o cuidado e respeito que devem ter com seu corpo e com o do outro, estabelecendo limites claros sobre este assunto.
A posição do Sagrada é orientar os alunos e as famílias para que este tipo de adereço não seja usado na escola por não ser compatível com os princípios e valores do nosso espaço escolar. A escola é local para o debate educativo a respeito do assunto. No entanto, cabe principalmente à família o dever de mostrar ao seu filho o que pode e o que não pode ser feito!
Contamos com a parceria da família para um diálogo construtivo.

Atenciosamente,


Irmã Ana Besel,

Diretora.


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