Valéria Neto de Oliveira Monareto



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Encontro09.11.2017
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PLANO DE ATIVIDADES 2001/ 2002
I - INTRODUÇÃO
O GT de Sociolingüística, um dos 21 grupos de trabalho pioneiros da ANPOLL, criado durante o I Encontro Nacional da entidade, realizado em Curitiba, em dezembro de 1985, vem pautando-se pela seguinte meta: Estudar a diversidade lingüística do Brasil, representada, de um lado, pelo multilingüismo (línguas de imigração, línguas indígenas, situações de contato e crioulos) e, de outro, pelas dimensões temporal (história da língua), geográfica (atlas lingüísticos), social e situacional (variação sociolingüística, atitudes dos falantes e bidialetalismo) do português.
O estado atual do GT vem apontando para a necessidade de realinhar suas diretrizes com vistas a dinamizar sua política de funcionamento interno e a conferir maior visibilidade à circulação da produção acadêmica de seus membros.
O Plano de Atividade direciona-se, portanto, para imprimir feição mais substantiva à representatividade de atuação do GT enquanto fórum aglutinador de pesquisadores da área.
II - CONFIGURAÇÃO TEMÁTICA DO GT
Conforme deliberação da gestão anterior, o GT passa a organizar-se em torno de três macro-áreas, com os seguintes representantes: Dercir Pedro de Oliveira (UFMS), “Geolingüística”, Hildo Honório do Couto (UnB), “Contato de línguas” e Maria Cecília Mollica (UFRJ), “Variação e Mudança”. A produção acadêmica do GT será, portanto, dimensionada a partir dessas subáreas.
III - AGENDA DE ATIVIDADES
O planejamento do GT pauta-se através das seguintes metas de trabalho:
1) Maior envolvimento com os membros do GT, em três frentes:
1a) deliberação por parte da Coordenação em submeter à apreciação de membros do GT o Plano do Biênio, através de encontro incorporado à programação do II Congresso Internacional da ABRALIN, realizado em 15 de março de 2001, na Universidade Federal do Ceará (cf. ata em anexo). A agenda básica do GT contempla, pois, as diretrizes aprovadas durante esse evento, que, embora restritas à avaliação dos participantes inscritos no Congresso, fornecem um balizamento referencial para o Plano projetado;
1b) dinamização do sistema de comunicação entre os membros, por meio da utilização sistemática do correio eletrônico e da atualização contínua da lista dos associados (cf. listagem mais recente, em anexo);
1c) agendamento da programação das atividades do GT a partir de consulta à comunidade associada, em forma de boletins com periodicidade regular veiculados via internet.
2) Ênfase à produtividade do GT:
Em consonância com as tendências apontadas no Encontro de Fortaleza, o Plano atribui prioridade à produção acadêmica e não à questão do número de seus membros e à realização de encontros intermediários (hoje em dia em grande parte inviabilizados pela falta de financiamento), em que comparece número pouco expressivo de participantes. Em face dessa situação, a gestão antecedente já deliberara fazer constar de seu quadro aqueles membros efetivamente assíduos, não somente em termos de freqüência em reuniões, mas, sobretudo, em termos de sua contribuição acadêmica.
A concretização dessa meta prevê dois tipos de publicação: a) um levantamento bibliográfico referente às três áreas de atuação do GT supracitadas, organizado pelos representantes nomeados; b) um livro, a ser lançado no Congresso da ANPOLL, em 2002.
3) Resgate da trajetória histórica do GT:
No GT há pelo menos o registro de duas iniciativas de divulgação da síntese do estado de arte da sociolingüística. A primeira delas foi publicada em 1989, pela UFPE, nos Anais do IV Encontro Nacional da ANPOLL, realizado em São Paulo.Trata-se de uma coletânea de artigos sobre o levantamento regional da produção da sociolingüística no Rio de Janeiro (Paiva e Roncarati), em São Paulo (Duarte e Moinho), no nordeste (Cardoso), no centro-oeste (Bortoni-Ricardo) e no sul (Vandresen). O segundo trabalho, de autoria de Sílvia Figueiredo Brandão (UFRJ), sobre as origens e os desenvolvimentos do GT, encontra-se publicado na Revista da ANPOLL nº 1, 1995, págs. 95-102. Há, por conseguinte, um interstício que ainda não foi recoberto: o final da década de 90. Na programação do GT, caberá a Paulino Vandresen (UFSC), um dos fundadores do GT e membro da primeira Diretoria da ANPOLL, elaborar um capítulo sobre a trajetória do GT, com base no acervo constituído pelas gestões precedentes e nas publicações dos Anais e das Revistas da ANPOLL e dos periódicos de referência.
4) Interação com outras sociedades científicas:
Por deliberação aprovada na gestão anterior, o GT deverá incentivar as áreas de contato lingüístico, geolingüística, antropologia e sociologia. O GT proporá à direção do XI Congresso da ASSEL-Rio, a ser realizado de 09 a 11 de outubro na PUC-Rio, uma Mesa-Redonda com a participação de representantes da ANPOCS e ANPED.
5) Parceria acadêmica com encontros da área:
A agenda de trabalho prevê o aproveitamento de encontros em que se reúnem representantes da área para a realização de reuniões intermediárias. A próxima reunião paralela do GT deverá ocorrer no XI Congresso da ASSEL-Rio. Prevê-se, além da Mesa-Redonda supracitada, um worshop cuja programação incluirá as três macro-áreas que compõem o GT. A participação dos membros será feita mediante inscrição prévia em cada uma dessas áreas. Os selecionados deverão apresentar um artigo, divulgado com antecedência via e-mail, a ser discutido para fins de publicação no livro a ser apresentado no referido Congresso da ANPOLL.

Rio de Janeiro, abril de 2001.



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