Universidade federal de santa catarina pró-reitoria de desenvolvimento humano e social departamento de desenvolvimento de potencializaçÃo de pessoas divisão de admissão e movimentaçÃo edital no 010/ddpp/2009



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

PRÓ-REITORIA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL

DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO DE POTENCIALIZAÇÃO DE PESSOAS

DIVISÃO DE ADMISSÃO E MOVIMENTAÇÃO

EDITAL No 010/DDPP/2009

Processo Seletivo Simplificado para Contratação por Tempo Determinado




CARGO: MÉDICO/NEUROLOGIA

Data: 29/03/2009 Duração: 09h00min às 12h00min



I N S T R U Ç Õ E S



1 - Para fazer a prova você usará este caderno de prova e um CARTÃO-RESPOSTA, os quais deverão ser assinados.

2 - Confira, no CARTÃO-RESPOSTA, seu nome, número de inscrição e cargo para o qual se inscreveu. Examine se há marcações indevidas no campo destinado às suas respostas. Se houver, reclame imediatamente ao fiscal do grupo.

3 - Transcreva os dados do seu cartão-resposta para os campos correspondentes existentes na parte inferior desta página.

4 - A interpretação das questões é parte integrante da prova, não sendo permitidas perguntas aos fiscais.

5 - Verifique, no caderno de prova, se faltam folhas, se a seqüência de questões, no total de 30 (trinta), está correta e se há imperfeições gráficas que possam causar dúvidas. Comunique imediatamente ao fiscal qualquer irregularidade. Não destaque folhas do caderno de prova.

6 - Para cada questão são apresentadas 5 (cinco) alternativas diferentes de respostas (A, B, C, D e E). Apenas uma delas constitui a resposta correta em relação ao enunciado da questão.

7 - Utilize caneta esferográfica com tinta preta (preferencialmente) ou azul.

8 - Questões em branco, que contenham mais de uma resposta, emendas ou rasuras não serão consideradas.

9 - Não será permitida, durante a realização da prova, a comunicação entre os candidatos, o porte e utilização de aparelhos celulares ou similares, de calculadoras ou similares, de relógios, de livros, de anotações, de impressos ou de qualquer outro material de consulta, sendo eliminado do Processo Seletivo Simplificado o candidato que descumprir esta determinação.

10 - Ao terminar a prova, entregue o CADERNO DE PROVA e o CARTÃO-RESPOSTA.

11 - A duração da prova será de 3 (três) horas, incluindo o tempo gasto para preenchimento do CARTÃO-RESPOSTA. Após este tempo, todo material de prova será recolhido pelo fiscal do grupo.

12 - Para conferir suas respostas com o gabarito oficial, anote-as no quadro constante do rodapé da última folha, o qual poderá ser destacado e levado com você.

___________________________________________



ASSINATURA DO(A) CANDIDATO(A)


INSCRIÇÃO




C A R G O






NOME DO(A) CANDIDATO(A)





LOCAL / SETOR / GRUPO / ORDEM




01) Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à pergunta abaixo.
Pacientes portadores do vírus HIV costumam apresentar meningite fúngica. Das causas abaixo citadas, qual fungo é o mais freqüentemente observado?


  1. Aspergillus.

  2. Cryptococus.

  3. Mucor.

  4. Cândida.

  5. Rhizopus.



02) Assinale a alternativa CORRETA.
A transformação de infarto cerebral pálido em infarto cerebral vermelho ocorre...


  1. na embolia cerebral.

  2. devido ao uso de antiagregantes plaquetários.

  3. devido ao uso de anticoagulantes.

  4. devido à hipertensão arterial não tratada.

  5. devido ao uso de anticonvulsivantes.



03) Assinale a alternativa CORRETA.
Zona de penumbra é uma área...


  1. de infarto cerebral de difícil visualização na CT.

  2. de infarto cerebral visível apenas na ressonância magnética.

  3. de neurônios sem atividade, mas ainda viáveis, em torno da região infartada.

  4. onde ocorre um aumento de sangue venoso.

  5. onde não existe circulação colateral.



04) Assinale a alternativa CORRETA.
Doença de Moya Moya é uma...


  1. encefalite.

  2. doença neuronal degenerativa.

  3. doença desmielinizante.

  4. doença das veias cerebrais.

  5. doença das artérias cerebrais.



05) Assinale a alternativa CORRETA.
A presença de sinais de irritação meníngea é característica de...


  1. infarto cerebral pálido.

  2. infarto cerebral hemorrágico.

  3. embolia cerebral.

  4. hemorragia cerebral.

  5. isquemia cerebral transitória.


06) Assinale a alternativa CORRETA.
O exame complementar de primeira escolha para confirmar o diagnóstico de hemorragia cerebral é:


  1. liquor céfaloraquídeo.

  2. ressonância magnética de crânio.

  3. angiografia cerebral digital.

  4. tomografia computadorizada de crânio.

  5. EEG.



07) Assinale a alternativa CORRETA.
Em um paciente hipertenso, com infarto cerebral, nas primeiras 24 horas devemos...


  1. abaixar imediatamente a pressão arterial.

  2. abaixar a pressão arterial se esta estiver acometendo outros órgãos.

  3. abaixar a pressão arterial se o infarto cerebral estiver em evolução.

  4. não abaixar a pressão arterial em qualquer hipótese.

  5. abaixar a pressão arterial apenas se a diastólica estiver maior que 150.



08) Assinale a alternativa CORRETA.
A administração de glicose endovenosa deve ser feita na fase aguda do:


  1. não devemos administrar glicose nas primeiras horas do infarto cerebral.

  2. infarto cerebral embólico.

  3. infarto cerebral pálido.

  4. infarto cerebral vermelho.

  5. infarto cerebral aterotrombótico.



09) Assinale a alternativa CORRETA.
O uso do Manitol é indicado:


  1. na hemorragia cerebral.

  2. quando há insuficiência renal.

  3. quando há crises convulsivas.

  4. no infarto cerebral.

  5. quando há edema cerebral.



10) Assinale a alternativa CORRETA.
A isquemia cerebral transitória caracteriza-se por:


  1. acometer pessoas de mais de 60 anos.

  2. sua breve duração, remissão espontânea e tendência a recidiva.

  3. sua breve duração, remissão espontânea e seqüelas pequenas.

  4. acometer mais o sexo masculino.

  5. sua duração ser menor de 72 horas, remissão espontânea e tendência a recidiva.


11) Com relação aos filtros utilizados em eletroencefalografia ambulatorial, assinale a alternativa CORRETA.


  1. A constante de tempo é diretamente proporcional à resistência e à capacitância.

  2. Nos filtros de alta freqüência (passa baixa) o componente mais importante é o capacitor, pois ele responde principalmente a mudanças de voltagem.

  3. Nos filtros de baixa freqüência (passa alta) o componente mais importante é o resistor, pois este responde à voltagem em equilíbrio.

  4. O filtro de incisura bloqueia as freqüências acima de 60 Hz, sendo útil para minimizar artefatos oriundos da corrente elétrica.

  5. Tradicionalmente a faixa espectral utilizada em eletroencefalografia ambulatorial vai de 0,5 Hz até 35 Hz.


12) Com relação aos amplificadores, assinale a alternativa CORRETA.


  1. O quociente de rejeição do modo comum do amplificador é dado pela divisão do ganho em fase pelo ganho fora de fase.

  2. O amplificador de extremidade única é muito sensível à interferência da corrente elétrica (60 Hz) e a artefatos, e não permite o registro simultâneo de múltiplos canais.

  3. A mudança de sensibilidade do aparelho de eletroencefalografia é feita adicionando-se resistores em paralelo ao circuito.

  4. Para um registro ambulatorial, aceita-se que a impedância de um eletrodo de escalpo deva estar abaixo de 10 K ohms.

  5. Para registro de morte encefálica, a impedância dos eletrodos deve necessariamente estar abaixo de 2.500 ohms e acima de 1.000 ohms.


13) Assinale a alternativa correta.


  1. A polaridade de uma onda elétrica registrada no eletroencefalograma é determinada pela razão entre a diferença de potencial de cada entrada do amplificador.

  2. Os dipolos são fontes elétricas (geradores) que geram campos elétricos positivos e negativos em direções opostas, sendo mais freqüentemente registrados no eletroencefalograma numa disposição paralela à superfície cerebral.

  3. Pelo princípio do ângulo sólido, em todos os pontos na face negativa do dipolo o sinal do potencial será necessariamente negativo, e nos pontos da face positiva será necessariamente positivo.

  4. Dipolos verticais são encontrados mais freqüentemente em sulcos profundos.

  5. A reversão de fase verdadeira ocorre quando, por ocasião de um dipolo tangencial, a disposição horizontal dos neurônios produz um campo elétrico onde se registram as extremidades do dipolo.


14) Com relação à segurança elétrica, assinale a alternativa CORRETA.


  1. O risco de ocorrer alça-terra é maior em exames de EEG realizados em paciente conectado a mais de um aparelho elétrico simultaneamente, e um fio-terra conectado ao paciente.

  2. O fluxo de uma corrente elétrica é inversamente proporcional à voltagem e diretamente proporcional à impedância.

  3. O isolador biopotencial está ligado em paralelo aos 21 eletrodos e também limita a passagem de corrente através do paciente; entretanto, pode aumentar a quantidade de artefato de 60 Hz.

  4. O perigo na realização de procedimentos que envolvam eletricidade não é apenas inerente à presença de uma voltagem, mas ao fluxo de corrente que é diretamente proporcional à impedância e inversamente proporcional à voltagem.

  5. O terra isolado (isoterra) é ligado em série com o eletrodo-terra conectado ao paciente e limita a passagem de corrente, atuando como um resistor.


15) Em relação aos métodos de ativação utilizados durante a realização de um exame de eletroencefalograma ambulatorial, assinale a alternativa CORRETA.


  1. Em no máximo 1 minuto após o término da hiperventilação, a lentificação do traçado de EEG deve desaparecer por completo.

  2. A lentificação no traçado observada durante a hiperventilação é mais exuberante em pacientes adolescentes na faixa etária de 12 a 20 anos de idade.

  3. A hiperventilação deve ser realizada em todos os exames de rotina, desde que os pacientes sejam capazes de colaborar.

  4. Durante a fotoestimulação o surgimento de atividade aguda nas regiões posteriores apenas durante o período em que a lâmpada está ligada em freqüências semelhantes, infra ou supra-harmônicas ao estímulo, pode indicar disfunção das regiões posteriores do encéfalo.

  5. A fotoestimulação deve ser feita com luz estroboscópica a mais de 50 cm dos olhos do paciente, nas freqüências de 1, 3, 5, 10, 13, 17, 20, 25 Hz.


16) Com relação à estimulação como método de ativação utilizado no exame de eletroencefalograma ambulatorial, assinale a alternativa CORRETA.


  1. O surgimento de descargas na região parietal decorrentes de estimulação tátil (percussão) dos pés, tronco ou membros é um indicativo de epilepsia parcial idiopática.

  2. A fotossensibilidade está associada às epilepsias generalizadas primárias e pode desaparecer até a quarta década de vida, em especial se o paciente estiver fazendo tratamento com ácido valpróico.

  3. A resposta fotomioclônica ocorre em crianças e adultos com epilepsia mioclônica responsiva à fotoestimulação.

  4. A heterogeneidade genética e penetrância incompleta podem ocorrer em casos de fotossensibilidade com herança autossômica dominante.

  5. A estimulação auditiva pode produzir o aparecimento de descargas epileptiformes preferen-
    cialmente nas regiões frontais ipsilaterais ao ouvido estimulado.

17) Com relação aos artefatos fisiológicos registrados durante a realização do exame de eletroencefalograma, assinale a alternativa CORRETA.


  1. A córnea é carregada negativamente e a retina positivamente.

  2. Artefatos do músculo reto-lateral são mais freqüentemente captados como espículas em F7 ou F8.

  3. Durante a abertura ocular os eletrodos Fp1 e Fp2 captam uma deflexão para baixo da linha de base do traçado.

  4. Os 2 pares de eletrodos mais envolvidos na captação de artefatos de piscamento em cada hemisfério são Fp1, Fp2, F3 e F4.

  5. Artefatos de estouro do eletrodo podem ser acarretados pela sudorese.


18) Em relação à maturação do EEG, assinale a alternativa CORRETA.


  1. A continuidade e sincronia devem estar bem definidas a partir do 1o mês de idade concepcional, com exceção dos grafoelementos de sono que podem permanecer assíncronos até 24 meses de idade.

  2. O ritmo central caracteriza-se por uma atividade teta (6-7 Hz) antes dos 5 meses, atingindo 8 a 10 Hz a partir do sexto mês de idade concepcional.

  3. A ausência de ritmo dominante posterior bem estabelecido é normal até os 8 anos de idade.

  4. Ritmos frontais de alta amplitude na infância sempre são resultantes de anormalidade.

  5. A ausência de ritmo dominante posterior já estabelecido aos 5 meses de idade deve ser considerada anormal.


19) Com relação à maturação do EEG, assinale a alternativa CORRETA.


  1. O limite inferior da normalidade da freqüência do ritmo posterior dominante esperado para uma criança de 1 ano é 6 Hz.

  2. O limite inferior da normalidade da freqüência do ritmo posterior dominante esperado para uma criança de 3 anos é 8 Hz.

  3. A partir de 9 meses observa-se o fenômeno de hipersincronia hipnagógica.

  4. A sonolência pode ser identificada a partir do 4o mês, quando se observa a atividade teta rítmica difusa.

  5. A hipersincronia hipnopômpica que ocorre ao despertar pode ser indicativa de patologia estrutural ou funcional.


20) Com relação à maturação do EEG e grafoelementos de sono, assinale a alternativa CORRETA.


  1. Os fusos de sono devem aparecer a partir do 4o mês de idade concepcional.

  2. As ondas em “cone” (cone waves) podem persistir até a fase adulta.

  3. As ondas agudas do vértex são observadas a partir do 3o mês de idade concepcional.

  4. Os complexos K são observados a partir do 3o mês de idade concepcional.

  5. Os fusos extremos são sempre patológicos, e mais observados em crianças até 3 anos de idade com retardo mental ou encefalopatia crônica não progressiva.

21) Com relação ao eletroencefalograma durante a vigília em adultos, é CORRETO afirmar que:


  1. a amplitude da atividade alfa registrada nas regiões posteriores varia entre 40 e 50 µV, podendo ser discretamente mais ampla no hemisfério cerebral dominante, sendo atenuada pela abertura ocular.

  2. a atividade lenta abaixo de 8 Hz não pode estar presente em adultos durante a vigília.

  3. a atividade de base do adulto em repouso e em vigília é composta basicamente pela mistura de 3 tipos de ondas: alfa (mais posteriores), ritmo central (Mu) e beta (mais anteriores).

  4. o fenômeno de Bancaud ocorre em pacientes com lesões cerebrais difusas, envolvendo ambos os hemisférios cerebrais.

  5. atividades rápidas na faixa beta são atenuadas com uso de barbitúricos e benzodiazepínicos.


22) Com relação ao eletroencefalograma no idoso, assinale a alternativa CORRETA.


  1. É considerada normal a presença de alentecimento focal de curta duração (faixa teta, de 4-7 Hz) nas regiões temporais, com predomínio à esquerda.

  2. Ondas lentas observadas no idoso, embora inespecíficas, são sempre patológicas.

  3. A presença de lentificação intermitente no lobo temporal está associada ao “Declínio Cognitivo Leve” (do inglês Mild Cognitive Impairment).

  4. A presença de atividade delta bilateral, com predomínio frontal durante a vigília, é considerada necessariamente um marcador de anormalidade estrutural.

  5. Sempre é observada uma discreta desorganização da atividade de base a partir dos 65 anos de idade.


23) Com relação ao eletroencefalograma em pacientes adultos, na sonolência, é CORRETO afirmar que:


  1. o estágio I de sono nem sempre está associado a movimentos oculares lentos de amplitude moderada a grande.

  2. na sonolência observa-se o surgimento do ritmo alfa nas regiões centrais e, menos freqüentemente, nas temporais.

  3. o surgimento dos movimentos oculares lentos da sonolência sempre está acompanhado do desaparecimento do ritmo alfa posterior.

  4. a diminuição da amplitude do ritmo alfa posterior ocorrida durante a sonolência é sempre simétrica.

  5. na sonolência não se observa fragmentação do ritmo alfa posterior.

24) Com relação ao EEG em neonatos, assinale a alternativa CORRETA.


  1. “Delta brush” deve desaparecer até a 42a semana.

  2. Teta agudizado occipital de prematuros pode ser encontrado em recém-nascidos a termo.

  3. “Trace discontinue” ocorre principalmente durante a prematuridade e desaparece entre as 32 a 34 semanas.

  4. Os transientes agudos frontais podem ser vistos até o 3o mês de vida.

  5. Espículas positivas necessariamente estão associadas à lesão cerebral, mais freqüentemente à hemorragia ventricular.



25) Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo.

É(São) considerada(s) variante(s) da normalidade:



  1. ondas positivas 14/6 Hz.

  2. descarga eletrográfica sub-clínica do adulto.

  3. espículas arciformes (“wicket spikes”).

  4. ponta-onda fantasma de 6Hz.

Assinale a alternativa que apresenta a seqüência CORRETA, de cima para baixo.


A( ) V – V – V – V.

B( ) V – F – F – V.

C( ) F – V – F – F.

D( ) F – F – V – V.



E( ) V – V – V – F.

26) Assinale a alternativa correta.

  1. Os transientes agudos positivos do sono na região occipital ocorrem exclusivamente no sono.

  2. O ritmo da brecha ocorre apenas em vigília.

  3. O teta temporal rítmico da sonolência raramente ocorre na vigília.

  4. A ponta-onda fantasma e a atividade teta-central de Ciganek ocorrem apenas em sono.

  5. A variante alfa de freqüência harmônica superior à da atividade de base normal (9 - 10 Hz no adulto) é considerada uma anormalidade.



27) Com relação às atividades epileptiformes e não-epileptiformes interictais, é CORRETO afirmar que:


  1. ondas agudas e espículas não-epileptiformes são assimétricas quanto à duração da fase de subida e descida.

  2. ondas agudas e espículas freqüentemente são seguidas de ondas lentas, e sempre de polaridade oposta.

  3. ondas agudas e espículas nunca são monofásicas.

  4. ondas agudas e espículas epileptiformes têm uma duração diferente da atividade de base normal.

  5. a presença de alentecimento na faixa teta observado no lobo temporal é um indicativo de anormalidade.



28) Assinale a alternativa CORRETA, com relação à atividade epileptiforme interictal.


  1. Na epilepsia benigna com paroxismos occipitais a atividade de base é normal e a foto- estimulação em geral incrementa a presença de paroxismos interctais na região occipital.

  2. O sono atenua a atividade epileptiforme interictal na epilepsia benigna com paroxismos centro-temporais.

  3. Na epilepsia benigna com paroxismos centro-temporais às vezes é possível observar um dipolo horizontal na região temporal média ou central.

  4. Pacientes com epilepsia do lobo temporal mesial associada à esclerose unilateral do hipocampo que apresentam alentecimento intermitente na faixa delta, este alentecimento sempre ocorre no lado da esclerose.

  5. Pacientes com epilepsia do lobo temporal mesial associada à esclerose do hipocampo bilateral sempre apresentam atividade epileptiforme interictal bilateral.


29) Com relação à atividade epileptiforme interictal, assinale a alternativa CORRETA.


  1. A zona de início ictal necessariamente corresponde à zona epileptogênica.

  2. Paroxismos epileptiformes com máxima eletronegatividade em Fp1 ou Fp2 indicam que a epileptogênica necessariamente se localiza na região fronto-polar, esquerda ou direita, respectivamente.

  3. Paroxismos epileptiformes com máxima eletronegatividade localizada em uma das regiões temporais indicam que a zona epileptogênica está necessariamente localizada no lobo temporal correspondente.

  4. Devido ao princípio do ângulo sólido, paroxismos epileptiformes localizados na linha média podem eventualmente ser visualizados em eletrodos posicionados no hemisfério contra-lateral ao que se originaram os paroxismos.

  5. A zona de início ictal só pode ser observada em registro de vídeo-eletroencefalografia.


30) Com relação às atividades epileptiformes interictais, assinale a alternativa CORRETA.


  1. Na epilepsia mioclônica benigna da infância o traçado interictal mostra atividade de base normal, ao contrário da encefalopatia mioclônica severa do lactente em que a atividade de base é sempre anormal.

  2. A avaliação de uma criança com Síndrome de West necessariamente deve incluir um traçado de sono, pois nos estágios iniciais da doença o traçado de vigília pode não mostrar as anormalidades típicas da doença.

  3. Na Síndorme de Lennox-Gastaut o traçado eletroencefalográfico necessariamente evidencia alentecimento e desorganização da atividade de base, complexo ponta-onda lenta (de 3.5 a 4.5Hz), generalizados, amplos e com acentuação multifocal.

  4. A característica da síndrome de Doose é: com a progressão da doença, ocorre a substituição da atividade de base por uma atividade lenta na faixa delta, difusa.

  5. Na epilepsia mioclônica juvenil o traçado eletroencefalográfico caracteriza-se pela presença de complexos poli-ponta, seguidos de onda lenta, irregulares, generalizados, com predomínio nas regiões frontais e ausência de anormalidades interictais focais.





GRADE DE RESPOSTAS (Somente esta parte poderá ser destacada)


QUESTÕES

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03

04

05

06

07

08

09

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RESPOSTAS

















































QUESTÕES

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RESPOSTAS




















































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