Universidade federal da paraíba centro de ciências humanas, letras e artes departamento de letras clássicas e vernáculas licenciatura em letras/LÍngua brasileira de sinais modalidade: educaçÃo a distância



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OBJETIVOS DO CURSO


O Curso Bilingue de Letras/Língua Brasileira de Sinais, através de seu Projeto Político-Pedagógico, tem como objetivo geral e precípuo formar professores para atuar no ensino da língua brasileira de sinais como primeira e segunda língua, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio.

Esta formação busca, especificamente, capacitar o aluno para:



  1. refletir sobre o papel da linguagem na socialização humana e na capacidade de inclusão;

  2. favorecer a construção da ação docente prático-reflexiva, a partir da percepção de que a sala de aula e o cotidiano escolar são espaços de formação, não apenas dos estudantes, mas também do professor;

  3. considerar a importância do domínio da linguagem (em suas várias formas de manifestação e registro) como fundamental não apenas para a interação social, mas também para o julgamento crítico das relações sociais e do contexto em que o aluno está inserido, capacitando-o para as atividades de ensino, pesquisa, visando a sua formação como agente produtor e não mero transmissor do conhecimento;

  4. promover a extensão como forma de articular o ensino e a pesquisa com a realidade social da qual ele faz parte.

Esses objetivos deverão ser considerados, para o seu detalhamento, em consonância com o perfil do aluno egresso de Letras.

  1. Perfil Profissional

A sociedade brasileira atual exige do graduado em Letras/LIBRAS uma atuação social e profissional comprometida com a construção da consciência de cidadania. O graduando em Letras/LIBRAS deverá entender que a complexidade da sociedade manifesta-se através de diferentes formas e modos de linguagem, correspondentes a diferentes interesses em constantes confrontos e conflitos, em relação aos quais o cidadão deverá se posicionar. Diante disso, o perfil do graduando em Letras/LIBRAS deverá incluir:

  1. conhecimentos teórico e descritivo básicos dos componentes fonológico, morfológico, sintático, semântico e discursivo da LIBRAS;

  2. capacidade de compreender os fatos da língua e de conduzir investigações de língua e de linguagem que possam ser aplicadas a problemas de ensino e de aprendizagem de LIBRAS;

  3. capacidade de desempenhar o papel de multiplicador, formando leitores críticos, intérpretes e produtores de textos de diferentes gêneros e registros linguísticos, e fomentando o desenvolvimento de habilidades linguísticas, culturais e estéticas;

6. Das habilidades e competências:

O Curso objetiva capacitar o futuro Licenciado com as seguintes aptidões:

a) ser proficiente em LIBRAS;

b) ensinar LIBRAS como L1 ou L2

c) orientar e mediar o ensino para a aprendizagem dos alunos;

d) responsabilizar-se, tanto pelo sucesso, quanto pelo fracasso da aprendizagem dos alunos;

e) assumir e saber lidar com a diversidade existente entre alunos e realidades escolares;

f) perceber a sala de aula como objeto de pesquisa educacional;

g) utilizar metodologias, estratégias e materiais de apoio que privilegiem o aluno como sujeito da aprendizagem;


  1. articular-se no eixo pesquisa, ensino e extensão.

7. CAMPO DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL DE LIBRAS

  1. Magistério do Ensino Fundamental e Médio, cursos livres, aulas particulares e de reforço, magistério superior (como auxiliar de ensino);

  2. Pesquisa;


8. CARACTERIZAÇÃO DA ESTRUTURA DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO

    1. Coordenações do curso

Coordenadora: Evangelina Maria Brito de Faria

Vice-Coordenadora: Marianne Bezerra Cavalcante

Evangelina Faria é Doutora em Linguística pela UFPE. Concluiu o Doutorado em 2002, com a Tese: Interação e argumentação infantil. Desde 93, atua no PAELP (Programa de Apoio ao Ensino de Língua Portuguesa), apresentando vasta experiência com cursos para a formação de Professores. Foi de 2002 a 2004 chefe do Departamento de Letras Clássicas e Vernácula, cargo que concorreu para uma melhor compreensão dos trâmites legais dentro da UFPB. Atualmente coordena junto com a Professora Marianne Cavalcante o LAFE (Laboratório de Aquisição de Fala e de Escrita), desenvolvendo pesquisa também na área de LIBRAS, tendo já várias orientações defendidas nesse campo desde 2005. Participou do projeto “A língua Brasileira de Sinais no Nordeste: variantes de João Pessoa e Recife.” Atualmente, presta assessoria aos professores de língua portuguesa da Educação infantil do Município de João Pessoa e integra a comissão do PNLD, Programa Nacional de Avaliação do Livro Didático..

Marianne Bezerra Cavalcante é Doutora em Linguística pela UNICAMP. Professora Adjunta da UFPB, atua na graduação e no Programa de Pós-graduação em Linguística (PROLING). Coordena o Laboratório de Aquisição de Fala e de Escrita (LAFE) e o Núcleo de Estudos Linguísticos e Interacionais. É professora pesquisadora do CNPq, realizando estudos também na área de LIBRAS, tendo já várias orientações defendidas nesse campo desde 2005. Coordenou (2009/2010) o Projeto “A LIBRAS no Nordeste: um levantamento linguístico das variantes usadas nas comunidades de surdos de João Pessoa-PB e Recife-PE, aprovado pelo IPHAN.

A coordenação do curso de Letras/Língua Brasileira de Sinais far-se-á mediante a seguinte organização:


  • Coordenação geral, responsável pelas seguintes atividades:

  1. controle da produção, edição e distribuição do material didático, supervisionando, nas duas primeiras etapas, o trabalho da coordenação pedagógica, e, no último, o do setor gráfico, expedição, recepção nos pólos e distribuição aos alunos, com base no cronograma de atividades;

  2. supervisão das atividades da coordenação de suporte tecnológico (na UFPB e nos pólos), responsável, também, pelo sistema informatizado que permitirá a extração e o envio de dados, via Internet, aos setores de registro acadêmico da UFPB e à SEED;

  3. distribuição e aplicação de recursos segundo o cronograma físico-financeiro de execução;

  4. acompanhamento e verificação das condições de oferta dos pólos; e

  5. gerenciamento contábil-financeiro e prestação de contas e outras questões pertinentes ao exercício financeiro do projeto.



  • Coordenação pedagógica: Marianne Bezerra Cavalcante.

  • Coordenação acadêmico-pedagógica será responsável pelas seguintes atividades:

  1. coordenação das atividades das equipes de professores (autores), revisores, editores, validadores e web designers, voltadas à produção de conteúdos em materiais impressos, web, CD e vídeo, para os conteúdos curriculares do 1º ano do curso, bem como das atividades interativas durante a oferta do curso;

  2. organização, implementação e avaliação dos momentos presenciais;

  3. acompanhamento da vida acadêmica dos alunos;

  4. acompanhamento da produção do material de LIBRAS junto aos assessores surdos

Coordenação geral de tutoria: Coordenação de tutoria será responsável pela seleção, coordenação e supervisão das atividades da equipe de tutores;

Coordenação em consultoria de LIBRAS: Essa coordenação será responsável pela supervisão do material em LIBRAS. Como o curso lida com um patrimônio cultural de um grupo minoritário, todo o material produzido será acompanhado por surdos congênitos proficientes em LIBRAS.
8.2 Bases legais do Projeto

Considerando o perfil do profissional de Letras anteriormente proposto e objetivando proporcionar aos alunos do Curso de Licenciatura Plena em Letras condições para ser um profissional participativo, reflexivo, autônomo, conhecedor de seus direitos e deveres, preparado para o ensino de língua de sinais, apresentamos propostas de conteúdos curriculares que, em observância à Resolução nº 34/2004 do CONSEPE, são agrupados em:


1. Conteúdos Básicos Profissionais


    1. Conteúdos específicos de línguas (vernácula e estrangeira) e literaturas (vernácula e estrangeira)




    1. Formação Pedagógica




    1. Estágio Supervisionado de Ensino.




  1. Conteúdos Complementares




    1. Obrigatórios – Conteúdos de fundamentação teórica em línguas (vernácula e estrangeiras) e literaturas (vernácula e estrangeira); Metodologia do Trabalho Científico, Pesquisa Aplicada ao Ensino de Línguas (vernácula e estrangeiras) e Literaturas (vernácula e estrangeira) e o Trabalho de Conclusão do Curso;




    1. Optativos – Conteúdos que possibilitam ao aluno uma escolha profissional adequada e uma ampliação de seus horizontes de conhecimento.

i. Gerais – Conteúdos das áreas do curso – Libras, Linguística e Literatura.

ii. Da Formação Pedagógica – Conteúdos que ampliam a formação pedagógica do aluno.




    1. Flexíveis - Conteúdos responsáveis pelos eixos de aprofundamento nas diversas áreas do curso – Língua, Linguística, e Literatura.



Roteiro para Elaboração da Estrutura Curricular dos Cursos de Graduação

(baseado nas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso e a

Resoluções nº 34/2004 e 04/2004 do CONSEPE)

COMPOSIÇÃO CURRICULAR

CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS /HABILITAÇÃO EM LIBRAS

Conteúdos Curriculares

Carga Horária

Créditos

1. Conteúdos Básicos Profissionais

1800

120

1.1. Conteúdos Básicos Profissionais

1.2. Formação Pedagógica

1.3. Estágio Supervisionado


1080

300


420

72

20

28



2. Conteúdos Complementares

1020

68

2.1. Conteúdos Complementares Obrigatórios

2.2. Conteúdos Complementares Optativos

2.2.1. Gerais

2.2.2. da Formação Pedagógica

2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis



660

120


120

120


44

8

8



8

TOTAL

2820

188


COMPOSIÇÃO CURRICULAR

CURSO BILÍNGUE DE GRADUAÇÃO EM LETRAS -HABILITAÇÃO EM LIBRAS

1. Conteúdos Básicos Profissionais

1.1 Conteúdos Básicos Profissionais

Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos




Fundamentos da Educação de Surdos

04

60

Nenhum

LIBRAS I

04

60

Nenhum

LIBRAS II

04

60

LIBRAS I

LIBRAS III

04

60

LIBRAS II

LIBRAS IV

04

60

Nenhum

LIBRAS V

04

60

Nenhum

LIBRAS VI

04

60

Nenhum

Morfologia

04

60

LIBRAS III

Fonética e Fonologia

04

60

Nenhum

Sintaxe

04

60

Nenhum

Semântica e Pragmática

04

60

Nenhum

Aquisição da linguagem

04

60

Nenhum

Literatura Visual

04

60

Nenhum

Leitura e produção de Texto I

04

60

Nenhum

Leitura e produção de Texto II

04

60

Nenhum

Escrita de Sinais I

04

60

LIBRAS II

Escrita de Sinais II

04

60

Escrita de Sinais

Escrita de Sinais II

04

60

Nenhum

Total

72

1080

Nenhum



1.2 Formação Pedagógica

Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Fundamentos Antropo-Filosóficos da Educação

04

60

Nenhum

Fundamentos Sócio-Históricos da Educação

04

60

Nenhum

Fundamentos Psicológicos da Educação

04

60

Nenhum

Política e Gestão da Educação

04

60

Nenhum

Didática da LIBRAS

04

60

Nenhum

TOTAL

20

300






1.3 Estágio Supervisionado

Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Estágio Supervisionado I

04

60

Nenhum

Estágio Supervisionado II

04

60

Estágio Supervisionado I

Estágio Supervisionado III

04

60

Estágio Supervisionado I

Estágio Supervisionado IV

04

60

Estágio Supervisionado I

Estágio Supervisionado V

04

60

Estágio Supervisionado I

Estágio Supervisionado VI

04

60

Estágio Supervisionado I

Estágio Supervisionado VII

04

60

Estágio Supervisionado I

TOTAL

28

420






2. Conteúdos Complementares

2.1 Conteúdos Complementares Obrigatório

Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Metodologia do Trabalho Científico

04

60

Nenhum

Fundamentos de Linguística

04

60

Nenhum

Teorias Linguísticas

04

60

Fundamentos de Linguística

Pesquisa Aplicada ao Ensino de LIBRAS

04

60

Nenhum

Introdução aos Estudos da Tradução

04

60

Nenhum

Teorias da Tradução I

04

60

Intr. aos Est. da Tradução

Teorias da Tradução II

04

60

Nenhum

Introdução aos Estudos Literários

04

60

Nenhum

Teorias Literárias

04

60

Intr. aos Est. Literários

Introdução à EAD

04

60

Nenhum

Trabalho de Conclusão de Curso

04

60

Nenhum

TOTAL

44

660






2.2 Conteúdos Complementares Optativos (Mínimo de 16 créditos/ carga horária - 240 horas, sendo 08 créditos dentre os Conteúdos Complementares Gerais e 08 créditos dentre os Conteúdos Complementares da Formação Pedagógica)

2.2.1 Conteúdos Complementares Optativos Gerais (Mínimo de 08 créditos/ carga horária - 120)

Disciplinas

Créditos

C. H

Pré-requisitos

Sociolinguística

04

60

Nenhum

Literatura e Cultura Popular

04

60

Nenhum

Análise de Discurso

04

60

Nenhum

Libras

04

60

Nenhum

TOTAL

08

120







2.2 Conteúdos Complementares Optativos (Mínimo de 16 créditos carga horária - 240 horas, sendo 08 créditos dentre os Conteúdos Complementares Gerais e 08 créditos dentre os Conteúdos Complementares da Formação Pedagógica)




2.2.2 Conteúdos Complementares Optativos da Formação Pedagógica (Mínimo de 08 créditos/ carga horária - 120 horas)




Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos




Eixo Temático I: Pressupostos Antropo-filosóficos, Sócio-Históricos e Psicológicos da Educação




Antropologia da Educação

03

45

Nenhum




Educação Sexual

03

45

Nenhum




Eixo Temático II: Pressupostos Sócio-Políticos e Pedagógicos da Educação




Educação e Inclusão Social

03

45

Nenhum




Currículo e Trabalho Pedagógico

04

60

Nenhum




Eixo Temático III: Pressupostos Didático-Metodológicos e Sócio-educativo da Educação




Avaliação da Aprendizagem

04

60

Nenhum




Seminário de Problemas Atuais em Educação

04

60

Nenhum




Alfabetização de Jovens e Adultos׃ Processos e Métodos

04

60

Nenhum




Introdução aos Recursos Audiovisuais em Educação

04

60

Nenhum




TOTAL

08

120






2.3 Conteúdos Complementares Flexíveis (Mínimo de 08 créditos/ carga horária - 120)

Disciplinas

Créditos

Carga Horária

Pré-requisitos

Tópicos Especiais em LIBRAS

04

60

Nenhum

Tópicos Especiais em Escrita do Português como L2

04

60

Nenhum

Tópicos Especiais em Literatura visual

04

60

Nenhum

TOTAL

08

120




11. EMENTAS DAS DISCIPLINAS DA HABILITAÇÃO EM LIBRAS
1. CONTEÚDOS BÁSICOS PROFISSIONAIS

FUNDAMENTOS DA ED. DOS SURDOS

Carga Horária: 60 horas

Créditos: 4

Pré-requisito: nenhum


História da educação de surdos. O impacto do Congresso de Milão (1880) na educação de surdos no Brasil. Legislação e surdez. As políticas de inclusão e exclusão sociais e educacionais. Modelos educacionais na educação de surdos: modelos clínicos, antropológicos, da diferença e mistos. Identidades surdas: identificações e locais das identidades (família, escola, associação, etc.). O encontro surdo-surdo na determinação das identidades surdas. As identidades surdas multifacetadas e multiculturais. Atividades de prática na sala de aula para confronto com a teoria.

BIBLIOGRAFIA

FERNANDES, E. (org). Surdez e bilinguismo. Porto Alegre: Mediação, 2005

GOLFELD, M.. Fundamentos de Fonoaudiologia. Rio de Janeiro, 1998

SNACHES, C. Vida para os surdos. Revista Nova Escola. Rio de Janeiro: Abril,1993

SIMONE, M. C. & LEMES, V.P. Surdez na infância, diagnóstico e terapia. Rio de Janeiro: Soluções gráficas Design Studio, 1997

SKILAR, C. A localização política da educação biblíngue para surdos. In: Atualidades para educação bilíngue para surdos. Porto Alegre: Editora Mediação,1999.


LIBRAS I

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: nenhum


O cérebro e a língua de sinais. Processos cognitivos e linguísticos. Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia, morfologia e sintaxe.
BIBLIOGRAFIA

CAPOVILLA, Fernando C.; RAPHAEL, Walkiria D. (editores) Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua Brasileira de Sinais. Vol II: sinais de M a Z. 2ª Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2001.

CAPOVILLA, Fernando C.; SUTTON, Valerie. Como ler e escrever os sinais da Libras: a escrita visual direta de sinais SignWriting. In:CAPOVILLA, Fernando C.; RAPHAEL, Walkiria D. (Ed.) Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilingue da Língua Brasileira de Sinais. Vol II: sinais de M a Z. 2ª Ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2001.

FELIPE, Tanya A. O Signo Gestual-Visual e sua Estrutura Frasal na Língua dos Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1988.

________. Por uma tipologia dos Verbos da LSCB. In: VII Encontro Nacional da ANPOLL, 1993, Goiana. Anais do VII Encontro Nacional da ANPOLL, 1993.

________. Introdução à Gramática da LIBRAS. In: BRASIL. Educação Especial Deficiência Auditiva: Série Atualidades Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997.

________. Os Processos de Formação de Palavra na Libras. ETD – Educação Temática Digital, Campinas, v.7, n.2, p.200-217, jun. 2006

FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: tempo Brasileiro/UFRJ, 1995.

________. Estrutura Linguística da LIBRAS. In: BRASIL. Educação Especial Deficiência Auditiva: Série Atualidades Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997.

LIBRAS II

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: LIBRAS I


Uso de expressões faciais gramaticais e afetivas. A estrutura da frase na língua de sinais. Construções com aspecto, tópico, foco, negativas, interrogativas, afirmativas, com argumentos pronunciados e nulos.

.
BIBLIOGRAFIA


ARROTEIA, J. O papel da marcação não-manual nas sentenças negativas em Língua de Sinais Brasileira (LSB). Dissertação de Mestrado. UNICAMP. Campinas, 2005.

GOLFELD, M. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sociointeracionista. São Paulo: Plexus, 1997.


KOJIMA, C. K. e SEGALA, S. R. Libras – Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento. Volumes 1, 2, 3, 4 e 5. São Paulo: Editora Escala, 2008.
HONORA,M. e FRIZANCO, M.L.E. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação pelas pessoas usadas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2009.

FINGER, I.; QUADROS, R. M. Teorias de aquisição da linguagem. Florianópolis. ED. da UFSC, 2008.

LACERDA, C.B.F. de. Intérprete de Libras: em atuação na educação infantil e ensino fundamental. Porto Alegre: Mediação / FAPESP, 2009.

LODI, A.C.B. et al. orgs. Letramento e minorias. Porto Alegre: Mediação, 2002.

LODI, A.C.B.; HARRISON, K.M.P. e CAMPOS, S.R.L. de. orgs. Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.
LIBRAS III

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: LIBRAS II


O uso do espaço. Classificadores: Tipos de classificadores e restrições que se aplicam ao uso dos mesmos. O papel dos classificadores na língua de sinais. Os verbos complexos classificadores.
BIBLIOGRAFIA

FELIPE, Tanya A. O Signo Gestual-Visual e sua Estrutura Frasal na Língua dos Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1988.

FELIPE, Tanya; MONTEIRO, Myrna. LIBRAS em Contexto: Curso Básico: Livro do Professor. 4. ed. Rio de Janeiro: LIBRAS Editora Gráfica, 2005.

FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: tempo Brasileiro/UFRJ, 1995.

________. Estrutura Linguística da LIBRAS. In: BRASIL. Educação Especial Deficiência Auditiva: Série Atualidades Pedagógicas. Brasília: MEC/SEESP, 1997.

LIBRAS IV

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: LIBRAS III


Descrição visual (técnicas e habilidades). Explorando o espaço de sinalização do ponto de vista linguístico e topográfico.
BIBIOGRAFIA

McCLEARY, L. VIOTTI, E. Transcrição de dados de uma língua sinalizada: um estudo piloto da transcrição de narrativas na língua de sinais brasileira (LSB). In H. Salles (Org.) Bilinguismo e surdez. Questões linguísticas e educacionais. Goiânia: Cânone Editorial, 2007.

QUADROS, R. M. de. Efeitos de Modalidade de Língua: As Línguas de Sinais. Em Educação Temática Digital, Campinas, v.7, n.2, p.167-177, jun. 2006.

QUADROS, R. M. de, PIZZIO, A. L. Aquisição da língua de sinais brasileira: constituição e transcrição dos corpora. In H. Salles (Org.) Bilinguismo e surdez. Questões linguísticas e educacionais. Goiânia: Cânone Editorial, 2007.



LIBRAS V

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04
Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: semântica e pragmática. Análise reflexiva dos aspectos semânticos e pragmáticos da língua de sinais brasileira.
BIBLIOGRAFIA
CAPOVILLA, F. C. et al. Quando surdos nomeiam figuras: processos quirêmicos, semânticos e ortográficos. IN: Perspectiva, Florianópolis, v. 24, n. Especial, p. 1-350, jul./dez. 2006.

ESTELITA, M. (2007) ELiS – Escrita das Línguas de Sinais. IN: Estudos Surdos II – Série Pesquisas. QUADROS, R. M. de; PERLIN, G. (Org.). 212-237. Petrópolis, RJ: Arara Azul.

FARIA, Sandra Patrícia de. A metáfora na LSB e a construção dos sentidos no desenvolvimento da competência comunicativa de alunos surdos. Dissertação de Mestrado. Brasília, Universidade de Brasília, Instituto de Letras, 2003.

FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: tempo Brasileiro/UFRJ, 1995.

HURFORD, J. R. & HEASLEY, B.; tradução de Delzimar da Costa Lima e Dóris Cristina Gedrat. Curso de Semântica. Canoas: Ed. ULBRA, 2004.

PIMENTA, Nelson. Configurações de Mãos em LSB. Pôster. Tamanho: A4: 21,0cm x 29,7cm. Rio de Janeiro: LSB Vídeo. Disponível em: Acesso em: 24 jun 2010.

Dicionário de Libras do Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES) Disponível em:

Acesso em: 24 jun 2010.
LIBRAS VI

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04
Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: análise do discurso e sociolinguística. Análise reflexiva da estrutura do discurso em língua de sinais e da variação linguística. A questão do bilinguismo: português e língua de sinais.
BIBLIOGRAFIA
ALMEIDA, E. O. C. Leitura e surdez: um estudo com adultos não-oralizados. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.

BAGNO, M. Preconceito Linguístico: o que é como se faz? Ed. Loyola, 2005.

BAGNO, M.; Stubbs; Gagné. Língua maternal: letramento, variação e ensino. Ed. Parábola, 2006.

BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna: a sociolinguística em sala de aula. Ed. Parábola, 2008.

BOUVET, D. 1990 IN: LACERDA, C. B. F. A prática pedagógica mediada (também) pela língua de sinais: trabalhando com sujeitos surdos. Caderno Cedes, ano XX nº 50, p. 70-83, 2000. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ccedes/v20n50a06v2050.pdf. Acesso em: 8.04.2009.

KARNOPP, L. B Língua de Sinais e Língua Portuguesa: em busca de um diálogo. IN LODI, A. C. B. & Harrison, K. M. P. & TESKE, O. (orgs). Letramento e minorias. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2002.

LABOV, W. Padrões sociolinguísticos. Ed. Parábola.

LODI, A.C.B. e LACERDA, C.B.F. de. orgs. Uma escola duas línguas: letramento em língua portuguesa e língua de sinais nas etapas iniciais de escolarização. Porto Alegre: Mediação, 2009. 160p.



ESCRITA DE SINAIS I

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: LIBRAS II


Aspectos históricos, culturais, linguísticos, educacionais e sociais de surdez. Vocabulário em língua de sinais brasileira. Tópicos sobre a escrita de sinais: aquisição do sistema de escrita de língua de sinais pela compreensão dos códigos próprios da escrita de sinais e trabalho prático com a mesma.
BIBLIOGRAFIA

CAPOVILLA, Fernando César, Walkiria Duarte Raphael. Dicionário Enciclopédico



Ilustrado Trinlíngue da Língua de Sinais Brasileira, Volume II: sinais de M a Z. São

Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2001.

GIORDANI, Liliane F. "Quero escrever o que está escrito nas ruas": representações culturais da escrita de jovens e adultos surdos. Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2003.

LODI, Ana C. B.; HARRISON, Kathy M. P.; CAMPOS, Sandra R. L. (orgs.). Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.



KARNOPP, Lodenir; QUADROS, Ronice Muller de. Educação infantil para surdos. In: ROMAN, Eurilda Dias, STEYER, Vivian Edite (Org.) A criança de 0 a 6 anos e a educação infantil: um retrato multifacetado. Canoas. 2001..

QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1997.

ROSA, Andréa da Silva. Escrita Visual da Língua Brasileira de Sinais. In: ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Coleção cultura e diversidade. Rio de Janeiro; Arara Azul, 2006                       
ESCRITA DE SINAIS II

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Pré-requisito: Escrita de sinais I


O processo de aquisição da leitura e escrita da língua de sinais. O alfabetismo na escrita da língua de sinais. Produção de literatura na escrita da língua de sinais.
BIBLIOGRAFIA
BATISTA, Antônio Augusto Gomes. Ensino da língua escrita. In Capacidades da alfabetização. Belo Horizonte: Ceale/FAE?UFMG, 2005.

_______________ Planejamento da alfabetização: capacidades e atividades. Coleção Instrumentos de Alfabetização. Belo Horizonte: Ceale, 2006 Vol 6.

COUTINHO, Marília de Lucena. Psicogênese da língua escrita: O que é? Como intervir em cada uma das hipóteses? Uma conversa com professores. In MORAIS, Artur Gomes (org). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005

FARIA, Evangelina Mª Brito. As retomadas na relação fala/escrita da criança. In DIAS, Adelaide Alves. Temas em Educação. João Pessoa, : UFPB/PPGE, 2006

FERREIRO, Emília. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: Artes Médicas sul, 1999.

GIORDANI, Liliane F. "Quero escrever o que está escrito nas ruas": representações culturais da escrita de jovens e adultos surdos. Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2003.

LEAL, Leiva de Figueiredo Viana. A formação do produtor de texto escrito na escola: uma análise das relações entre os processos interlocutivos e os processos de ensino. In VAL, Maria da Graça Costa. Reflexões sobre práticas escolares de produção de texto. Belo Horizonte: Autêntica CEALE/FAE/UFMG 2005

LODI, Ana C. B.; HARRISON, Kathy M. P.; CAMPOS, Sandra R. L. (orgs.). Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.

MARCUSCHI, L.A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola editorial, 2008.

_____. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. 2003. In: DIONÍSIO et al. (orgs.) Gêneros Textuais e Ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.

SMOLKA, Ana Luiza Bustamante. A criança na fase inicial da escrita: a alfabetização como processo discursivo. Campinas, SP: Editora Cortez, 2003

VYGOTSKY, Lev S. A pré-história da linguagem escrita. In VYGOTSKY, Lev S. A Formação social da mente.São Paulo: Martins Fontes, 1998


ESCRITA DE SINAIS III

Carga horária: 60 horas

Créditos: 04

Processo de aquisição da leitura e escrita de sinais. Construção de dicionário escrita de sinais e português. Alternativas didático-pedagógicas para o ensino da escrita de sinais conforme a faixa etária dos alunos: infantil, juvenil e adultos. Estudo de expressões literárias próprias da cultura surda.



BIBLIOGRAFIA

CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Linguística. São Paulo. Editora Scipione, 2002.

ESTELITA, Mariângela. Escrita das línguas de sinais. In: Quadros, Ronice Müller e PERLIN, Gladis. (organizadoras).Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ : Arara Azul, 2007.

GIORDANI, Liliane F. "Quero escrever o que está escrito nas ruas": representações culturais da escrita de jovens e adultos surdos. Tese de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2003.

GÓES, Maria C. R. de. Linguagem, surdez e educação. Campinas, SP: Autores Associados, 1999.

GOTIJO, Cláudia Maria M. Alfabetização: a criança e a linguagem escrita. Campinas, S P: Autores Associados, 2003.

LODI, Ana C. B.; HARRISON, Kathy M. P.; CAMPOS, Sandra R. L. (orgs.). Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.

QUADROS, Ronice M. de. Educação de Surdos: a aquisição da Linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.



FONÉTICA E FONOLOGIA

Carga Horária: 60

Créditos: 04

Pré-requisito: Nenhum



Ementa: Contextualização dos estudos fonético-fonológicos e suas aplicações.

BIBLIOGRAFIA
CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica. São Paulo: Mercado de Letras, 2002.

BISOL, L. (org.). Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre:

EDIPUCRS, 1999.

BATTISTI, E.; VIEIRA, M.J.B. O sistema vocálico do português. In: BISOL, L. (org.), Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegra: EDIPUCRS, 2005.

BISOL, L. Harmonização Vocálica. Rio de Janeiro: Faculdade de Letras da UFRJ. Dissertação de mestrado, 1981.

CAGLIARI, L.C. Análise fonológica: introdução à teoria e à prática com especial destaque para o modelo fonêmico. Campinas: Mercado de Letras, 2002.

FELIPE, T. A. Introdução à gramática da LIBRAS. In: RINALDI, G. et al. (org.) Série Atualidades Pedagógicas. Deficiência Auditiva, V. III, Secretaria de Educação Especial, Brasília: SEESP, 1997.

KARNOPP, L. B. Aquisição do parâmetro configuração de mão na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS): estudo sobre quatro crianças surdas, filhas de pais surdos. Porto Alegre, PUC: Dissertação de Mestrado, 1994.

QUADROS, Ronice M. & KARNOPP, Lodenir B. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: ArtMed, 2004.

ROSA, Andréa da Silva Fonologia da Língua de Sinais Brasileira. In: ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Coleção cultura e diversidade. Rio de Janeiro; Arara Azul, 2006



SINTAXE

Carga Horária: 60 horas

Créditos: 4

Pré-requisito; nenhum



Ementa: Estudo das relações entre gramática e discurso, enfocando teorias sintáticas cujos modelos descrevem a língua como um objeto abstrato/autônomo e como entidade não suficiente em si, dependente das condições de uso.

BIBLIOGRAFIA

BORBA, Francisco da Silva. Uma gramática de valências para o português. São Paulo: Ática, 1996.

BERLINCK, Rosane de Andrade; AUGUSTO, Marina R. A.; SCHER, Ana Paula. Sintaxe.

In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina (orgs.). São Paulo: Cortez, 2001.

FINAU, Rossana. As marcas lingüísticas para as categorias tempo e aspecto na libras. In: QUADROS, Ronice Muller (org) Estudos Surdos III. Petrópolis, RJ : Arara Azul, 2008

LOPES, Luiz Paulo Moita & MOLLICA, Maria Cecília (org.). Cadernos didáticos da UFRJ . Espaços e interfaces da linguística e da linguística aplicada (Nº 17) .Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1995.

MIOTO, Carlos et alii. Manual de sintaxe. Florianópolis: Insular, 1999.

QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.

ROSA, Andréa da Silva. Sintaxe da Língua de Sinais Brasileira. In: ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Coleção cultura e diversidade. Rio de Janeiro; Arara Azul, 2006

MORFOLOGIA

Carga Horária: 60 horas

Créditos: 4

Ementa: Contextualização dos estudos morfológicos e suas aplicações.

BIBLIOGRAFIA

CÂMARA JR. J. Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. 3ª ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1972.

FERREIRA-BRITO, Lucinda. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: tempo Brasileiro/UFRJ, 1995.

FREITAS, Horácio Rolim de. Princípios de morfologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Presença, 1981.

GESUELI, Zilda. A narrativa em língua de sinais: um olhar sobre classificadores.In: QUADROS, Ronice Muller e STUMF, Marianne (org) Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ : Arara Azul, 2009.

Meir, Irit . A realização morfológica dos campos semânticos. In: QUADROS, Ronice Muller e VASCONCELLOS, Maria Lúcia Barbosa de. Questões Teóricas das Pesquisas em Línguas de Sinais. Petrópolis, RJ : Arara Azul, 2006

PIZZIO, Aline Lemos. A aquisição da ordem das palavras na língua de sinais brasileira: um estudo de caso. In: QUADROS, Ronice Muller e STUMF, Marianne (org) Estudos Surdos IV. Petrópolis, RJ : Arara Azul, 2009

ROSA, Andréa da Silva. Sistema morfológico da Língua de Sinais Brasileira. In: ROSA, Andréa da Silva. Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisibilidade da tarefa do intérprete. Coleção cultura e diversidade. Rio de Janeiro: Arara Azul, 2006

ROSA, Maria Carlota. Introdução à morfologia. São Paulo: Contexto, 2000
SEMÂNTICA E PRAGMÁTICA

Carga Horária: 60 horas

Créditos: 4

Ementa: A questão do significado. As várias semânticas. A Pragmática contemporânea. O lugar da Pragmática nos estudos da linguagem. As várias pragmáticas.





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