Universidade federal da grande dourados


OBJETIVOS DO CURSO COMO UM TODO12



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5. OBJETIVOS DO CURSO COMO UM TODO12

5.1. OBJETIVO GERAL DO CURSO


Habilitar professores Guarani e Kaiowá preferencialmente em exercício, em nível superior de licenciatura intercultural, para a docência e a gestão escolar.
5.2. OBJETIVOS ESPECIFICOS DO CURSO

  1. Estimular e valorizar, através do processo escolar, o Ñande Reko (tradições, crenças, modo de ser e viver dos Guarani e Kaiowá) - que são seus processos próprios de aprendizagem, conforme solicitações das comunidades, lideranças e professores indígenas, formulada em diversos documentos do Movimento dos Professores Guarani e Kaiowá.

  2. Dar continuidade ao processo de preparação dos Guarani e Kaiowá para a vida comunitária, incluindo as habilidades necessárias para enfrentar criticamente, junto com seu povo, a situação provocada pelo contato com a sociedade dominante.13

  3. Propiciar conhecimentos básicos na área da pedagogia escolar, não só para atuar com competência na docência, como para elaborar, executar e avaliar currículos e programas político-pedagógicos e também para gerenciar suas escolas.

  4. Fornecer aos cursistas instrumentos acadêmicos para produção, aquisição e sistematização de conhecimentos básicos das diversas áreas, inclusive as do seu próprio contexto sócio-econômico e cultural, através de diferentes práticas, pelo exercício da pesquisa, da experimentação, da leitura e pelo manejo de novas tecnologias.

  5. Produzir material didático, científico e literário, em Língua Indígena, prioritariamente, e na Língua Portuguesa quando for necessário. Na produção de materiais, nos níveis do Ensino Fundamental e Médio, proporcionando o ensino intercultural e bilíngüe, atendendo as demandas das escolas e comunidades Guarani e Kaiowá e contribuindo para o fortalecimento da identidade étnica e da autonomia sócio-econômica-cultural desta sociedade indígena.

  6. Elaborar, executar e/ou gerenciar e avaliar projetos de ação local nas aldeias, necessários para a auto-sustentabilidade das comunidades Guarani Kaiowá.

  7. Aproveitar o curso para qualificar, não só os professores indígenas, mas todos os envolvidos no processo, tanto os gestores, os assessores, os “formadores” que atuam diretamente no curso, como os técnicos dos órgãos públicos, encarregados da educação escolar indígena.

6. PERFIL DESEJADO DO EGRESSO
Entende-se que o professor indígena, egresso deste curso, continue atuando preferencialmente nas comunidades indígenas, estando preparado para “lidar com vários desafios e tensões que surgem no contexto escolar”(BRASIL, 1999b), conforme suas próprias palavras:

Queremos, com a ajuda da escola, com uma educação que responda às nossas necessidades, conquistar a autonomia sócio-econômica e cultural e sermos reconhecidos como cidadãos etnicamente diferentes. Neste processo, a escola tem um papel fundamental. Não queremos mais que a escola sirva para desestruturar nossa cultura e nosso jeito de viver, que não passe mais para nossas crianças a idéia de que somos inferiores e que, por isso, precisamos seguir o modelo dos brancos para sermos respeitados. Pelo contrário, achamos que temos muito para ensinar do nosso jeito de viver para os brancos, e queremos o respeito da sociedade que se diz democrática, e do governo que deve cumprir a lei que ele mesmo criou (Carta da Comissão de Professores Guarani e Kaiowá enviada em 1995 à Secretaria de Estado de Educação/MS).


As competências e habilidades esperadas são:

  1. Dar conta de atender aos desafios colocados pelos contextos históricos do povo Guarani e Kaiowá quando relacionados à sociedade envolvente, nas demandas por território, sustentabilidade e educação.

  2. Ser um professor educador comprometido com as causas do seu povo, inserido nos movimentos sociais regionais, nacionais e internacionais, sendo um “agente ativo na transformação da escola num espaço para o exercício da interculturalidade” (BRASIL, 1999b), da pluralidade, da cidadania, da solidariedade, superando o individualismo característico de uma sociedade neo-liberal.

  3. Além da habilitação por área específica, pela qual fez opção (Linguagens, Matemática, Ciências Sociais e Ciências da Natureza) espera-se que o egresso tenha desenvolvido um perfil polivalente (Educação Intercultural), explicitado nos fundamentos legais, nas concepções e objetivos do curso. Ser capaz de dar conta da educação escolar indígena, na docência e na gestão nos níveis do Ensino Fundamental e Médio em suas diversas modalidades e atuar em projetos de ação em sua comunidade, colocando a escola como aliada do contexto Guarani e Kaiowá.

7. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO

A matriz curricular do Curso de Licenciatura Indígena está organizada em dois grandes Blocos, conforme mencionado anteriormente: Bloco I (Núcleo Comum), com um currículo único para todos os estudantes, e Bloco II (Núcleo Específico), organizado em quatro grandes áreas específicas de formação: Educação Intercultural e Ciências Sociais; Educação Intercultural e Linguagens; Educação Intercultural e Matemática; Educação Intercultural e Ciências da Natureza.




TEMPOS

BLOCO I – h/r

BLOCO II – h/r

TOTAL h/r

TU-Campus – etapa longa

570

1.140

1.710

TU-Pólo – etapa curta

90

150

240

TU-Tempo Comunidade / Atividades Acompanhadas I

210

350

560













TI-Tempo Intermediário/ Estudos Individuais I

288 (148+140)

480

768


TOTAL


1.158 h/r


2.120 h/r


3.278 h/r
QUADRO 04. CARGA HORÁRIA DOS BLOCOS I E II – TU e TI

QUADRO 05. QUANTIDADE DE ETAPAS INTENSIVAS PRESENCIAIS – BLOCOS I e II



BLOCO I

Etapas Curtas

Etapas Longas

Tempo Comunidade/ Atividades Acompanhadas I

1ª Etapa Janeiro de 2007

--

Longa

---

2ª Etapa Abril de 2007

Curta

--

---

3ª Etapa Julho de 2007

---

Longa

----

4ª Etapa Outubro de 2007

Curta

---

---

5ª Etapa Janeiro de 2008

---

Longa

---

6ª Etapa Maio de 2008

Curta

----

---

Subtotal

3 curtas/30h cada = 90h/r

3 longas/190h cada= 570 h/r

210 h/r

TOTAL

870 h/r



BLOCO II

Etapas curtas

Etapas Longas

Tempo Comunidade/Atividades Acompanhadas II

7ª Etapa Julho/2008

---

Longa

-

8ª Etapa Outubro/2008

Curta

---

---

9ª Etapa Janeiro/2009

---

Longa

---

10ª Etapa Maio/2009

Curta

---

---

11ª Etapa Julho/2009

---

Longa

----

12ª Etapa Outubro/2009

Curta

---

---

13ª Etapa Janeiro/2010

---

Longa

---

14ª Etapa Maio/2010

Curta

---

---

15ª Etapa Julho/2010

---

Longa

---

16ª Etapa Outubro/2010

Curta

---

---

17ª Etapa Janeiro/201114

---

Longa

---

Subtotal

5 curtas/30h cada = 150h/r

6 longas/190h cada = 1.140 h/r

350 h/r

TOTAL

1.640 h/r


8. EMENTÁRIO DO BLOCO I

8.1 EMENTA GERAL DO BLOCO I
O currículo do Bloco I, constituído por duas grandes áreas temáticas (1) O Guarani e Kaiowá como sujeito histórico e coletivo e (2) Os desafios atuais no contexto dos Guarani e Kaiowá será desdobrado nas seguintes temáticas: O Guarani e Kaiowá como sujeito histórico e coletivo, estudado a partir das categorias – História, organização social, espaço e território, economia; Línguas Guarani e Kaiowá e Português indígena; Pedagogia indígena; Representações simbólicas; e Os desafios atuais no contexto dos Guarani e Kaiowá estudado a partir das categorias – A realidade regional e global; A ecologia e a sustentabilidade; A escola indígena.
8.2 OBJETIVO GERAL DO BLOCO I
O objetivo do Bloco I é o de fortalecer a identidade étnica do povo Guarani e Kaiowá compreendendo a generalidade que caracteriza o conhecimento sobre as sociedades indígenas, através do estudo dos fundamentos dinâmicos da cultura e dos processos de educação, tendo como temas transversais gestão e autonomia.

8.3 COMPONENTES CURRICULARES/MÓDULOS DO BLOCO I
O Bloco I é simultaneamente teórico-prático e está distribuído nos seguintes Módulos:
1. Fundamentos da Educação.

2. Línguas.

3. História e Antropologia.

4. Realidade Regional e Global.

5. Matemática como Linguagem.

6. Fundamentos das Áreas Específicas.

7. Atividades Complementares.

QUADRO 06. ESTRUTURA TOTAL DO BLOCO I


ETAPAS BLOCO I

Quantidades

Tempo

Horas/relógio

Dias letivos

Total H/R

TU – Campus/etapas longas intensivas (inclui sábados e domingos

03 etapas longas, sempre nos janeiro(s) e julho(s)

Cada etapa longa está composta por quase 3 semanas intensivas – 19 dias x 10h cada dia = 190h.

190 cada etapa longa x 3 etapas longas=570


19 dias x 3 etapas longas = 57 dias



570

TU – Pólo/etapas curtas

043 etapas curtas/pólos, sempre nos maio(s) e outubro(s)

Cada pólo tem 03 dias contando 10 horas por dia = 30h

30 h/a x 3 etapas curtas

3 dias x 3 etapas curtas = 9 dias

90

TU – Comunidade/ Atividades Acompanhadas I


4 viagens dos docentes distribuídas em 4 meses, 1 viagem por mês.

04 viagens = 70h

70h x 3 etapas = 210




210

TU SUBTOTAL













870

TI – Intermediária/ Estudos Individuais / Tarefas I

[40h/r tarefas + 148 h/r Estágio Curricular Supervisionado I + 100hr Atividades Complementares]



03 etapas, realizadas após as etapas longas - janeiro(s) e julho (s)

03 etapas nas quais os alunos se auto-organizam nas aldeias.

96h x 3 semestres = 288 h/r


32 dias letivos x 3 semestres = 96 dias

288

TOTAL

---

---

---

---

1.158



QUADRO 07. FORMAÇÃO BÁSICA–TU. CARGA HORÁRIA E LOTAÇÃO - BLOCO I


COMPONENTES CURRICULARES - MÓDULOS

Ch

Teoria

Ch

Prática

Ch

Total

LOTAÇÃO

DA UFGD


1. Fundamentos da Educação e Prática Pedagógica

110

30

140

FAED

2. LIBRAS

30

---

30

FAED

3. Línguas e Prática Pedagógica

150

20

170

FACALE

4. História e Antropologia e Prática Pedagógica

90

10

100

FCH

5. Realidade Regional e Global

150

---

150

FCH

6. Matemática como Linguagem

40

---

40

FACET

7. Fundamentos das Áreas Específicas (Matemática, Ciências da Natureza, Linguagens e Ciências Sociais)

30

---

30

FAED/FACALE/FACBA / FACET / FCH

8. Tempo Comunidade (TU) / Atividades Acompanhadas

---

210

210

FAED/FCH/FACALE

SUBTOTAL

600

270

870

---

OBS.: Os “Módulos Comuns/Pólos” ou “Etapas Curtas” do BLOCO I (formação básica) estão diluídos entre os Componentes Curriculares / MÓDULOS e os Componentes Curriculares/TEMAS, portanto não são definidos como no BLOCO II.
QUADRO 08. FORMAÇÃO BÁSICA – TI. CARGA HORÁRIA PRÁTICA E LOTAÇÃO – BLOCO I



COMPONENTES CURRICULARES / MÓDULOS

Carga Horária Prática

h/r


Total TI

LOTAÇÃO UFGD

TI - Estágio Curricular Supervisionado I (no Ensino Fundamental e Médio na aldeia)

148


148


FAED/FACET/FCH/FACALE

TI - Atividades Complementares (100h/r) + estudos individuais (40h/r)

140


140


---------

SUBTOTAL

288 h/r

288 h/r



QUADRO 09. RESUMO GERAL – BLOCO I (3 semestres)






CARGA HORÁRIA – h/r

TU-Campus(570h) + TU-Pólo (90h) + Tu-Comunidade /Atividades Acompanhadas I (210h)

870

TI-Intermediária / Estudos Individuais I

288

Total do Núcleo Comum

1.158 H/R



8.4 EMENTA DOS COMPONENTES CURRICULARES/MÓDULOS DO BLOCO I
1) Fundamentos da Educação. Pedagogia indígena, Educação Escolar Indígena, metodologia de pesquisa, didática e currículo, políticas públicas, legislação específica, políticas públicas de educação inclusiva e educação especial. Educação indígena e inclusão e exclusão dos Guarani e Kaiowá. Política da educação escolar indígena e projeto de pesquisa na escola. Tendências pedagógicas gerais e construção das Tendências Pedagógicas Guarani e Kaiowá. Estágio Supervisionado, Avaliação e Prática Pedagógica.

2) LIBRAS. Princípios e fundamentos. Bilingüismo. Cultura surda. Leitura e escrita de sinais. Sinais básicos de comunicação.

3) Línguas. Língua Guarani e suas variações e Língua Portuguesa e suas variações (sócio-lingüística, histórico das línguas, estrutura básica das línguas, leitura e produção de textos) e Línguas Brasileiras de Sinais (LIBRAS) e Prática Pedagógica.

4) História e Antropologia. Território, organização social, economia, história indígena colonial e contemporânea, políticas indígenas, conceitos básicos de antropologia e Prática Pedagógica.

5) Realidade Regional e Global. Legislação indigenista, ecologia, sustentabilidade, território, economia, políticas públicas.

6) Matemática como Linguagem. Fundamentos da área específica de Educação Intercultural e Matemática.

7) Fundamentos das áreas específicas. Aborda os fundamentos gerais que compõem as quatro áreas de conhecimento do Bloco II: Educação intercultural e Ciências Sociais: Educação Intercultural e Ciências da Natureza; Educação Intercultural e Linguagens; Educação Intercultural e Matemática.

8) Atividades Complementares: Aborda as atividades de pesquisa, aprofundamentos de estudos, ações planejadas durante as etapas intensivas (TU) e participação em eventos diversos no contexto acadêmico, do movimento social indígena e outros, aceitos pela Comissão de Atividades Complementares do Curso.

9) Estágio curricular Supervisionado I. Envolve as atividades didático-pedagógicas na Educação Fundamental e no Ensino Médio e a Gestão escolar.

10) Estudos Individuais I. Concretização das avaliações/tarefas, estudos individualizados, pesquisas de campo com seu próprio povo.
8.5 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DOS COMPONENTES CURRICULARES/ MÓDULOS
1. Fundamentos da Educação

  1. BAGNO, Marcos. Pesquisa na escola: o que é como se faz. São Paulo: Loyola, 1999. 3ª edição.

  2. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  3. COHN. Clarice. Antropologia da criança. Rio de janeiro-RJ: Jorge Zahar, 2005.

  4. NASCIMENTO, Adir Casaro. Escola indígena: palco das diferenças. Campo Grande: UCDB, 2004.

  5. SILVA, Aracy L.; NUNES, Angela; MACEDO, Ana Vera Lopes da Silva (org. ) Crianças indígenas: ensaios antropológicos. São Paulo: Global, 2002.


2. LIBRAS

    1. BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Especial. Decreto Lei n.5.626/2005 Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais.Brasília:DO 23/12/2005.

    2. QUADROS, R.M& SCHIMIEDT,M. Idéias para ensinar português para alunos surdos.Brasília:MEC,SEESP, 2006.

    3. _____& KARNOPP, L. Língua de sinais brasileira: estudos linguísticos. Porto Alegre: Art-Med, 2004.

    4. SKLIAR, C. Uma perspectiva sócio-histórica sobre a psicologia e a educação dos surdos. IN Educação e exclusão: abordagens sócio antropológicas em educação especial. Porto Alegre:Mediação, 1997.

    5. SOUZA, R.M. Práticas alfabetizadoras e subjetividade. Em Surdez-processos educativos e subjetividade. LACERDA, C.B.F & GOES, M.C.R (org). São Paulo:Lovise, 2000.


3. Línguas

  1. CAVALCANTI, Marilda do C.; MAHER, Terezinha de J. M. O índio, a leitura e a escrita. O que está em jogo? Campinas: Cefiel/IEL/ Unicamp, 2005.

  2. FRANCHETO, Bruna. O que se sabe sobre as línguas indígenas no Brasil. Povos indígenas no Brasil 1996/2000. São Paulo: Instituto Socioambiental.

  3. MAHER, Terezinha de J. M. Sendo índio em Português. In: SIGNORINI, Inês (Org.). Lingua(gem) e identidade: elementos para uma discussão no campo aplicado. Campinas/São Paulo: Mercado das Letras/FAEP-Unicamp, 1998. p. 115-138.

  4. MELIÁ, B. Diccionario Básico Guarani Castellano e Castellano Guarani. Asuncion: CEPAG, 2005 (nova versão de GUASCH, Antonio).

  5. MELIA, Bartomeu. Educação indígena e alfabetização. São Paulo: Loyola, 1979.

  6. MORI, Angel Corbera. A língua indígena na escola indígena: quando, para que e como? In: SALANOVA e outros. Questões de educação escolar indígena: da formação do professor ao projeto da escola. Brasília: FUNAI/DEDOC, Campinas, 2001.




  1. História e Antropologia




  1. ALMEIDA, Fernando Augusto Azambuja de (autor do resumo). O Ciclo da Erva Mate em Mato Grosso do Sul, Campo Grande-MS: Instituto Euvaldo Lodi, 1986.

  2. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  3. BRÊA MONTEIRO, Maria Elizabety. Levantamento histórico sobre os índios guarani kaiwá. Rio de Janeiro: Museu do Índio/FUNAI, 2003. 180 p.

  4. MORAES SILVA, Maria Aparecida de, MARTINS, Rodrigo Constante. A modernidade da economia Junker à moda contemporânea do rural paulista. A degradação social do trabalho e da natureza. Lutas e Resistências. Londrina, n.l, p. 91-106, set. 2006.

  5. PEREIRA, Levi Marques. Imagens Kaiowá do sistema social e seu entorno. Tese (Doutorado em Antropologia Social). USP, São Paulo. 2004.


5. Realidade Regional e Global

  1. AZANHA, Gilberto. Sustentabilidade nas sociedades indígenas brasileiras. Campo Grande. Tellus, ano 5, abr.out. 2005.

  2. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  3. GALLOIS, Dominique T. Cultura “indígena” e sustentabilidade: alguns desafios. Campo Grande: 2005. Seminário Políticas públicas em terras indígenas de MS.

  4. LITTLE, Paul E. Etnoecologia e direitos dos povos: elementos de uma nova ação indigenista. Brasília: UNB.

  5. SILVA, A. Lopes da, GRUPIONI, L. D. B. A temática indígena na escola. Brasília: MEC/MARI/UNESCO, 1995




  1. Matemática como Linguagem




    1. . BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

    2. . _______. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    3. . D´AMBROSIO, Ubiratan. Da realidade à Ação – Reflexões sobre a Educação e Matemática, 2ª Ed., Editora da INICAMP, Campinas, 1986.

7. Fundamentos das Áreas Específicas – Bloco I



7.1 Educação Intercultural e Ciências Sociais

  1. LE GOFF, Jacques e NORA, Pierre (orgs.) História: Novos problemas, novas abordagens, novos objetos. 2. Ed. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1979. 3 vols.

  2. SILVA, Aracy L.; FERREIRA, Mariana K. L. (orgs.) Antropologia, História e Educação: a questão indígena e a escola. São Paulo: Global, 2001.

    1. Educação Intercultural e Ciências da Natureza




  1. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  2. _______. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

  3. BAZIN, Maurice. Ensinar matemática e ciências indígenas. Florianópolis: IPOL – Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Lingüística <www.ipol.org.br>, 2005.

  4. CHASSOT, A . Para que(m) é útil o ensino de ciências? Canoas: Ed. ULBRA, 1995

  5. LIMA, M. E. C. C., AGUIAR, O J., BRAGA, S.A. M. Aprender Ciências: um mundo de materiais. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999.


7.3 Educação Intercultural e Linguagens


  1. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  2. _______. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

  3. MAIA, Marcos. Manual de lingüística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.




    1. Educação Intercultural e Matemática




  1. BRASIL. Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 2002.

  2. _______. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1997.

  3. CHEVALLARD, Yves & Bosch Mariana. Estudar Matemática: o elo perdido entre o ensino e a aprendizagem. Porto Alegre. Artes Médicas.


8. Atividades Complementares: A mesma bibliografia dos demais componentes.

9) Estágio Curricular Supervisionado I.

  1. ANDRADE, Luiza. Planejar é preciso. A importância dos registros. In Revista Nova Escola. São Paulo: Ed. Abril, jan/fev.2009, p. 74.

  2. ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. 5ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.

  3. MAHER, T. M. A criança Indígena: do Falar Materno ao Falar ‘Emprestado’. In A.L.G. de Faria e S.A. Mello (orgs.). Campinas: Editora Autores Associados, 2005.

  4. MELIA, Bartomeu. Educação indígena e alfabetização. São Paulo: Loyola, 1979.


10) Estudos Individuais/ Tarefas I (os alunos retomam as bibliografias estudadas)

  1. BRAND, Antonio e NASCIMENTO, Adir. Os povos indígenas nas instituições de educação superior e os desafios da sustentabilidade e da autonomia. IN: GALVÃO, Afonso e SANTOS, Gilberto Lacerda dos (ORG). Escola, Currículo e Cultura, Ensino/Aprendizagem, Educação, Trabalho e Movimentos Sociais., 2008, p. 105.

9. EMENTÁRIO DO BLOCO II
9.1 EMENTA GERAL DO BLOCO II
O Bloco II do Curso de Licenciatura Indígena, formado por quatro grandes áreas de conhecimento, denominadas Educação Intercultural e Ciências Sociais, Educação Intercultural e Linguagens, Educação Intercultural e Matemática, e Educação Intercultural e Ciências da Natureza, ocorre após o aluno cumprir o Bloco I ou mesmo ficar na condição de dependência deste.




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