Universidade federal da grande dourados



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CAPÍTULO V - DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE ESTÁGIO
Art. 11º - A presidência da COESTEKO deverá ser exercida por um professor efetivo da Universidade Federal da Grande Dourados e que faça parte da docência do curso.
Art. 12º - Cabe ao presidente da COESTEKO elaborar e desenvolver um plano de trabalho em conjunto com a Comissão de Estágio de forma a assegurar os encaminhamentos para o cumprimento das seguintes atribuições:

  1. Proporcionar a orientação básica aos alunos sobre o estágio supervisionado (atuação pedagógica e registro da prática pedagógica);

  2. Estar atenta ao acompanhamento pedagógico dos cursistas nas escolas das aldeias;

  3. Convocar, sempre que necessário, reuniões com a Comissão de Estágio, com os docentes e com os acadêmicos e acadêmicas.

  4. Tomar, no âmbito da sua competência, todas as medidas necessárias ao cumprimento efetivo de sua função.


CAPÍTULO VI - DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
Art. 13º - O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura Indígena20, componente obrigatório do curso, terá uma carga horária de 112 horas de registro, abrangendo o Bloco I (Núcleo Comum) contando com mais 60h de aulas teóricas perfazendo um total de 172 horas neste Bloco.
Art. 14º - O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura Indígena, componente obrigatório do curso, terá uma carga horária de 228 horas de registro, abrangendo o Bloco II (Núcleo Específico) perfazendo um total de 400 horas nos dois Blocos.
Art. 15º - As atividades referentes ao Estágio Curricular Supervisionado realizar-se-á no seguinte componente curricular: 1. Estágio Supervisionado.
Parágrafo Único – As práticas pedagógicas serão realizadas no Bloco I, diluídas nos componentes curriculares. O Estágio Supervisionado será na Gestão e na Docência, nas 4 habilitações que o Curso oferece: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Sociais. Terá uma carga horária de 400h, podendo ser distribuídas 148 horas no Bloco I e outras 252 horas no Bloco II, conforme Projeto Pedagógico. Quando o acadêmico já é professor e tem sua sala de aula essas 252h do Bloco II, são divididas por 2, ou seja, somente 50% delas devem ser realizadas, conforme legislação. Portanto, nestes dois Blocos somam-se 400 horas.
Art. 16º O Estágio Curricular Supervisionado compreenderá as seguintes atividades:

  1. Própria sala de aula – o acadêmico desenvolve suas aulas, previamente planejadas e faz registro no “Livro de Estágio”. Carga Horária: opção do aluno

  2. Projetos de pesquisa/ação comunitária – o acadêmico desenvolve seu projeto de pesquisa ou de ação com seus próprios alunos, tratando de alguma temática importante para sua comunidade. Carga Horária: opção do aluno.

  3. Monitoria – o acadêmico realiza algum tipo de acompanhamento ao trabalho de outros professores, em salas de aula de Educação Infantil, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos. A modalidade Monitoria é indicada para o acadêmico não tem sua própria sala de aula. Carga Horária: opção do aluno.

  4. Docência compartilhada – o acadêmico desenvolve atividades pedagógicas (aula) junto com algum professor titular e participa de todo o processo de organização da aula desde o planejamento, execução e avaliação. Carga Horária: opção do aluno.

  5. Projetos de ensino – o acadêmico elabora um projeto de ensino e ministra aulas para alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, mas que estudam em escolas nas cidades. Estes projetos são realizados em algum espaço da aldeia, sendo que a data e horário devem ser combinados com os estudantes. Carga Horária: opção do aluno

  6. Mestres Tradicionais – o acadêmico realiza estudos com um ou mais “mestres tradicionais” para ouvir, aprender e registrar os ensinamentos orais. O acadêmico deve registrar os ensinamentos e fazer uma relação com as atuais práticas pedagógicas e a transposição dos saberes da cultura guarani para a interculturalidade. Carga Horária: até o máximo de 30h e mínimo de 25h.

  7. Gestão Escolar – o acadêmico atua na administração e na coordenação da escola, sejam elas da rede municipal ou estadual de ensino. Todos os acadêmicos devem cumprir horas de estágio na modalidade gestão escolar. Carga Horária: até o máximo de 30 h e mínimo de 20h.

Parágrafo único: As modalidades escolhidas pelo aluno deverão ser registradas seguindo as mesmas orientações para a escrita do “relatório”.



§ 1º Quando realizado na educação escolar será destinado no mínimo 75% para a docência e no máximo 25% para a gestão.

§ 2º Quando realizado em espaços não escolares, a carga horária será aprovada pela COES.
CAPÍTULO VII - DO CAMPO DE ESTÁGIO E O REGISTRO DO LIVRO ESTÁGIO
Art. 16º - O Estágio Curricular Supervisionado terá como campo de estágio as escolas de educação básica das redes públicas, preferencialmente os espaços escolares das aldeias, podendo procurar outras unidades escolares na cidade, municipal ou estadual quando não houver a modalidade de ensino médio, ou outra do interesse do acadêmico em sua aldeia.
Art. 17º - O estágio deverá pautar-se pela relação de cooperação entre a Universidade e as Instituições/campos escolares e não-escolares, no caso da licenciatura indígena as Secretarias Municipais de Educação, a Secretaria de Estado de Educação e a Comunidades Indígenas estão envolvidas. Os acadêmicos indígenas dispõem dos seguintes campos para realizar o Estagio, quais sejam:

1) Escolas indígenas das aldeias

2) Escolas não indígenas, municipais, de Ensino Fundamental/nas séries finais.

3) Escolas indígenas e não indígenas, estaduais, de Ensino Médio.

4) Gestão na escola indígena, de Ensino Fundamental e Médio.

5) Gestão na escola não indígena, municipal e estadual, de Ensino Fundamental.

6) Gestão nas Secretarias Municipais de Educação.

7) Espaço da aldeia, organizando ‘projetos de ensino’ que envolvam alunos indígenas do Ensino Fundamental (últimos anos) e do Ensino Médio que estudam nas escolas da cidade. A data, o horário e o local devem ser combinados com todos os envolvidos.

8) Curso de Ensino Médio, Magistério Ára Verá. Os alunos do Teko Arandu podem estagiar desde que seja fora das datas de aulas regulares do Teko Arandu.

9) Mestres tradicionais, agendar data, horário e local com um ou mais mestres tradicionais para receber ensinamentos. O acadêmico deve fazer registro em caderno de campo na Língua Guarani e/ou Portuguesa, relacionar esse conhecimento com as práticas escolares e com a interculturalidade.


Parágrafo Primeiro: Todas as atividades desenvolvidas nestes campos deverão seguir as orientações de registro no Livro de Estágio, assim previstas:


  1. Estrutura física da escola: aldeia, nome completo da escola, se é pólo ou extensão, quantas salas de aula, quais níveis e modalidades de ensino oferece, se tem biblioteca, se tem sala de tecnologia, TV e vídeo, dentre outros detalhamentos.

  2. Plano de aula: a) objetivo geral; b) objetivos específicos; c) conteúdos, d) procedimentos metodológicos; e) material necessário; f) qual língua foi usada; g) forma de avaliar.

  3. Relatório: (a) justificativa (os conteúdos trabalhados e o porquê da escolha destes conteúdos); (b) procedimentos metodológicos (descrição de cada passo de sua aula. Cole em seu caderno produções dos seus alunos, como textos escritos, desenhos); (c) avaliação (reflexão do trabalho com seus alunos – seus objetivos foram alcançados ou não; coloque suas impressões sobre a aula como as reações dos alunos, os aspectos positivos e negativos sobre a aula).

Parágrafo Segundo: As Modalidades que podem ser registradas no “Livro de Estágio”:


1) Sala de aula – é quando o acadêmico desenvolve suas aulas, previamente planejadas e faz registro no “Livro de Estágio”.

2) Projetos de pesquisa/ação comunitária – é quando o acadêmico desenvolve seu projeto de pesquisa ou de ação com seus próprios alunos, tratando de alguma temática importante para sua comunidade.

3) Monitoria – é quando o acadêmico realiza algum tipo de acompanhamento ao trabalho de outros professores, em salas de aula de Educação Infantil, Educação Especial, Educação de Jovens e Adultos. A modalidade Monitoria é indicada para o acadêmico não tem sua própria sala de aula.

4) Docência compartilhada – é quando o acadêmico desenvolve atividades pedagógicas (aula) junto com algum professor titular e participa de todo o processo de organização da aula desde o planejamento, execução e avaliação.

5) Projetos de ensino – é quando o acadêmico elabora um projeto de ensino e ministra aulas para alunos dos anos finais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, mas que estudam em escolas nas cidades. Estes projetos são realizados em algum espaço da aldeia, sendo que a data e horário devem ser combinados com os estudantes.

6) Mestres Tradicionais – é quando o acadêmico realiza estudos com um ou mais “mestres tradicionais” para ouvir, aprender e registrar os ensinamentos orais. O acadêmico deve registrar os ensinamentos e fazer uma relação com as atuais práticas pedagógicas e a transposição dos saberes da cultura guarani para a interculturalidade. A carga horária para esta modalidade ficou definida como no máximo 30h.

7) Gestão Escolar – é quando o acadêmico atua na administração e na coordenação da escola, sejam elas da rede municipal ou estadual de ensino. Todos os acadêmicos devem cumprir horas de estágio na modalidade gestão escolar.

Obs: As modalidades escolhidas pelo aluno deverão ser registradas seguindo as mesmas orientações para a escrita do “relatório”, citado no item 1.


§ 1º Foi estabelecido pela COESTEKO um prazo limite para a entrega do Livro Estágio.

  1. A realização do estágio pelo acadêmico deve atender as orientações conforme os “Documentos 01, 02 e 03”.

  1. O não cumprimento deste prazo acarretará a não conclusão do curso no ano base. E neste caso o aluno fica de “dependência” até o cumprimento de toda carga horária e das atividades propostas neste componente curricular.

  2. A entrega do “Livro de Estágio” não significa necessariamente a conclusão do curso e sua aprovação. O Estágio será considerado cumprido somente quando comprovada a carga horária das atividades propostas e o acadêmico ter recebido no mínimo conceito “B” (Bom).

  3. Há uma “Ficha de Avaliação de Estágio curricular Supervisionado” que é preenchida pelo professor orientador do estágio. Portanto, mantenha sempre contato com o professor orientador para esclarecer dúvidas, corrigir possíveis falhas e avaliar de forma antecipada as atividades propostas, a fim de não atrasar sua conclusão e aprovação.

CAPÍTULO VIII - DO PROFESSOR ORIENTADOR DE ESTÁGIO E SUAS ATRIBUIÇÕES


Art. 26º O acompanhamento do Estágio Curricular Supervisionado deverá ser feito por meio do corpo de docentes que atuam no curso. Outros profissionais, como os professores responsáveis pelas salas de aula onde o mesmo for realizado; assim como SEMEDs e SED, no caso da gestão escolar atuarão indiretamente no acompanhamento do Estagio.
Art. 27º Caberá ao Professor Orientador de Estágio:

  1. Discutir um roteiro com orientação e observação, mantendo assim um equilíbrio nos pressupostos metodológicos comuns às quatro grandes áreas de conhecimento habilitadas no curso.

  2. Acompanhar o registro das atividades pedagógicas no Livro de Estágio.

  3. Orientar as dificuldades pedagógicas apresentadas mediante registro das atividades no Livro de Estágio.

  4. Fazer revisão do número de horas registradas no Livro de Estágio.


CAPÍTULO IX - DO ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO
Art. 28º O acompanhamento das atividades realizadas pelo aluno estagiário será de responsabilidade do Professor Supervisor de Estágio que procederá à orientação de estágio no curso.
Parágrafo Único - O acompanhamento do estágio será realizado durante todo o percurso destinado ao Estágio, podendo ser iniciado na III Etapa de Estudos Presenciais do Curso e cada orientador deverá manter registros e o controle de participação dos alunos estagiários nessa atividade, conforme previsto neste regulamento.
Art. 29º Na avaliação será considerada freqüência de 100% e aproveitamento conforme estabelecido no Anexo I deste regulamento.
Art. 30º O resultado final da avaliação do estágio será registrado com os termos “aprovado” e “reprovado”.
CAPÍTULO X - DO APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIA

Art. 31º O aproveitamento da experiência profissional será considerado, conforme Legislação.


CAPÍTULO XI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 32º - Os casos omissos serão analisados e resolvidos pela Comissão de Estágio do Curso de Licenciatura Indígena Teko Arandu.
Art. 33º - Este Regimento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho Diretor da Faculdade de Educação.

ANEXO I DO REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA INDÍGENA TEKO ARANDU



Escala de valores

Conceito

Desempenho

Conceito Final

9,0 a 10,0

Excelente

Alcançou plenamente todos os objetivos

Aprovado

8,0 a 8,9

Muito Bom

Atingiu satisfatoriamente os objetivos

Aprovado

7,0 a 7,9

Bom

Atingiu os objetivos

Aprovado

6,0 a 6,9

Regular

Atingiu parcialmente os objetivos

Aprovado

Até 5,9

Insuficiente

Não atingiu os objetivos propostos

Reprovado

5. REGULAMENTO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

(Documento em trâmite no Conselho Diretor da FAED)
CAPITULO I

DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


Art. 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) integra o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura Indígena e compreende a pesquisa individual ou em grupos de no máximo 3 pessoas, quando se tratar da pesquisa com produção de vídeo e de material didático, em qualquer temática vinculada a área específica de formação do acadêmico, sendo realizada sob orientação e acompanhamento na forma definida por esse Regulamento, respeitando o Regulamento Geral dos Cursos de Graduação da UFGD. Apresenta-se como um momento de reflexão e sistematização em que o acadêmico pode aliar os conhecimentos adquiridos às vivências e práticas de sua realidade sócio-cultural em uma produção teórica. O TCC é obrigatório para a integralização da carga horária da Licenciatura Indígena.

Parágrafo Único: O TCC deverá ser apresentado na modalidade de material didático, vídeo, monografia, memorial descritivo e artigo21. As modalidades vídeo e material didático deverão ser acompanhados por um relatório escrito que detalhe os passos do Projeto desenvolvido pelo(s) acadêmico(s) juntamente com seu orientador.
Art. 2º. O TCC deverá propiciar aos alunos do Curso de Licenciatura Indígena:

  1. Proporcionar aos acadêmicos indígenas, suas comunidades e povos a recuperação de suas memórias históricas, a reafirmação de suas identidades étnicas e a valorização de suas línguas e ciências;

  2. Pesquisar e registrar o conhecimento tradicional dos grupos familiares, da aldeia e do povo Guarani e Kaiowá, valorizando as narrativas históricas para compreender as concepções de mundo e o modo de vida do grupo.

  3. Levantar os principais problemas vividos pela comunidade e saber formular questões, buscar informações em diferentes fontes, processar e analisar essas informações no sentido de contribuir para a melhoria da qualidade de vida do povo Guarani e Kaiowá.

  4. Compreender o lugar do homem e da sua morada no Universo, tal como é concebido na cosmologia do povo Guarani e Kaiowá e de outros.

  5. Reconhecer e organizar seu próprio conhecimento sobre o espaço geográfico para compreender e atuar sobre ele.

  6. Compreender as diferentes maneiras de contar, medir, pôr em ordem e classificar o mundo/pré-requisito para o desenvolvimento de atividades administrativas, de proteção ambiental e territorial e atenção à saúde.

  7. Elaborar e publicar sistematicamente material didático específico e diferenciado.

  8. Saberes escolares, com pesquisas a respeito dos processos de ensino e aprendizagem e de gestão na educação escolar indígena.


Art. 3º. São componentes obrigatórios do TCC:

I. O projeto de pesquisa deverá conter todos os passos previstos nos manuais de pesquisa científica (título, resumo, introdução, objetivo geral e objetivos específicos, metodologia e recursos, cronograma de execução e referências).

II. Relatório Parcial orientado e avaliado pelo orientador.

III. Texto final orientado e pré-avaliado pelo orientador.



Art. 4º. O texto final deverá conter no mínimo 10 páginas e padronização estrutural e normativa conforme estabelecida pela ABNT e pela Comissão de TCC que o acompanhará através das Coordenações de Áreas Específicas.

CAPÍTULO II

DA COMISSÃO DE TCC E DAS COORDENAÇÕES DE ÁREAS ESPECÍFICAS
Art. 5º. A comissão de TCC, devidamente designada pela Coordenação do Curso de Licenciatura Indígena/FAED, está composta por docentes atuantes no referido Curso. Todas as decisões sobre TCC serão organizadas por esta Comissão e submetidas à apreciação dos acadêmicos no coletivo, composto pela maioria, ou seja, 50% + 1, dos alunos regularmente matriculados, durante as etapas presenciais. A referida Comissão estabelecerá um Cronograma Geral para o início, a conclusão, a entrega e a apresentação dos textos finais em Seminário de TCC.

Parágrafo Único. As responsáveis pelas áreas específicas (Ciências Sociais, Ciências da Natureza, Matemática e Linguagens) devem intermediar as relações entre orientando/orientador desde o momento de definição da orientação;


Art. 6º. Caberá à Comissão de TCC:

I – apresentar à Coordenação do Curso de Licenciatura Indígena proposta de regulamentação dos TCC para submissão ao Conselho Diretor da Faculdade de Educação.

II – registrar o cronograma de encontros de orientação, realizados no Tempo Universidade realizado nas Comunidades (TU-comunidade) ou durante as Etapas Presenciais do Curso, dos acadêmicos, de acordo com os Projetos e acompanhar o desenvolvimento dos mesmos através das responsáveis pelas Áreas.

III – dar amplo conhecimento das normas e dos procedimentos do TCC sob sua responsabilidade aos (às) acadêmicos e aos docentes da Licenciatura Indígena.

IV – organizar, coordenar e controlar a execução do Cronograma de Atividades do TCC que implicam em início, desenvolvimento, conclusão, entrega e defesa pública;

V – apresentar à Coordenação do Curso de Licenciatura Indígena, ao final do Curso, relatório final contendo informações sobre os trabalhos desenvolvidos e os resultados obtidos.


Art. 7º. Caberá aos responsáveis pelas Áreas Específicas:

I – Acompanhar as relações entre orientado e orientador.

II – receber e repassar à Comissão de TCC os projetos, relatórios parciais e texto final da pesquisa.

III – acompanhar e registrar a freqüência dos acadêmicos nos encontros de orientação para o desenvolvimento de seu Projeto de Pesquisa e respectivo Cronograma.


CAPÍTULO III

DA ORIENTAÇÃO



Art. 8º. A orientação do trabalho monográfico compete aos docentes vinculados à UFGD, podendo-se admitir, mediante apreciação do Conselho Diretor da Faculdade de Educação.

§ 1º - Todos os docentes pertencentes ao quadro de professores do Curso de Licenciatura Indígena, que atuam nas áreas específicas, poderão ser orientadores.

§ 2º. Cada docente poderá orientar até quatro acadêmicos por turma. Casos excepcionais deverão ser analisados pela Comissão de TCC.

§ 3º. O trabalho de orientação, quando desenvolvido por docente não vinculado à UFGD, não será remunerado e não importará em custos para o Curso de Licenciatura Indígena, para a Faculdade de Educação ou para a UFGD.

§ 4º. As atividades de orientação de TCC se constituirão em encargos de ensino dos docentes de todas as Faculdades envolvidas com o Curso de Licenciatura e serão atribuídas por Portaria da Direção da Faculdade de Educação.
Art. 9º. Será permitida uma co-orientação, desde que aceita pelo orientador e pelo acadêmico. O co-orientador deverá ser membro atuante como docente em uma das áreas específicas da Licenciatura Indígena e deverá ser designado por Portaria da direção da Faculdade de Educação.
Art. 10º. Compete ao orientador:

I – apresentar termo de aceite do(a) acadêmico(a) como orientando(a), conforme Anexo II;

II – orientar a elaboração final do projeto de pesquisa do(a) acadêmico(a) e o seu desenvolvimento, assim como a elaboração do texto final, a sua apresentação e argüição públicas;

III – acompanhar e avaliar o desempenho e a produção do (a) acadêmico(a) sob sua orientação;

IV – exigir relatório parcial do desenvolvimento do projeto de pesquisa sob a sua orientação, encaminhando à Comissão de TCC docente da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso”, no prazo fixado, parecer sobre o desempenho do(a) orientando(a) utilizando o Anexo IV;

V – autorizar a apresentação e argüição públicas do trabalho de graduação mediante termo de anuência, conforme Anexo VI

VI – providenciar, juntamente com o (a) orientando(a), a entrega à responsável pela área específica o exemplar do texto final para fins de avaliação e, ao término do processo, um exemplar da versão final do texto.
CAPITULO IV

DOS ACADÊMICOS



Art. 11º - O orientado deverá cumprir, juntamente com o orientador, o cronograma de atividades estabelecido no Projeto de TCC e o cronograma de prazos estabelecidos pela Comissão do TCC para a entrega da versão final de sua pesquisa.

Art. 12. Cabe ao(à) acadêmico(a):

I – manter seu cadastro atualizado;

II – escolher o tema do trabalho de conclusão de curso levando em conta as possibilidades dos orientadores.

III – sugerir orientador (a), considerando sua linha de pesquisa.

III – elaborar o projeto final de estudo ou pesquisa sob orientação, utilizando o Modelo da FAED/UFGD.

IV – freqüentar as reuniões e outras atividades para as quais for convocado(a).

V – elaborar e submeter à avaliação do(a) orientador(a) relatório parcial das atividades desenvolvidas no prazo estabelecido no cronograma de atividades da disciplina “Trabalho de Conclusão de Curso”.

VI – evidenciar nos trabalhos elaborados aproveitamento dos estudos realizados nas disciplinas “Fundamentos da Educação e Gestão Escolar”;

VII - cumprir as normas e prazos fixados neste regulamento, no plano de ensino docente.

VIII – requerer ao acadêmico de “TCC” dilatação de prazo anexando uma justificativa, o parecer do orientador(a) e documentação do trabalho já elaborado;

IX – entregar um exemplar do texto final para avaliação e um exemplar da versão final do texto, após atender às indicações dos avaliadores e considerar contribuições de argüidores, submetendo-a a apreciação final do(a) orientador(a);

X – apresentar publicamente o seu trabalho monográfico e responder a argüição pública mediante anuência escrita do(a) orientador(a).
CAPÍTULO V

DA AVALIAÇÃO





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