Unincor – universidade vale dorio verde de três coraçÕES



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DA FALA PARA A ESCRITA: UMA PROPOSTA DE APLICAÇÃO AO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA

,Rosita Helena B Pereira.; GADBEM, José Roberto (Universidade Vale do Rio Verde de Três Corações – UNINCOR)


1. Introdução
O ensino de Língua Materna tem como objetivo desenvolver a competência comunicativa dos falantes, isto é, a capacidade de o falante utilizar a língua adequadamente nas mais diversas situações de comunicação. Para concretizar esse objetivo, é preciso que o professor propicie o contato do aluno com a maior variedade possível de situações comunicativas, isto corresponde a desenvolver neste a capacidade de produzir e compreender textos nos mais diversos contextos.

Novas perspectivas no ensino de língua portuguesa põe em relevo a incorporação da oralidade na sala de aula, colocando em prática as diretrizes dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), que postulam um ensino que leve em consideração o uso da fala em diferentes situações comunicativas.

Castilho (1990) apresenta uma excelente proposta de ensino, tendo como ponto de partida a língua falada pelo aluno e como ponto de chegada à língua escrita – não substituindo esta modalidade por aquela, mas mostrando que o estudo de ambas pode ser feito paralelamente.

Partindo destas considerações, este artigo apresenta uma atividade em sala de aula que trabalha diretamente com a questão da variação lingüística, sem teorizar sobre a mesma, para que o aluno, a partir de reflexões, perceba que a escrita não representa a fala e que, justamente por não se recobrirem, podemos relacioná-las, compará-las, mas não em termos de superioridade ou inferioridade, visto que suas diferenças são graduais e contínuas.

Para isso apresentamos um corpus de três textos, re-textualizados seguidos das respectivas análises fundamentadas teoricamente no Modelo das Operações Textuais-Discursivas na passagem do texto oral para o texto escrito, de Marcuschi.

O procedimento foi controlado sob dois aspectos:



  1. Os dados são autênticos.

  2. As tarefas foram claramente propostas.

A primeira constatação feita foi que a passagem da fala para a escrita não é a passagem do caos para a ordem: é a passagem de uma ordem para outra ordem,

conforme afirma Marcuschi. (2001: 47).


2. Perspectivas Teóricas
Segundo Travaglia (2001:17), ao dar uma aula de uma língua para falantes nativos dessa língua é sempre preciso perguntar: “para que se dá aula de uma língua para seus falantes?” Ou, transferindo para o nosso caso específico, “para que se dá aulas de Português a falantes nativos de Português?”.

O autor propõe que o ensino de Língua Materna se justifica prioritariamente pelo objetivo de desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (falante, escritor/ouvinte, leitor), isto é, a capacidade do usuário de empregar adequadamente a língua nas diversas situações de comunicação.

Segundo Geraldi (1997), o ensino de LP envolve uma concepção de linguagem que subsidia a prática do professor. Normalmente tem-se levantado três possibilidades distintas de se conceber a linguagem. A primeira concepção vê a linguagem como expressão do pensamento: as pessoas não se expressam bem porque não pensam. Presume-se que há regras a serem seguidas para a organização lógica do pensamento que se constitui nas normas gramaticais do falar e escrever bem, presentes nos estudos lingüísticos tradicionais resultantes na chamada gramática normativa.

A segunda concepção apresenta a linguagem como instrumento de comunicação. Nesta concepção a língua é vista como um código, num âmbito formalista que limita seu estudo ao funcionamento interno da língua, separando-a do homem no seu contexto social.

A terceira concepção define a linguagem como uma forma de interação. O indivíduo usa a língua para realizar ações, agir, atuar sobre o interlocutor (ouvinte/leitor). Nesta concepção a interação verbal constitui a realidade fundamental da linguagem.

Para Halliday, MacIntosh e Strevens in Travaglia (1974: 257-287) ao se ensinar uma língua, pode-se realizar três tipos de ensino: o prescritivo, o descritivo e o produtivo:




  • O ensino prescritivo proporciona ao aluno a possibilidade de substituir seus próprios padrões de atividade lingüística considerados errados/inaceitáveis por outros considerados corretos/aceitáveis. Portanto, interfere com as habilidades lingüísticas existentes.




  • O ensino descritivo tem por objetivo mostrar como a linguagem funciona e como determinada língua em particular funciona. Não altera habilidades já adquiridas, apenas mostra como podem ser utilizadas de todas as variedades lingüísticas da língua materna.



  • Já o ensino produtivo, objetiva ensinar novas habilidades lingüísticas, para que o aluno possa estender o uso de sua língua materna de maneira mais eficiente, sem alterar padrões que ele já adquiriu, apenas pondo a seu dispor, para uso adequado, a maior escala possível de potencialidades de sua língua, em todas as diversas situações em que tem necessidade delas.


3. Desenvolvimento
1. Etapas
1ª.: Os alunos assistiram ao filme Dormindo com o inimigo, juntamente com a professora.

2ª.: A professora apresentou a eles uma gravação, na qual lia uma narrativa fita por um aluno. Esse texto faz parte de um exercício dado em um curso de especialização na FEPESMIG – Varginha, MG em 1996.

3ª.: Após, lhes é sugerido um exercício de produção de texto com os seguintes dizeres:

Esta é a transcrição da fala do aluno que narrou o filme. Ponham o texto transcrito na forma como ele poderia ter sido escrito. Vocês vão fazer, portanto, uma passagem da fala para a escrita. Podem retornar à audição da fita quantas vezes quiserem.

4ª. Os alunos juntamente com a professora, analisaram algumas re-textualizações na passagem do texto oral para o escrito.

Texto original para transformação

Fala: x, aluno da 5ª série A, professora Edenize. Centro Pedagógico – UFMG


Esta é a transcrição de fala de um aluno que está narrando o início do filme Dormindo com o Inimigo. Ponham o texto da transcrição na forma como ele poderia ter sido escrito. Vocês vão fazer, portanto, uma passagem da fala para a escrita.
L1 “Ah, o filme começa com a Laura na beira da praia

L2 catando...concha...é...aí chega o marido dela falando

L3 que têm que ir numa festa aí ela fala que não pode,

L4 que ta trabalhando muito aí ele vai e fala que...que...

L5 que tem que ir que vai cancelar, mas aí ela vai e fala

L6 que não precisa de cancelar que eles vão. Aí eles vão

L7 na festa...aí eles...voltam. Quando chegam em casa,

L8 aí eles vai e...aí no outro dia de manhã cedo eles acordam

L9 e...aí...aí uma vez...no dia que eles convidam o::...tinha um...

L10 um...um...moço num barco que ia navegar à noite, aí eles convi/

L11 o::...moço convidou eles para ir com ele. Aí a Laura foi e aceitou

L12 o convite. Aí quando eles tavam lá a vela do barco rebentou::...a

L13 a corda. Aí eu...a::...o...marido dela foi foi tentar pegar. Aí nisso

L14 que...aí ela caiu no mar e ele não viu.”


1.1. Retextualização 1: Aluno do 3° Ano do Ensino Médio de Três Corações
L1 O filme começa com Laura catando conchas

L2 na beira da praia. Seu marido chega e diz que tem

L3 de ir a uma festa. Ela por sua vez disse que

L4 não pode ir pois estava trabalhando muito.

L5 O marido então resolve cancelar a festa. Ela então

L6 volta atrás e decide ir.

L7 Quando voltam da festa, não se agüentam

L8 e caem no sexo.

L9 De manhã, os dois discutem e ele acaba

L10 por bater nela.

L11 Laura aceita o convite para navegar a

L12 noite a bordo de um barco. Ela vai com seu mari

L13 do e no meio da viagem, a vela arrebenta.

L14 Laura cai no mar e ele tenta salva-la mas não

L15 pode fazer nada.

L16 Ele pensa que Laura morreu, mas ela sabia

L17 nadar e volta à sua casa...
1.2. Análise das Operações Textuais-Discursivas na Passagem do Texto Oral Para o Texto Escrito
1ª op. Percebe-se a eliminação de marcas estritamente interacionais, hesitações e partes de palavras, por exemplo: ah..., aí..., um...um, a..o, o..o.., e....

2ª op. Introduz-se a pontuação com base na intuição fornecida pela entoação das falas.

3ª op. Retiram-se as repetições, redundâncias, mas continuam os pronomes “ele/ela/eles” e o articulador “então” repetidos.

4ª op. A paragrafação é introduzida detalhadamente sem modificação dos tópicos discursivos.

5ª op. Há a reconstrução de estruturas truncadas, concordâncias, reordenação sintática, encadeamentos: Linhas 1, 2.

Ex. L1 do texto original: “Ah, o filme começa com a Laura na beira da praia catando...concha (...)”

L2 do texto retextualizado: “O filme começa com Laura catando conchas na beira da praia (...)”

É interessante notar que houve um acréscimo informacional que preenche as lacunas da linha 7 do texto original.



L8 “aí eles vai e...aí no outro dia de manhã cedo eles acordam”(...)

L7 “Quando voltam da festa, não se agüentam e caem no sexo.

9ª op. Houve também um agrupamento de argumentos condensando as idéias das linhas 5/6, 7/8, 10/11/12.

As informações da L10 foram eliminadas, como a presença de um moço que tinha um barco e que convidou o casal para navegar; mas há um acréscimo: “De manhã, os dois discutem e ele acaba por bater nela”.

Não houve mudança nos tempos verbais; em ambos os textos, predomina o presente do indicativo, sendo, porém, um pouco maior a presença na retextualização.

Por conhecer a trama toda, o aluno acrescentou um final ao seu texto retextualizado. Mesmo assim, o texto original que tinha 164 palavras ficou com 124 palavras em sua versão final escrita; o que não representa uma grande redução.

Não se observam as operações: 5ª, 7ª e 8ª propostas por Marcuschi. (MARCUSCHI, 2001:75) (Ver Anexo 1)
1.3. Retextualização 2: aluna do 3° ano do Ensino Médio de Três Corações
Filme: Dormindo com o Inimigo

L1 Recém casados, Laura e o marido

L2 moravam numa bela casa à beira

L3 do mar, pareciam felizes, mas o ma

L4 rido de Laura era agressivo, possessivo.

L5 Obrigava a Laura a manter tudo

L6 no lugar, em perfeito perfeccionismo.

L7 A sufocava. Um dia, à noite, saíram

L8 de barco para um passeio e num

L9 descuido do marido, durante um

L10 temporal, Laura se joga no mar e

L11 fugiu, seu marido deu-a como morta

L12 pois achava que ela não sabia nadar.
1.4. Segunda Análise
Nesta retextualização percebem-se as seguintes operações:

1ª op. Desaparecem os marcadores estritamente interacionais, as hesitações, como na primeira.

2ª op. A pontuação é bastante original e coincide no geral com as pausas.

3ª op. As repetições não são eliminadas: Laura...Laura, marido...marido, para substituírem os pronomes ele/ela.

4ª op. Não é segunda, pois não houve paragrafação e a ordem geral continua quase a mesma.

O interessante neste texto é observar que da linha 1 à linha 6 a autora foge completamente do texto original, até mesmo as características psicológicas das personagens foram tratadas. Houve uma sensível redução de informações originais com a introdução de elementos novos.



6ª op. As estruturas são reconstruídas, concordâncias, reordenação sintática: Linhas 7, 8,. 9, 10, 11, 12.

7ª op. Há novas estruturas sintáticas nas linhas finais.

8ª op. As linhas finais reorganizam a seqüência argumentativa do texto original.

9ª op. Percebe-se um agrupamento de argumentos condensando as idéias das linhas 9, 10, 11, 12, 13, 14.

Poderia-se dizer que a mudança mais significativa da retextualização em relação ao texto original deu-se no enredo; ao lado desse aspecto vê-se também uma mudança nos tempos verbais, predominando nessa o pretérito imperfeito do indicativo. Já o enxugamento geral dessa foi mais significativo do que a primeira; ficando o texto com 75 palavras em sua versão escrita; ele passou a ter em torno de 2/3 do original.


1.5. Retextualização 3: aluna do 3° ano do Ensino Médio de Três Corações
Dormindo com o Inimigo

(não assisti ao filme)

Início:

L1 O filme começa com Laura na beira da praia

L2 pegando algumas conchas. Logo aparece seu marido

L3 e a convida para ir em uma festa. Laura recusa

L4 o convite, pois tinha muito trabalho. Insistente e

L5 chantagista seu marido consegue fazer com que

L6 Laura vá a festa.

L7 Passados alguns dias o casal foi passear de

L8 barco em alto mar, para a surpresa de todos, a

L9 vela do barco rebentou e o marido de Laura tentou pegar

L10 a corda e por descuido Laura cai no mar sem

L11 que ninguém percebesse.
1.6. Terceira análise
Um aspecto interessante desta retextualização é o fato de a aluna não ter assistido ao filme. Assim, conseqüentemente ela se torna mais fiel ao texto original. As operações percebidas foram:

1ª op. As marcas estritamente interacionais e as hesitações foram eliminadas.

2ª op. Introdução da pontuação com base na intuição fornecida pela fala.

3ª op. Retirada das repetições, reduplicações.

4ª op. Introdução da paragrafação e pontuação detalhada.

6ª op. Reconstrução de estruturas truncadas.

7ª op. Tratamento estilístico com seleção de novas estruturas sintáticas e novas opções léxicas.

Ex. L2: “pegando algumas conchas. Logo aparece seu marido”

L3: “Laura recusa (...)”

A autora acrescenta novas características ao marido, talvez por inferências: Linhas 4 e 5: “insistente e chantagista”.



8ª op. A seqüência argumentativa foi reorganizada.

9ª op. Agrupamento de argumentos condensando as idéias das linhas 9/10/11/12/13/14.

São significativas, neste texto, algumas estratégias utilizadas pela autora como as substituições, apontadas anteriormente, por expressões mais próprias da escrita ao lado de um detalhe pitoresco na linha 9, quando a aluna deixa em seu texto uma marca particular da oralidade: “a vela do barco rebentou”. A redução ficou em torno de 40%, e os tempos verbais são os mesmos do texto original.


4. Considerações Finais
Este estudo apresenta duas conclusões:

1°. Percebe-se, em todos os textos analisados, que as teorias e sugestões propostas por Marcuschi de análise das relações entre a oralidade e a escrita e o modelo de tratamento das retextualizações, constituem um caminho claro e pertinente de investigação ao pesquisador que pretende aprofunda neste campo de grande interesse tanto teórico como prático.

2°. Trabalhar com a oralidade e a escrita, não como forma dicotômicas, mas como um contínuo, pode ser um caminho para a superação do mito da supremacia social e cognitiva da escrita sobre a oralidade. O professor deverá criar situações em que a intenção comunicativa fundamente o uso da língua e não a morfologia ou a gramática. Com o contato permanente e intenso com textos falados e escritos, o aluno terá de onde retirar recursos para ser um bom usuário da língua.

Segundo MARCUSCHI (2001:125),



“a língua não é um simples sistema de regras, mas uma atividade sociointerativa que exorbita o próprio código como tal. Em conseqüência, o seu uso assume um lugar central e deve ser o principal objeto de nossa observação porque só assim se elimina o risco de transformá-la em mero instrumento de transmissão de informações. A língua é fundamentalmente um fenômeno sociocultural que se determina na relação interativa e contribui de maneira decisiva para a criação de novos mundos e para nos tornar definitivamente humanos”.
O domínio de uma língua se dá por meio de práticas efetivas, significativas contextualizadas. Na opinião de POSSENTI (1999), não se aprende uma língua através de exercícios repetitivos, mas por práticas significativas.

5. Referências Bibliográficas


  1. CASTILHO, Ataliba T. A língua falada no ensino de língua portuguesa. São Paulo: Contexto, 1998, 158 p.

  2. MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. 133 p.

  3. POSSENTI, Siro. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1996, 95 p.

  4. TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática no 1° e 2° graus. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2001, 245 p.


ANEXO 1

Modelo das Operações Textuais-Discursivas na Passagem do Texto Oral para o Texto Escrito

1ª OPERAÇÃO:

Eliminação de marcas estritamente interacionais, hesitações e partes de palavras (estratégias de eliminação baseada na idealização lingüística).

ou




2ª OPERAÇÃO:

Introdução da pontuação com base na intuição fornecida pela entoação das falas (estratégia de inserção em que a primeira tentativa segue a sugestão da prosódia).

ou




3ª OPERAÇÃO:

Retirada de repetições, reduplicações, redundâncias, paráfrases e pronomes egóticos (estratégias de eliminação para uma condensação lingüística).

ou




4ª OPERAÇÃO:

Introdução da paragrafação e pontuação detalhada sem modificação na ordem dos tópicos discursivos (estratégia de inserção).

ou




5ª OPERAÇÃO:

Introdução de marcas metalingüísticas para referenciais de ações e verbalização de contextos expressos por dêiticos (estratégia de reformulação objetivando explicitude).

ou




6ª OPERAÇÃO:

Reconstrução de estruturas truncadas, concordâncias, reordenação sintática, encadeamentos (estratégia de reconstrução em função da norma escrita).

ou




7ª OPERAÇÃO:

Tratamento estilístico com seleção de novas estruturas sintáticas e novas opções léxicas (estratégia de substituição visando a uma maior formalidade).

ou




8ª OPERAÇÃO:

Reordenação tópica do texto e reorganização da seqüência argumentativa (estratégia de estruturação argumentativa).

ou




9ª OPERAÇÃO:

Agrupamento de argumentos condensando as idéias (estratégia de condensação).

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Sem13 -> Procedimentos de análise sintática utilizados por alunos do ensino fundamental
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Sem13 -> A força da simbologia e dos provérbios no discurso narrativo
Sem13 -> Em um momento em que muito se fala sobre os rumos do ensino de língua materna no primeiro e segundo graus nas escolas e sobre
Sem13 -> A categoria de gênero nos livros didáticos


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