Unigranrio / SÃo leopoldo mandic



Baixar 154.17 Kb.
Página2/4
Encontro24.10.2017
Tamanho154.17 Kb.
1   2   3   4

Materiais e Métodos


Onze pacientes apresentados com edêntulismo parcial da maxila e dentes- suportes naturais inadequados e/ou defeitos alveolares severos, contra indicando próteses fixas parciais.Tinha osso inadequado para o posicionamento de implantes dentais. Situações aplicáveis incluíram defeitos alveolares envolvendo uma extensão de dois a quatro dentes requerendo um aumento de largura e áreas envolvendo um ou dois dentes requerendo ganhos em ambas altura vertical e largura. Exames clínicos e radiográficos foram feitos para determinar se havia suficiente osso doador na sínfise mandibular para reconstruir todo defeito. Todos os pacientes foram tratados sob sedação consciente. Penicilina foi administrada oralmente 1 hora antes da cirurgia e continuou 1 semana pós operatóriamente.

Técnica Cirúrgica. Seguindo anestesia local

Uma incisão supraperiostal no aspecto palatal do rebordo foi feito com elevação da subsequente borda mucosa e incisão do periósteo no alto da crista.

Divergentes incisões de alivio adjacentes`a borda do dente foram feitos depois, e um retalho mucoperiostal foi elevado para expor o defeito. O leito receptor do enxerto foi preparado pela remoção de algum tecido fibroso ou materiais de corpo estranho de tratamentos endodônticos anteriores.

Enxertos ósseos foram depois obtidos de debaixo dos ápices dos incisivos mandibulares e caninos via aproximação intraoral. Anestesia local foi realizada com bloqueio mandibular bilateral com 0.5% de bupivacaina contendo 1:200,000 adrenalina e infiltração local de 2% lidocaina com 1:100,000 adrenalina no vestíbulo labiobucal para acentuar a hemostasia. Uma incisão foi feita na mucosa alveolar 3 a 4 mm além da junção mucogengival entre as regiões de premolares. Depois que a sínfise foi exposta (fig.2) e o forame mentoniano localizado, um retângulo foi sublinhado com uma broca cirúrgica correspondente ao tamanho do defeito maxilar exposto (fig.3). O aspecto superior retângular foi pelo menos 5 mm abaixo do ápice do dente, e a integridade do canto inferior da mandíbula foi mantida. A profundidade da osteotomia dependeu sobre a largura insuficiente do alvéolo maxilar. Osteótomos foram depois usados para libertar o bloco de enxerto e colher ossos esponjoso. Uma mistura de osso liofilizado com fosfato de cálcio reabsorvível aumentou a área doadora, e a membrana colágena foi posicionada sobre a mistura pra confiná-la.

O bloco de enxerto foi contornado para ajustar o defeito maxilar, firmemente inserido num leito preparado, e seguro no lugar com fio para amarria ou parafusos de titânio (fig.4) Um enxerto composto de osso esponjoso colhido e osso liofilizado foi usado para preencher qualquer vácuo. A largura aumentada do osso (orofacial) foi depois medida. Antes da sutura, o (periósteo da borda cobrindo o enxerto foi depois instrumentado com um bisturi para alcançar tensão livre no fechamento do ferimento). As incisões foram fechadas usando (4-0 vicryl interrompido) e suturas em colchoeiro.

Próteses provisórias parciais removíveis foram ajustadas para evitar contato com a área. Colutório de clorexidina foi usado duas vezes ao dia por duas semanas. Duas e dezesseis semanas pós operatórias , as áreas recipientes foram avaliadas clinicamente e radiográficamente para a morfologia dos alvéolos reconstruidos e cicatrização dos tecidos moles. As áreas dos sitios doadores foram examinadas clinicamente para verificar vitalidade do dente, cicatrização dos tecidos moles, e injúria ao nervo mentoniano, e radiográfadas para acessar o reparo ósseo e um possível dano`as raízes. O perfil do tecido mole e a função do lábio inferior também foram avaliados. Depois de um período de cura de 4 meses, um procedimento de reabertura foi feito e a área enxertada foi avaliada e medida. Elementos de fixação foram removidos e implantes endoósseos foram posicionados como procedimentos secundários.

Resultados


No encontro de avaliação de 4 meses antes da cirurgia de implante, as áreas ósseas enxertadas mostram arquitetura radiográfica normal e excelente morfologia clínica. Dos 11 pacientes tratados com enxertos de ossos mandibulares, cinco suportaram estágio 2 do implante cirúrgico. Exposição da área do posicionamento do implante revelaram completa incorporação do enxerto ósseo com o alvéolo circunvizinho (fig.5) e volume de osso suficiente para permitir subsequente posicionamento de implante em todos os pacientes em todos os sítios potenciais de implantes. Em todos os pacientes, uma comparação com medidas anteriores mostraram de 0% a 25% de reabsorção do enxerto. A preparação do osso enxertado revelou uma densidade maior que o osso circundante, similar à sínfise mentoniana da região mandibular. Um total de sete implantes de forma de raíz, todos 12 mm ou maior em comprimento, foram posicionados em ossos enxertados (figs.6 a 8). Depois de 4 a 6 meses de período de cura, cinco dos implantes foram descobertos para reconstrução protética e achamos estar integrados.
Artigo 6
Incidência e sugerido gerenciamento cirúrgico do septo em procedimentos de levantamento de seio
Um número variável de septos divide o assoalho do seio maxilar em várias reentrâncias e podem assim causar várias complicações durante os procedimentos de levantamento do seio. A incidência do septo foi avaliado examinando 41 crânios edêntulos maxilas. Em 13 dessas maxilas (31.7% desses casos ), assoalho dos seios com pelo menos um septo foram observados. A maioria dos septos foram localizados na região entre o segundo pré-molar e o primeiro molar. Uma possível causa da formação septal poderia ser as fases variáveis da pneumatização do seio maxilar.

A média de idade do falecidos era de 76 anos ( varia de 46 a 91 anos). Depois que foi exposto o seio maxilar do aspecto craniano por uma sessão horizontal abaixo do assoalho da órbita, a reentrância alveolar do antro foi examinado. Somente esses ossos lamelares foram considerados como septo que mostrou uma altura de pelo menos 2.5 mm (Uma sonda periodontal calibrada foi usada como um dispositivo de medição). Assim foi possível excluir caminhos irregulares da reentrância alveolar, o qual pôde ser observado em qualquer assoalho do seio, da análise. Se o assoalho do seio em ambos os lados do septo foi localizado em níveis diferentes, o assoalho mais caudal (posterior) da reentrância foi medido desse modo para acessar a altura máxima do septo. Cada assoalho do seio que exibiu um septo foi dividido em 3 porções (porções anterior, meio e posterior) para permitir uma avaliação mais precisa da localização topográfica do septo dentro do seio maxilar.

Além disso, as maxilas examinadas no presente estudo foram classificados de acordo com as classes de rebordo residual estabelecidas por Cawood and Howell 1 para o propósito de avaliação de uma possível correlação entre o grau de atrofia e incidência do septo. Das 41 maxilas examinadas, 8 foram designados `a classe 3 ( rebordo esférico, altura adequada e largura), 3 perteceram `a classe 4 ( rebordo em faca com adequada altura mas inadequada largura), 18 foram agrupados na classe 5 (rebordo plano com inadequada altura e largura), e 12 pertenceram `a classe 6 ( rebordo “deprimido” com perda óssea basal de graus variados que podem ser extensivos, mas que seguem no padrão previsto).

Resultados:

Assoalhos do seio com pelo menos um septo foram observados em 13 das 41 maxilas (31.74%). Onze maxilas (26.8%) mostraram um septo, onde duas maxilas (4.9%) exibiram dois septos. Os septos foram localizados nas seguintes regiões: 11 septos (73.3% de todos os septos) foram achados na porção anterior da reentrância alveolar que corresponde `a região pré-molar; 3 três septos (19.9%) foram localizados na porção mediana ( correspondendo `a região do primeiro molar); e um septo (96.6%) foi achado na porção posterior do assoalho do seio ( correspondendo `a região do segundo molar). Nos dois maxilares exibindo dois septos, eles foram localizados nas porções anterior e mediana e nas porções anterior e posterior do assoalho do seio, respectivamente. A altura média do septo foi de 7.9 mm, com o septo mais alto mostrando uma altura de 17 mm. Nenhuma correlação foi achada entre as classes de rebordo residual descritas por Cawood e Howell 14 e a incidência do septo de Underwood. Das 13 maxilas expondo septos, dois pertenciam `a classe 3, um `a classe 4, seis `a classe 5, e quarto `a classe 6.

Artigo 7
Reposicionamento do nervo alveolar inferior para posicionamento de implantes endoósseos
Posicionamento de implantes na mandíbula posterior é limitada pela altura óssea da crista alveolar e o canal alveolar inferior.

Discussão de uma técnica cirúrgica:

O forame mentonino não é violado e o nervo mentoniano não é aliviado perifericamente dentro do tecido mole. Osso esponjoso é removido da janela e o canal descoberto. A alça do vaso se posiciona em volta das reposições de feixe e protege o nervo lateralmente. Depois da inserção do implante, o feixe é reposicionado dentro da janela cortical e a borda mucoperiostal é suturada. Evitando a manipulação dos ramos terminais do nervo alveolar inferior reduz-se o risco de lesão permanente do nervo.

Depois da extração de dentes têm uma progressiva perda da altura do rebordo. A reabsorção óssea continua numa direção medial e progride de moderada`a severa atrofia da mandíbula. 1 A reabsorção diminui a altura óssea entre a crista óssea alveolar e o canal alveolar inferior. Entretanto, a região da mandíbula sob o canal não é significantemente afetada pela reabsorção óssea. 3 O posicionamento de implantes endoósseos na mandíbula posterior freqüentemente envolve decisões operatórias relativas ao feixe neurovascular.

Procedimentos cirúrgicos:

Anestesia é obtida com o bloqueio do nervo mandibular e injeções de infiltração local.

Radiografias panorâmicas e/ou exames de tomografia computadorizada podem demonstrar o curso do canal e sua relação com o osso da crista. Uma incisão na crista é feita estendendo do trígono retromolar anteriormente `a região canina (fig.1). O comprimento da incisão deve fornecer adequado relaxamento do tecido para reflexão do retalho mucoperiostal para a borda da mandíbula inferior. O forame mentoniano e seu feixe neurovascular são identificados. Gentil dissecação inferior ao canal sob o feixe irá relaxar a tensão do tecido anteriormente. Uma osteotomia vertical, aproximadamente de 5 a 7 mm em comprimento, é feita de 3 a 4 mm posterior ao forame mentoniano. Usando uma broca redonda nº 4 ou a broca de fissura nº701, o corte ósseo é feito somente através do córtex exterior. A Osteotomia vertical posterior é feita sobre o canal na região do segundo molar. Osteotomias horizontais conectam os cortes ósseos verticais. É tomado cuidado para assegurar que os cortes ósseos sejam feitos através do osso cortical e somente dentro do osso esponjoso mais mole e sangrando (fig. 2a).

Depois de confirmar que todos os cortes ósseos são através do córtex exterior, um elevador Molt é inserido na janela de osteotomia cortical (fig.2b). Ação por alavanca contra a mandíbula remove toda a janela cortical retangular externa, no qual é descartada.

O osso esponjoso sublinhado é exposto através dessa janela óssea cortical (fig.3a). O osso esponjoso externo cobrindo o canal é gentilmente removido com a ponta menor da cureta de molt ou uma cureta (colher) (fig.3b). Quando o osso esponjoso é gentilmente removido, o aspecto lateral do canal é exposto. Uma cureta pequena é depois posicionada dentro dos confinamentos do canal com pontas agudas viradas para fora. O osso esponjoso cobrindo o aspecto lateral do canal é exposto em pequenos incrementos. Nenhuma pressão é posicionada no feixe neurovascular. Com movimentos de (direção para cima )da cureta, pequenos incrementos ósseos são removidos sobre o feixe. O feixe é exposto por todo o comprimento da janela cortical retangular. Essa ampla exposição permite o relaxamento de feixes neurovasculares sem tensão.

O feixe é relaxado para que todo o comprimento da janela cortical óssea seja gentilmente removida de seu canal com (curetas ou ganchos para nervo). Uma pequena pinça hemostática curvada é posicionada embaixo do nervo no seu meio ponto dentro da janela (fig.4). A ponta dessa pinça hemostática é levemente aberta depois que é passado embaixo de feixe. Uma extremidade da alça do vaso é posicionada dentro dos bicos abertos. O hemostático é fechado e a alça do vaso é gentilmente empurrada para baixo e envolta do feixe. Agora a alça do vaso passa envolta e embaixo do feixe que se desloca lateralmente. A alça do vaso é movida anteriormente ou posteriormente para deslocar o feixe lateralmente fora das áreas propostas de implantes cirúrgicos (fig.5a).

Áreas receptoras de implante são preparadas de acordo com bons princípios cirúrgicos. Pinos guias de implante são usados para acessar a posição de implante final e verificar a largura e comprimento dos implantes. Depois da irrigação das areas receptoras, os implantes são posicionados (fig 5b). A alça do vaso é removida. A janela óssea é irrigada e coberta com Collacote (Coll-tec, Plainsboro, NJ), um curativo para ferimento de colágeno reabsorvível (fig.6). A placa cortical exterior , previamente removida não é reposicionada. Nenhum material particulado éposicionados sobre o feixe exposto ou dentro da janela cortical. O retalho mucoperiostal é reposicionado e suturado.

Radiografias panorâmicas pós-operatórias são tiradas.
Artigo 8
A classificação da via intraóssea do nervo mentoniano
A observação do forame mento niano pré(rx) e durante a colocação de implantes é fundamental. A lesãod o nervo mentoniano durante uma cirurgia pode levar a parestesia ou anestesia do lábio inferior e queixo, perturbando o paciente e causando consequências médicas e legais. Os nervos alveolar inferior e mentoniano lesados podem levar `a anormalidades sensoriais persistentes em mais de 46% dos pacientes. 1,2.

Ocorre que o canal mentoniano pode descrever anteriormente uma alça mais ou menos pronunciada. Primeiras descrições de seu curso data de volta ao ano de 1895. Em estudos posteriores, vários autores também descrevem a via do nervo mandibular como ascendendo distocranialmente, 4,5 a posição dos canais mandibulares e mentonianos parecendo-se ao número 1 horizontal.6,7 foi achado que os canais mentonianos da mandíbula humana frequentemente faltam paredes definidas, especialmente perto ao forame mentoniano.

O forame mentoniano tem um forma oval com borda mesial afiada e um diâmetro médio de 5 mm. Em 92.2% de todos os casos, é localizado na região apical dos premolares. Em somente 7.4% dos casos, é o forame situado mais distal ou mesial aos premolares em Caucasianos.

Materiais e Métodos:

Trinta e sete amostras mandibulares de cadáveers fixados de formalina/ carbol foram examinados. As mandíbulas foram classificadas de acordo com os tipos de rebordo residuais estabelecidos por Atwood 18-21 e Cawood e Howell22 (tabela 1), o qual descreve os vários graus de atrofia alveolar em base de critérios morfológicos. Tipo 1 de rebordo residual (RRT 1) descreve o rebordo dentado; RRT 2 corresponde ao estado do rebordo imediatamente pós-extração, o alvéolo ainda sendo aberto; em RRT 3, o alvéolo fechou e o rebordo é alto e bem arredondado;RRT 4 descreve um rebordo de ponta-faca; Em RRT 5, o rebordo alveolar é reduzido verticalmente e aparece baixo e bem arredondado; em RRT 6, a parte alveolar da mandíbula tem sido completamente reabsorvida e a crista da base da mandíbula é reduzida. Cortes transversais foram feitos das metades de todas as mandíbulas 1 cm distal (plano seccional) e mesial ( plano seccional II) ao forame mentoniano. Medidas da distância horizontal (HD), da distância vertical (VD), e a altura mandibular (MH) foram feitas em cada 2 cm de longas seções. A proporção VD/HD foi usada pra calcular o declive (a) do plano através do qual o canal mentoniano viaja (tan a =VD/HD). As seções mandibulares foram depois serradas em duas partes (partes basais e apicais) com uma serra diamantada , o plano seccional (plano seccional II) correspondente ao curso do canal mentoniano. Depois que o nervo mentoniano foi removido, o canal se assemelhou a um sulco. Plano seccional III foi usado para acessar o curso do canal mentoniano e medir a distância entre o ponto anterior e o (vertex) (MVD). Se o curso do canal descreveu um sifão antes de entrar no forame mentoniano, foi classificado como Tipo I; se ele ascendeu diretamente ao forame mentoniano sem descrever um sifão, foi classificado como Tipo II. Para avaliar os resultados medidos, a altura mandibular, a distância entre o ponto anterior e o vértice, e a declive do arco do canal mentoniano foram relacionados aos tipos de rebordos residuais.

Resultados:

Em 22 das mostras examinadas, o ponto mais alto do arco do canal (o vertex) foi claramentesituada anterior ao forame mentoniano (Tipo I). Nesses casos, o curso do canal mentoniano descreve uma alça. MVD foi acima de 5 mm. Em 15 pacientes, o vertex da alça foi localizado na mesial. Entretanto, o implante mais distal é posicionado, mais o risco de traumatizar o nevo mentoniano é alto.26

Cuidado com a incisão em rebordos com severas atrofia pois o nervo pode estar situado na crista do rebordo e ser irremediavelmente lesado .

4

Artigo 9
DANO EM NERVOS ASSOCIADOS COM BLOQUEADORES DE NERVOS ALVEOLARES INFERIORES
Os autores revisaram 12 casos em que alterações sensitivas ocorreram na distribuição dos nervos inferiores alveolares ou nervos linguais seguidos de injeção de um anestésico local para tratamento restaurador, apenas. A maioria dos pacientes sofreu apenas danos parciais, mas a recuperação foi fraca. O mecanismo exato do dano do nervo é desconhecido, mas muitos mais casos provavelmente existem do que os que foram relatados até hoje.

O dano do nervo pode ocorrer após procedimentos cirúrgicos orais e maxilofaciais. Seguindo a remoção do terceiro molar inferior, a incidência de danos do nervo alveolar inferior tem sido estimados entre 0.5 e 5 por cento dos casos (1-6) e a incidência de danos ao nervo lingual entre 0.6 e 2 por cento. (7-10). Pesquisadores e clínicos tem discutido um número de causas possíveis, incluindo a posição anatômica dos nervos, e tem descrito variações em técnicas cirúrgicas que podem minimizar o risco de danos ao nervo.

MÉTODOS E MATERIAIS

Este grupo de estudos foi composto de 12 pacientes examinados que tinham sinal de dano aos nervos como resultado de injeção de anestesia local via um bloqueador de nervo alveolar inferior seguido de um procedimento dental não cirúrgico. Dentistas indicaram a maioria dos pacientes em resposta a pedidos do departamento para fazê-lo. Muitos casos mais devem provavelmente existir desde que esses dentistas que indicaram os pacientes afirmaram saber de outros pacientes mas nunca se deram conta de que eles poderiam, ou deveriam , ser encaminhados para algum lugar. Em todo caso, apenas tratamento restaurativo havia sido realizado e nenhum paciente tinha relato de trauma de tecido mole.


RESULTADOS

O grupo de estudos consistia em 8 homens e 4 mulheres com idade média de 40 anos (variando de 22 a 67 anos) na época do dano. Todos os pacientes receberam um bloqueador de nervo alveolar inferior. Sete pacientes receberam apenas uma injeção, mas cinco precisaram de um segundo bloqueadores de nervo alveolar inferior. Em 11 pacientes, o bloqueador foi administrado da maneira convencional e em um paciente, a técnica de Gow-Gates(13) foi utilizada.Alguns pacientes também foram tratados em outras partes da boca e receberam injeções adicionais em outros lugares.No total, quatro pacientes receberam uma injeção, quatro pacientes receberam duas injeções, dois pacientes receberam três injeções e dois pacientes receberam mais de três injeções no dia em que o dano ao nervo aconteceu.

Oito pacientes receberam 2 por cento de lidocaína com 1:100,000epinefrina ( de cinco fabricantes diferentes). Três pacientes receberam 4 por cento de prilocaína com 1:200.000 de epinefrina e um paciente recebeu 2 por cento de mepivacaina com 1:20.000 levonordefrina.

E’interessante notar que muitos pacientes estavam no meio de um tratamento dentário o que quer dizer que eles tinham recentemente recebido uma anestesia local. Sete pacientes relataram ter recebido um anestésico local para tratamento dentário nos três meses seguintes à injeção que causou o dano ao nervo. Um paciente relatou ter recebido uma injeção entre três e seis meses antes de receber a injeção que causou Um paciente relatou ter recebido injeções dentárias entre 6 e 12 meses antes de receber a injeção que causou o dano. Três pacientes relataram que tinham recebido uma anestesia local 12 meses ou mais antes de terem recebido a injeção que causou dano ao nervo. Dos 12 pacientes, cinco foram examinados três semanas depois do acidente que causou o dano ao nervo enquanto os outros sete foram examinados em diferentes ocasiões até 18 meses depois que o acidente aconteceu.

Sete pacientes relataram que eles experimentaram uma sensação de choque quando eles receberam a injeção, deixando claro um provável toque da agulha no nervo. Cinco pacientes, porém, não relataram tal fenômeno.

O dano ao nervo aconteceu ao nervo lingual em nove casos e ao nervo alveolar inferior em dois casos; no caso mais incomum, apenas a corda do tímpano foi atingida. Este paciente relatou que desde a injeção ela não sentia o gosto de nada em metade da língua. Resultados de testes mostraram que ela tinha sensibilidade normal sobre toda a língua e podia, claramente distinguir o gosto em um lado, mas no lado afetado, ela não sentia qualquer gosto.O nervo corda do tímpano está entre o epinério nervoso lingual na área da língula, mas suas terminações não são ainda fundidas nas terminações nervosas linguais, como elas eram anteriormente.
Artigo 10
Injúria no Nervo Corda do Tímpano(NTC) resultante de anestesia alveolar inferior relato de dois casos
Lesão permanente no NTC resultante da injeção de anestesia local durante procedimentos dentais é raro.Dois casos de injúria no NTC mostrando ausência de paladar são apresentados. Complicação seguida da injeção de anestésico tem sido relatada através da literatura médica e odontológica. Estes documentos relatam complicações locais e sistêmicas induzidas por injeção de anestésico. Complicações sistêmicas mais comumente relatadas incluem reação alérgica ao anestésico ou aos seus conservantes, reações tóxicas e comprometimento vascular e respiratório. Varias reações e complicações locais têm sido descritas, incluindo edema local e dor, trismo, infecção e necrose de tecidos. Complicação vascular tem sido incluída como hematomas reflexos, injeção intravascular com fenômeno tromboembólico, espasmo vascular reflexo e distribuição anormal do anestésico.

Complicações neurológicas adversas afetando tanto o trato neurológico local e distante têm sido relatadas após a injeção de anestésico no alveolar inferior. As complicações incluem paralisia do nervo cranial e anestesia dos nervos craniais II e VII e bloqueio simpático cervical. Os sintomas reatados incluem AMAUROSIS, ptose, diplopia, miose, paralisia hemifacial. Embora tenhamos múltiplos relatos de complicações oftalmológicas, várias complicações neurológicas craniofacial seguida de injeção no nervo alveolar. Nos sabemos de relatos não completos e prolongados de ausência de paladar e diminuição de paladar. Nos relataremos dois casos:

Mulher de 35 anos visitou o dentista da família para tratamento de rotina para fazer restaurações sobre anestesia local. Após a injeção de 1.8cc de lidocaina com epinefrina 1:100000 no alveolar inferior uma anestesia local adequada foi conseguida. O dentista clínico relatou não haver complicações adversas durante a injeção, não foi aspirado sangue antes da injeção e a paciente tolerou o procedimento operatório sem complicações.

No dia seguinte a paciente retornou ao consultório queixando-se de redução na sensação de sobor sobre a lateral direito e porção anterior da sua língua. Ela tinha sensação normal para alfinetada e tato leve e movimento normal da língua. A paciente foi encaminhada para o Dr. Jack N. Adélia. Onde exames incluindo teste de percepção de sabor usando açúcar, sal, amargo (solução anestésica) e azedo foram feitos. Este protocolo de acompanhamento para injúria nervosa é recomendado pela Associação Californiana de Cirurgia Oral e Maxilofacial. Os exames revelaram completa perda da sensação do sabor na superfície anterior e lateral direita da língua. A paciente foi acompanhada para o Serviço de Neurologia e Cirurgia Oral e Maxilofacial por trinta meses com repetição de testes. A paciente tinha completa ausência do paladar para o amargo e moderada para severa redução do paladar sal e açúcar. O paladar para o azedo estava perto do normal quando comparado ao outro lado da língua.

Uma mulher de 35 anos visitou o departamento de Cirurgia Oral e Maxilofacial do David Grant Medical Center da Base da Força Aérea de Travis Califórnia para a extração de terceiros molares inclusos. A cirurgia foi realizada com anestesia local e sedação intravenosa sem complicações. O nervo lingual não foi visualizado pelo cirurgião durante a cirurgia.

Três semanas mais tarde a paciente retornou para a clínica queixando-se de perda de paladar dobre o lado direito da língua. Testes de paladar foram feitos completando a previsão delineada de uma diminuição do paladar para soluções amargas e ausência de paladar para azedo, doce e sal. Esta paciente foi marcada para uma futura manutenção e repetição de testes indicados.

Perda do paladar e diminuição do paladar associada à lesão no NTC são relatadas na literatura médica com intervenção cirúrgica no ouvido médio.

Não haviam sido relatados previamente casos seguidos de procedimentos dentais com anestesia no alveolar inferior. Os distúrbios do paladar correspondentes a injúrias do NTC são classificados como segue:

-ageusia: ausência de paladar

-hipogeusia: redução ou diminuição do paladar.

-dygeusia: anormal paladar ou distorção do paladar normal

O NTC é ramo do VII par craniano, consiste de fibras aferentes e eferentes. As fibras aferentes suprem inervação sensorial para o paladar nos dois terços anteriores da língua.(A informação e transmitida para a medula e para a região cortical do paladar no cérebro.) Fibras eferentes fornecem fibras parasimpatomiméticas pré-ganglionares para as glândulas sub-lingual e sub-mandibular. O NTC compõe 10% da área de secção transversal do nervo facial e tem um curso similar complicando sua passagem para a periferia. O nervo tem origem na porção intermediaria do nervo facial. A partir do gânglio (geniculate) o NTC passa a ser parte intrínseca do tronco facial.

Em uma distância em torno de meio centímetro, abaixo do forame estilomastoideo, o NTC sai do ramo facial entrando na cavidade timpânica através da parede posterior. Permanecendo no interior da cavidade próximo do início da membrana timpânica. Então segue de uma extremidade a outra e sai da cavidade timpânica através do canal da fissura (petrotimpânica). O NTC desce para a fossa infratemporal, corre parra baixo e para frente, passa profundamente pelo meio da artéria meninge e o ramo alveolar inferior do nervo mandibular e encontra-se com o bordo posterior do nervo lingual. O NTC então atravessa anteriormente para distribuir fibras sensoriais para os dois terços anteriores da língua.

Schiffman e Henkin oferecem excelentes revisões sobre desordens do paladar e evolução da percepção do paladar em várias revisões.

Alguns autores acreditam que testando a sensação do paladar através de eletrogustometria é o mais confiável método para avaliar a função do corda timpânica.

Outros relatos indicam que o teste de eletrogustrometria pode não ser real e pode dar resultados errados. Embora mais subjetivo e contendo variações de limiar entre os pacientes, muitos autores são a favor do teste de gustometria química para uso em seus consultórios.

Teste de gustometria química examina primeiro o paladar para o doce, salgado, azedo e amargo. Função da glândula salivar sub-mandibular é caminho adicional para examinara função do NTC. Isto tem sido recomendado para examinar pacientes com paralisia de Bell r outras injúrias do nervo facial bem como indicação de prognóstico para recuperação de injúria do mesmo. A mais provável causa da persistência da perda da função do corda do tímpano em nossos pacientes e a secção do nervo durante anestesia convencional mandibular ou bloqueio alveolar inferior. Embora lesão no nervo lingual tenha sido relatada. Não há reatos de lesão isolada do NTC.

Harn revisou a incidência de trauma no nervo lingual após a injeção no nervo alveolar inferior em 2075 pacientes. Ele relatou 3.62% de chance de traumatizar o nervo lingual com bloqueio mandibular convencional. Não foi mencionado isoladamente lesão no NTC, nem ele relatou alguma alteraçao de paladar dos pacientes estudados.

Lesão traumática do nervo é clinicamente descrita através do grau de disfunção sensorial, fisiológica e motora que segue a injúria. A classificação original de Seddon sobre injúria no nervo de 1943 é ainda usada em literatura médica e dental.

A classificação descreve três graus de injúria nervosa:

- Neuropraxia: Disfunção transitória do nervo sem significante degeneração e sem destruição da integridade do axônio. Recuperação é esperada de alguns dias para semanas.

- Anaxatemesis: è a injúria traumática neural que resulta na degeneração distal do axônio do nervo sem destruição do (endoneurônio). Regeneração e retorno normal para a sensação nervosa e função motora pode levar em torno de 6 a 8 semanas.

- Neurotemesis: Injúria traumática neuronal com ruptura e distorção da estrutura nervosa. Danos neurais resultantes de Neurotemesis podem resultar na perda permanente da função incluindo paralisia, parestesia e ou anestesia. Formação cicatricial no sítio da injùria do nervo pode também interferir com a regeneração axonal, resultando em um neuroma traumático e persistente com progressiva perda da função.

Nestes dois casos de ausência de paladar e diminuição sensitiva do paladar representam provavelmente exemplos de neurotemesis secundária pela injeção de anestésico na bainha do nervo. O prognóstico para a recuperação completa do paladar desses dois casos é pobre. Não há tratamento conhecido para injúria nervosa isolada desse tipo.

Nos apresentamos 2 casos de trauma no NTC com perda do paladar e diminuição do paladar que ocorreram após a injeção de anestésico local durante procedimentos dentários. Contudo a incidência de danos isolados do NTC durante anestesia do nervo alveolar inferior é extremamente rara, sustentamos que no bloqueio alveolar inferior devida atenção deva ser tomada para possíveis complicações não acontecerem.
Artigo 11
Um estudo anatômico dos relacionamentos de implante- feixes do neurovascular mentoniano.
quando cinco de seis implantes são usados numa reconstrução fixa, é desejável posicionar o implante mais distal tão perto quanto possível do nervo mentoniano. Isso permite o cantlever da prótese fixa ser extendida posteriormente o tanto quanto for biomecânicamente praticável. Quarenta e sete regiões do nervo mentoniano foram dissecadas em cadáveres para determinar o exato relacionamento entre o forame mentoniano, o nervo alveolar inferior.

O feixe neurovascular do alveolar inferior (NVB) entra na mandíbula no forame mandibular e (viaja de volta dentro) do canal mandibular. Divide dentro da mandíbula óssea em duas filiais terminais, o mentoniano e o incisivo NVB. O incisivo NVB continua dentro do canal mandibular, onde o mentoniano NVB existe no forame mentoniano.

O posicionamento de cinco dos seis implantes entre o forame mentoniano (MF) de uma mandíbula edêntula e a fabricação de uma prótese fixa é comumente realizada num processo reconstrutivo. Tipicamente, o implante mais distal é posicionado o mais (longe) possível do feixe neurovascular mentoniano (MNVB) sem o risco de uma lesão iatrogênica.

Métodos

24 cadáveres foram usados para esse estudo. A área do forame mentoniano foi estudada bilateralmente rendendo o total de 48 amostras. Radiografias periapicais foram obtidas para cada lado. 3 dentistas independentemente examinaram as radiografias. A distância do maior aspecto anterior do MF ao maior aspecto anterior ou mesial da alça radiográfica foi registrado. Em algumas radiografias o forame foi indeterminado. No que permaneceu,os pontos médios dos três clínicos foi registrado. O que também foi notado foi se o cadáver era dentado ou edentado no dado quadrante. Seguindo as radiografias, uma linha foi desenhada 2 mm anterior ao aspecto mais anterior do MF perpendicular ao canto inferior da mandíbula. Usando uma broca redonda nº 8, o osso foi removido até que o tecido neurovascular fosse encontrado. O diâmetro do NVB foi medido conforme a espessura do osso do canto lateral da mandíbula ao ponto onde o NVB foi encontrado.

Todas as medidas foram bem próximas de meio milímetro. Seguindo o curso infra ósseo do osso NVB, que foi removido posterirmente até que o canto anterior do MF fosse encontrado. A espessura do osso ao feixe neste ponto também foi registrado. A corticotomia foi procedida inferiormente, revelando o curso do alveolar inferior NVB e suas divisões em duas filiais terminais, o incisivo e o (merltal) NVB. A distância que o alveolar inferior NVB (viajou ou pulou de volta) ao canto anterior da MF antes de bifurcar-se, foi registrado.
Artigo 12
Enxerto de Tecido Conectivo Subepitelial do Palato: Considerações Anatômicas Para Cirurgiões
O procedimento de enxerto de tecido conectivo subepitelial tem ganhado grande aceitação.

Esta técnica tipicamente utiliza tecido doador retirado do palato duro. O palato duro é composto pelo processo palatino do osso maxilar e o processo horizontal do osso palatino. Ele é coberto por mucosa mastigatória. Este tecido mole que se estende superiormente da junção cemento-esmalte dos dentes posteriores superiores por aproximadamente 2 a 4 mm é composto de lâmina própria densa. O tecido conectivo que se continua pela rafe palatina mediana possui tecido glandular e adiposo frouxamente organizado.

A altura, extensão e espessura do tecido doador que pode ser obtido variam conforme as dimensões anatômicas da abóbada palatina.A maior altura (dimensão superior-inferior) pode ser encontrada em uma abóbada palatina alta (em forma de U). A maior extensão (dimensão antero-posterior) pode ser achada em um palato largo. O tecido mais espesso pode ser achado na área do ângulo mesial da raiz do primeiro molar até a distal do canino. Um processo alveolar espesso ou uma exostose é freqüentemente encontrado na região de molares, o que limita a extensão e espessura do tecido que pode ser obtido. O clínico pode facilmente determinar a espessura do tecido doador através de sondagens com agulha após a administração de anestesia local.

: downloads
downloads -> 1. As figuras abaixo mostram esquema tridimensional e cortes histológicos da odontogênese. Entenda as figuras e responda as questões abaixo. Identifique as estruturas apontadas e as fases do desenvolvimento dentário
downloads -> 1997, Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
downloads -> Pré-Avaliação de Geografia – Prof. Nivaldo 8º Ano ef – IV bimestre Data
downloads -> Reposicionamento do nervo inferior alveolar em conjunção com o posicionamento de implantes ósseo integrados: Relatório de um ca
downloads -> Hemorragia do soalho da boca, resultado da perfuração lingual durante o implante
downloads -> 100 motivos para ir ao dentista parte 07 Antônio Inácio Ribeiro 2001 odontex
downloads -> ReconstituiçÃo de defeitos maxilares alveolares com enxerto de sinfisis mandibular para implantes dentarios
downloads -> Biologia Tecidual aplicada à implantodontia


1   2   3   4


©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal