Um ensino de arte e cultura, conceitos e


INTERCÂMBIO CULTURAL – AO ENCONTRO DO OUTRO



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INTERCÂMBIO CULTURAL – AO ENCONTRO DO OUTRO


Como exemplo de intercâmbio cultural, entre outras, citamos a oficina realizada em Três Marias, no interior de Minas em que crianças, professores e pais, em caravanas se deslocaram para ver seus trabalhos expostos no Palácio das Artes e conhecer a capital mineira. Mostraram no ambiente urbano, elementos da cultura interiorana e rural. As potencialidades desta cultura imaterial nos levaram a realizar o projeto “estética interiorana”, e posterior publicação do livro “estéticas do interior – imagens”. Esta edição foi acompanhada e avaliada de forma positiva pelo Núcleo Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação e Cultura do Município.
    1. LIMITES E QUALIDADE


Em 2002, dimensionado para atender a três escolas, o projeto foi pressionado para atender onze Escolas do município onde ele se realizava. Apesar dos esforços da nossa equipe, os resultados deste imprevisto, mesmo tendo sido considerados positivos, evidenciaram o quanto uma inclusão meramente quantitativa prejudica os aspectos qualitativos que são fundamentais no ensino e expressão artística.
    1. CULTURA LOCAL E TEMÁTICAS SOCIAIS


Ampliando as funções da arte e atuando além de Minas Gerais, em Amapá - Macapá, o projeto realizou capacitação/atualização de professores e monitores, para atuarem como multiplicadores de ações sócio-culturais no interior. O projeto identificou o açaí e o tacacá como símbolos culturais locais e os trabalhou como imagens plásticas, objetivando a valorização daquela cultura. Ainda no sentido de promover o “ego” da cultura local, em Nova Lima – MG, o projeto propôs como tema plástico, dois símbolos urbanos locais: o Bicame e a Rua Zique-Zague. A valorização da cultura local enriquece as oficinas de arte no projeto.
    1. TEMÁTICAS CONTEMPORÂNEAS


As abordagens com temáticas ambientais, foram intensificadas a partir de 2005, quando Arte na Infância passou a utilizar elementos da natureza em experiências artísticas. Nestas oficinas, além dos aspectos estéticos, a relação com o meio ambiente foi valorizada através dos princípios da afetividade, ética e respeito à vida. Quando realizado no município de Morada Nova de Minas, o projeto demonstrou ser possível trabalhar esta temática in loco, ao levar para o campo: crianças, jovens, pais e professores. Esta prática artística, em um ambiente lúdico e natural, resultou em interferências na forma de “esculturas flutuantes” implantadas no Lago da Barragem de Três Marias.

Em 2007 e ainda em Morada Nova de Minas, o projeto combinou elementos da cultura local com elementos da terra ao utilizar para a expressão artística materiais como bambus, bananeiras, cipós, terras coloridas, e elementos da cultura imaterial como a arquitetura vernacular em pau-a-pique, utensílios, músicas e os festejos daquela comunidade. Com estas práticas o projeto, de forma exemplar, identificou possibilidades educativas em que o artista-professor contemporâneo pode abordar temáticas ambientais, sociais e culturais em diferentes contextos e realidades.


    1. CARÊNCIAS – DESAFIOS PARA O ENSINO DE ARTE


Em 2007, rumo ao sertão, o projeto foi realizado no nordeste mineiro, em escolas rurais que nunca haviam participado de uma oficina cultural ou de uma experiência em artes plásticas. Graças ao projeto, a maioria daqueles alunos, ao expor seus trabalhos pode conhecer a cidade sede do seu município. Na abertura desta exposição, o Secretário de Educação de Minas Novas – MG observou com acuidade: “Pela primeira vez, a nossa criança é protagonista da educação e da cultura.”.
    1. RESULTADOS ENFOCANDO A CRIANÇA


As obras, realizadas pelas crianças participantes do projeto, respondem a critérios estéticos e, artisticamente expressam sua cultura. Como autoras manifestaram-se satisfeitas quanto aos processos vivenciados e os produtos alcançados. Para elas a exposição de suas obras de arte foi algo importante e significado em suas vidas. Para muitos dos visitantes às exposições, as obras das crianças foram apreciadas e percebidas como arte.
    1. RESULTADOS ENFOCANDO A ESCOLA


O Projeto Arte na Infância foi recebido e vivenciado pelas escolas beneficiárias, como uma oportunidade de experiências que além de produtos artísticos, resultou em benefícios educacionais, sociais e culturais. O Projeto promoveu transformações positivas na forma do ensino de arte e as escolas e estas manifestaram o desejo da sua re-edição. Alguns depoimentos sugeriram que o projeto fosse realizado de forma a beneficiar a um número maior de crianças e escolas.
    1. RESULTADOS ENFOCANDO A COMUNIDADE


O projeto promoveu a valorização das culturas em cada contexto, de forma sinérgica, envolveu a criança, a família, a comunidade, instituições de educação de cultura e patrocinadores. Os participantes tiveram sua auto-estima elevada, se conscientizaram sobre seus próprios valores e adquiriram novos conhecimentos e conceitos sobre a arte.
    1. CONCLUSÃO DESTA AVALIAÇÃO


Através de produtos e processos participativos, o projeto alcançou seus objetivos de promover e valorizar a expressão artística da criança que, acompanhada pela participação ativa da sua comunidade, manifestou e divulgou sua expressão no ambiente escolar, em exposições com itinerários por centros culturais da região e através do website do projeto na internet. Ao envolver a criança e a comunidade, esta prática re-significou saberes, papéis sociais e as funções da arte. Desta maneira o projeto Arte na Infância contribuiu para a inserção cultural da criança no meio social em que ela vive.

Arte na Infância utiliza novos recursos tecnológicos para a expressão e comunicação, valoriza a diversidade e promove a inserção cultural da criança. Promove o resgate e a preservação da memória através de registros em foto, vídeo e textos. Gratuitamente, socializa os processos e produtos através da publicação em sites e da doação dos “Kits Culturais” para as Instituições participantes. Com estas ações, na prática, o projeto realiza as principais propostas de uma arte-educação contemporânea.


  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS

    1. Possíveis contribuições para o ensino de arte.


o projeto Arte na Infância ensina a linguagem visual, para que a própria criança realize a sua expressão artística.

Através desta prática o projeto contribui para que, no meio cultural e escolar, se reconheça que a criança é capaz de se expressar artisticamente. Este entendimento colocado em prática, possibilita à criança a condição de autora de uma arte que, por seus méritos, conquista espaços e contribui para a inserção da criança na cultura.

Arte na infância evidencia que o ensino na forma de projetos e ações, a participação da família e da comunidade, o registro dos eventos na forma de foto, vídeo e texto, a exposição das obras das crianças em espaços públicos, culturais e comerciais; são princípios e práticas factíveis nas escolas públicas, desde que a escola e a comunidade encontrem a maneira de viabilizá-los.

O “Contexto Realístico Necessário” revela-se como um procedimento didático motivador que favorece a uma criatividade e felicidade notáveis nos processos e nos produtos artísticos.

Ao eleger conteúdos modernistas e/ou contemporâneos, Arte na infância, de maneira exemplar, aproveita conhecimentos de diferentes épocas. Esta prática híbrida combina conhecimentos sobre os aspectos formais da imagem, técnicas e materiais tradicionais e novas tecnologias de computação gráfica e internet.

Contribui na valorização e promoção da cultura local nos diferentes contextos em que se realiza. Ao abordar as temáticas ambientais, utiliza materiais da terra para, no meio rural, realizar práticas artísticas que se aproximam de linguagens contemporâneas como interferências em locais específicos, arte ecológica e land-art.

O Projeto Arte na Infância evidencia que o registro e documentação das experiências artístico-culturais resultam em um valioso material de pesquisa, reflexão e revisão da prática escolar e, ao mesmo tempo preserva a memória da comunidade em textos, fotos, obras de arte e vídeos realizados por seus próprios membros.

No Projeto Arte na Infância, a prática artística lúdica e prazerosa, aponta o caminho para a aprendizagem e realização artística e evidencia que, além das questões estéticas e culturais, dá conta de promover interações que renovam os papéis sócio-educativos da família em parceria com a escola.

Este trabalho monográfico identificou que no ambiente escolar a credibilidade, o reconhecimento da competência artística da criança, a motivação, a formação artística do professor, a disponibilidade de tempo e sua freqüência, a intensidade das atividades, são aspectos fundamentais para o sucesso nas experiências artísticas com a criança. Quando mobilizados resultam no ensino de arte.

    1. Problemas na relação do adulto com a criança e sua arte.


Percebemos que em nossa sociedade a criança não tem autonomia para suas realizações. Sem potência ela se encontra dependente, sob a tutela da família, do Professor, da Escola, do Estado. No Campo da Arte os conceitos vagos e confusos convêm aos jogos que visam o lucro no mercado.

Nas escolas, em sua maioria, os professores não tiveram uma experiência pessoal e direta com a expressão artística e, influenciados pelos valores e interesses do Campo e Sistema das Artes, repassam estes valores na formação das crianças.

Para a sociedade, crianças e jovens se encontram na condição de aprendizes, de não-qualificados, mas uma vez formados serão os herdeiros, receptores qualificados, consumidores e perpetuadores do poder do dominador.

Encontramos aí a criança refém, na condição de mero objeto dos interesses de professores e adultos. De fato e de maneira generalizada, ela está seqüestrada e é formada pela sociedade para, compulsoriamente, ser a sobrevivente, herdeira do nosso apego, do nosso nome, do nosso patrimônio, e de tudo o que a morte nos retira.

Neste cenário fica relevada a infância e tudo o que ela tem de próprio e autêntico, sua expressão e em particular a sua arte.

Focado nesta problemática existencial, está o adulto em sua desesperada tentativa de sobrevivência e perpetuação.

Visto em profundidade o problema na relação da criança com a arte, exige uma solução que oportunize a expressão da criança, o que exige do adulto desapego e humildade ao confrontar-se com sua morte eminente.

Então, a relação da criança com a arte é afetada pelos conflitos do homem poderoso com a sua morte, com a sua derrota.

Neste homem o poder precisa ser contido.

Aqui o problema transcende e é vislumbrado em sua essência filosófica ou talvez religiosa... de certo me escapa.


    1. Limites deste trabalho monográfico.


Devido à minha condição de ser ao mesmo tempo autor do Projeto Arte na Infância e desta monografia, os conceitos discutidos, avaliações e considerações, obviamente, reforçam os meus valores e minha visão pessoal. Entendo que este fato não a invalida, apenas deve ser considerado para o entendimento desta pesquisa. Entendo também que, se por um lado a minha formação em Arquitetura e experiência como Artista plástico, favoreceu a minha prática como artista-professor, por outro lado sei que uma formação pedagógica, me revelaria outras visões e aspectos não apontados nesta monografia.
    1. Desafios


Ocorre em nosso meio sociocultural, uma variedade de vertentes da expressão artística gráfico-plástica, algumas são negligenciadas, outras reconhecidas e categorizadas como arte popular, arte indígena, arte primitiva, etc. Dentre as vertentes, a arte erudita pretende a hegemonia do poder e a exclusividade no uso do termo “arte”. Neste cenário, toda a sociedade e em particular os arte-educadores temos como desafio:

- Reconhecer que na expressão gráfico-plástica da criança ocorre uma “arte” ainda não categorizada e entender que isto, por si, evidencia o não-reconhecimento e exclusão da expressão artística da criança.

- Considerar os motivos apontados nesta monografia pelos quais não se tem reconhecido a expressão gráfico-plástica da criança como arte.

- Entender que a vertente artística da criança, assim como qualquer outra, tem o direito de acesso aos recursos públicos e de, artisticamente, comunicar sua própria expressão.

- Entender a Escola como um local político-pedagógico, a como tal, ser o espaço reivindicatório da criança em nossa sociedade.

- Perceber, reconhecer, respeitar e promover a arte da criança para que ela seja devidamente inserida na cultura, sabendo que a sua manifestação se insere na permanente disputa entre as classes sociais, cuja dinâmica pode ser mediada através de políticas públicas sócio-culturais.

E, como desafio para a prática inclusiva, aponto que uma inserção cultural plena pressupõe a participação da criança na economia da cultura, que são vivências também educativas por serem ricas em significados simbólicos. Esta participação implica que pais, professores e instituições, deverão assistir à criança sem expô-la à voracidade do mercado, com responsabilidade e sem se eximirem do ônus que a liberdade acarreta.

Ao combinar conhecimentos, recursos e ações oriundas dos setores culturais, educacionais e da comunidade, o ensino se atualiza e estas estratégias poderiam configurar novos paradigmas na prática artística escolar.


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ANEXOS

Material apresentado em DVD anexo:



- História cronológica e ilustrada do projeto “Arte na Infância” em formato .pdf

- Apresentação de aspectos do projeto, com link para vídeos, em formato .pps


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