Ufv / IX simpos / outubro de 2009 / veterinária parasitismo por ctenocephalides felis (Bouché, 1835) em gambá (Didelphis aurita) (Wied-Neuwied, 1826): relato de caso


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ATIVIDADE PREDATÓRIA IN VITRO DE FUNGOS PREDADORES DO GÊNERO Monacrosporium, Arthrobotrys E Duddingtonia SOBRE LARVAS INFECTANTES DE Ancylostoma spp. DE CÃES

ROGÉRIO OLIVA CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV), JACKSON VICTOR DE ARAUJO (Orientador/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Bolsista CAPES/UFV), JULIANA MILANI ARAUJO (Bolsista CAPES/UFV), ANDRÉ RICARDO E SILVA (Bolsista CAPES/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV), LUIZA NEME FRASSY (Bolsista FAPEMIG/UFV)

Sete isolados de fungos predadores de nematóides, Duddingtonia flagrans (AC001), Monacrosporium thaumasium (NF34a), M. appendiculatum (CGI), M. sinense (SF53), Arthrobotrys conoides (I-40), A. cladodes (CG719) e A. robusta (I-31) foram avaliados em laboratório quanto à capacidade de predar larvas infectantes (L3) de Ancylostoma spp. Foi formado um grupo tratado, para cada espécie fúngica, constituído por 1.000 conídios e 1.000 L3 ,e um grupo controle com 1.000 L3, sendo seis repetições para cada grupo. Os fungos e as L3 foram depositadas sobre placas de Petri de 8,5 cm de diâmetro, contendo meio agar-água 2% (AA2%), marcados previamente com perfuradores de ágar, formando campos de 4 mm de diâmetro, mantidos em estufa a 25oC, no escuro. Diariamente, por um período de 10 dias, as placas foram observadas ao microscópio óptico de luz (objetiva 10x), escolhendo-se, aleatoriamente, 10 campos por placa, sendo tomado o numero de larvas infectantes livres de predação pelos fungos, obtendo-se a média de larvas infectantes por campo. No dia 10, as L3 foram recuperadas com auxílio do funil de Baermann e contadas. Houve redução significativa (P < 0.05) de 87,02%, 82,74%, 47,93%, 60,49%, 76,89% , 71,33% e 86,02% na média de larvas infectantes de Ancylostoma spp. recuperada dos tratamentos com os isolados AC001, NF34a, CGI, SF53, I-40, CG719 e I-31, respectivamente. Os isolados AC001, I-31 e NF34a se mostraram mais eficazes na captura das larvas infectantes, sendo mais promissores para controlar as formas pré-parasitárias de Ancylostoma spp. em fezes de cães.(CAPES, CNPq e Fapemig)

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AVALIAÇÃO DA VIABILIDADE DOS FUNGOS Duddingtonia flagrans, Arthrobotrys robusta E Monacrosporium thaumasium SOBRE LARVAS INFECTANTES DE Ancylostoma spp. APÓS A PASSAGEM PELO TRATO GASTRINTESTINAL DE CÃES

ROGÉRIO OLIVA CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV), JACKSON VICTOR DE ARAUJO (Orientador/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Bolsista CAPES/UFV), JULIANA MILANI ARAUJO (Bolsista CAPES/UFV), ANDRÉ RICARDO E SILVA (Bolsista CAPES/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV), LUIZA NEME FRASSY (Bolsista FAPEMIG/UFV)

Em ensaio in vivo com os isolados de fungos predadores de nematóides, Duddingtonia flagrans (AC001), Arthrobotrys robusta (I-31) e Monacrosporium thaumasium (NF34a) avaliou-se a capacidade destes fungos de suportar a passagem pelo trato gastrintestinal de cães, sem perda da habilidade de predar larvas infectantes (L3) de Ancylostoma spp. Para cada isolado fúngico foram utilizados 12 cães adultos, sem raça definida. Os fungos foram administrados por via oral, na forma de micélio, em dose única de 1g/Kg de peso vivo, misturados a ração em lata para cães. O grupo controle recebeu apenas ração em lata. Amostras fecais, coletadas às oito, 12, 24, 48, 72 e 96 horas após a administração dos isolados fúngicos, foram espalhadas sobre placas de Petri e sobre estas foram vertidas 1.000 L3 de Ancylostoma spp., e foram incubadas a 28oC e por 15 dias. Diariamente, pesquisou-se a presença de conídios característicos dos isolados testados. No 15o dia, foram recuperadas as L3 das placas pela técnica de Baermann, obtendo a média de larvas não predadas por placa. Os isolados fúngicos sobreviveram à passagem e foram eficientes em predar as L3 (P<0,05) nas primeiras 48h de coleta, após este período apenas o isolado NF34a se manteve eficaz até o fim do experimento (P<0,05), com redução de 60,21% das L3 quando comparado ao grupo controle, enquanto o AC001 e o I-31 tiveram redução de 7,94% e 32,39%, respectivamente. O fungo M. thaumasium se mostrou promissor no controle biológico de Ancylostoma spp. de cães.(CAPES, CNPq e Fapemig)

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RADIOGRAFIA TORÁCICA NA INVESTIGAÇÃO DE CÃES COM SUSPEITA DE METÁSTASE PULMONAR

SÂMARA TURBAY PIRES (Não Bolsista/UFV), MARIA CRISTINA FERRARINI NUNES SOARES HAGE (Orientador/UFV)

O exame radiográfico torácico é importante na abordagem de animais com suspeita de metástase pulmonar. As lesões metastáticas apresentam padrão intersticial caracterizado por radiopacidades nodulares múltiplas nitidamente definidas. O objetivo desse estudo foi obter a frequência dos padrões pulmonares e dos achados radiográficos dessas alterações. Foram analisadas retrospectivamente as radiografias torácicas de cães com suspeita de metástase pulmonar atendidos no Hospital Veterinário da UFV em 2007. Foram analisadas radiografias de 39 cães, desses 34 (87,18%) fêmeas e 5 (12,82%) machos; 26 (66,67%) com idade superior ou igual a 10 anos e 13 (33,33%) com idades inferiores; 6 (15,38%) apresentavam padrão intersticial, 2 (5,13%) padrão alveolar, 8 (20,51%) padrão brônquico, 6 (15,38%) padrão misto (intersticial + brônquico), 1 (2,56%) padrão misto (alveolar + brônquico) e 16 (41,03%) não apresentaram alteração radiográfica. Os achados radiográficos que classificaram os campos pulmonares, isoladamente ou inclusos nos padrões mistos, foram: aumento difuso da radiopacidade pulmonar [9 (75%)], visibilidade dificultada dos vasos [6 (50%)], visibilidade dificultada do coração [2 (16,66%)], nódulos [3 (25%)] e massas [2 (16,66%)] nos 12 casos de padrão intersticial; broncogramas aéreos [3 (100%)], aspecto enevoado do parênquima [2 (66,66%)], consolidação lobar [2 (66,66%)] e fissuras interlobares visíveis [2 (66,66%)] nos 3 casos de padrão alveolar e espessamento da parede brônquica [4 (26,66%)] e calcificação da parede brônquica [12 (80%)] nos 15 casos de padrão brônquico. A baixa incidência de padrão intersticial nodular nesse estudo pode ter ocorrido por dois motivos: ou os animais apresentavam micrometástases com nódulos menores do que 4-5mm, não passíveis de identificação radiográfica ou realmente não apresentavam metástases pulmonares. Portanto, é importante a utilização de outros métodos de diagnóstico mais sensíveis como a tomografia computadorizada ou cintilografia. Opcionalmente sugere-se o monitoramento radiográfico frequente desses animais. (Projeto registrado n. 50501156389).

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ULTRASSONOGRAFIA NO AUXÍLIO DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS PULMONARES

SÂMARA TURBAY PIRES (Não Bolsista/UFV), MARIA CRISTINA FERRARINI NUNES SOARES HAGE (Orientador/UFV), MARIANA NASCIMENTO MIRANDA (Não Bolsista/UFV), EVANDRO SILVA FAVARATO (Não Bolsista/UFV), LISSANDRO GONCALVES CONCEICAO (Co-orientador/UFV), ROBERTA VALERIANO DOS SANTOS (Não Bolsista/UFV), LUCIANA DIÉGUES GUIMARÃES (Não Bolsista/UFV), ELISA BOURGUIGNON DIAS DA SILVA (Não Bolsista/UFV)

Pensava-se, inicialmente, que a ultrassonografia não pudesse ser utilizada na avaliação do tórax devido ao fato do pulmão, repleto de ar, funcionar como um potente refletor do feixe sonoro, não formando, portanto, imagem. Atualmente a ultrassonografia tornou-se valiosa na avaliação do tórax anormal, auxiliando no diagnóstico de uma série de morbidades como: pneumonia, neoplasias, atelectasia, fibrose, pneumotórax, pleurisia e embolia pulmonar. Relata-se o caso de um cão da raça Pitt Bull, de 7 anos, fêmea, atendido no Hospital Veterinário da UFV, com histórico de tosse não responsiva a antibióticos há 3 meses, hiporexia e emagrecimento. Ao exame radiográfico observou-se, principalmente em hemitórax direito, diversas nodulações mal definidas que confluem aumentando a radiopacidade do parênquima pulmonar, tornando difícil a visibilização dos vasos e silhueta cardíaca, evidenciando broncogramas aéreos. Imagens compatíveis com padrão misto (intersticial e alveolar).  Ao exame ultrassonográfico da região observou-se perda do sinal de reverberação em grande porção do parênquima pulmonar, compatível com consolidação. Em algumas regiões parênquima hipoecogênico com trabeculações hiperecogênicas de onde surgiam reverberações, compatíveis com discreta quantidade de ar em árvore brônquica.  Algumas estruturas tubulares com conteúdo anecogênico, à ultrassonografia Doppler revelaram fluxo, indicando vasos. Adicionalmente notou-se nódulo hipoecogênico, de contornos irregulares, medindo aproximadamente 0,89cm. Com as informações obtidas pelos exames de imagem foram estabelecidos os seguintes diagnósticos diferenciais: pneumonia fúngica, parasitária, bacteriana, granuloma por corpo estranho ou neoplasia pulmonar. O lavado traqueal forneceu material positivo para fungo na coloração PAS. Foi indicado tratamento sistêmico com itraconazol. O caso em questão demonstra a possibilidade de aplicação da ultrassonografia para avaliação precisa dos campos pulmonares, fornecendo adicionalmente informações sobre o fluxo sanguíneo em comparação ao exame radiográfico. Vislumbra-se que essa técnica seja passível de utilização em pacientes críticos que não possam ser submetidos ao estresse causado pela manipulação do exame radiográfico. Projeto FUNARPEC (Registro UFV n.  50554257592).

(FUNARPEC 2008 )


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ATIVIDADE PREDATÓRIA DOS FUNGOS Duddingtonia flagrans, Monacrosporium thaumasium, Monacrosporium sinense E Artrobotrys robusta SOBRE LARVAS DE PRIMEIRO ESTÁDIO DE Angiostrongylus vasorum.

SEBASTIÃO RODRIGO FERREIRA (Bolsista CNPq/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Bolsista CAPES/UFV), ROGÉRIO OLIVA CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV), JACKSON VICTOR DE ARAUJO (Orientador/UFV), JULIANA MILANI ARAUJO (Bolsista CAPES/UFV), ANDRÉ RICARDO E SILVA (Bolsista CAPES/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV)

Angiostrongylus vasorum é um nematóide que parasita cães domésticos e canídeos silvestres. O objetivo deste foi trabalho comparar a capacidade predatória de isolados de fungos predadores Duddingtonia flagrans (AC001), Monacrosporium thaumasium (NF34a), Monacrosporium sinense (SF53) e Arthrobotrys robusta (I31) sobre larvas de primeiro estádio (L1) de A. vasorum em condições laboratoriais no meio agar – água 2%. No testes in vitro, os fungos foram eficientes em predar as L1 de A. vasorum (P<0,05) em relação ao grupo controle. Nas placas do grupo controle, não foi observada a presença de fungos nematófagos durante o experimento. Comparando a captura e destruição L1 de A. vasorum nas placas de Petri dos grupos tratados com os isolados D. flagrans (AC001), M. thaumasium (NF34a), M. sinense (SF53) e A. robusta (I-31) durante o ensaio experimental foi observado que não houve diferença (P>0,05). Em comparação ao controle (sem fungo) houve uma redução significativa (P<0,05) de 80,3%, 74,5%, 71,8%, 74,2% na média de L1 de A. vasorum recuperada dos tratamentos com os isolados AC001, NF34a, SF53 e I-31, respectivamente. No presente trabalho, os quatro isolados de fungos predadores D. flagrans (AC001), M. thaumasium (NF34a), M. sinense (SF53) e A. robusta (I-31) foram eficientes na captura e destruição in vitro das L1 de A. vasorum (Fapemig, CNPq, Capes).

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AÇÃO OVICIDA DO FUNGO Pochonia chlamydosporia SOBRE OVOS DE Enterobius vermicularis

SEBASTIÃO RODRIGO FERREIRA (Bolsista CNPq/UFV), FABIO RIBEIRO BRAGA (Bolsista CAPES/UFV), JACKSON VICTOR DE ARAUJO (Orientador/UFV), JULIANA MILANI ARAUJO (Bolsista CAPES/UFV), ANDRÉ RICARDO E SILVA (Bolsista CAPES/UFV), LUIZA NEME FRASSY (Bolsista FAPEMIG/UFV), ROGÉRIO OLIVA CARVALHO (Bolsista CAPES/UFV), ALEXANDRE DE OLIVEIRA TAVELA (Bolsista CAPES/UFV)

Enterobius vermicularis, causador da enterobíase ou oxiuríase, infecção parasitária intestinal, é um nematóide bem freqüente em crianças com idade escolar. Os ovos deste nematóide quando mantidos a temperatura e umidade favoráveis tornam-se infectantes em aproximadamente seis horas, são resistentes aos desinfetantes comerciais e podem permanecer viáveis em ambientes domiciliares por duas a três semanas..  O objetivo deste foi trabalho foi comparar a capacidade predatória de dois isolados do fungo nematófago Pochonia chlamydosporia (VC1 e VC4) sobre ovos de Enterobius vermicularis em condições laboratoriais no meio agar–água 2% (AA2%). Ovos de E. vermicularis foram vertidos em placas de Petri com AA2% com os isolados fúngicos crescidos, e em placas de Petri sem fungo como controle. Ao completarem 5 e 10 dias, cem ovos foram removidos e classificados de acordo com os seguintes parâmetros: efeito do tipo 1, efeito fisiológico e bioquímico sem prejuízo morfológico à casca do ovo; efeito do tipo 2, efeito lítico com alteração morfológica da casca e embrião; e efeito do tipo 3, efeito lítico com alteração morfológica do embrião e da casca, além de penetração de hifas e colonização interna do ovo. No presente trabalho, os isolados fúngicos foram eficientes em destruir os ovos de E. vermicularis apresentando efeito do tipo 3 aos 5 e 10 dias de interação (p>0,01). Os resultados demonstrados no presente trabalho indicam que P. chlamydosporia (VC1 e VC4) influenciou de forma negativa os ovos de E. vermicularis, e assim pode ser considerado como um potencial candidato a controlador biológico desse nematóide. (Fapemig, Capes e CNPq)

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HIDRATAÇÃO ENTERAL NO TRATAMENTO DE POTROS COM DIARRÉIA

SHEILA KREUTZFELD DE FARIAS (Não Bolsista/UFV), JOSE DANTAS RIBEIRO FILHO (Orientador/UFV), BRUNNA PATRICIA ALMEIDA DA FONSECA (Co-orientador/UFV), ATHINA CHAVES DONNER (Não Bolsista/UFV), CAMILA OLIVEIRA SILVEIRA (Não Bolsista/UFV), HANNA CAROLINA CAMPOS FERREIRA (Não Bolsista/UFV)

A diarréia aguda é uma doença comum dos equinos. Com uma prevalência de 80%, a diarréia é o distúrbio gastrintestinal mais comum em potros até os seis meses de idade, sendo que 90% dos casos são causados por verminoses (Strongyloides westeri) e a maioria deles são leves e transitórios. Porém, os animais acometidos, devem ser constantemente monitorados quanto à presença de depressão, desidratação, desconforto abdominal e outros sinais de comprometimento sistêmico. A rápida progressão clínica da doença demanda que uma terapia intensa e agressiva de fluidos e eletrólitos seja instituída. A hidratação intravenosa é geralmente realizada nesses casos, porém as soluções enterais de hidratação promovem uma simples, barata e eficaz reposição desses desequilibrios. Relata-se a ocorrência de 3 casos de potros atendidos no primeiro semestre deste ano no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Viçosa. A idade variou entre 20 e 90 dias e os sinais mais comumente apresentados foram diarréia aquosa, febre e apatia. Os exames laboratoriais apresentaram aumento do fibrinogênio, demonstrando a ocorrência de processo inflamatório, e também leucopenia, indicando migração de neutrófilos para o sistema digestório. O tratamento se baseou na hidratação dos pacientes, utilizando a via enteral para a recomposição das perdas hídricas e eletrolíticas, com a administração contínua de fluidos através de sonda de pequeno calibre. A velocidade foi de 15 ml-1 kg-1h e essa terapia foi realizada em média durante 4 dias. Também foram administrados antibacterianos (Cefalosporina; 2 mg/kg BID durante 5 dias), anti-inflamatório não esteroidal como o Flunixin Meglumine (1,1 mg/kg BID por 7 dias em média) e anti-helmíntico (Ivermectina). Todos os potros permaneceram amamentando durante todo período de tratamento. Foi concluído que a fluidoterapia enteral recompôs e manteve o equilíbrio hidroeletrolítico, dando aos pacientes condições favoráveis para responder à terapêutica instituída.

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ENXERTO PEDICULADO NUM CÃO COM EXTENSA FERIDA TÓRACO BRAQUIAL – RELATO DE CASO

TATIANA SCHMITZ DUARTE (Não Bolsista/UFV), RICARDO JUNQUEIRA DEL CARLO (Orientador/UFV), KELLY CRISTINE DE SOUSA PONTES (Bolsista CAPES/UFV), LISSANDRO GONCALVES CONCEICAO (Não Bolsista/UFV), RENATO BARROS ELEOTÉRIO (Bolsista CAPES/UFV)

O enxerto pediculado corresponde a uma porção de pele e de tecido subcutâneo, com uma inserção vascular, deslocada de uma área corpórea a outra. Ao contrário dos enxertos livres, que dependem da revascularização do leito receptor para sobreviverem, os enxertos pediculados sobrevivem graças à circulação intacta em sua base. Uma cadela Pitbull com 3 anos de idade, 28 kg, foi atendida no Hospital Veterinário da UFV apresentando extensa necrose de pele, subcutâneo e musculatura que se estendia desde a região ventrolateral do tórax esquerdo à extremidade medial e proximal do membro torácico ipsilateral, incluindo a axila. O cão apresentava apatia, hiporexia e claudicação grave do membro afetado. Após debridamento cirúrgico da ferida foi realizada a limpeza com solução de iodopovidine 2% e confeccionada uma bandagem que foi trocada diariamente. Passados 25 dias, a ferida apresentava tecido de granulação saudável sendo possível a realização do enxerto pediculado. Foi feita uma incisão em “U” invertido iniciada na borda dorsocranial da ferida curvando-se a 5 cm da linha mediana dorsal. Em seguida, promoveu-se a dissecção romba, iniciada na extremidade dorsal do retalho e rente à musculatura, mantendo o tecido subcutâneo unido à pele. A base do mesmo, incluindo os vasos toracodorsais intactos, foi rotacionada no sentido anti horário de modo que o retalho cobrisse a ferida. O espaço morto foi reduzido com categute cromado 3-0 e a pele do retalho suturada à pele das bordas da ferida com náilon 2-0 em padrão simples separado. Após 15 dias, o animal apresentava claudicação leve e perda parcial da sensibilidade do enxerto. Passados 2 meses da cirurgia, o cão não apresentava claudicação. Conclui-se que os resultados funcionais e cosméticos do enxerto pediculado tóraco dorsal são excelentes no tratamento de feridas extensas no tórax, axila e face medial do membro torácico.

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AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA E MORFOMÉTRICA DE EMBRIÕES DE JUMENTAS RAÇA PÊGA

THIAGO PEIXOTO MACHADO (Não Bolsista/UFV), POLYANA GALVÃO BERNARDES COELHO (Bolsista FAPEMIG/UFV), LAERCIO DOS ANJOS BENJAMIM (Orientador/UFV), EVELINE CAETANO DE ANDRADE (Não Bolsista/UFV), Ludmila Souza Fernandes (Não Bolsista/UNIVIÇOSA), KÁTERIN ELENA BOHORQUEZ. GRONDONA (Não Bolsista/UFV)

Jumentos foram utilizados para diferentes funções até o momento da introdução de motores, quando entraram em decadência. Com os anos, algumas raças conseguiram se recuperar, como a raça Pêga. O objetivo deste trabalho foi adaptar a técnica não-cirúrgica de colheita de embriões de éguas para jumentas da raça Pêga, e avaliar o estágio embrionário, a morfologia e o diâmetro dos embriões coletados com sete dias. Os embriões foram classificados quanto ao estágio de desenvolvimento (mórula, blastocisto inicial, blastocisto, blastocisto expandido) e morfologia (I= excelente, II= bom, III= regular, IV=ruim, V= morto ou degenerado) segundo as normas da IETS. Seus diâmetros foram aferidos com o uso de uma régua posicionada na ocular do estereomicroscópio em aumento de 45 vezes, depois lavados em solução TQC Holding Plus® e fixados em glutaraldeído 2,5% em tampão fosfato para posteriores estudos. A técnica de coleta não-cirúrgica se mostrou eficaz. No total foram realizados 30 lavados e deles obtidos 19 embriões em diferentes estágios de desenvolvimento, sendo duas mórulas, sete blastocistos e dez blastocistos expandidos. Morfologicamente, 17 embriões foram classificados como grau I e dois classificados como grau II. Quanto ao diâmetro, a média para o estágio de mórula foi 131,55 µm, para o estágio de blastocisto, 236,79 µm, e para blastocisto expandido, 407,80 µm. Esse trabalho mostrou que embriões de jumentas da raça Pêga colhidos no oitavo dia pós-ovulação encontravam-se em estágios de desenvolvimento semelhantes aos de éguas na mesma idade. Quando comparados os diâmetros dos embriões no sétimo dia sem levar em consideração o estágio do desenvolvimento, observou-se que os da raça Pêga (média de 333,2632 µm, no presente trabalho) e os da raça Baudet du Poitou (média de 250 µm) apresentaram diâmetros menores que os encontrados em égua (média de 400 µm). A média geral de todos os embriões foi de 333,26 µm.



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