Ufv / IX sic / outubro de 2009 / administraçÃO



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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / ADMINISTRAÇÃO

ANÁLISE DA VALIDAÇÃO DOS BENEFÍCIOS SUGERIDOS PELA FAIR TRADE LABELLING ORGANIZATIONS INTERNATIONAL (FLO) AOS AGENTES ENVOLVIDOS NA OBTENÇÃO DO SELO FAIRTRADE EM UMA COOPERATIVA DE CAFEICULTORES NA ZONA DA MATA MINEIRA.

AGLAENNE FLÁVIA DA ROSA (Bolsista/UFV), ALCINDO CIPRIANO ARGOLO MENDES (Orientador/UFV), ADRIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA (Co-orientador/UFV)

Ultimamente têm surgido inúmeros selos que certificam a qualidade dos produtos e a responsabilidade social e ambiental. Entretanto, o estudo dos benefícios proporcionados por estas certificações ainda é incipiente no Brasil. Uma das certificadoras, a Fair Trade Labelling Organizations International (FLO) atua no mercado com o selo FairTrade que visa beneficiar produtores do Hemisfério Sul que são desfavorecidos com as práticas de comércio convencionais. A FLO propõe que o selo beneficie a associação de produtores, os produtores, o meio-ambiente e a sociedade em geral. O objetivo deste trabalho é averiguar se os benefícios sugeridos pela FLO são validados pelos agentes envolvidos na obtenção do selo Fairtrade em uma cooperativa de cafeicultores da Zona da Mata mineira. Será comparada a visão dos benefícios propostos pela FLO e a validação destes perante os agentes envolvidos na obtenção da certificação. Especificamente espera-se constatar quais são os benefícios propostos pela FLO aos agentes; verificar quais são os benefícios reconhecidos por cada agente; averiguar se os benefícios propostos pela FLO são os mesmos reconhecidos por cada agente e em caso de não serem os mesmos, verificar quais são as diferenças existentes. A pesquisa tem essência qualitativa, sendo classificada como exploratória, com viés descritivo. O trabalho apresenta cunho bibliográfico, de campo e estudo de caso. Os instrumentos utilizados foram o questionário, aplicados com a sociedade e com os produtores, e a entrevista semi-estruturada, realizada com o secretário do meio ambiente da cidade sede da cooperativa e com os dirigentes e funcionários desta. A hipótese inicial é que nem todos os agentes legitimarão os benefícios. Dados iniciais demonstram grande falta de conhecimento por parte dos agentes com relação ao processo e às vantagens da certificação. Estudos com essa proposição ganham relevância no sentido da verificação das vantagens e desvantagens deste selo para a sociedade local.

                                                       

(PET/SESU/MEC )


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PERFIL DO CLIENTE DA OPERADORA DE TELEFONIA MÓVEL, VIVO S.A., NA CIDADE DE VIÇOSA

AGLAENNE FLÁVIA DA ROSA (Não Bolsista/UFV), ELLEN CRISTINA BARADEL (Não Bolsista/UFV), AMANDA PRADO FERNANDES (Não Bolsista/UFV), SIMONE MARTINS (Orientador/UFV)



 Visto a importância do conhecimento das características dos usuários para as empresas se sobressaírem no mercado, este trabalho objetivou identificar e analisar o perfil dos clientes que utilizam a operadora VIVO S.A, no plano pré-pago, na cidade de Viçosa-MG. O estudo de caso é classificado como pesquisa descritiva de essência quantitativa. O questionário foi à ferramenta utilizada para a obtenção dos dados primários, sendo a amostra apenas usuários da operadora VIVO S.A. que utilizam o plano pré-pago. Os dados obtidos foram analisados com a ajuda do programa SPSS. Os resultados evidenciam que os clientes são na sua maioria estudantes, apresentando faixa etária de 20 a 29 anos e com renda entre R$ 500,00 e R$1500,00. As pessoas entrevistadas evidenciam que preferem utilizar o plano pré-pago pelo fato de não assumirem compromisso de pagar mensalmente uma conta. Dentre os entrevistados, 67,7% afirmam realizar recargas mensais, porém quando perguntado a quantia da recarga pode-se observar que esse valor é relativamente pequeno, 30,2% dos clientes pesquisados recarregam o valor de R$ 22,00 e 25,4% recarregam R$ 12,00. O serviço mais utilizado pelos clientes é o torpedo SMS, que também é aproveitado pela empresa para informar a seus clientes sobre promoções e novidades. A área de cobertura é apontada como a maior vantagem da VIVO S.A. em relação aos concorrentes e a má qualidade no atendimento, principalmente via Call Center, é assinalada como ponto negativo da operadora. Constatou-se que os consumidores estão satisfeitos com os serviços ofertados, por isso não recorrem à outra operadora, fato que também pode ser explicado pela fidelidade à marca, sendo a maioria clientes a mais de 2 anos. Dentre as companhias de telefonia móvel, a OI é a concorrente direta com a VIVO S.A, principalmente devido às promoções.

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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL NO TERCEIRO SETOR: UM ESTUDO SOBRE A VIABILIDADE DE APLICAÇÃO DO BALANCED SCORECARD

ALINE RODRIGUES FERNANDES (Bolsista/UFV), ADRIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA (Orientador/UFV), FERNANDA DA VITORIA LEBARCKY (Não Bolsista/UFV), SIMONE MARTINS (Co-orientador/UFV)

A avaliação do desempenho organizacional é fundamental para as organizações do Terceiro Setor, à medida que possibilita o acompanhamento contínuo da eficácia e eficiência da estrutura, dos programas, processos e pessoas, além de oferecer subsídios para o planejamento de ações e facilitar o processo de prestação de contas. A escassez de pesquisas voltadas ao processo de avaliação nessas organizações impulsiona pesquisadores na busca de alternativas aplicáveis à gestão social. Nesse sentido, o presente estudo investiga a viabilidade de utilização do sistema de medição de desempenho Balanced Scorecard (BSC) em organizações do Terceiro Setor, através da proposição do modelo a uma organização não governamental. O artigo relata todo o processo metodológico do desenvolvimento do BSC e apresenta o sistema proposto. Ao considerar que a participação da equipe administrativa da organização seria imprescindível para o alcance dos objetivos do trabalho, optou-se pela metodologia da pesquisa-ação. O trabalho assume caráter exploratório, abordagem qualitativa e trata-se de um estudo de caso. Os resultados da pesquisa apontam ser viável a utilização do BSC em entidades do Terceiro Setor, desde que observadas as necessidades de adaptação do instrumento a essas organizações. A metodologia revela-se como uma ferramenta de gestão muito vantajosa para as organizações sem fins lucrativos por facilitar a tradução e a operacionalização da estratégia organizacional em objetivos, metas e ações.

 (PET - MEC/SESU )

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A RELAÇÃO ENTRE CUSTOS, RECEITAS E A ABRANGÊNCIA DE SERVIÇOS: UM ESTUDO NO ÂMBITO DO TERCEIRO SETOR

ALINE RODRIGUES FERNANDES (Bolsista/UFV), KAMILLA ALVES RODRIGUES FERREIRA (Não Bolsista/UFV), ADRIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA (Orientador/UFV), FERNANDA DA VITORIA LEBARCKY (Não Bolsista/UFV)

O Terceiro Setor é composto por organizações emergentes da iniciativa privada, que desenvolvem atividades de interesse público, complementares ao Estado e ao Mercado, e não possuem finalidade lucrativa. Ao considerar a escassez de recursos disponíveis para a execução de atividades no Terceiro Setor, a gestão eficiente dos custos torna-se primordial. O gerenciamento dos custos organizacionais, além de subsidiar planejamento e avaliação, auxiliam as organizações sem fins lucrativos na captação de recursos e na prestação de contas. Diante disso, o presente estudo objetivou analisar a relação dos custos e receitas com a quantidade de beneficiários de uma organização do Terceiro Setor e discutir a importância do gerenciamento dos custos para as entidades que o compõem. O trabalho assume aspectos exploratório e descritivo e trata-se de um estudo de caso. Através de uma abordagem quantitativa, as análises efetuadas confirmaram as hipóteses de que as variáveis Custos e Receitas são relacionadas com o Número de Beneficiários. Além disso, observou-se que o controle de Custos pode ser utilizado como ferramenta que minimiza impactos da redução do volume captado de recursos na abrangência dos projetos realizados. Evidenciou-se desta forma, a factibilidade na eficiência da gestão dessas organizações, com relação a custos, e a relevância da Gestão de Custos para o melhor gerenciamento e crescimento do Terceiro Setor.

(PET - MEC/SESU )




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FATORES QUE IMPULSIONAM AS MPE A RECORRER ÀS EMPRESAS DE FACTORING EM UM MUNICÍPIO DA ZONA DA MATA – MG

AMANDA PRADO FERNANDES (Bolsista/UFV), SIMONE MARTINS (Orientador/UFV), ADRIEL RODRIGUES DE OLIVEIRA (Co-orientador/UFV)

Devido a escassez de estudos sobre empresas de fomento mercantil (factoring), no Brasil, principalmente na região da Zona da Mata mineira e a importância das micro e pequenas empresas para a economia nacional, realizou-se um estudo que objetivou apontar os fatores que despertam o interesse das MPE para a captação de recurso nas factoring, além disso, buscou-se averiguar as práticas das empresas e identificar se as negociações estão de acordo com a legislação. A amostra corresponde a 10% empresas clientes da factoring do setor do comércio, numa cidade da Zona da Mata Mireira. Numa abordagem qualitativa, realizou-se uma pesquisa exploratória e descritiva. Os dados secundários foram obtidos por meio de pesquisa bibliográfica e documental, ao passo que os primários foram coletados via entrevistas semi-estruturadas, direcionadas aos empresários de empresas das factoring e das micro e pequenas empresa do comércio local. Utilizou-se a análise de conteúdo para interpretação dos dados. Os resultados evidenciam que 85% da amostra sofrem escassez de capital de giro, devido as práticas de venda a prazo, atraso no recebimento junto aos cliente, alto investimento em estoque e vulnerabilidade do ramo da atividade. Para suprir tal necessidade de capital de giro as MPE recorrem ao factoring ou as institições financeiras. Os fatores que motivam a MPE a recorrer a factoring são: a facilidade, agilidade e desburocratização na negociação, além da não limitação de crédito. Por outro lado o empecilho destacado por estas foi o juro cobrado, fato caracterizado como a principal desvantagem. Ao analisar as práticas das empresas de factoring pode-se perceber certa desconformidade com a legislação, pois não oferem os serviços de assessoria administrativa e financeira as empresas clientes e quando oferecem, cobram pelo serviço, custo que deveria estar imbuído na negociação.

(MEC )



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A INFLUÊNCIA DE STAKEHOLDERS NO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO LOCAL: UMA INVESTIGAÇÃO EXPLORATÓRIA

ANA CLAUDIA PEDROSA DE OLIVEIRA (Bolsista/UFV), KAMILLA ALVES RODRIGUES FERREIRA (Bolsista/UFV), THAMIRIS RODRIGUES FERREIRA (Não Bolsista/UFV), RICARDO CORRÊA GOMES (Orientador/)

Este trabalho visa contribuir para a identificação dos stakeholders que têm a capacidade de influenciar positiva ou negativamente os resultados da administração municipal, visto a existência de lacunas na literatura sobre o tema, o que dificulta explicar o desempenho superior de alguns municípios. A pesquisa, de abordagem qualitativa, adotou como metodologia um estudo de caso exploratório realizado em Timóteo – municípios com o quinto maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Minas Gerais. Os dados foram coletados através de Grupo de Foco realizado com os Secretários Municipais e com Vice-Prefeito dessa cidade e analisados através da metodologia de Análise de Conteúdo. Os resultados indicaram que o alto desempenho do Governo local é influenciado fortemente por um stakeholder principal: o Prefeito. As respostas obtidas no Grupo de Foco apontaram que, para alcançar um desempenho superior, o Prefeito utiliza-se de sua capacidade de influenciar e liderar, para coordenar sua equipe de gestão em busca de melhores resultados para a população e para o município. Ademais, a união de esforços e o bom relacionamento entre Prefeito e Secretários Municipais fazem com que as ações estejam alinhadas, e os resultados sejam alcançados com eficiência. A contribuição teórica deste trabalho se verifica na identificação de um stakeholder não relatado anteriormente na literatura como influenciador do desempenho municipal: a oposição partidária. A identificação dessa influência negativa atenta para o fato de que as disputas políticas pelo poder desviam, muitas vezes, o foco da administração municipal, o qual deveria concentrar-se na melhoria dos serviços prestados à população, e dessa forma, resultar em um elevado nível de desenvolvimento humano. Para futuros estudos, recomenda-se a verificação se a oposição partidária influencia negativamente o desempenho de demais municípios com o mesmo nível de desenvolvimento, além de identificar quais ações a oposição pratica que interferem nos resultados da administração municipal.

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INCUBADORA TECNOLÓGICA DE COOPERATIVAS POPULARES NA GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA: PROPOSTAS DE INCLUSÃO SOCIAL PARA A REGIÃO DO ALTO PARANAÍBA-MG

ANDRÉ CEZAR DE SOUZA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), JADER FERNANDES CIRINO (Orientador/UFV), EDSON ARLINDO SILVA (Co-orientador/UFV), RAIANE RIBEIRO MACHADO (Co-orientador/UFV), VALDERÍ DE CASTRO ALCÂNTARA (Não Bolsista/UFV), RAUL FARIA DE OLIVEIRA SOUZA (Não Bolsista/UFV), DIEGO GIL CORREIA DUTRA (Não Bolsista/UFV)

O projeto de constituição e implantação da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP/UFV – Extensão Campus de Rio Paranaíba) consiste em criar uma estrutura permanente de formação nas áreas de administração, legislação, contabilidade, finanças, economia e educação, no intuito de gerar trabalho e renda no município de Rio Paranaíba e região. O objetivo é auxiliar a constituição e o funcionamento de cooperativas populares para atender trabalhadores desempregados, assalariados de baixa renda e autônomos que desejem se organizar em cooperativas populares. Nesse contexto, as cooperativas populares como formas de empreendimentos solidários representam um tipo de organização formal, que reúne os objetivos econômicos e sociais do grupo desenvolvendo atividades norteadas pelos preceitos da Economia Solidária e que visa gerar trabalho e renda. Concomitantemente, a ITCP/UFV/CRP se propõe desenvolver projetos voltados para a cidadania e conscientização política. Nessa perspectiva a incubadora pode ser vista como uma entidade que busca promover a sustentabilidade, principalmente no que concerne à sua dimensão social e econômica. A ITCP/UFV/CRP pretende também contribuir para o desenvolvimento da Economia Solidária através do aprimoramento de conceitos e da observação empírica de seus limites e possibilidades. Os resultados alcançados até o momento apontam para a existência de grupos de trabalhadores desempregados e desorganizados (coletores de materiais recicláveis) nos municípios de São Gotardo, Rio Paranaíba e Patos de Minas. Atualmente a estrutura físico-humana da ITCP/UFV/CRP é composta por 3 salas, computadores, prateleiras, arquivos e mesas, bem como por 3 professores e 16 estudantes. A incubadora ainda aguarda aprovação de recursos solicitados junto à FAPEMIG e ao CNPq para dar início ao processo de incubação. Na ITCP/UFV/CRP estão sendo desenvolvidos projetos de pesquisa e extensão que envolvem temas como institucionalismo, capital social, politicas públicas e meio ambiente.

 

 



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MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE SOB A ÓTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

ANDRÉ LUIZ DE PAIVA (Bolsista BIC-Júnior/EEM), EDSON ARLINDO SILVA (Orientador/UFV), RAIANE RIBEIRO MACHADO (Co-orientador/UFV), JADER FERNANDES CIRINO (Co-orientador/UFV), FABIANA FERREIRA DA SILVA (Não Bolsista/UFV), NATHALIA BORGES PIRES (Não Bolsista/UFV)

A preocupação principal desse estudo foi esclarecer a problemática ambiental, tendo em vista a implementação de um projeto de educação ambiental permanente, como forma de conscientizar e reeducar a população do município de Rio Paranaíba sobre as práticas de intervenção junto ao meio ambiente local. No município de Rio Paranaíba, Estado de Minas Gerais, verificou-se que o principal agente agressor do meio ambiente é o agronegócio. Utilizando-se de pesquisa exploratória em todo o município de Rio Paranaíba, observou-se graves agressões ao meio ambiente como o uso intensivo de fertilizantes e agrotóxicos, bem como áreas de deterioração do solo. Identificou-se ainda junto à população local pouco ou nenhum conhecimento sobre as práticas de Educação Ambiental. Somente em algumas escolas estaduais e municipais foi possível constatar tímidas ações voltadas ao meio ambiente, que por sua vez ficaram restritas ao espaço escolar. Os resultados da pesquisa apontam para a necessidade em se criar uma secretaria municipal ou órgão similar para atuar efetivamente nas questões ambientais, já que atualmente encontra-se a cargo da Secretaria Municipal de Agricultura de Rio Paranaíba a competência para cuidar dessas questões. Contudo, esta secretaria prioriza questões relacionadas à agropecuária, deixando em segundo plano as ações voltadas para a sustentabilidade ambiental do município. As considerações finais vão de encontro à necessidade em se consolidar projetos de educação ambiental em Rio Paranaíba, por exemplo, nas escolas estaduais e municipais; segundo, deve haver maior presença da sociedade civil para atuar e monitorar o processo de intervenção junto ao meio ambiente; terceiro, deve-se utilizar os potenciais presentes em instituições como a EMATER e a Polícia Ambiental para ampliar a preservação e a sustentabilidade do meio ambiente no município de Rio Paranaíba.

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GESTÃO PÚBLICA E EDUCAÇÃO: O CHOQUE DE GESTÃO DO GOVERNO DE MINAS GERAIS EM FOCO

ANTONIO CARLOS MIRANDA (Bolsista outra Instituição/UFV), ROSIMAR DE FATIMA OLIVEIRA (Orientador/UFV), AFONSO AUGUSTO TEIXEIRA DE FREITAS DE CARVALHO LIMA (Co-orientador/UFV)

Este trabalho tem por objetivo enfocar um dos aspectos centrais do processo de reforma administrativa pela qual o Estado de Minas Gerais passou nos últimos anos – o Choque de Gestão - e suas implicações nas políticas públicas educacionais estaduais. Como metodologia, optou-se pela análise documental e bibliográfica. Os resultados mostraram que o Choque de Gestão, como programa de governo, pautava-se na constatação de que o aparato estatal sofria de falta de ação governamental nos mais diversos setores tais como educação. Assim sendo, deve ser compreendido como sendo um conjunto integrado de políticas de gestão pública orientado para o desenvolvimento e controlado em relação aos resultados esperados e os resultados obtidos através da contratualização entre as partes, institucionalizados pela criação de um mecanismo denominado Acordo de Resultados. Observou-se que através da contratualização de metas e medidas de desempenho entre as partes interessadas os consumidores de serviços públicos têm maiores possibilidades de controlar e avaliar o andamento destes serviços a partir de um marco contratual. Em síntese, o espaço principal de atuação concentra-se na função controle e nas estratégias de adequação desenvolvidas para assegurar que os resultados das operações se ajustem tanto quanto possível aos objetivos previamente estabelecidos. A essência do controle reside na determinação da conformidade da atividade controlada em relação aos resultados desejados.

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MÉTODO AHP COMO FERRAMENTO DE AUXÍLIO NO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE PROPRIEDADES RURAIS FAMILIARES

CAIO CÉSAR DE MEDEIROS COSTA (Bolsista FAPEMIG/UFV), LEANDRO GOMES DE OLIVEIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), AZIZ GALVAO DA SILVA JUNIOR (Orientador/UFV)

O presente estudo demonstrou a utilização do método AHP (Analytic Hierarchy Process), no planejamento de uma pequena propriedade rural na cidade de São Miguel do Anta. O método AHP que de acordo com Prieto et al. (2005) É um método de apoio decisão baseado na lógica do multi-critério, foi proposto por Saaty na década de 1970. Segundo Staay (1994) citado por Prieto et al. (2005) a lógica do multi-critério aplica-se a decisões onde é necessário quantificar os benefícios, os riscos e os custos da solução proposta. Para a realização do estudo foi utilizado a abordagem de estudo de caso, que segundo Gil (2007) consiste no estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos, de maneira que permita seu amplo e detalhado conhecimento, tarefa impossível mediante outros delineamentos já considerados. O estudo apresentou também as vantagens e desvantagens da utilização da aplicação dessa ferramenta no planejamento da pequena propriedade rural. No caso da fazenda Itaipava, algumas vantagens foram apresentadas entre elas: a definição clara de quais os objetivos mais importantes do projeto, sincronismo do projeto com os desejos do pequeno empresário rural, agilidade no processo de planejamento e anulação de possíveis subjetivismos da parte do consultor. Como desvantagem apresentou a necessidade de conhecimentos em inglês e uma dificuldade em se obter softwares para a aplicação do método. Dessa forma mostrou-se a necessidade da utilização de ferramentas mais moderna mesmo em pequenas propriedades, sendo que tais ferramentas são de grande valia para a realização de um planejamento eficiente e de acordo com as necessidades do pequeno produtor rural.

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A GESTÃO DA QUALIDADE NO AGRONEGÓCIO: ESTUDO DE CASO DA APLICAÇÃO DO MÉTODO FMEA EM UMA GRANJA DE FRANGO.

CAIO CÉSAR DE MEDEIROS COSTA (Bolsista FAPEMIG/UFV), LEANDRO GOMES DE OLIVEIRA (Não Bolsista/UFV), HUGO BELCHIOR ANTONIOL SOARES DA SILVA (Não Bolsista/UFV), VIVIANI SILVA LIRIO (Orientador/UFV), LYDIA BRUNA DA COSTA LIMA (Não Bolsista/UFV)

A busca pela qualidade e a construção de sistemas e aplicação de ferramentas de apoio à tomada de decisão, inclusive no setor rural, são necessidades gerenciais bastante importantes. Nesse sentido, este estudo demonstrou a aplicação do método Análise dos Modos e Efeitos de Falhas (FMEA) em uma granja de frango corte. Especificamente, o trabalho apontou os erros mais freqüentemente observados no processo de criação de frango de corte. Buscou, ainda, identificar as origens desses problemas e hierarquizar os mesmos em função do nível de ocorrência, da dificuldade de detecção e a severidade de cada erro. Com a hierarquização obteve-se o índice NPR (índice de risco), sendo que os erros que tiveram nível de ocorrência maior ou igual a cinco e ou que tiveram o índice NPR maior ou igual a trezentos, foram considerados preocupantes, exigindo maior atenção por parte do produtor rural que trabalha com frango de corte, principalmente aqueles que operam de modo integrado com indústrias processadoras. Os resultados mostraram que os problemas mais freqüentes foram a presença de frangos doentes e a morte de frangos. As origens principais foram: falta de vacinação, excesso na capacidade, ambiente barulhento e doenças em geral. Espera-se com a pesquisa contribuir para o aprimoramento da gestão de granjas de frango de corte e, de forma indireta, apoiar a melhoria da rentabilidade dos avicultores, através da conscientização dos mesmos acerca da importância da aplicação de ferramentas de gestão da qualidade.

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AGROINDÚSTRIA COOPERATIVA NO ALTO PARANAÍBA

CAMILA EMI MURAKAMI (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), BRUNA Silva ( CRP) MARILENE DE SOUZA CAMPOS (Orientador/UFV)


O cooperativismo agropecuário atualmente em ato na Região do Alto Paranaíba tem longas raízes históricas e remonta a participação da Cooperativa Agrícola de Cotia  na implantação do PADAP(Programa de Assentamento Dirigido do Alto Paranaíba). Trata-se de uma experiência de cooperação cujas raízes étnicas se conservaram através da participação maciça dos japoneses e de suas experiências pregressas de cooperativismo. Em uma cooperativa agrícola aumenta-se o poder de barganha por haver maior produção consequentemente aumenta o poder de negociação, e a compra de insumos torna-se mais acessível, fornecendo em grande maioria dos casos, uma maior sobrevivência e poder no mercado para os produtores agrícolas. O objetivo desse trabalho é trabalhar comparativamente duas organizações cooperativas: a COOPADAP, (Cooperativa Agropecuária do Alto Paranaíba) originada da reorganização de alguns prósperos produtores que adquiram toda estrutura física e industrial da extinta CAC e outra, a COOPACER (Cooperativa de Agronegócio do Cerrado Brasileiro) mais recente originária da associação de agronegócios nascentes de condomínios inicialmente familiares e em expansão. A metodologia de coleta de dados é a realização de entrevistas com cooperados de ambas e com o corpo de funcionários administrativos. Assim como a COOPADAP nasce de um processo de diferenciação em meio aos assentados, marcado pela concentração fundiária, a jovem COOPACER nasce de uma nova diferenciação no meio desses produtores, originária da fusão condominial dos negócios que dão origem a empresas com capitais maiores.  A diversificação produtiva é também uma experiência que conduz à incorporação da pecuária intensiva de leite.

 

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