Teoria do caos



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Encontro04.10.2019
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TEORIA DO CAOS

É uma nova ciência, que permite um novo enfoque da complexidade na natureza. A definição tradicional de caos está associada a confusão, desordem, ao que é vazio e obscuro, a uma massa confusa de matéria sem forma e a um espaço infinito e abismal.

Porém, quando passamos a olhar com maior profundidade a dinâmica dos sistemas vivos, discernimos uma nova maneira de encarar a desordem, as flutuações, enfim, as mudanças. Uma nova compreensão do que sejam mudança e desordem está emergindo da teoria do caos.

As forças da ordem e do caos são vistas agora como imagens reflexas, onde uma contém a outra num processo contínuo. Um sistema vivo pode saltar para o caos e para a imprevisibilidade e manter-se dentro desse estado, segundo parâmetros bem ordenados e previsíveis.

O que a teoria do caos afirma é que existem padrões previsíveis que, dentro de limites bem definidos, permitem prever aparentemente uma variedade de acontecimentos imprevisíveis. Dessa forma, aprende-se a lidar com as incertezas e imprevisibilidades que certamente emergem em todo sistema vivo.

Outra implicação do caos é o abandono da “média” como critério de validação de decisões.

A teoria do caos mostra que estruturas mínimas participam e afetam a existência de um todo, nada pode está fora. Os 10% afetam os 90% restantes e vice-versa. Um bom exemplo é o de que é possível prever que as estações climáticas do ano se sucederão ciclicamente umas às outras, porém, não é possível prever como estará o tempo na terça-feira de uma determinada semana, após o início do verão. Por mais exatos que sejam os meios de previsão, há sempre o efeito do imprevisível, quando se está lidando com sistema vivos.

O que essa nova teoria propõe é que transformemos a aversão ao imprevisível em uma capacidade de apreciá-lo como parte integrante do processo de auto-organização dos sistema vivos.


Para refletir: imagine-se como um observador do fluxo das marés. Do topo de uma montanha você pode ver duas correntes marítimas que se encontram, que vêm e vão continuamente e formam um padrão bem definido que você pode apreciar e ver com clareza. Agora, imagine que você é uma folha ou um pequeno pedaço de madeira balançado no meio dos redemoinhos e das ondas, sem ter idéia de onde virá a próxima onda ou correnteza. O que o ajudaria a lidar com as situações imprevisíveis desse segundo exemplo? Que atitude seria necessária para perceber uma nova ordem emergindo da situação como um todo?
Extraído do Livro “Coletânea O Novo Executivo”

Amana – Desenvolvimento & Educação.


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