Tcc 2008 – curso de psicologia



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TCC 2008 – CURSO DE PSICOLOGIA


Título do trabalho

Resumo

Autores

Orientador

Examinadores

Câncer na Infância: diagnóstico, tratamentos e enfrentamento da doença

O presente estudo discute aspectos biopsicossociais do câncer infantil, incluindo diagnóstico, tratamentos e enfrentamento da doença, embasados pela Teoria do Enfrentamento do Estresse. A Psiconcologia Pediátrica caracteriza-se pela interconexão entre a Psicologia e a Oncologia, e tem como objetivo central o atendimento integral a crianças com câncer. Além disso, o psicólogo neste âmbito busca auxiliar o paciente a lidar com aspectos do câncer, como, por exemplo, sofrimento, iminência de morte e angústia, sendo suas intervenções, portanto, utilizadas em todas as fases da doença, desde a prevenção até a terminal. Frente às mudanças ocorridas na vida da criança após o diagnóstico de câncer, como alterações na rotina diária, ausências escolares, procedimentos médicos invasivos e seus efeitos colaterais, dentre outros, a mesma desenvolve e utiliza estratégias de enfrentamento com o objetivo de lidar com esses eventos estressantes. Estas estratégias de enfrentamento, ou coping, podem ser definidas como respostas que surgem de forma espontânea em uma situação estressora. Dentre essas estratégias, pode-se destacar: comportamento de evitação, atividades agressivas, atividades de isolamento, comportamento de distração, busca de suporte social, dentre outras. Além disso, serão discutidas ainda as intervenções terapêuticas do psicólogo no tratamento destas crianças, bem como a importância da família no contexto da doença.

Palavras-chave: Psiconcologia Pediátrica; Aspectos biopsicossociais; Enfrentamento.

  • Isabela Souza Lemos Couto

  • Marissol dos Santos Fernandes

Martha Moreira Cavalcante Castro

  • Gleice Quele Luz do Espirito Santo

  • Suzane Bandeira de Magalhães



Título do trabalho

Resumo

Autores

Orientador

Examinadores

O amor conjugal e o processo de individualização

O amor é uma temática encontrada na maioria dos mensageiros da alma: poetas, filósofos, psicólogos entre outros e é entendido como um princípio governador que une os elementos naturais e que promove a relação entre os seres humanos. Viver o amor, para muitos é alegria, vida, maturidade, para outros é sofrimento, dor. Minha proposta neste trabalho é voltada às pessoas que conseguem integrar esses dois aspectos opostos (o prazer e a dor) fazendo parte de uma experiência única. Pretendo também mostrar como o amor pode proporcionar ao casal uma relação estável, com uma vinculação duradoura e criativa, principalmente para aqueles que se permitem navegar por esse desconhecido mar. O amor vivido a partir de um relacionamento amoroso (entre pares) é um caminho que permite a experiência da individuação, pois com a convivência diária nasce a intimidade e neste momento os aspectos de nossa personalidade aparecem mais facilmente revelando seus conteúdos mais profundos.




  • Renata Araújo Carvalho

Anna Elizabeth Castelo Branco Rabelo

  • Fabiana Pithon

  • Ana Suely Vieira

A valorização da beleza na contemporaneidade

O presente trabalho analisa a forma com que os padrões instituídos de beleza influenciam no comportamento de mulheres da classe média brasileira, tendo em vista que estas mesmas mulheres estão cada dia mais insatisfeitas e preocupadas com a sua própria imagem, perante o que é imposto pela mídia. O ideal de beleza vigente na sociedade contemporânea é capaz de incluir ou excluir os indivíduos causando sério sofrimento psíquico e dando origem a patologias, tais como distúrbios alimentares, sob esforços incessantes, os indivíduos passam horas em academias de ginásticas, em mesas de cirurgia e contando as calorias dos alimentos que comem, tentando a todo custo alcançar o estereótipo de beleza difundido pelos meios de comunicação. E embora seja praticamente impossível atingir esse ideal, porque o corpo está fadado à decadência, a tentativa de inverter ou retardar esse destino tem-se mostrado inevitável.


Palavras chaves: Contemporaneidade. Beleza. Mídia.


  • Ana Beatriz Figueiredo de Carvalho Mendonça

  • Bianca Matos Amorim

Leda Lessa Andrade Filha

  • Ivan Maia de Melo

  • Carmem Lúcia Lavigne de Souza

Corpos que aprisionam: um estudo preliminar sobre mulheres transsexuais e suas vicissitudes

A transexualidade se caracteriza por um grande sentimento de discordância entre o que o indivíduo afirma ser (homem ou mulher como construção) e o que ele carrega como sexo biológico. Este fenômeno ainda não possui uma causa específica, pois se trata de uma construção conjunta onde sociedade, fatores constitucionais e os fatores biológicos se articulam das mais variadas formas, resultando nos mais diferentes tipos de transexuais. As escassas intervenções disponíveis no âmbito da medicina para essas pessoas se resumem a um tratamento através de hormônios sintéticos, cirurgias faciais para adequação ao sexo que clamam pertencer, e finalmente a cirurgia corretiva ou de redesignação sexual. O foco deste trabalho são o que chamo de mulheres transexuais (transexuais masculinos), seus aspectos psicológicos à luz da psicanálise, bem como suas características mais marcantes como tais. Este trabalho tem como propósito elucidar as peculiaridades das mulheres transexuais, como se estrutura o seu psiquismo e mesmo teorizar algumas novas possibilidades a respeito daquilo que, sob a forma de motivações inconscientes, estaria a operar e influenciar diferentes modos de resposta à questão da transexualidade.


Palavras chaves: Mulheres. Transexualidade. Psicanálise.

  • Daniel Santana Alves

Leda Lessa Andrade Filha

  • Anabela Silva Queiroz

  • Mônica Ramos Daltro

Papéis e identidade de gênero: com a palavra os adolescentes

O tema deste estudo é a construção dos papéis e identidade de gênero segundo a ótica de adolescentes. Foi realizado um estudo de caso com oito jovens de uma instituição pública de saúde, com o objetivo de mapear e analisar os papéis de gênero identificados por eles em seu dia-a-dia e seus conflitos e questionamentos sobre estes papéis. Buscou-se também compreender como os adolescentes definem o ser homem e o ser mulher e seus sentimentos sobre a vivência de gênero. Foi utilizada a técnica de grupo focal seguindo um roteiro com perguntas abertas, contendo exercícios de grupo. Utilizando o referencial Sócio-Histórico da Psicologia, o estudo possibilitou concluir-se que as atividades culturalmente ensinadas aos indivíduos dos sexos masculino e feminino são, ainda hoje, apresentadas como elementos da constituição do homem e da mulher. A mulher ainda é vista, predominantemente, como frágil, maternal, doméstica e subordinada ao homem, enquanto o homem é tido como intelectualizado, provedor e viril. Os jovens mostraram-se insatisfeitos quanto à distribuição de papéis entre os gêneros. As transformações dos papéis parecem querer emergir. Mudanças de concepções vão surgindo, porém muitos valores tradicionais ainda persistem.


Palavras-chave: Adolescência. Gênero. Papéis. Identidade.

  • Suzane Barreto Magalhães Francischini

Elizete silva Passos

  • Maria Antonieta Nascimento Araújo

  • Maria Rosália de Azevedo Correia

Sexualidade do adolescente com deficiência mental: a perspectiva da família

O desenvolvimento da sexualidade, que se dá igualmente nos adolescentes com e sem deficiência, envolve não só a maturação biológica das funções sexuais, como também modificações comportamentais, e conduzem a uma identificação do sujeito com padrões de conduta sexual e social que são culturalmente determinados. O objetivo desta pesquisa é conhecer e analisar como compreendem e como se comportam pais e cuidadores em face da expressão da sexualidade da pessoa com deficiência mental e quais as repercussões desse comportamento. Trata-se de pesquisa qualitativa e bibliográfica. Para a coleta de dados utilizou-se como instrumento a entrevista, que foi realizada com pais e cuidadores de alunos do Centro de Educação Especial do Estado da Bahia (CEEBA). Na análise dos dados encontrou-se que os preconceitos no campo da sexualidade ainda estão presentes em seus discursos. Fica evidente uma grande dificuldade por parte desses familiares em relação às manifestações sexuais desses adolescentes. Conclui-se que a ampliação do debate aos pais e adolescentes com deficiência pode contribuir para que eles tenham uma vivência da sexualidade com menos estigmas, menos exposta a riscos e, conseqüentemente, mais satisfatória.



Palavras-chave: Sexualidade. Deficiência Mental. Família. Adolescência.

  • Jirlay Ferraz Lima

  • Priscila Barreto da Cunha

Elizete Silva Passos


  • Maria Antonieta Nascimento Araújo

  • Adriano Albiani Barata



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