Roteiro de aula



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ROTEIRO DE AULA

Implantes

1. INTRODUÇÃO:

- princípios da osseointegração

- considerações anatômicas para cirurgia de implantes

- tecidos periodontais e perimplantares

- suporte medicamentoso e farmacologia

I - Princípios da osseointegração:

- Definição: osseointegração é o processo pelo qual a fixação rígida e assintomática de um material aloplástico no osso é obtida e mantida durante a função. Zarb & Albrektson,1991

(baseada na estabilidade do implante)

- Fatores para assegurar uma ancoragem óssea confiável de um material implantado:

Biocompatibilidade do implante

Características do desenho

Características de superfície

Estado do leito hospedeiro

Técnica cirúrgica

Condição de aplicação de cargas.
II - Considerações anatômicas para cirurgia de implantes:

- O êxito da utilização de implantes envolve a criação e a manutenção de uma interface osso-implante capaz de suportar cargas e estabilizar uma prótese adequada.

- Controle de placa

- Transmissão de forças oclusais

II - Considerações anatômicas para cirurgia de implantes:

- Fatores que devem ser considerados:

Espaço protético – este é análogo ao espaço da dentadura

O tamanho e a forma da crista alveolar e do osso subjacente

A estrutura interna dos maxilares

A posição das estruturas que estão dentro ou próximas da crista e que poderão influenciar nos procedimentos cirúrgicos

Os contornos dos tecidos moles que revestem a crista alveolar
III - Tecidos periodontais e perimplantares
IV - Suporte medicamentoso e farmacologia

2. SELEÇÃO DE UM SISTEMA DE IMPLANTES


3. CRITÉRIOS DE SUCESSO PARA O USO DE IMPLANTES DENTAIS:

- Quando ?

- Imobilidade clinica do implante

- Capacidade do implante em transmitir forças mastigatórias sem perder integração

- Ausência de sintomas relacionados ao uso do implante

- Ausência de danos às estruturas adjacentes

- Ausência de radiolucidez peri-implantária progressiva


4. PLANEJAMENTO CIRÚRGICO PROTÉTICO EM IMPLANTE

- A reabilitação bucal com implantes exige uma avaliação cuidadosa dos anseios do paciente e de sua condição sistêmica, além de uma criteriosa avaliação das condições da região a ser implantada através de exame clínico e de exames por imagem. Carvalho e colab., 2002.

4. PLANEJAMENTO CIRÚRGICO PROTÉTICO EM IMPLANTE

a) – anamnese

b) – exames radiográficos e de imagem

c) – exame clínico

d) – avaliação da expectativa do paciente

e) – confecção de modelos de estudo

f) – opções de plano de tratamento

g) – confecção de guia cirúrgico

h) – preparo do paciente

i) – seleção dos implantes

j) – prótese de carga imediata

l) – ancoragem zigomática
(a) ANAMNESE

- Identificação do paciente

- História médica

- História dental


(b) – EXAMES RADIOGRÁFICOS E DE IMAGEM

- Estrutura óssea

- Relação da área desdentada com estruturas anatômicas

- Perdas ósseas

- Lesões periapicais

- Outras alterações


(c) – EXAME CLÍNICO

- Extrabucal

- Intrabucal
(d) – AVALIAÇÃO DA EXPECTATIVA DO PACIENTE

- Estética

- Funcional

- Fonética


(e) – CONFECÇÃO DE MODELOS DE ESTUDO

- Obtenção de registros maxilo-mandibulares

- Montagem no articulador
(f) – OPÇÕES DE PLANO DE TRATAMENTO

- Elaboração das opções de reabilitação bucal


(g) – CONFECÇÃO DE GUIA CIRÚRGICO

- Importante porque distribui os implantes, posicionando-os adequadamente para se obter solução protética favorável.


(h) – PREPARO DO PACIENTE

- Exodontias

- Profilaxia periodontal

- Tratamento endodôntico

- Confecção de próteses provisórias

- Enxertos ósseos


(i) – SELEÇÃO DOS IMPLANTES

- Quanto ao tipo de osso

- Casos com espessura e pouca altura

- Casos com pouca espessura e altura favorável

- Instalação de implante supra-crestal
(j) – PRÓTESE DE CARGA IMEDIATA

- Indicadas para casos onde exista quantidade óssea (tipos I, II e III)

- Estabilidade ao implante
(l) – ANCORAGEM ZIGOMÁTICA

- Pacientes com maxilas atróficas e aos quais não estão indicados procedimentos como os enxertos ósseos

- Uso do corpo do osso zigomático como local específico de ancoragem

5. TÉCNICA CIRÚRGICA.

- Antissepsia extra e intrabucal

- Anestesia

- Incisão

- Divulsão

- Uso das fresas (harmonizar a disposição dos implantes, verificar o paralelismo dos pilares)

- Confecção de rosca no leito do implante

- Ancoragem do implante

- Aperto com a chave de catraca

- Remoção dos montadores

- Colocação do parafuso de cobertura

- Sutura

6. SEQÜÊNCIA CIRÚRGICA:

- ESTÁGIO CIRÚRGICO I:

- preparo do canal ósseo

- colocação do implante

- colocação do parafuso de cobertura

- INTERVALO DE CICATRIZAÇÃO:

- 3 a 6 meses, osso denso (mandíbula)

- 6 meses, osso menos denso

- 0 mês, ambos os estágios em conjunto, postergando a aplicação de cargas na prótese

- ESTÁGIO CIRÚRGICO II:

- exposição da cabeça do implante (retalho localizado ou punch)

- remoção do parafuso de cobertura

- colocação do abutment de cicatrização


7. COMENTÁRIOS:

- Integração multidisciplinar

- Seguimento pós-operatório

- Controle do paciente

BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA: (Básica)




  • CAPLANIS, N. e colab. Osseointegration: contemporary concepts and treatment. CDA Journal. Vol. 25(12): 843-51. Dec., 1997.




  • HOBKIRK, J. A. & WATSON, R. M. Implantologia Dental e Maxilolfacial. Artes Médicas, São Paulo, 1996.




  • MISCH, Carl E. Implantes Dentários Contemporâneos. Santos Livraria e Editora, São Paulo, 2000.




  • NEVES, José B. Implantodontia Oral. Rona Editora, Belo Horizonte, 2001.




  • SMITH, Dennis C. Dental Implants: material and design considerations. Int. J. Prothodontics. Vol. 6(2): 106-17. 1993.




  • SPIEKERMANN, H. e colab. Implantologia. Artmed, Porto Alegre, 2000.

  • Bons estudos!!!

  • um abraço

  • Profª Marina Prado /2010.







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