Rio Grande/RS, Brasil, 23 a 25 de outubro de 2013



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Rio Grande/RS, Brasil, 23 a 25 de outubro de 2013.



TRATAMENTO DE EFLUENTES DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE QUITINA UTILIZANDO DIFERENTES COAGULANTES

COMIOTTO, Carlos Eduardo Gonçalves

LOPES, Matheus Alves

DOTTO, Guilherme Luiz

PINTO, Luiz Antonio de Almeida

cecomiotto@hotmail.com
Evento: Congresso de Iniciação Científica

Área do conhecimento: Operações Industriais e Equip. para Eng. Química
Palavras-chave Coagulação, Efluente, Turbidez.
1 INTRODUÇÃO
A quitina é o segundo polissacarídeo mais abundante na natureza. Este biopolímero é o precursor da quitosana, a qual é utilizada para uma grande variedade de aplicações tecnológicas (Jayakumar et al. 2010). No processo de obtenção de quitina através de resíduos de camarão, os seguintes passos são empregados: desmineralização, desproteinização e desodorização (Weska et al. 2007). Estas etapas do processo geram uma grande quantidade de efluente líquido com elevada carga orgânica. Este efluente pode causar uma série de impactos prejudiciais ao meio ambiente, e, portanto, deve ser cuidadosamente tratado antes de seu descarte (Dotto et al. 2013). O objetivo deste trabalho foi a comparação de quitina, quitosana e sulfato de alumínio como coagulantes para tratamento do efluente do processo de obtenção de quitina.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
A quitina e a quitosana foram obtidas a partir de resíduos de camarão, pelas etapas de desmineralização, desproteinização, desodorização, desacetilação, purificação e secagem (Weska et al. 2007). O sulfato de alumínio foi fornecido pela VETEC Ltda. Os efluentes líquidos gerados nas etapas de desmineralização, desproteinização e desodorização foram coletados e misturados proporcionalmente (Dotto et al. 2013). Os experimentos de coagulação foram realizados em sistema descontínuo. 500 mg/L dos respectivos coagulantes foram adicionados em 1 L do efluente. Então, foi realizada uma agitação rápida a 120 rpm por 1 minuto, seguida de uma agitação lenta de 20 rpm por 10 minutos. O efluente ficou em repouso por 40 minutos e as amostras foram coletadas. As determinações de turbidez e sólidos totais antes e após os experimentos foram determinadas de acordo com metodologia padrão (APHA, 1998).
3 RESULTADOS e DISCUSSÃO
A figura 1 apresenta o percentual de remoção de sólidos totais e turbidez utilizando os diferentes coagulantes.

Figura 1 – Percentual de remoção de sólidos totais e turbidez utilizando diferentes coagulantes.




O efluente oriundo do processou apresentou turbidez de 846,5 NTU e 20600 mg/L de sólidos totais. Podemos observar na figura 1 que, independente do coagulante utilizado, a remoção de turbidez alcançou valores maiores que 95%. Em relação a remoção de sólidos totais, a quitosana foi superior ao sulfato de alumínio, alcançando valores de 20%.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A quitosana foi o coagulante mais adequado para o tratamento de efluentes do processo de obtenção de quitina, alcançando valores de 98,5% de remoção de turbidez e 20% de remoção de sólidos totais.
REFERÊNCIAS
APHA, Standard Methods for Examination of Water and Wastewater, 20th ed.,

APHA, Washington, DC, 1998.


DOTO, G. L.; ROSA, G. S.; MORAES, M. A.; WESKA, R. F.; PINTO, L. A. A. Treatment of chitin effluents by coagulation-flocculation with chitin and aluminum sulfate. Journal of Environmental Chemical Engineering v. 1, 50–55, 2013.
JAYAKUMAR, R.; PRABAHARAN, S. V.; NAIR, S. V.; TAMURA, H. Novel chitin and chitosan nanofibers in biomedical applications. Biotechnology Advances v. 28, 142-150, 2010.
WESKA, R. F.; MOURA, J. M.; BATISTA, L. M.; RIZZI, J.; PINTO, L. A. A. Optimization of desacetylation in the production of chitosan from shrimp wastes: use of response surface methodology. Journal of Food Engineering v. 80, 749-753, 2007.
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