Resumo este artigo tem como objetivo identificar as principais doenças respiratórias ocasionadas na população do município de Coxim-ms, e pontuar os principais fatores responsáveis que levam à ocorrência dessas doenças



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ÍNDICE DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS NO MUNICÍPIO DE COXIM-MS NOS ANOS DE 2012 E 2013

Bruna Mayara da Silva¹

Judite da Silva Rodrigues¹

Andréa Haruko Arakaki²



RESUMO

Este artigo tem como objetivo identificar as principais doenças respiratórias ocasionadas na população do município de Coxim-MS, e pontuar os principais fatores responsáveis que levam à ocorrência dessas doenças. Foram contabilizados 1.674 casos de doenças respiratórias, entre o ano de 2012 e 2013. Os principais agentes causadores foram: clima seco, poluição do ar, condições alérgicas, infecção por vírus e tabagismo.

PALAVRAS-CHAVE: Doenças Respiratórias, Agentes Causadores, População.
ABSTRACT

This article aims to identify the main respiratory diseases caused in the population of the municipality of Cushion-MS, and point out the main factors that lead to the occurrence of these diseases. 1,674 cases of respiratory diseases were recorded between the 1years 2012 and 2013. The leading causes are: dry climate, air pollution, allergic conditions, virus infection and smoking.

KEYWORDS: Respiratory Diseases, Causing Agents, Population.

INTRODUÇÃO

As enfermidades do sistema respiratório são bronquite, asma, rinite alérgica, gripe, resfriado, pneumonia, tuberculose, entre outras. Algumas são consideradas como crônicas como é o caso da asma, rinite alérgica e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Essas são as doenças respiratórias (DRC) mais comuns. Representam um dos maiores problemas de saúde mundialmente, segundo o Ministério da Saúde (2010).

Com base nos dados analisados a doença respiratória com maior índice de incidência no município de Coxim nos anos de 2012/2013, é a bronquite - uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. Ela se instala quando os minúsculos cílios que revestem o interior dos brônquios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias. Esse acúmulo de secreção faz com que eles fiquem permanentemente inflamados e contraídos (VARELLA, 2009). Seguido de influenza (gripe) e asma como as mais frequentes.

No que se refere às doenças respiratórias crônicas, sobre os riscos, modo de prevenção e orientações para o tratamento contra essas doenças, em 2010 o Ministério da Saúde lançou um caderno de atenção básica, aos cuidados primários ao atendimento ao paciente e sua família quanto ao diagnóstico e tratamento prévio, um guia informativo sobre as principais doenças respiratórias e as consequências que estas trazem a população envolvida.

Contudo, este artigo tem como objetivo identificar as principais doenças respiratórias ocasionadas na população do município de Coxim-MS, e pontuar os principais fatores responsáveis que levam à ocorrência dessas doenças.
METODOLOGIA

A pesquisa tem como foco apontar os dados que foram coletados na Secretaria Municipal de Saúde de Coxim-MS, por meio de sistema informatizado. Em seguida, realizou-se a análise e tabulação das informações obtidas no programa Excel. O caderno de atenção básica ao atendimento primário de doenças respiratórias crônicas foi disponibilizado pelo Posto de Saúde Rural Argemiro Barbosa de Souza, para embasar e relacionar essas doenças apontadas com os principais fatores que levam a ocorrência de problemas respiratórios na população Coxinense.



A cidade de Coxim-MS conta com 07 (sete) Postos de Saúde, com 02 (duas) extensões rurais de atendimento a saúde pública, 01 (uma) policlínica, e um hospital regional, em parte custeado pelo município. Estes encaminham um formulário com os dados de todas as doenças relatadas para a Secretaria Municipal de Coxim-MS, que após receber esse formulário, arquiva em um sistema informatizado.
RESULTADOS E DISCUSSÃO

O que concerne à área das doenças respiratórias, os dados epidemiológicos mais abrangentes são aqueles publicados pelo Ministério da Saúde, a partir da listagem estatística do Sistema Único de Saúde. Neste estudo faz-se um levantamento epidemiológico apenas relacionando as principais doenças respiratórias mais frequentes, sendo crônicas ou não, quanto ao tipo, em relação a sua gravidade e diagnostico na cidade de Coxim-MS. Possui população estimada em 33.045 habitantes, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e entre 70 e 80% da população é atendida somente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Pesquisas realizadas pelo Ministério da Saúde (2010) apontam que: “centenas de milhões de pessoas de todas as idades sofrem dessas doenças e de alergias respiratórias em todos os países do mundo e mais de 500 milhões delas vivem em países em desenvolvimento. As DRC estão aumentando em prevalência particularmente entre as crianças e os idosos. Afetam a qualidade de vida e pode provocar incapacidade nos indivíduos afetados, causando grande impacto econômico e social. As limitações físicas, emocionais e intelectuais que surgem com a doença, como consequências na vida do paciente e de sua família, geram sofrimento humano”.

Tabela 1. Frequência de mortalidade por faixa etária relatadas no município de Coxim-MS- 2012.

Causa (CID10 3C)

< 01

01-04

10-14

15-19

20-29

30-39

40-49

50-59

60-69

70-79

80 e +

Total

J44- Doenças pulmonares obstrutivas crônicas

-

-

-

-

-

-

-

-

2

4

1

7

J18 Pneumonia por microorganismo

-

-

1

-

-

-

1

1

2

-

4

9

Fonte: Secretaria De Estado De Saúde - MS
A tabela 1 refere-se à taxa de mortalidade por pneumonia e revela que os maiores casos de mortes foram registrados entre pessoas de 60 a mais de 80 anos (idosos), Pneumonias são infecções que se instalam nos pulmões, órgãos duplos localizados um de cada lado da caixa torácica. Podem acometer a região dos alvéolos pulmonares onde desembocam as ramificações terminais dos brônquios e, às vezes, os interstícios (espaço entre um alvéolo e outro). O tratamento das pneumonias requer o uso de antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. A internação hospitalar pode fazer-se necessária quando a pessoa é idosa, tem febre alta ou apresenta alterações clínicas decorrentes da própria pneumonia, tais como: comprometimento da função dos rins e da pressão arterial, dificuldade respiratória caracterizada pela baixa oxigenação do sangue porque o alvéolo está cheio de secreção e não funciona para a troca de gases. (VARELLA. 2009). Se a pessoa não seguir o tratamento sob orientação médica, o caso pode se agravar e levá-lo a óbito. Geralmente o caso acontece entre o público dos idosos devido à baixa imunidade que os deixam debilitados.

No presente levantamento, foram contabilizados 1.674 casos de doenças respiratórias, contando com crianças, adultos e idosos de ambos os sexos, entre o ano de 2012 e 2013, tendo maior incidência à bronquite, seguido de influenza e asma, sendo que a única doença que teve um acréscimo nos casos de 2012 para o ano de 2013 foi à bronquite em relação às demais doenças com um acréscimo de 13 casos. (figura 1)

A figura 1 representa as comparações das mudanças estatísticas das doenças de um ano para o outro, apresentando uma diminuição de 74 casos no ano. Analisando este gráfico pode-se observar que a rinite foi uma das doenças em que houve uma redução maior nos casos, devido ao término ou a desistência do tratamento feita pelo paciente como também podem ter ocorrido óbitos entre os pacientes. O número de pacientes com rinite caiu de 138 para 98, totalizando 40 casos reduzidos. A influenza vem em seguida com queda de 35 casos, a pneumonia com 08 e a asma com uma queda menor de 04 não muito relevante.



Figura 1: Índice de casos relatados sobre as doenças respiratórias no município de Coxim-MS - 2012/2013

Fonte: Secretaria Municipal de Coxim-MS


Para o surgimento ou até mesmo o agravamento das doenças respiratórias, temos como principais agentes causadores, os fatores ambientais, como o clima seco da cidade, umidade do ar baixa, a poluição do ar (queimadas), além das condições alérgicas (provocadas por substâncias químicas ou ácaros) fatores genéticos, infecção por vírus e o tabagismo, o que caracteriza os fatores externos e individuais descritos na tabela 2.

TABELA 2: Fatores de risco para DPOC

Fatores externos

Fatores individuais

Tabagismo

Deficiência de alfa-1 antitripsina

Poeira ocupacional

Deficiência de glutationa transferase

Irritantes químicos

Alfa-1 antiquimotripsina

Fumaça de lenha

Hiper-responsividade brônquica

Infecções respiratórias graves na infância

Desnutrição

Condição socioeconômica

Prematuridade

Fonte: Jornal Brasileiro de Pneumologia

A bronquite é uma inflamação dos brônquios, canais que conduzem o ar inalado até os alvéolos pulmonares. Ela se instala quando os minúsculos cílios que revestem o interior dos brônquios param de eliminar o muco presente nas vias respiratórias. Esse acúmulo de secreção faz com que eles fiquem permanentemente inflamados e contraídos (VARELLA, 2009). Ela é mais comum no inverno e muitas vezes é causada pelos mesmos vírus dos resfriados. Os vírus mais comuns são: Adenovírus, Influenza, Coronavírus, Rinovírus. Já as bactérias: Chlamydia pneumoniae, Bortella pertussis, Mycoplasma pneumoniae. Secundariamente, o Pneumococos também pode invadir a árvore brônquica. Ela pode se tornar crônica através de fatores como o fumo, imunidade baixa, pela idade (Crianças e Idosos são mais vulneráveis), exposição a agentes irritantes e refluxos gástricos.



Tabela 3. INFORME Nº 34 – INFLUENZA – SEMANA 1 a 46* Região Norte de MS/ 2013.

Município

Notificados

Confirmados A H1N1

Confirmados A H3N2

Confirmados Influenza B

Coxim

5

-

-

-

Pedro Gomes

1

1

-

-

Rio Verde de Mato Grosso

5

-

-

-

São Gabriel

7

1

-

-

Sonora

22

8

1

1

Total

40

10

1

1

Fonte: SINAN INFLUENZA/SES/MS; GAL/LACEN/SES/MS
A influenza é uma doença respiratória infecciosa de origem viral, e é um problema de saúde pública no Brasil. Esta patologia pode levar a complicações graves e ao óbito, especialmente nos grupos de alto risco para as complicações da infecção viral (crianças menores de 05 (cinco) anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais). A cada ano esta gripe pode se apresentar de forma diferente, assim como a infecção pode afetar diferentemente as pessoas, segundo WHO (2014). O vírus da influenza é transmitido por pessoas infectadas ao tossir ou espirrar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 5 a 15% da população sejam acometidos e que, globalmente, a influenza cause 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos. A principal intervenção preventiva para este agravo é a vacinação. A campanha anual, realizada desde 1999, entre os meses de abril e maio, vem contribuindo ao longo dos anos para a prevenção da gripe nos grupos vacinados, além de apresentar impacto na redução das internações hospitalares, gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias e mortes evitáveis.

Na região norte do estado de Mato Grosso Do Sul o município de Sonora foi o que mais se destacou nos casos notificados sobre a influenza em relação aos demais municípios, com 22 casos relatados, dentre estes 08 pacientes tiveram a confirmação de estarem com a influenza A H1N1, 01 de H3N2 e 01 de Influenza B (Tabela 3), em ênfase ao município de Coxim-MS houve apenas 05 casos notificados e nenhum confirmado, comparado aos outros municípios foi considerado como um baixo índice.

Outra patologia bem conhecida pelo mundo inteiro a ser destacada é a asma, “uma doença inflamatória das vias respiratórias (bronquíolos), que ocasiona o fechamento das vias aéreas, prejudicando a respiração, caracterizada pela hiper-reatividade da musculatura lisa brônquica em resposta a diversos estímulos externos e internos”. Geralmente ocorre em decorrência de exposição inalatória prolongada a material particulado ou gases  irritantes como polens, inalantes, alimentos, fumaça de cigarro, exercício, ar frio e seco, emocional, agentes farmacológicos, infecções respiratórias, pelos de animais.

No Brasil, pelo menos 20 milhões de pessoas sofrem com a doença. Quando a obstrução dessas vias aéreas, a asma pode ser tornar mais grave e se desenvolver em uma doença crônica, aparentemente chega a ser semelhante à bronquite. Segundo o DATASUS, o banco de dados do Sistema Único de Saúde, ligado ao Ministério da Saúde, ocorrem no Brasil, em média, 350.000 internações anualmente. A asma é a terceira ou quarta causa de hospitalizações pelo SUS (2,3% do total), conforme o grupo etário considerado.

A rinite é uma doença inflamatória das mucosas do nariz. Pode ser alérgica ou não alérgica. Em ambos os casos, os sintomas são parecidos. De acordo com Varella (2009), “as rinites alérgicas são enfermidades crônicas provocadas pelo contato com alérgenos (substâncias que o sistema imune considera estranhas), como os ácaros existentes na poeira doméstica, pelos de animais, fungos, descamação de pele, mofo, pólen, perfume, alguns alimentos, medicamentos, bactérias, vírus, mudanças bruscas de temperatura, etc. Tem características hereditárias. Entretanto, mesmo que nenhum dos pais apresente o distúrbio, ele pode manifestar-se numa pessoa, que não nasce alérgica, mas possui um sistema imune que desenvolve uma resposta exagerada, quando entra em contato com determinadas substâncias”.

Segundo o Ministério da Saúde (2010) a rinite pode ser considerada a doença de maior prevalência entre as doenças respiratórias crônicas e problema global de saúde pública, acometendo cerca de 20 a 25% da população em geral. Embora com sintomas de menor gravidade, estão entre as dez razões mais frequentes de atendimento em Atenção Primária em Saúde. Ela afeta a qualidade de vida das pessoas, interferindo no período produtivo de suas vidas, podendo causar prejuízos pelo absenteísmo ao trabalho e à escola. Por ser uma doença subdiagnosticada pelos profissionais de saúde, e pelo fato de que nem todos os portadores de rinite procurem atendimento, há falta de controle dos sintomas. Esse pode ser um fato que explique a ocorrência de poucos casos na cidade de Coxim-MS.

Muitos pacientes não procuram a unidade de saúde mais próxima, ou muitas vezes pensam que tal patologia é apenas uma alergia ou um resfriado. Quando se dão conta, a doença já está na sua total gravidade. Outros pacientes iniciam o tratamento e não vão até o fim. Por isso é importante destacar essas doenças e alerta a população quanto ao risco que correm no dia a dia.
CONCLUSÃO

As doenças respiratórias são a terceira causa de mortes no mundo e estão presentes no nosso dia a dia, inclusive com as mudanças bruscas de temperatura, por exemplo: em um dia está calor, e no outro está muito frio. Em épocas de tempo muito seco, muitas pessoas sentem falta de ar quando a noite cai, já que a umidade dor é relativamente baixa, sem contar na poeira. O ideal seria colocarmos uma bacia de água debaixo da cama, para deixar o ambiente mais úmido.

Asma, bronquite, influenza, resfriado, pneumonia, rinite alérgica, entre outras incluindo as crônicas, são doenças ligadas ao sistema respiratório, obstruindo órgãos responsáveis pelas trocas gasosas. Nas grandes cidades, estas doenças estão cada vez mais comuns, principalmente em função da poluição do ar com a liberação de gases poluentes. Com cuidados simples podemos evitar algumas delas, tomando medidas que evitem esses tipos de doenças, tais como: manter as roupas de cama limpa, tomar bastante líquido, lavar as mãos com frequência e evitar lugares fechados ou pouco arejados. Já sabemos que elas estão entre nós então o melhor remédio sempre é a prevenção. Foi muito importante a execução deste trabalho porque é um assunto que querendo ou não esta conosco sempre, assim alguns de nossos colegas poderão se prevenir de maneira correta e evitar as doenças respiratórias.

Em vista do número de habitantes, a cidade de Coxim-MS apresenta um quadro pouco alarmante, mas mesmo assim a população não pode deixar de se cuidar, de buscar orientações médicas e nem mesmo interromper o tratamento qualquer que seja a doença adquirida. Contudo, o Ministério da Saúde tem trabalhado no desenvolvimento de ações para o enfrentamento dessas e outras doenças respiratórias, como, por exemplo, o Programa Nacional de Controle do Tabagismo.


REFERÊNCIAS

_____Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Doenças respiratórias crônicas / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2010.

_____IBGE: CIDADES – MATO GROSSO DO SUL – COXIM. Disponível em acesso em 20 nov. 2014.

_____Portal da Saúde – Ministério da Saúde – Doenças respiratórias. Disponível em . Acesso em 15 nov.2014.

_____SBPT. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Disponível em: . Acesso em 30 nov.2014.

_____SBPT. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.Jornal Brasileiro de Pneumologia. Volume 30 – II Consenso Brasileiro sobre Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica – DPOC – novembro de 2004. Pag. 51. Disponivel em: . Acesso em 30 nov. 2014.

VARELLA, Dráuzio. Doenças respiratórias- Bronquite. Disponível em: Acesso em 14 nov. 2014.

VARELLA, Dráuzio. Pneumonia. Disponível em: Acesso em: 28 nov. 2014.

VARELLA, Dráuzio. Doenças e Sintomas- Rinite Alérgica. Disponível em Acesso em 14 nov. 2014.

_____Vigilância global. Prevenção e controlo das doenças respiratórias crônicas: uma abordagem integradora / editores: Jean Bousquetand Nikolai Khaltaev. Publicado pela Organização Mundial de Saúde – OMS, 2007.



WHO. Global Alertand Response (GARD). Global Influenza Surveillance and Response System (GISRS). Disponível em: . Acesso em: 17 jan. 2014.

1  Universitária. Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. E-mail: mbruna02@hotmail.com

1 Universitária. Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul. E-mail: juh.doritinha@gmail.com

2 Doutora em Processos Biotecnológicos/FUNDECT. E-mail: andkaki@gmail.com



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