Área do conhecimento: Microbiologia Palavras-chave



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13ª Mostra da Produção Universitária

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Rio Grande/RS, Brasil, 14 a 17 de outubro de 2014.


PREVALÊNCIA DE STREPTOCOCCUS PYOGENES EM OROFARINGE EM ALUNOS DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

MEYER, Cristiane; FURTADO, Kamila; GARCIA, Marcelle, RODRIGUES, Juliana

RIBEIRO, Gladis Aver

crismeyersls@hotmail.com
Evento: CIC 2014 FURG

Área do conhecimento: Microbiologia
Palavras-chave: faringoamigdalite; estreptococos; febre reumática;
1 INTRODUÇÃO
O Streptococcus pyogenes, β–hemolíticos do grupo A (SBGA), é de relevante importância, não somente por ser o agente etiológico das infecções primárias da faringe e amígdalas, mas também pela sua associação com sequelas pós-estreptocócicas como a Febre Reumática (MACIEL et al, 2003). A febre reumática é uma doença grave que pode levar a um quadro de lesões nos órgãos e tecidos devido ao caráter auto-imune da infecção. (SOUZA et al, 2007). O trabalho teve como objetivo investigar a presença de SBGA na orofaringe de alunos do curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Pelotas detectando assim, possíveis portadores do micro-organismo.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
O homem é o reservatório natural dos SBGA, sendo que estas infecções podem ocorrer em qualquer faixa etária, porém são comuns em crianças e adolescentes com idade variando entre cinco e 15 anos (KONEMAN; ALLEN; JANDA, 2001).
3 MATERIAIS E MÉTODOS
Para a realização do trabalho, foram realizadas quarenta e três coletas entre os meses de março a maio de 2014. Após a coleta, o material foi inoculado por técnica de esgotamento em meio de cultura Agar Sangue, incubados em microaerofilia, sendo os isolados suspeitos submetidos ao testes de coloração de Gram, teste de catalase e testes bioquímicos como sensibilidade à bacitracina, à optoquina, prova de CAMP e prova de tolerância ao sal para identificação do agente.
Tabela 1 – Identificação Presuntiva de Streptococcus pyogenes.

Isolado Suspeito

Hemólise

Coloração de Gram

Teste de Catalase

Sensibilidade à Bacitracina

Sensibilidade à Optoquina

Prova de CAMP

Prova de Tolerância ao Sal

Grupo A



Cocos Gram +

_

Sensível

Resistente

_

_

ᵝ : Hemólise Total - : Negativo +: Positivo

4 RESULTADOS e DISCUSSÃO
Das amostras de orofaringe avaliadas até o momento, uma (2,3%) apresentou reação de ᵦ - hemólise (hemólise total) em Agar sangue, com colônias características para o micro-organismo (Fig. 1). Também se apresentou como cocos Gram positivos em cadeia e catalase negativa, porém foi resistente ao teste de sensibilidade a bacitracina e optoquina. Apresentou resultado negativo ao CAMP e a prova de tolerância ao sal.
A ausência de SBGA até o momento no presente trabalho, difere dos resultados obtidos por Braoios et al (2009) e Benthien et al (2011), onde detectaram 1,6% e 1,7% respectivamente com participantes na faixa etária de zero a 15 anos.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Até o presente momento não foi obtido nenhum isolado positivo para Streptococcus pyogenes.
REFERÊNCIAS
BRAOIOS, A.; OLIVEIRA, L. R. D.; SILVA, I. B.; LIMA, K. E. S. D. Portadores assintomáticos de streptococcus pyogenes e staphylococcus aureus entre crianças atendidas em uma creche. Colloquium Vitae, v. 1, n. 1, p. 25-29, 2009.

BENTHIEN, Vanessa. Estudo e prevenção da febre reumática em escolares da rede municipal de ensino em Campo Largo–PR. Disponível em: f> Acessado em: 12 out. 2013



MACIEL, A.; ACA, I. D. S.; LOPES, A. C. D. S., MALAGUEÑO, E., SEKIGUCHI, T.; ANDRADE, G. P. D. Portadores assintomáticos de infecções por Streptococcus pyogenes em duas escolas públicas na cidade do Recife, Pernambuco. Revista Brasileira Saúde Materno infantil, v. 3, n. 2, p. 175-180, 2003.
SOUZA, G. R.; NERY, A. L.; CORREA, C. M. V.; BENEDITO, S. E.; KEGELE, F. C. D. O.; AVELAR, K. E.; MORAES, S. R. Febre Reumática e Streptococcus pyogenes – uma relação perigosa. Revista Científica Augustus (Rio de Janeiro, RJ), n. 24, p. 1-7, 2007.
KONEMAN, Elmer W.; ALLEN, Stephen D.; JANDA, William M. Diagnóstico microbiológico–texto e atlas colorido. 5.ed. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica, 2001. 589p.





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