Área do conhecimento: Ciências da saúde Palavras-chave: Exercício de simulação; enfermagem; saúde da mulher



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Rio Grande/RS, Brasil, 23 a 25 de outubro de 2013.



A UTILIZAÇÃO DA SIMULAÇÃO REALÍSTICA NA DISCIPLINA DE ENFERMAGEM EM SAÚDE DA MULHER
SILVA, Bruna Ruoso da;

COSTA, Carolina Coutinho;

BORGES, Liane Rodrigues;

FRANCIONI, Fabiane Ferreira;

KERBER, Nalú Pereira da Costa (orientador)

bruna.sho@hotmail.com

Evento: Seminário de Ensino

Área do conhecimento: Ciências da saúde
Palavras-chave: Exercício de simulação; enfermagem; saúde da mulher;
1 INTRODUÇÃO
A simulação realística na área da saúde é uma estratégia de ensino-aprendizagem usada para qualificação acadêmica e profissional realizada em ambiente controlado, encenando situações cotidianas que serão vivenciadas durante as atividades práticas. Segundo Sanino (2013), o uso da simulação na educação dos profissionais de saúde permite aos alunos praticar as habilidades necessárias em um ambiente que permite erros e crescimento profissional, sem arriscar a segurança do paciente. Diferente da educação tradicional em que existe apenas a memorização do conteúdo, essa prática funciona como ferramenta de treinamento que permite desenvolvimento do conhecimento, do raciocínio clínico e do pensamento crítico. Nesse sentindo este trabalho tem como objetivo relatar a experiência de acadêmicos de Enfermagem com o uso de simulação realística na disciplina de Enfermagem na Saúde da Mulher.
2 PROCEDIMENTO METODOLÓGICO
Trata-se de um relato de experiência realizado por acadêmicas de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande – FURG, referente à prática de simulação realística durante as aulas da disciplina de Enfermagem na Saúde da Mulher no segundo período letivo de 2012, durante os meses de novembro de 2012 a abril de 2013.
3 RESULTADOS e DISCUSSÃO
As simulações se tratavam de casos clínicos, referentes a conteúdos já apresentados e discutidos pela docente em sala de aula. Os casos eram elaborados pelas discentes que estavam matriculadas na disciplina de Enfermagem na Saúde da Mulher, com auxílio de mestrandas do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem, da FURG e encenadas pelos alunos da disciplina. O objetivo era que os alunos relembrassem o conteúdo teórico e tentassem aplicá-lo na prática. As situações programadas e contextualizadas permitiam aos acadêmicos a oportunidade de construir conhecimento, exercitar a habilidade de comunicação, a humanização do atendimento, apurar o raciocínio e agilizar a tomada de decisão conforme a sequência dos acontecimentos. Durante as práticas, existia sempre um acadêmico no papel de observador, que poderia fornecer críticas construtivas aos alunos que protagonizavam o papel de enfermeiro. Ao final da simulação, era realizado o debriefing, momento em que era desenvolvida uma discussão em grupo acerca do caso clínico, com feedback dos professores que possibilitava avaliação do desempenho dos estudantes em sua atuação. No entendimento de Martins et al (2012), para as escolas que se preocupam com a qualidade do ensino, com a satisfação de seus estudantes e que pretendam um elevado desempenho técnico, científico e humano de seus formandos, é necessário o investimento no ensino prático simulado, em contexto laboratorial, de elevada qualidade, com embasamento científico, ético e respaldo legal. 
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Essa estratégia teve boa aceitação por parte dos acadêmicos, que incentivaram os professores a continuarem com a prática das simulações por acreditarem que foi um acréscimo ao seu aprendizado. Após os exercícios de simulação realística, foi possível perceber maior fixação dos conteúdos teóricos, mais autonomia e confiança durante as consultas de enfermagem. As encenações possibilitaram treinamento em cenários semelhantes a um contexto clínico real, capacitando-os para gerenciar facilmente as situações que pudessem vivenciar na prática. A simulação se mostrou uma eficiente estratégia de ensino, proporcionando o aprendizado a partir de vivências simuladas que contribuíram para a formação dos alunos, tornando-os mais seguros e críticos.
REFERÊNCIAS
SANINO, Giane Elis de Carvalho. Simulação Realística no Ensino da Enfermagem. Disponível em: < http://www.sbis.org.br/siienf/arquivos/56.rtf >‎ Acesso em: 12 junho 2013.

MARTINS, José Carlos Amado; MAZZO, Alessandra; BAPTISTA, Rui Carlos Negrão; et al. A experiência clínica simulada no ensino de enfermagem: retrospectiva histórica. Acta Paulista de Enfermagem; v.26, n.4, 8 telas. Disponível em:<www.unifesp.br/acta/artigo.php?volume=25&ano=2012&numero=4&item=22> Acesso em: 12 junho 2013.
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