Qual a incidência de ronco e apnéia do sono no Brasil



Baixar 7.42 Kb.
Encontro03.02.2018
Tamanho7.42 Kb.



VOCÊ RONCA OU CONHECE ALGUÉM QUE RONCA?
Além de incomodar, o ronco exige cuidados

Alguém conhece uma pessoa, ou dorme com alguém, que ronca. Ou esse alguém pode ser você! Existem aqueles amigos que lhe disseram que dormiram mal, têm frequentes dores de cabeça ou sonolência excessiva. O que parece ser um problema apenas de postura inadequada durante o sono também pode ser sinal de um problema muito conhecido pelos médicos: a apneia obstrutiva do sono.

“Quem sofre de apneia obstrutiva ronca, mas nem todo roncador pode ter apneia. É necessário descobrir sempre a origem do problema”, alertou dr. Nilvano Andrade, presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR).

A apneia é conhecida como uma diminuição ou até interrupção do fluxo de respiração que leva à queda do oxigênio no sangue. Durante o sono, há um bloqueio da passagem de oxigênio e a velocidade e pressão do ar inspirado aumentam. Os tecidos da garganta vibram e produzem um som bem característico: o ronco. “A Campanha visa uma melhoria na qualidade de vida através de uma respiração correta e alerta para cuidados importantes, já que a apneia causa alterações na oxigenação sanguínea e pode elevar o risco de hipertensão arterial, infarto agudo, insuficiência cardíaca, depressão, entre outras doenças. Daí a necessidade de se procurar um especialista, descobrir a causa do problema e tratá-la”, informou Nilvano.

A apneia pode estar relacionada a alterações cardiovasculares, a complicações neurológicas (AVC), alterações metabólicas (diabetes tipo II), obesidade e alterações de comportamento.

Estima-se que 19% das mulheres e 30% dos homens da população mundial ronquem e que na mulher a incidência aumente durante a menopausa. A propensão é maior em pessoas obesas e naquelas que fumam e bebem excessivamente. Também preocupam àquelas com obstrução nasal, amídalas muito grandes e crianças.


Pequenos hábitos que mudam
A ABR aconselha algumas mudanças comportamentais como prevenção à apneia. Entre as quais: controle do peso corporal; exercícios físicos que auxiliam, como caminhadas; diminuição da ingestão de bebidas alcoólicas – principalmente à noite, redução do fumo e nada de excesso alimentar noturno. Dormir de barriga para baixo também pode causar roncos. Envelhecimento, problemas de obstrução nasal e alergia necessitam de cuidados.
Sinais e sintomas da Apneia Obstrutiva do Sono
Sintomas noturnos: Ronco, sono agitado, engasgos, sufocação, despertares frequentes durante a noite, pesadelos, insônia, pirose, regurgitação.

Sintomas diurnos: sonolência excessiva durante o dia, acordar cansado, alteração de memória, de humor, dificuldades de concentração e até dores de cabeça (principalmente ao acordar).


Informações para a imprensa:



Sintonia Comunicação Empresarial

Fone: (11)3542-0472 • (11)3542-5264 •



Rua Teodoro Sampaio, 1.765, conj.143 • Pinheiros • SP • 05405-150

www.sintonia.com.br




©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal