Programa de disciplina curso



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PROGRAMA DE DISCIPLINA

CURSO: Enfermagem

DISCIPLINA: LIBRAS

CARGA HORÁRIA: 60h

PERÍODO: 3º Período

PROFESSOR: Anderson Francisco Vitorino






  1. EMENTA:

Introdução: aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez. A Língua de Sinais Brasileira - Libras: noções básicas de fonologia, de morfologia e de sintaxe. Inclusão e Legislação. Praticar Libras.

  1. OBJETIVOS DA DISCIPLINA:

O objetivo da disciplina é subsidiar ao aluno o desenvolvimento de habilidades e competências referentes aos conteúdos teóricos e práticos produzidos em sala de aula descriminados em 03 (três) unidades:



Unidade I - A Língua de Sinais Brasileira e a constituição linguística do sujeito Surdo, o aluno deverá ser capaz;

  • Dialogar sobre o tema Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS sobre a proposta da difusão da língua, bem como, as particularidades dela;

  • Debater as nuances nos aspectos clínicos, educacionais e sócios antropológico da surdez;

  • Informar ao aluno o quanto a cultura e a Comunidade Surda são fundamentais no desenvolvimento psíquico, social e cultural da pessoa Surda;

  • Organizar métodos para ensinar o alfabeto manual ou datilológico no qual consideramos importante no uso de nomes próprios, lugares, termos técnicos, e ainda, inexistência do sinal;

  • Identificar os alunos através do sinal de identificação para o reconhecimento na comunidade surda;

  • Transmitir os sinais de saudações no sentido de saudar os pacientes surdos;

  • Reconhecer os animais no sentido de identificá-los no momento de preenchimento de cadastro do paciente surdo;

  • Relacionar os sinais de família na perspectiva de reconhecimento na integra de um prontuário do paciente surdo;

Unidade II – Humanização - Noções básicas

  • Sinais dos termos técnicos/científicos na área da saúde;

  • Socializar com os alunos de forma interdisciplinar os sinais relacionados aos estudos de anatomia para que os utilizem na prática;

  • Relacionar os sinais de atendimento pré hospitalar para que os enfermeiros destinam-se ás vítimas de trauma, acidentes de trânsito, acidentes industriais, acidentes aéreos, etc. Violência urbana (baleado, esfaqueado, etc. Mal súbito (emergências, cardiológicas, neurológicas, etc. Distúrbios psiquiátricos visando a sua estabilização clínica e remoção para uma unidade hospitalar adequada;

  • Ensinar aos alunos os sinais das doenças transmissíveis para que se comuniquem com os Pacientes Surdos no momento que necessitem;

  • Classificar os sinais no tocante a enfermagem: Saúde da Criança, Mulher, Adulto e Idoso;

Unidade III – Vocabulário específico da área da saúde relacionado ao Ensino da LIBRAS.

  • Ensinar sinais e técnicas aos alunos no sentido que eles utilizem diante do Paciente Surdo;




  1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:


Unidade I - A Língua de Sinais Brasileira e a constituição linguística do sujeito Surdo, o aluno deverá ser capaz:

1. Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;

2. Breve introdução aos aspectos clínicos, educacionais e sócio-antropológicos da surdez;

3. Cultura e Comunidade Surda;

4. Introdução a Libras: alfabeto manual ou datilológico; 

5. Nomeação de pessoas e de lugares em Libras;

6.Saudações;

7. Animais;

8. Família;

Unidade II – Humanização - Noções básicas

1. Anatomia Humana Aplicada à Enfermagem;

2. Atendimento Pré Hospitalar;

3. Doenças Transmissíveis;

4. Enfermagem na Saúde da Criança / Mulher / Adulto / Idoso;

5. Língua Sinais com intermédio na comunicação da enfermagem;



Unidade III – Vocabulário específico da área da saúde relacionado ao Ensino da LIBRAS.

  1. Prática, diálogo e conversação em LIBRAS com frases simples no âmbito da enfermagem.

Utilizar práticas, diálogos e conversação em LIBRAS utilizando os termos técnicos de enfermagem


  1. METODOLOGIA UTILIZADA:

A metodologia de ensino utilizada consiste em aulas teóricas (oralizando), bem como, aulas práticas (sinalizadas) nas quais serão embasadas em fontes literárias. Nesse mesmo direcionamento pretende-se desenvolver competências e habilidades entre os alunos com a proposta de atender os Pacientes Surdos de forma humanizada. Pretende-se promover práticas do cotidiano do profissional de enfermagem na sala de aula que conduzam ao aluno a compreender a importância da comunicação da língua de sinais no âmbito da saúde.




  1. RECURSOS DIDÁTICOS UTILIZADOS:

  • Aulas expositivas dialogadas e sinalizadas;

  • Dinâmicas de grupos utilizando sinais;

  • Teatros;

  • Seminários;

  • Estudos de casos;

  • Artigos de enfermagem envolvendo LIBRAS;

  • Disponibilização prévia de textos, artigos, trabalhos científicos, livros, entre outros;

  • Recurso áudio-visual em geral: projetor multimídia, notebook, DVD, som;

  • Lápis piloto;

  • Avaliações frequentes;

  • Filmes;

  • Blog.



  1. AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM:

A avaliação do aluno consistirá de forma contínua, participativa, assídua, bem como, artigos, prova escrita e prática em LIBRAS.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

Brasil. Secretaria Nacional de Justiça. A Classificação Indicativa na Língua Brasileira de Sinais / Organização: Secretaria Nacional da Justiça. – Brasília: SNJ, 2009.

FELIPE, Tânia A. Libras em Contexto. Brasília: MEC/SEESP, 7ª edição, 2007.

Galindo, Lavinia Suely Dorta. “O direito Fundamental à Educação: Inclusão do aluno com necessidades especiais”. Maceió: Edufal, 2009. 136p. : il

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO/Secretaria de Educação Especial. Língua Brasileira de Sinais. Brasília: MEC/SEESP, 1998.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Brasília: MEC, 2005.


QUADROS, Ronice Muller; KARNOPP, Lodenir. Língua de Sinais Brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. 

MONTOAN, Eglér. TEREZA, Maria (organizadora). “O Desafio das Diferenças nas Escola”. 2. Ed. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

RAMOS, Rosana. “Passos para a Inclusão”. 5. Ed. Revista e atualizada – São Paulo. Cortez, 2010.

SANTANA, Ana Paula. “Surdez e Linguagem: aspecto e implicações neurolinguísticas”. São Paulo: Plexus, 2007.

SKLIAR, Carlos. “Surdez: UM OLHAR SOBRE AS DIFERENÇA”. Porto Alegre. Mediação, 2010. (4. Ed. Atual. Org.), 192p.

STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a cultura surda. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2008. 118P.:Il.




BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1995.

DUK, Cynthia. Educar na diversidade: Matéria de formação docente / Organização. Brasília: Ministério da Educação Especial, 2005. 266p.

PAULON, Simone Mainieri, Lia Beatriz de Lucca Freitas, Gerson Siech Pinho. Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2005. 48p.


SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa / Secretaria de Educação Especial; Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos – Brasília: MEC; SEESP, 2004. 94p.: Il.



Prof. Esp. Anderson Francisco Vitorino

LIBRAS



Profª

Coordenadora do Curso de Bacharelado em Enfermagem



Marlene Alves Vieira

Diretora Acadêmica






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