Programa 74 Juraci Borges Mendonça de Almeida



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PROGRAMA 74

OS MENSAGEIROS NO AR


TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 7


  • (Sérgio) – Olá amigos! Novamente com vocês para recordarmos outra das cartas recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, confirmando a sobrevivência após a morte do corpo físico.




  • ( Luiz ) – A história de hoje nos leva a 04 de setembro de 1987, à Uberaba, Minas Gerais.




  • (Sérgio) – Naquele dia, após intenso sofrimento desencarnava ao 44 anos de idade a senhora Juraci Borges Mendonça de Almeida, internada há várias semanas na UTI do Hospital Santa Helena, daquela cidade, para tratamento de um angioma cerebral.




  • ( Luiz ) – O sofrimento que se abateu sobre seus familiares diretos foi muito grande, mas sobretudo sobre sua prima de primeiro grau, Magda Borges Terra, amiga e confidente, ligação intensa somente entendida com o auxílio da reencarnação, pois Chico Xavier revelou que haviam sido mãe e filha em existência anterior.




  • (Sérgio) – Magda que acompanhou hora a hora a evolução da enfermidade, padecendo muito com o triste desfecho, foi ao Grupo Espírita da Prece, na ânsia de obter noticias da querida Juraci.




  • ( Luiz ) – Essas vieram na forma de extensa e esclarecedora mensagem recebida pelo médium permeada de informações e dados íntimos às duas, além da citação de vários personagens encarnados e desencarnados, cujos nomes e papel na história das duas não eram previamente conhecidas por Chico.

VINHETA – A HISTÓRIA DE UMA MENSAGEM


TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 2


  • (Vanda) – “Minha querida prima e comadre Magda, peço a Jesus nos fortaleça e abençoe. Estou cumprindo o que prometi.  Dar notícias e mostrar que a união das criaturas afins não desaparece. Digo a você que apenas passei por um remanejamento de hospital para hospital, com a diferença justa de ambiente.  É  que neste lugar abençoado onde  me encontro, com auxílio de amigos e protetores queridos, o regime é diverso.  Não estou entre as quatro paredes da cela curativa de nosso acolhedor Santa Helena, mas sim numa instituição mais ampla, na qual os convalescentes, entre os quais me vejo, podem sair em determinados horários, cada dia, para espirar o ar puro do grande parque que nos rodeia. Isso me consola e fortalece, porquanto surpreendo grandes doações de silêncio para refletir a sós, comigo mesma, quanto aos meus novos caminhos. Curioso, minha querida Magda, é que a pessoa, pelo menos aquelas que se reconhecem na faixa de conhecimento parcial na qual estou estagiando, nada sente com referência ao temor da morte,  que aí na vida física tanto nos atormenta. Estamos desencarnados, mas não desvinculados, porque o amor é um laço de luz que nos prende uns aos outros, libertando-nos ao mesmo tempo pelas idéias novas que nos insufla. Do que passou, no meu desprendimento do corpo cansado de preocupações e medicamentos: Um torpor muito grande me dominou e perdi a consciência de mim própria, durante horas, cujo número não estou, por enquanto, habilitada a dizer.  Despertei-me num aposento espaçoso e acolhedor, e a enfermeira que me atendeu era a nossa Maria Amélia, uma revelação viva de paciência e tolerância. Não acreditava que tudo de novo que caiu-me sob os olhos fosse uma paragem diferente, tamanha a similitude com os nossos pertences domésticos no mundo.  Eu teria sido transferida de uma instituição para outra.  E somente, pouco a pouco, percebi que me achava num ambiente diverso do nosso. Quando consegui me movimentar, comecei a tomar conhecimento daquele pedaço de solo, recoberto de vegetação balsâmica que parecia destinada, pelas exalações que destilava, a complementar minha cura. Procurei os refúgios de oração e num deles me entreguei a revisar os últimos dias no corpo doente. Minha estrutura emocional estava mais leve e a acuidade dos meus sentidos me impressionava, despertando-me para a vida nova que eu começava a partilhar com outras pessoas, portadoras de remanescentes  da condição enfermiça de que haviam sido acometidas nos tempos finais do corpo. Mas creio que essas impressões você terá adivinhado. Por isso, passo às notícias a que me referi.  Pensei no papai Geraldo e na mamãe Antônia, nos meus irmãos Lia e Valtinho, num misto de saudade e carinho que me envolvia a alma toda.  E nesse contexto de lembranças, você e a nossa Larinha estavam juntas de mim. A parte para mim difícil era a ausência do filho Pedro Geraldo, que parecia longe.  Compreendi que o Hélio o retinha junto dele e o filho querido não podia gastar atenção e tempo, a recordar-me, segundo os meus desejos egoístas de mãe, ainda profundamente apegada à vida que eu deixara ou que me deixara, compelindo-me a aceitar outro clima e criar outras afeições. Confesso a você que sofri com a perspectiva de ser esquecida por um filho, mas o diálogo com amigos improvisados me impeliu a reconhecer que eu não tinha razão.  Conto isso a vocês, rememorando nossas confidências recíprocas.  O ciúme passou de imediato e a compreensão voltou a me possuir os pensamentos. Entendo que não posso me dirigir à nossa gente, com a espontaneidade dentro da qual trago a você o que penso agora e como penso; no entanto, não tenho o direito de me queixar.  Toda realização exige preparo e se pude felicitar-me com alguma preparação, essa vinha de nossas conversações, que acabei lamentando fossem tão curtas. Agradeço a você tudo o que vem fazendo por nossa Lara, a querida filha que atualmente passou à tutela de meus pais.  Medito no Hélio e peço a Deus o abençoe. Acontece que nos dias últimos, sinto o seu coração palpitando junto ao meu.  Pedi permissão aos mentores que nos assistem para vir ao encontro da família, mas com o firme propósito de revê-la e ouvi-la.  Doe-me observar o que você tem sofrido e peço-lhe coragem e fé em Deus. Roga ainda pela saúde e paz do nosso Paulo, a quem devo tanta dedicação.  Que o nosso André Luiz seja o pequeno companheiro capaz de renovar as suas forças.  Ele estampa na face o rosto paterno e, não obstante a infância verde em que se encontra, é um filho e amigo para todas as suas horas. Rogo a você agradecer, por mim, à mamãe Antônia e à nossa querida Lia as preces que fizeram e ainda fazem pelo meu descanso.  Recebo, comovida, todos esses benefícios, mas entendo o descanso solicitado por nossa gente, em meu favor: a palavra descanso é, naturalmente, substituída pela palavra fortaleza, porque não posso compreender que as mães consigam repousar.  Os filhos são cordas vibrantes no coração e não consigo ser diferente das outras mães.  Você me compreende isso me reconforta. Impossível pensar em céus, quando a alma está doente de saudade daqueles que se fazem amores de nosso amor, quanto sangue do nosso próprio sangue. Qual você pode imaginar, estou coerente com as idéias que trocávamos e esteja convencida de que não a esqueço. Nada posso fazer ainda, em vista do meu reajuste demorado, mas a oração consegue tudo aquilo que ainda não temos e me firmo nas preces com que suplico a Jesus o seu fortalecimento, ao lado do nosso estimado Paulo e das nossas crianças. Querida, lastimo ser obrigada a interromper o fluxo de meus pensamentos, mas devo terminar em concordância com as disciplinas que nos regem aqui as manifestações.  Saiba que não nos separamos.  Estamos unidas, coração a coração. Peço a bênção de meus pais e envio lembranças aos meus irmãos e amigos. Logo que me for permitido, voltarei a comunicar-me, empenhando minhas forças, ainda frágeis, para entregar ao seu ânimo a chama do otimismo e da fé atuante e viva.  Meus agradecimentos ao nosso prezado Paulo e destaco o nosso André Luiz para representar o meu amor, junto de nossas crianças. Agradeço ao Valtinho os cuidados com minha filha e fico magoada comigo mesma por não saber alinhavar o meu reconhecimento a todos os nossos como desejaria fazer. Esperando que você prossiga em seu abençoado caminho de entendimento da vida e de serviço ao próximo, beija-lhe a face, a prima e comadre que lhe devota todo o amor que se me represa no espírito, qual se neste momento, de profunda emoção, você fosse, acima de tudo, a minha própria filha a falar-me por dentro do coração. Sempre a sua”


Juraci

Juraci Borges Mendonça de Almeida

VINHETA – OS DETALHES DA MENSAGEM



TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 14


  • ( Luiz ) – NÃO É NOVIDADE.

  • (Vanda) – “Digo a você que apenas passei por um remanejamento de hospital para hospital, com a diferença justa de ambiente.  É  que neste lugar abençoado onde  me encontro, com auxílio de amigos e protetores queridos, o regime é diverso.  Não estou entre as quatro paredes da cela curativa de nosso acolhedor Santa Helena, mas sim numa instituição mais ampla, na qual os convalescentes, entre os quais me vejo, podem sair em determinados horários, cada dia, para espirar o ar puro do grande parque que nos rodeia”.




  • (Sérgio) – A referência a uma simples transferência de hospital não consiste em novidade para os conhecedores do Espiritismo.




  • ( Luiz ) – André Luiz, no livro “NOSSO LAR”, já nos havia revelado que após o período de angústias e incertezas no sonho-pesadelo em que mergulhou após a cirurgia a que se submetera, foi recolhido e acolhido num hospital da Colônia Nosso Lar.




  • (Sérgio) – No livro “E A VIDA CONTINUA”, também de André Luiz pelo médium Chico Xavier, dois dos protagonistas da narrativa encontram-se nos jardins de um hospital no qual se encontravam internados.




  • ( Luiz ) – No caso de Juraci, ela que estivera por demorado tempo internada num dos hospitais da cidade em que residia, padecendo das repercussões da moléstia que a acometera e se preparando para a partida, não teve dificuldades para se movimentar no ambiente em que estava.



  • ( Luiz ) – O TORPOR.




  • (Vanda) – “Do que passou, no meu desprendimento do corpo cansado de preocupações e medicamentos: Um torpor muito grande me dominou e perdi a consciência de mim própria, durante horas, cujo número não estou, por enquanto, habilitada a dizer. Despertei-me num aposento espaçoso e acolhedor, e a enfermeira que me atendeu era a nossa Maria Amélia, uma revelação viva de paciência e tolerância”.




  • (Sérgio) – Juraci confirma a ocorrência do torpor ou desmaio que acomete os que passam pela experiência da desencarnação.




  • ( Luiz ) – Tal sensação ou sintoma já havia sido apresentado por Allan Kardec em sua apreciação no livro “O CÉU E O INFERNO”, no qual trata especificamente da questão da morte.




  • (Sérgio) – Interessante também é o seu despertar ter se dado ante uma pessoa tão querida como a sua avó Maria Amélia, no caso fazendo as vezes do trabalho de enfermagem.



  • ( Luiz ) – TUDO COMO AQUI.

  • (Vanda) – “Não acreditava que tudo de novo que caiu-me sob os olhos fosse uma paragem diferente, tamanha a similitude com os nossos pertences domésticos no mundo.  Eu teria sido transferida de uma instituição para outra.  E somente, pouco a pouco, percebi que me achava num ambiente diverso do nosso”.




  • (Sérgio) – Afirmam alguns amigos espirituais que nossa dimensão é um rascunho mal feito da realidade encontrada no Plano Espiritual.




  • ( Luiz ) – Talvez por isso, Juraci tenha tido a impressão de que se encontrava num hospital de nossa dimensão, a qual foi se desfazendo aos poucos.




  • ( Luiz ) – AR E ORAÇÃO.




  • (Vanda) – “Quando consegui me movimentar, comecei a tomar conhecimento daquele pedaço de solo, recoberto de vegetação balsâmica que parecia destinada, pelas exalações que destilava, a complementar minha cura. Procurei os refúgios de oração e num deles me entreguei a revisar os últimos dias no corpo doente. Minha estrutura emocional estava mais leve e a acuidade dos meus sentidos me impressionava, despertando-me para a vida nova que eu começava a partilhar com outras pessoas, portadoras de remanescentes  da condição enfermiça de que haviam sido acometidas nos tempos finais do corpo”.




  • (Sérgio) – André Luiz também já havia falado sobre a importância do oxigênio em nosso equilíbrio orgânico, o que se da também no Plano Espiritual.




  • ( Luiz ) – Juraci nos fala também da importância da prece no processo de reequilíbrio no Plano Espiritual.



  • ( Luiz ) – AMAR SEM SE APEGAR.




  • (Vanda) – “Confesso a você que sofri com a perspectiva de ser esquecida por um filho, mas o diálogo com amigos improvisados me impeliu a reconhecer que eu não tinha razão. Conto isso a vocês, rememorando nossas confidências recíprocas. O ciúme passou de imediato e a compreensão voltou a me possuir os pensamentos”.




  • (Sérgio) – Realmente o ciúme é um dos tormentos que acompanham o espírito após seu desligamento do corpo físico.




  • ( Luiz ) – Revelam-nos os inúmeros depoimentos obtidos por médiuns diversos que ninguém é de ninguém e esse sentimento de posse é uma ilusão, resquício do egoísmo que habita momentaneamente o ser em evolução.




  • (Sérgio) – Imperfeição contra a qual precisamos lutar.




  • ( Luiz ) – MAIS CONFIRMAÇÃO.




  • (Vanda) – “Agradeço a você tudo o que vem fazendo por nossa Lara, a querida filha que atualmente passou à tutela de meus pais. Medito no Hélio e peço a Deus o abençoe”.




  • (Sérgio) – Eis outro dado que demonstra a autenticidade da comunicação.




  • ( Luiz ) – Chico Xavier não podia ter conhecimento sobre a ação da prima e comadre de Juraci na assistência à filha desta, fruto do primeiro casamento da desencarnada.




  • (Sérgio) – A não ser pela informação do espírito comunicante.




  • ( Luiz ) – O REMÉDIO É O TEMPO.




  • (Vanda) – “Nada posso fazer ainda, em vista do meu reajuste demorado, mas a oração consegue tudo aquilo que ainda não temos e me firmo nas preces com que suplico a Jesus o seu fortalecimento, ao lado do nosso estimado Paulo e das nossas crianças”.




  • (Sérgio) – Como nos tem demonstrado os relatos recebidos pelo médium Chico Xavier, a recuperação dos espíritos no Plano Invisível, por vezes se faz demorada, pelas seqüelas carregadas pelo desencarnante, das enfermidades ou traumas físicos que lhes impuseram a morte do corpo físico.




  • ( Luiz ) – Esses tratamentos são acompanhados por técnicos especializados em estabelecimentos apropriados, requerendo larga faixa de tempo para se concluir, visto que obedecem a dois motivos:1.º) infrações contra as Leis de Deus em outras vidas; 2.º) inaceitação por parte do desencarnante da transferência compulsória para o Plano Espiritual.




  • ( Sérgio ) – A íntegra desta e outras mensagens poderá ser lida no livro “PORTO DE ALEGRIA”, publicado pela CEU.

Vinheta – REFLETINDO SOBRE A LEI DE CAUSA E EFEITO



TEMA MUSICAL CD 2 FAIXA 16


  • (Sérgio) – Na seqüência de nossas abordagens sobre a LEI DE AÇÃO E REAÇÃO, escolhemos hoje outra página de Cornélio Pires através do médium Chico Xavier.




  • (Vanda) – A análise hoje versa sobre um assunto muito interessante: PENAS DEPOIS DA MORTE, do livro “CONVERSA FIRME”, IDE.




  • ( Luiz ) – “Assunto difícil este,/ Meu caro Gino Salermo,/ Comentarmos de outra vida/ O que existe sobre o inferno.


Em tempos que já se foram,/ Eu também pensava assim:/ O inferno, depois da morte,/ Seria fogo sem fim.
Mais tarde, a luta crescendo,/ Olvidei o mundo antigo/ Mas nunca larguei de todo/ De certo medo a castigo

 Acreditava que a morte/ Depois de nossos fiascos,/ Colocasse à nossa frente,/ Algemas, troncos, carrascos ...


Sofrimentos, em verdade,/ Não faltam no Mais Além:/ Impedimentos, prisões

E adversários do bem.

 

Espíritos infelizes/ Inventam charcos e dores/ Criando painel imenso/ Das trevas exteriores.


No entanto, por mais abismos/ A que a pessoa se lança,/ A Lei de Deus determina/ Que a ninguém falte esperança.
Tal qual sabemos na Terra,/ Para além da sepultura,/ O que se tem no caminho/ É aquilo que se procura.
A culpa é desequilíbrio/ Sob impulsos insensatos,/ E a mente resguarda, ao vivo,/ A conta de nossos atos.
O inferno, por isto mesmo,/ Seja ele o mais atroz,/ É o conflito dos conflitos/ Que surgem dentro de nós./ Cada qual transporta em si/ Do mais crente ao maus ateu, ─/ O resultado infalível/ De tudo quanto escolheu.
Por simples anotações/ E ensinamentos gerais,/ Recordarei com você/ Vários casos infernais.
Você lembra a sovinice/ Do fazendeiro Adão Noce,/ Desencarnado, agarrou-se/ Aos sofrimentos da posse.
Querendo vingar o filho/ Enlouqueceu Dona França,/ Mas vive depois da morte/ Atarracada à vingança.
Morreu pisando nos outros,/ Nhô Lino do Lumaréu,/ Sem corpo, mora no barro/ Mas pensa que está no Céu.
Finou-se atracado à gula/ O nosso Antonino Lodi;/ Agora, enxerga a comida,/ Quer tocá-la mas não pode.
Foi-se a tóxicos violentos,/ Juquita de Dona Altina;/ No Além, anda alucinado,/ Reclamando cocaína.
De tanto excesso em bebida/ Morreu Nhô Nico da Alfafa;/ Hoje, vê tudo o que encontra,/ Sob a forma de garrafa.
Morreu Nhô Juca, usurário/ No Roçado da Moenda;/ Mesmo assim, vive ligado/ Nas porteiras da fazenda.
Ódio e briga? Escute esta:/ Desencarnado, o João Fava/ Foi chamado a proteger/ O genro que detestava.

 O assunto é isso, meu caro,/ Sem engano e sem talvez,/ Só se recolhe da morte/ A vida que a gente fez.


Céu, inferno e purgatório,/ Sejam daí ou daqui,/ Cada pessoa carrega/ O que buscou para si.


  • (Sérgio) – (Comentário limitado ao tempo disponível).




  • (Luiz) – PALAVRAS FINAIS


TEMA MUSICAL CD 1 FAIXA 17


  • (Sérgio) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, é uma entidade dedicada à difusão da mensagem espírita, sobretudo as recebidas pelo médium Francisco Cândido Xavier, de forma gratuita, no Brasil e no Exterior. Publica ainda bimestralmente, o jornal “OS MENSAGEIROS”.




  • (Vanda) – O Grupo Espírita “Os Mensageiros”, tem também o seu braço social, a A.M.E. que mantém atividades no refeitório Pena Forte Mendes diariamente e Glicério, todas as segundas-feiras. Venha conhecer-nos. Escreva-nos para se inteirar das demais atividades do grupo enviando-nos sua correspondência para a Caixa Postal 522, CEP 01059-970, São Paulo – SP ou pelo endereço eletrônico: mensageiros@mensageiros.org.br




  • (Sérgio) – Escreva-nos manifestando comentários ou opiniões.




  • (Vanda) – A apresentação deste programa foi feita por integrantes da equipe “OS MENSAGEIROS”. Na técnica de som. Na próxima semana mais uma mensagem e sua história.





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