Prevalência de polimorfismos no gene sdf-1 em pacientes do hospital universitário dr. Miguel riet corrêa júnior furg



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PREVALÊNCIA DE POLIMORFISMOS NO GENE SDF-1 EM PACIENTES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DR. MIGUEL RIET CORRÊA JÚNIOR - FURG

Amanda da S. Guerreiro, Joyce A. Dias, Maria Fernanda M. Barral & Ana Maria B. de Martínez


Área do Conhecimento: 2.08.04.00-8 Biologia Molecular/2.02.05.00-7 Genética Humana e Médica
Palavras Chave: co-receptor, HIV, polimorfismos, SDF-1.
Resumo
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). No hospedeiro, o HIV-1 infecta as células que expressam na superfície celular o CD4+, encontradas em células T auxiliares, macrófagos e monócitos. Porém, só o CD4+ não é suficiente para permitir a fusão do vírus com a da célula alvo e, por isso, os receptores de quimiocinas atuam como cofatores de ligação, sendo os mais relevantes CCR5 e CXCR4. O fator derivado do estroma (SDF-1) é uma quimiocina ligante natural do CXCR4, um dos principais receptores relacionados as cepas linfócito trópicas. O SDF-1 pode apresentar polimorfismos que afetam a susceptibilidade à entrada do HIV-1, assim como a progressão à doença. O objetivo da pesquisa é analisar a frequência dos alelos do SDF-1, em pacientes não infectados com o HIV e comparar as frequências com as de pacientes HIV+. A metodologia utilizada foi a amplificação do gene por PCR, identificando-se uma banda de 293pb. Em seguida, o produto da PCR foi submetido à RFLP para a determinação da forma selvagem, heterozigota ou mutante do SDF-1. Das 50 amostras analisadas, 4% apresentaram o genótipo mutante em homozigose (SDF1 3’A/3’A), frequência semelhante a encontrada em pacientes HIV+, indicando que a mutação, a princípio, não apresente um efeito relevante na susceptibilidade de aquisição à doença. No entanto, o número amostrado ainda é pequeno para descartar a importância dessa mutação na doença.

De 22 a 26 de outubro de 2012.

FURG - Campus Carreiros







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