Pré Crisma



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ACLAMAÇÃO

Aclamação ao Evangelho é o canto que vem antes da proclamação do Evangelho. A letra cantada deve combinar com o tema ou assunto do Evangelho. Deve ser cantada pela assembléia toda, e não apenas pelos músicos. Ao menos o refrão deve ser cantado por todos. Quando a música não é muito conhecida, a assembléia pode cantar aleluia como refrão. Só não se canta aleluia no tempo da Quaresma. A aclamação ao Evangelho é sempre cantada de pé.

Em diversos outros momentos da liturgia, quando todos os fiéis participam respondendo Amém ou professando sua fé com fórmulas em que a assembléia se une numa única expressão, ocorre também uma aclamação. Por exemplo: o Santo, a resposta após a Oração Eucarística, as respostas depois do Pai-Nosso e outras. É um jeito solene de falar, em sinal de admiração pelo amor de Deus que se revela na criação, na Palavra e no mistério do nascimento, vida, morte e ressurreição de Cristo.



ACOLHIDA

É um gesto de boas vindas feito pelo presidente da celebração, logo depois da entrada. O presidente cumprimenta a assembléia, recebendo a todos com alegria. Mesmo que ele fale com as próprias palavras, sem ler nenhum livro ou folheto preparado antes, a assembléia responde: “Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo”. Os próprios fiéis devem também acolher as pessoas que vão chegando para celebrar, antes mesmo de começar a Missa ou outro encontro da Igreja. Isso faz as pessoas se sentirem melhor, renova as amizades e fortalece a união na comunidade.

ACÓLITO

É a pessoa que ajuda o presidente da celebração diretamente no serviço do altar. Quando a pessoa é admitida pelo Bispo para esse serviço, recebe um ministério e se chama acólito. Quando a pessoa ainda está se preparando ou tem pouca idade, usa o nome de coroinha, mas o serviço é o mesmo. É ele que providencia os objetos que serão usados na celebração e fica à disposição para as tarefas que o ministro pedir.
ADVENTO

É o tempo do ano litúrgico que vem antes do Natal. Significa “chegada” ou “está chegando”. É uma preparação para a festa do Natal. Começa quatro domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. A cor dos paramentos do sacerdote ou do diácono no tempo do Advento é roxa, porque é um tempo de penitência em que os fiéis se propõem a mudar de vida, preparando-se para acolher Jesus que nasce. Uma exceção é a cor usada no terceiro Domingo, chamado Gaudete: neste dia a cor pode ser rosa.


ÁGUA

É sinal de vida e purificação. É um símbolo indispensável na celebração do Batismo e da Eucaristia. Na Missa deve estar numa jarra junto à bacia, para o presidente da celebração lavar as mãos. Não deve faltar nas galhetas, ao lado do vinho. Nas bênçãos e atos penitenciais solenes, a água é aspergida sobre os fiéis com o aspersório ou com ramos verdes. Deve ser água bem limpa, renovada a cada celebração. A água que sobra pode ser distribuída entre os fiéis ou posta em vasos de plantas, nunca jogada no esgoto, como água suja, porque é um sinal sagrado. A gota d’água colocada no cálice com o vinho simboliza a humanidade unida indissoluvelmente com Cristo, como a água com o vinho, para juntos serem oferecidos ao Pai.




ÁGUA BENTA

É um dos chamados “sacramentais”, isto é, sinal sagrado instituído pela Igreja para despertar sentimentos de fé e amor. É a mesma água da torneira abençoada pelo sacerdote para ser usada como sinal de purificação pelas pessoas nas igrejas e nos lares. A bênção da água é rito significativo e solene na Vigília Pascal. A água é abençoada também na celebração do Batismo, em rito menos solene.


ALELUIA

É uma expressão de alegria, por isso deveria ser sempre cantado. É uma forma de aclamação ao Evangelho. O Sábado anterior ao Domingo de Páscoa é chamado de Sábado de aleluia, porque anuncia a alegria da ressurreição. É nesse dia que se canta com mais entusiasmo e alegria, porque durante a Quaresma não foi cantado em nenhuma celebração.


AMBÃO

É o mesmo que estante, suporte onde se coloca o lecionário, a Bíblia ou outros livros de uso litúrgico que são usados na celebração. É chamado também Mesa da Palavra.


ÂMBULA

Também chamada cibório ou píxide. É uma espécie de tigela ou vaso de boca larga, com tampa, quase sempre com aparência de cálice, de metal, madeira ou vidro, que serve para depositar as hóstias. Quando está com hóstias consagradas, deve ser tampada e guardada no sacrário.


ALTAR

Mesa onde se celebra a Eucaristia. É símbolo de Cristo e deve estar sempre coberto com uma toalha branca e limpa. Sobre ele podem estar acesas velas e colocada uma cruz, se no lugar não existir um crucifixo. As flores devem ser colocadas ao lado do altar, e não sobre ele. Evite-se também fazer do altar depósito de chaves, folhetos, caixa de fósforos, óculos, livros de avisos e tudo o mais que não é próprio da celebração ou digno do altar. Para não deixar no altar o que não deve estar ali, existe uma mesinha auxiliar, chamada credencia. - Na hora de preparar as ofertas, o presidente da celebração estende sobre a toalha o corporal e sobre ele coloca o cálice, a patena e o cibório. As galhetas ficam sobre o altar apenas o tempo necessário para o uso, até o término da comunhão, do lado direito. Do lado esquerdo fica o missal.


AMÉM

É a resposta de quem acredita no que foi dito antes. É uma aclamação que quer dizer “sim”, “assim seja”, “com certeza” ou “estou de acordo”. - Por essa expressão nos unimos à oração do presidente da celebração, confirmando o que ele disse, concordando com suas palavras. Não pode ser esquecido na resposta á doxologia (Por Cristo, com Cristo...) e na hora da comunhão, antes de colocar a hóstia na boca.






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