Plano de aula



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PLANO DE AULA


1 – Parte informativa:

Assunto: Nódulo tireóide; CA de tireóide

Professor: Giselle Ribeiro de Lima

Público alvo: alunos de graduação do curso de Medicina da UFRN

Data, Local e horário: 24 de maio de 2005, sala Mariano Coelho, 9:00 às 11:00
2 – Parte pedagógica:

2.1 – Objetivos Específicos:

a) Avaliação do paciente com nódulo tireoideano: história familiar, sintomatologia (sintomas compressivos, queixas de hipo ou hiertireoidismo), evolução (insidioso, crescimento recente).

b) Exame Físico: localização; tamanho; consistência; único ou múltiplo; presença ou não de linfadenomegalias. Sinais de hiper ou hipotireoidismo.

c) Características que sugerem benignidade ou malignidade; fatores de risco

d) Exames complementares: PAAF (possíveis resultados; interpretação), provas de função tireoideana; avaliação por imagem

e) Conduta: nódulo benigno ou maligno (acompanhamento clínico; cirurgia; radioiodoterapia)

f) Acompanhamento do paciente com CA de tireóide

2.2 – Distribuição das atividades: a aula será dividida em duas partes


  • 1a parte: apresentação do caso clínico (alunos – sorteio ou voluntariamente).

  • 2a parte: apresentação pelo professor (slides)

2.3 – Caso clínico:

Paciente de 26 anos, sexo feminino, encaminhada para avaliação de nódulo de tireóide. Relata início do quadro há cerca de um ano, com aumento de volume da região cervical anterior direita, progressivo. Há quatro meses, notou aumento da região cervical anterior esquerda. Nega febre, disfagia ou dispnéia. Relata insônia, astenia, diminuição do tom da voz, constipação intestinal.

Nega cirurgias, alergias, internações, hemotransfusões, HAS , DM. Menarca aos 15 anos, ciclos regulares. Nega gestações

Pai saudável, mãe com HAS. Dois tios com doença psiquiátrica. Nega tabagismo e etilismo. Nega tireopatia na família.

Ao exame físico: linfadenomegalia cervical anterior direita, indolor, consistência endurecida; tireóide: nódulo palpável em 1/3 médio de lobo direito, +/- 2 cm de diâmetro, indolor. Restante do exame físico sem alterações.


- Que exame(s) devem ser solicitados inicialmente?

- Quais as características que indicam malignidade ou benignidade deste nódulo?

- Qual exame pode confirmar a malignidade ou benignidade do nódulo tireoideano? O resultado é sempre conclusivo? Quais os possíveis resultados podemos esperar neste exame?

- No caso de um nódulo benigno, como seria sua conduta? E no caso de doença maligna, qual será a conduta? Como fazer o acompanhamento de um paciente com CA de tireóide?

2.4 – Bibliografia sugerida:


Aulas em Endocrinologia, Josivan Lima, Lúcia Helena C. Nóbrega, Maria Lúcia Coelho Nóbrega. 2001, Editora Atheneu.

Endocrinologia e diabetes, Bandeira et cols. 2003, Ed. Medsi.

Endocrinologia Clínica, Vilar et cols. 2a edição, 2001, Ed. Medsi.

Basic and Clinical Endocrinology, Greenspan et cols. 7th Ed, 2003


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