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Utilização dos programas de planejamento de recursos empresariais na gestão de projetos: um estudo de caso
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Nos estudos de Cleland e Ireland (2002, p. 189) se encontra uma definição de EAP e sua utilidade a qual parece complementar e reforçar os conceitos encontrados no PMBOK 2000:
A estrutura de divisão do trabalho (Work Breakdown Structure – WBS) consiste em uma divisão do projeto global em “blocos de trabalho”, que representam unidades de trabalho individuais, atribuídas à empresa ou a entidades externas como, por exemplo, um distribuidor
A filosofia básica do WBS é dividir o projeto em bloco de trabalho que podem ser designados e dos quais pode esperar-se confiabilidade.
O desenvolvimento de uma WBS fornece meios para:
1. Sumarizar todos os produtos e serviços contidos no projeto, incluindo suporte e outras tarefas.
2. Estender as inter-relações dos blocos de trabalho entresi, com o projeto total e com as demais atividades da organização.
3. Estabelecer a autoridade–responsabilidade da organização matricial
4. Calcular o custo do projeto.
5. Conduzir análise de risco.
6. Planejar blocos de trabalho.
7. Desenvolver informações para a gerência do projeto.
8. Providenciar uma base para controle da aplicação de recursos no projeto.
9. Estabelecer pontos de referência para fazer com que as pessoas se comprometam em apoiar o projeto.
Em Valeriano (1988, p.191) se encontra a EAP definida como Estrutura de Decomposição do Trabalho – EDT:
A estrutura de decomposição do trabalho – EDT é uma forma de apresentação do projeto que o explicita em suas partes físicas, em softwares, serviços e outros tipos de trabalho, a qual organiza, define e graficamente mostra tanto o produto a ser feito como o trabalho a ser realizado para obtê-lo”.
O mesmo autor, Valeriano (1998, p.192) afirma existir duas formas de apresentar a EDT: “[...] sob a forma de um organograma, também conhecido como árvore de decomposição do projeto ou como uma relação ou tabela”.
Além disto, segundo Valeriano (1998, p.193)
“A EDT como: árvore de decomposição do projeto” tem cada uma das suas partes, com detalhamentos sucessivos, representados por um retângulo ou “bloco” tendo a aparência de uma árvore invertida, com os galhos voltados para baixo [...]”.
Prado (2001, p.93) define EAP como “[...] um desenho no qual se apresenta a decomposição do produto em suas partes constituintes”, ainda segundo Prado (2001, p. 94) “a EAP é também conhecida por EDT – Estrutura de Decomposição do Trabalho e WBS – Work Breakdown Structure”, o que pode ser comprovado pelas diversas definições anteriores sobre a EAP. Neste trabalho sempre será utilizada a sigla EAP.
Segundo Verzuh (2000, p.135) as EAP podem ser construídas na forma de gráfico ou de tópicos, sendo a vantagem da EAP em forma de gráfico o fato de facilitar o entendimento dos envolvidos e a EAP na forma de lista, segundo o autor, apresenta a vantagem de permitir listar centenas de tarefas, muito mais do que se poderia na forma 36 gráfica.
Vargas (2002, p.162) define pacote de trabalho como: “[...] o produto a ser entregue no mais baixo nível da estrutura analítica do projeto EAP. Um pacote de trabalho pode ser repartido em atividades. Também podem ser denominadas atividades resumo”. O próprio Vargas (2002, p.162) complementa a definição de pacote de trabalho definindo: “entregas são todos os resultados físicos, ou semiprodutos, obtidos ao longo do projeto. Servem para medir e avaliar a performance do projeto. Normalmente pode ser definido através de marcos, ou etapas no cronograma”.
Já Verzuh (2000, p.138), define dois tipos de tarefas para uma EAP, as do nível superior que ele denomina de tarefas resumos, ou seja, resumo das dos níveis inferiores, as quais denomina pacotes de trabalho.
Para Verzuh (2000, p.138) “os pacotes de trabalho é que são executados de verdade”.
Definido os conceitos de pacote de trabalho e entrega, pode se entender como Vargas (2002, p.163), “os pacotes de trabalho são estruturados de modo a compor o Work Breakdown Structure ou WBS. O WBS, também conhecido como Estrutura Analítica do Projeto (EAP), ou até mesmo Plano Estruturado do Projeto (PEP)”.
As definições parecem enfatizar a importância e a riqueza de informação que uma EAP pode trazer para um projeto e seu gerenciamento. Na Figura 11 se apresenta um modelo esquemático de uma EAP genérica, na forma gráfica.
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Fonte

OLIVEIRA, Evandro Luiz de. Utilização dos programas de planejamento de recursos empresariais na gestão de projetos: um estudo de caso. Taubaté: UNITAU, 2004. Disponível em: . Acesso em: 17 ago. 2006.








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