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Características das mulheres de risco para osteoporose



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Características das mulheres de risco para osteoporose

Primárias ou idiopáticas


Inevitáveis: Raça branca ou oriental, história familiar, menopausa natural ou cirúrgica, fenótipo (baixa estatura, magra)

Aceleradores: Fatores nutricionais (dieta pobre em cálcio e ingesta de “roubadores de cálcio” como a cafeína, alimentos ácidos, sal, álcool), inatividade física e tabagismo.

Secundárias


Condições patológicas: Insuficiência renal crônica, gastrectomias e anastomoses intestinais, síndrome de má absorção, endocrinopatias, hiperparatireoidismo, diabetes.

Medicações: Anticonvulsivantes, antiácidos (com alumínio) e hormônios da tireóide.

CLIMATÉRIO / FLUXOGRAMA


Motivos para descontinuidade do uso da hormonoterapia:

Imobilização prolongada; Cirurgias de médio e grande porte: devem ser suspensos os hormônios 15 dias do procedimento e retorno somente após mobilização; Suspeita de neoplasia de mama e útero.



GRUPOS EDUCATIVOS/ Esclarecimentos sobre climatério

Medidas preventivas: Exercícios físicos, exposição ao sol no início da manhã ou final da tarde, alimentação adequada, prevenção de quedas, suporte psicológico - orientação, diálogo e apoio.

CONTRA-INDICAÇÕES DA HORMONOTERAPIA (TH)

  • Sangramento genital não diagnosticado;

  • Câncer de endométrio ou mamas;

  • Distúrbios tromboflebíticos ou tromboembólicos passado ou atual;

  • Hepatopatia em curso;

  • Tabagistas.

  • PRECAUÇÃO NO USO (encaminhar para unidade de referência):

  • Diabetes Mellitus;

  • Mioma ou miomatose uterina;

  • Passado de endometriose;

  • Antecedentes de doença hepática;

  • Hipertensão Arterial;

  • Distúrbios convulsivos;

  • Antecedentes familiares de câncer de mama ou endométrio;

  • Obesidade.




Mulheres na faixa etária entre 40 a 60 anos

Assintomáticas


Irregularidade menstrual:

Progesterona na 2ª metade do ciclo por 12 a 14 dias.



Demais Sintomas: Esquema cíclico: Estrógeno contínuo e progestágeno

10 a 12 dias ao mês, para evitar fenômeno proliferativo endometrial.



Detecção pelo ACS ou demanda espontânea

Em mulheres com útero: administrar estrogenos e progestageno em regime combinado ou cíclico

Rotina de consulta


Anamnese: Investigar antecedentes gineco-obstétricos, antecedentes patológicos, hábitos de vida, vida sexual e conjugal.

Exame físico: Geral, exame das mamas, e anualmente ou quando necessário fazer o exame ginecológico.

Solicitação de exames: citopatológico cervico-vaginal, perfil lipídico, glicemia, mamografia, USG transvaginal a critério clinico.

Orientações sobre climatério e hábitos de vida saudáveis; Avaliar risco para osteoporose.


indicação para hormonoterapia: mulheres sintomáticas e que tenham condições de terem acompanhamento clínico e laboratorial periódico. neste caso, a avaliação deverá ser individualizada, com preferência para hormônios de baixa dosagem e sempre associar medidas preventivas -combate ao sedentarismo, sobrepeso, alimentação saudável.


Pós-menopausa

Em mulheres histerequitomi- zadas administrar estrogenos em regime contínuo



Pré-menopausa

Sintomáticas


Sintomas vasomotores: Ondas de calor, sudorese, cefaléia, tontura, insônia Alterações menstruais

Alterações psicogênicas: ansiedade, irritabilidade, depressão, diminuição da libido, medo, pânico, dificuldade de concentração, falta de memória, falta de energia, palpitações.

Atrofia do tecido conjuntivo:dispareunia, prurido vulvar, pele ressecada, urgência miccional, cistite, osteoporose.

CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA



Conceitos:


  • Crescimento – é um processo biológico, de multiplicação e aumento do tamanho celular, expresso pelo aumento do tamanho corporal.




  • Desenvolvimento – é um conceito amplo que se refere a uma transformação complexa, contínua, dinâmica e progressiva, que inclui, além do crescimento, a maturação, a aprendizagem e os aspectos psíquicos e sociais.




  • Desenvolvimento psicossocial – é o processo de humanização que inter-relaciona aspectos biológicos, psíquicos, cognitivos, ambientais, socioeconômicos e culturais, mediante o qual a criança vai adquirindo maior capacidade para mover-se, coordenar, sentir, pensar e interagir com os outros e o meio em que vive.

Fatores que influenciam o crescimento e desenvolvimento da criança:


  • Intrínsecos – genéticos, metabólico e malformações;




  • Extrínsecos – alimentação, saúde, higiene, lazer, educação, habitação e cuidados gerais com a criança; relações intrafamiliares.

Uso da caderneta da criança:
Toda criança até 10 anos deve possuir a caderneta que deverá ser entregue à sua mãe na maternidade. Se isso não ocorreu, entregar quando for a Unidade Básica de Saúde ou a Unidade de Saúde da Família.

Parâmetros de crescimento esperados:


  • Peso:

Nos primeiros dias de vida, a criança pode perder até 10% de seu peso de nascimento, pela eliminação de mecônio, de urina, e diminuição do edema. Aos 10 dias de vida, a maioria dos recém nascidos recuperam o peso de nascimento. A média de ganho de peso nos primeiros três meses de vida é de 20 a 30 g por dia. A criança dobra o seu peso de nascimento aos cinco meses, e o triplica com um ano de idade. Crianças amamentadas exclusivamente ao seio ganham em média 500g/mês. No período pré-escolar (2 a 6 anos) ganha em média 2 kg/ano. O escolar aumenta 3,5 kg/ano.


  • Comprimento:

A criança ganha, em seu comprimento, cerca de 15 cm no primeiro semestre e 10 cm no segundo semestre de vida. No período pré-escolar aumenta 6 a 8 cm/ano. O escolar ganha 6 cm ano até chegar a puberdade, que acontece ao redor dos 10 anos para as meninas e 12 anos para os meninos. A velocidade de crescimento pode alcançar aproximadamente 10 centímetros por ano no sexo masculino e de 8 a 9 centímetros no sexo feminino. A duração dessa fase de “estirão” é de aproximadamente 36 meses.
Perímetro cefálico:

O perímetro cefálico, que indica o crescimento cerebral, e por isto é tão importante nos três primeiros anos de vida, é uma das medidas de menor variabilidade nas diversas idades, e nos primeiros 12 meses cresce em média 1 a 2 cm por mês. Aos 5 anos mede em torno de 51 cm, atingindo 53 ou 54 cm aos 12 anos de idade.






CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA / CONTINUAÇÃO


Papel da equipe de saúde: conhecer os aspectos mais relevantes do desenvolvimento e estar preparada para fazer intervenções, se necessário, mas principalmente identificar com clareza aquelas crianças que devem ser referidas para outros níveis de atenção.



Desenvolvimento neuropsicomotor

1 a 2 meses: Alguns dos reflexos involuntários desaparecem como o tônico cervical (2 meses); reflexo de Moro (4-6 meses) e o de Babinsk (quando bilateral é normal até os 18 meses) e só reaparecem em condições patológicas. Desde o nascimento é capaz de reconhecer sons familiares. O bebê gosta de ver a mãe e olhar em seus olhos. Gosta também que brinquem e conversem com ele. Segue a luz e objetos. Responde ao sorriso.

3 a 4 meses: Sorri, balbucia, sustenta a cabeça; olha para as mãos e as coloca na boca; busca direção dos sons. Agarra objetos; rola na cama (cuidado com quedas). Quando colocado de bruços, levanta a cabeça e ombros.

5 a 6 meses: Conversar com a criança ajuda a aprender a falar; senta com apoio coloca os pés na boca; deve ser colocado no chão para movimentar-se sem perigo; pode aparecer o primeiro dentinho; vira a cabeça em direção de vozes e outros sons.

7 a 9 meses; Mesmo mamando, já come outros alimentos; senta sem apoio; começa arrastar-se, engatinhar, até mesmo tentar ficar em pé; Muito cuidado com acidentes; gosta de ficar com quem conhece e pode estranhar algumas pessoas; gosta de brincar com objetos que são dados a ele.

10 a 12 meses: Gostar de imitar os pais, dar tchau, bater palmas; pode falar do seu jeito algumas palavras; pode andar com apoio; já come comida de casa, mas precisa comer mais vezes que o adulto; atende quando chamado pelo nome.

13 a 18 meses: A criança está cada vez mais independente: quer comer sozinha e se reconhece no espelho; fala algumas palavras e as veses frases curtas; é capaz de andar sem ajuda, mas busca olhar dos pais ou familiares.

19 meses a 2 anos: Brinca perto de outras crianças; anda com segurança e dá pequenas corridas; sobe e desce degraus baixos;demonstra ter vontade própria e fala muito a palavra não.

2 a 3 anos: Dá nome a abjetos, diz que tudo é seu e demonstra suas alegrias, tristezas e raivas; é hora de começar aos poucos a tirar a fralda e ensinar usar o penico; gosta de ouvir histórias.

3 a 4 anos: Veste-se e calça sapatos com ajuda; gosta de brincar com outras crianças; chama atenção dos adultos; brinca de faz-de-conta.

4 a 6 anos: Participa de jogos; toma banho e veste-se sozinha, escolhendo suas roupas; escolhe seus amigos e o que quer comer; gosta de ouvir canções, contar e ouvir histórias, usa lápis e outros objetos para desenhar, olhar livros e revistas; em torno dos 6 anos, cai o primeiro dente.

6 a 8 anos: Surgem os primeiros dentes permanentes; começa ler e escrever; Fala o que quer e sente; Freqüenta escola, onde aprende, forma seu grupo de amigos; gosta de mostrar o que aprendeu, mas sofre quando encontra dificuldades; começa a ler e escrever;

8 a 10 anos: Surgem os primeiros sinais de puberdade; tem interesse por grupo de amigos e por situações independentes da família.





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