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Higiene brônquica e expansão pulmonar

Desinsuflação e treinamento respiratório

Situações possíveis: indivíduos acamados, tuberculose, pneumonia, bronquiectasias.

Situações possíveis: Asma, enfisema, bronquite


Condutas:Estímulo à tosse - inspiração nasal ou oral, abdominodiafrag-mática, profunda e completa, seguida de esforço único de tosse, com a boca aberta e retração simultânea da musculatura abdominal.
Estímulo a respiração profunda - inspiração nasal, abdominodiafrag-mática seguida de expiração oral

Condutas: Inspiração nasal e expiração oral, mantendo os lábios semi-fechados

(a velocidade de entrada do ar é a mesma da saída);


Crianças devem ser estimuladas a brincar com o sopro, por exemplo, língua de sogra ou fazer bolinhas de sabão. Obs: esses exercícios devem ser realizados fora da crise de desconforto respiratório.

OBJETIVOS

REABILITAÇÃO E PREVENÇÃO DAS SEQUELAS DA HANSENÍASE




A hanseníase pode ser responsável pelo desenvolvimento de incapacidades físicas na face (olhos e nariz), nas mãos e nos pés. A aplicação de técnicas básicas de prevenção, controle e tratamento - reabilitação são ações importantes para evitar o estigma e o isolamento social.


Os exercícios indicados a seguir podem ser usados para prevenção e tratamento de seqüelas na face e devem ser realizados em frente ao espelho:


  • Fechar os olhos fortemente (pálpebra);

  • Elevar as sombrancelhas, formando pregas horizontais na testa (frontal);

  • Projetar os lábios fechados, fazendo “bico” (orbicular dos lábios);

  • Manter os lábios fechados tomar ar e inflá-los na bochecha( bucinador);
  • Elevar as comissuras labiais para cima e para fora com os lábios abertos, como um sorriso( zigomático maior)



Os exercícios devem ser realizados respeitando as seguintes fases:


    1. Acomodar o segmento na posição inicial;

    2. Contração progressiva lenta: contração lenta e gradual da musculatura até alcançar o grau máximo;

    3. Contração máxima mantida : manter por mais ou menos 5 segundos (contar lentamente de 1 a 5);

    4. Relaxamento progessivo lento;
    5. Relaxamento completo: descansar por 3 segundos, para reiniciar o exercício (contar lentamente de 1 a 3);



Orientações Gerais:


  • Hidratar e lubrificar o segmento antes dos exercícios;

  • Ensinar 1 ou 2 exercícios de cada vez;

  • Solicitar ao paciente que repita a técnica;

  • Repetir 8 a 10 vezes cada movimento, respeitar a tolerância do indivíduo;

  • Realizar de 2 a 3 vezes ao dia;

  • Diminuir ou suspender o exercício se o paciente apresentar dor e fadiga;

  • Verificar, periodicamente , a execução correta;

  • Iniciar os exercícios resistidos, apenas, quando a musculatura estiver condicionada;

  • Cada indivíduo apresenta necessidades distintas, tornando indispensável a avaliação profissional para definir a conduta terapêutica.


REABILITAÇÃO E PREVENÇÃO DAS SEQUELAS DA HANSENÍASE / CONTINUAÇÃO

Os exercícios para membros superiores e inferiores são importantes, porém é necessário proceder a avaliação prévia para identificar os exercícios (ativo, ativo-assistido, passivo) adequados a cada indivíduo. Além de observar suas contra-indicações: neurite aguda silenciosa, mão reacional, traumatismo, úlceras, outros processos infecciosos e inflamatórios em fase aguda.




Exemplos de Exercícios Ativos para Membros Superiores:


  1. Com o antebraço e a mão em pronação, afastar e aproximar todos os dedos simultaneamente em relação a “linha média da mão”. Para oferecer resistência ao exercício pode-se utilizar elástico de borracha do 2º ao 5º dedos.

  2. Com o antebraço e a mão em supinação, elevar os dedos a 90º, pode ser realizado dedo a dedo ou em grupo, como se formasse um cone com o polegar e os outros dedos;

  3. Com o antebraço e a mão em supinação , elevar o polegar, perpendicularmente, à palma da mão. Para oferecer resistência pode-se colocar um elástico ao redor das falanges proximais do 2º e 3º dedos e falange distal do polegar;

A diminuição ou perda de sensibilidade protetora nos membros pode ocasionar muitos acidentes, promovendo incapacidades irreversíveis e mutilantes. Por tanto, é necessário orientar os pacientes quanto a adaptação dos instrumentos usados diariamente, como a colocação de cabos longos de madeira nas panelas e talheres; o uso de luvas ou pegadores para panelas e tampas; cabos grossos, lisos com cobertura antiderrapante para instrumentos de trabalho como enxadas e outros.



Exemplos de Exercícios Ativos para Membros Inferiores:


  1. Sentado, com a perna cruzada, apoiar o pé a ser trabalhado no joelho da perna oposta. Fazer a eversão completa, com força máxima, aplicando força no bordo lateral do pé;

  2. Deitado, em decúbito ventral, com o joelho em flexão de 90º, realizar a dorsiflexão do pé;

  3. Sentado, com os pés descalços sobre uma toalha, realizar a flexão e extensão dos dedos tentando enrugar e esticar a toalha.


CUIDADOS POSTURAIS

Cuidar da postura é fundamental na prevenção de dores, alterações na coluna ou mesmo fazendo parte da reabilitação de agravos já existentes, pois estes estão, frequentemente, associadas aos hábitos posturais inadequados adotados rotineiramente. Para tanto a equipe de saúde deve promover as seguintes orientações:




  • Manter, sempre, a postura ereta;

  • Manter o peso corporal adequado e realizar atividade física - ex: caminhadas diárias, com duração mínima de 30’, contínuos ou intercalados;

  • Ao carregar bolsas e sacolas dividir o peso nos dois lados do corpo;

  • Mochilas devem ser carregadas nas costas e devem ter até 10% do peso corporal;

  • Para pegar um peso no chão, jamais inclinar o tronco, o correto é aumentar a distância entre os pés, dobrar os joelhos, agachar e trazer o peso bem próximo ao corpo;

  • Não colocar pesos em prateleiras altas, estas devem estar à altura dos ombros. Caso haja a necessidade de pegar pesos em lugares altos utilizar um banco ou escadinha;

  • Para vestir calças ou calçar os sapatos não tentar equilibrar-se em uma perna, é melhor sentar com as costas apoiadas em uma cadeira;

  • Para sentar, dar preferência a cadeiras com encosto e assento amplo; não sentar na beirada; colocar os pés, completamente, no chão e não cruzar as pernas; usar o descanso de braços, mantendo os braços à 90º. Evitar inclinar, frequentemente, para as laterais ou rodar o tronco e não permanecer por muito tempo sentado;

  • Dormir, preferencialmente, de lado com o travesseiro preenchendo a distância ombro-cabeça, as pernas um pouco dobradas e um travesseiro entre elas;

  • Para dormir com abdomem para cima, manter a cabeça alinhada ao corpo e colocar um travesseiro debaixo dos joelhos. Neste caso, ao acordar não levantar partindo desta posição, é necessário virar-se de lado, colocar as pernas para fora da cama e sentar apoiando o peso do corpo sobre o cotovelo e a mão;

  • Evitar dormir de bruços, caso seja necessário, colocar um travesseiro sob o abdomem;

  • Usar colchões semi-rígidos, adequados ao peso corporal;

  • Evitar torcer excessivamente o pescoço ao usar o telefone;

  • Evitar permanecer muito tempo sentado ou em pé;

  • Usar sapatos com saltos de 2 a 3 cm, base larga e firme com fixação posterior, evitar saltos altos e tamancos.


PREVENÇÃO DE DESCONFORTOS NA GESTAÇÃO

  • Dormir sempre em decúbito lateral esquerdo - permitindo o fluxo circulatório normal;

  • Ao acordar, antes de levantar-se, mexer as mãos e pés com movimentos circulares e jamais levantar-se flexionando o tronco para frente pois isto pode promover o afastamento dos músculos reto abdominais;

  • Reservar uma hora por dia para descansar na cama com os pés elevados, aproximadamente 30. Movimentar os pés para cima e para baixo, favorecendo o retorno venoso;

  • Evitar movimentos de torção com as mãos. Caso seja necessário torcer uma roupa, por exemplo, enrolar sobre um apoio, dobrar ao meio e comprimir com os braços sobre o apoio;

  • Usar saltos de 2 cm, não usar saltos altos e tamancos;

  • Não permanecer muito tempo na mesma posição, sentada ou deitada.

PREVENÇÃO DE DESCONFORTOS NO PUERPÉRIO

  • Deambular precocemente;

  • Realizar exercícios com a panturrilha, por exemplo, movimentos com os pés para cima e para baixo, com pelo menos dez repetições, algumas vezes ao dia;

  • Durante a amamentação colocar travesseiros sob o braço que apóia o bebê, de forma que o peso seja sustentado pelos travesseiros;

  • Variar a postura para amamentar, por exemplo, inverter a posição do bebê, que ficaria com o corpo debaixo da axila da mãe ao invés de encostar na barriga, isto promove a mudança de pontos de pressão na mama, evitando que esta seja ferida;


ABREVIATURAS E SIGLAS


AAS Ácido acetil salicílico

amp. – ampola

ACS – Agente Comunitário de Saúde

AOCs – Anticoncepcionais Orais Combinados

AVC – Acidente Vascular Cerebral

AVCH – Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico

AVCI – Acidente Vascular Cerebral Isquêmico

BCF – Batimentos Cardiofetais

CA – Câncer

caps. – cápsulas

CMV – Citomegalovírus

comp. – comprimidos

CVE – Cardio versão elétrica

DE – Desfibrilação elétrica

DIP – Doença Inflamatória Pélvica

DIU – Dispositivo Intra Uterino

DPOC – Doença Pulmonar Oclusiva

DPT – Vacina (difteria, coqueluche e tétano)

DST – Doença Sexualmente Transmissível

EAP – Edema Agudo de Pulmão

EBV – Epstein Baar - vírus

EV – Endovenosa

HAS – Hipertensão Arterial Sistêmica

HSD – Hemorragia Sub-dural

HSA – Hemorragia Sub-aracnoidea

IAM – Infarto Agudo do Miocárdio

ICC – Insuficiência Cardíaca Congestiva

ICO – Insuficiência Coronariana

ID – Intradérmico

IM Intramuscular




ITU – Infecção do Trato Urinário

JEC – Junção Escamocolunar

MS Ministério da Saúde

PA – Pressão Arterial

PCR – Parada Cardio-respiratória

PFA – Paralisia Flácida Aguda

PQT – Poliquimioterapia (Hanseníase)

RCP – Ressucitação cardiopulmonar

RN – Recém-nascido

SAT – Soro Antitetânico

SC – subcutânea

s/d – se disponível

SF – Soro Fisiológico

SG – Soro Glicosado

SL – Sublingual

s/n – se necessário

SNG – Sonda nasal gástrica

SRL – Solução de Ringer Lactato

Susp. – suspensão

TEP – Tromboembolismo Pulmonar

TRM – Traumatismo Raqui-medular

UBS – Unidade Básica de Saúde

UI – Unidade Internacional

UR – Unidade de Referência

USF – Unidade de Saúde da Família

USG – Ultra-sonografia

VAS – Vias Aéreas Superiores

VE Vigilância Epidemiológica

VO Via Oral

VS Vigilância Sanitária


Classificação

Terapêutica

Drogas

Efeito Adverso

Agente Imunossupressor

Ciclosporina

• Efeito dose-dependente decorrente do aumento de creatinina e uréia. Nefrotoxicidade. Hipatotoxicidade. Neurotoxicidade. Hipertricose. Indução de hipertensão arterial. Náuseas, vômitos, anorexia, diarréia, dor abdominal e colite. Hipomagnesemia, hipocalemia ou hipercalemia, hipercolesterolemia. Sensação de queimação em pés e mãos. Fraqueza muscular, cãibras, miopatia. Tremor, tonturas, cefaléia. Parestesia, convulsões, fadiga. Aumento de peso. Dismenorréia ou amenorréia. Ginecomastia. Reações de hipersensibilidade. Trombocitopenia. Pancreatite. Suscetibilidade a infecções. Aumento de distúrbios linfoproliferativos e câncer.

Amebicida, Giardicida, Tricamonicida

Metronidazol

• Anorexia, náusea, vômito, dor abdominal, diarréia e sabor metálico na boca. Cefaléia, tonturas, vertigens, convulsão, confusão mental, alucinações e insônia. Prurido e urticária. Colúria. Neuropatia periférica e parestesias. Leucopenia e trombocitopenia.

Analgésicos e Antitérmicos

Ácido Acetilsalicilico

• Náuseas, vômito, dispepsia, dor, desconforto epigástrico, pirose. Ulceração gastrointestinal em tratamentos prolongados. Anemia hemolítica, rash cutâneo, urticária, choque anafilático, broncoespasmo. Diminuição da função renal. Tratamento prolongado ou overdose pode causar salilismo caracterizado por zumbido, cefaléia, vertigem e confusão. Síndrome de Reye em crianças com influenza viral ou varicela.




Dipirona

• Discrasias sanguíneas, agranulocitose, leucopenia e aplasia medular. Em pacientes sensíveis, independentes da dose, pode determinar reações de hipersensibilidade, tipo eritema, angioedema e asma. Doses elevadas podem provocar sintomas de intoxicação: vertigem, hiperventilação, rubor cutâneo, hemorragia digestiva.




Paracetamol

• Geralmente raros, mas podem ocasionar agranulocitose, anemia hemolítica, neutropenia, leucopenia, pancitopenia e trombocitopenia. Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas, urticária, eritema pigmentar, angioedema e choque anafilático). O uso abusivo e prolongado pode produzir nefropatias, pancreatite e insuficiência hepática.

Ansiolítico

Diazepan

• Sonolência, alterações da memória, confusão, cefaléia, visão turva, fadiga e tonturas. Boca seca, constipação, diarréia, náusea, vômito, mal-estar epigástrico e alterações do apetite. Mialgia, tremores, cãibras. Efeitos paradoxais como agitação, insônia, ansiedade, depressão e agressividade podem ocorrer, notadamente em idosos. Bradicardia, taquicardia, dor torácica, colapso cardiovascular. Depressão respiratória. Reações de hipersensibilidade. Redução da libido. Diplopia, visão turva.

Antiácido

Hidróxido de alumínio

• Constipação intestinal, cãibras abdominais, náusea, vômito, descoloração das fezes. Hipofosfatemia, hipomagnesemia.

Antialérgico e

Anti-histamínico



Dexclorfeniramina

• Podem ocorrer sonolência discreta ou moderada, vertigens, hipotensão, náusea, vômito, azia, diarréia, constipação, poliúria, dificuldade de micção, boca seca, ataxia, sedação, agitação, tontura, zumbidos, fadiga, euforia, nervosismo, insônia, sudorese, tremores, perda de apetite, diplopia, cefaléia, leucopenia, agranulocitose, urticária e choque anafilático.


REAÇÕES ADVERSAS MEDICAMENTOSAS

REAÇÕES ADVERSAS MEDICAMENTOSAS


Classificação

Terapêutica

Drogas

Efeito Adverso

Antianginoso e Vasodilatadores

Nifedipino

• Cefaléia, rubor e sensação de calor facial. Tonturas, letargia, depressão, parestesia, Mialgia e tremor. Taquicardia, palpitações e edema gravitacional. Eritema multiforme, prurido, urticária. Náusea, constipação ou diarréia. Aumento da freqüência urinária. Distúrbio visual. Impotência sexual. Hiperplasia gengival. Ginecomastia. Telangiectasia, icterícia e coletasse (aumento de transaminases). Hiperglicemia inicial.

Antiarrítmicos

Amiodarona

• Náusea, vômito, constipação e alterações do paladar. Ataxia, tremores, parestesias e fraqueza muscular. Cefaléia, insônia e tonturas. Fibrose pulmonar e pneumonite intersticial. Depressão. Reações de fotossensibilidade. Bradicardia. Hipotensão. Bloqueios atrioventriculares e sinoatriais. Deposição de cristais de amiodarona na córnea.

Antiasmático e

Broncodilatadores



Aminofilina

• Arritmia cardíaca, taquicardia e palpitação. Cefaléia, tontura, vertigem, nervosismo, ansiedade, inquietação, irritabilidade, tremores, insônia e convulsão. Rash cutâneo. Dor no local da injeção. Náusea e outros distúrbios gastrointestinais.

Antiasmático e Broncodilatadores

Salbutamol

(Sulfato)



• Mais freqüentes em crianças. Tremor, nervosismo, instabilidade, excitação, hiperatividade, insônia, irritabilidade, cefaléia, tontura, dilatação da pupila. Fraqueza e cãibras. Sudorese. Vasodilatação periférica, arritmias cardíacas, taquicardia, palpitações, dor no peito. Tosse. Náusea, vômito e alterações do paladar. Reações de hipersensibilidade, incluindo urticária, angioedema, erupções, broncoespasmo paradoxal, edema orofaríngeo.

Antibióticos

Amoxicilina

• Náusea, vômito, diarréia e colite pseudomembranosa. Reações alérgicas (eritema maculopapular, eritema multiforme, urticária, síndrome de Stevens-Johnson, edema angioneurótico, broncoespasmo e anafilaxia). Anemia, trombocitopenia, púrpura, eosinofilia, leucopenia, agranulocitose. Aumento de transaminases. Candidíase vaginal, intestinal e oral. Nefrite. Hiperatividade, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, vertigem, alterações no comportamento.

Antibióticos

Ampicilina

• Náusea, vômito, diarréia e colite pseudomembranosa. Reações alérgicas (eritema maculopapular, eritema multiforme, urticária, síndrome de Stevens-Johnson, edema angioneurótico, broncoespasmo e anafilaxia). Anemia, trombocitopenia, púrpura, eosinofilia, leucopenia, agranulocitose. Aumento de TGO (AST). Candidíase vaginal, intestinal e oral. Nefrite. Hiperatividade, agitação, ansiedade, insônia, confusão mental, vertigem, alterações no comportamento.

Antibióticos

Benzilpenicilina

Benzatina



• Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas, desde as formas maculo-papulosas até a dermatite esfoliativa; urticária; edema de laringe; reações semelhantes à doença do soro, incluindo febre, calafrios, edema, artralgia e prostação). Reações como anemia hemolítica, leucopenia, eosinofilia, trombocitopenia, neuropatia são infraqüentes e estão associadas com doses de penicilina. Reações decorrentes da administração intravascular: palidez, cianose ou lesões maculares nas extremidades distal e proximal do local da injeção, seguidas de formação de vesículas; edema intenso, fibrose e atrofia do quadríceps femural.





REAÇÕES ADVERSAS MEDICAMENTOSAS


Classificação

Terapêutica

Drogas

Efeito Adverso

Antibióticos

Cefalexina

• Reações de hipersensibilidade, como erupções cutâneas maculopapulares, prurido, febre, artralgia, anafilaxia, síndrome de Stevens-Johnson. Alterações hematológicas

(trombocitopenia, neutropenia, leucocitose, agranulocitose, eosinofilia, anemia hemolítica e anemia aplástica). Nefrite intersticial transitória. Hiperatividade, nervosismo, distúrbios do sono, confusão, hipertenia e tonturas. Anorexia, náusea, vômito, diarréia, dor abdominal, flatulência e dispepsia. Candidíase vaginal, intestinal e oral. Cefaléia. Alterações de transaminases, icterícia transitória.



Antidepressivo

Fluoxetina

(Cloridrato)



• Cefaléia, nervosismo, insônia, tontura, ansiedade, vertigem, sedação. Náusea, anorexia, diarréia, constipação, boca seca. Alterações de transaminases. Reações de hipersensibilidade (rash cutâneo, prurido, urticária, anafilaxia). Hipoglicemia. Hiponatremia. Tremor. Distúrbios visuais. Tendência ao suicídio.

Antidiabético

Metformina

• Náusea, vômito e diarréia, no início do tratamento. Acidose lática, com a interrupção do tratamento.

Antiemético

Metoclopramida

• Sonolência, depressão mental, sintomas extrapiramidais, vertigem, inquietação, insônia, fadiga, torpor. Cefaléia. Erupção da pele. Náusea. Ginecomastia, galactorréia.

Antiespasmódico

N-Butilesco-polamina

• Boca seca, desconforto abdominal, constipação. Confusão mental, sonolência, cefaléia, inquietação e tontura. Palpitação, taquicardia e hipotensão ortostática.

Antifúngico e Antimicótico

Nistatina

• Diarréia, distúrbios gastrointestinais, náusea e vômito, gosto amargo, dor estomacal. Reações alérgicas são raras. Irritação local na aplicação vaginal.

Anti-helmínticos

Albendazol

• Cefaléia, tontura, boca seca, náusea, vômito, constipação, diarréia, dor epigástrica. Aumento dos níveis de transaminases e icterícia. Prurido. Reações alérgicas.




Mebendazol

•Dor abdominal transitória, diarréia, náusea e vômito. Febre, prurido e urticária. Cefaléia e tontura.

Antihipertensivos

Atenolol

• Aparecimento ou agravamento dos distúrbios de condução Av e Bradicardia acentuada. Broncoespasmo. Vasoconstrição periférica (incluindo acentuação de fenômeno de Raynaud). Fadiga. Distúrbio do sono. Disfunção sexual. Distúrbios gastrointestinais. Exacerbação de psoríase.




Captopril

• Tosse seca persistente. Insônia, cefaléia, tonturas e fadiga. Rash cutâneo, reações cutâneas de fotossensibilidade, prurido, alopécia. Dor abdominal, náusea, diarréia, constipação, anorexia, alterações do paladar. Parestesias. Mais raramente ocorrem hipotensão arterial, angioedema, hiperpotassemia, neutropenia, agranulocitose, proteinúria, aumento da uréia e creatinina.




Enalapril

• Dor torácica, tosse seca, dispnéia. Síncope, hipotensão ortostática. Cefaléia, zumbido, tonturas, fadiga, fraqueza muscular, ataxia, confusão mental, vertigem. Dor abdominal, alterações do paladar, náusea, diarréia, constipação. Alopécia. Reações de hipersensibilidade (rash cutâneo, eritema, multiforme, urticária, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson). Disfunção sexual, ginecomastia. Agarnulocitose, neutropenia, anemia. Icterícia e hepatite.





REAÇÕES ADVERSAS MEDICAMENTOSAS

Classificação

Terapêutica

Drogas

Efeito Adverso

Anti-inflamatório e

Anti-reumáticos



Diclofenaco de Sódico

• Dor no local da injeção (uso parentela).







• Dor e desconforto epigástrico, sangramento gastrointestinal ocasional, úlcera gástrica ou intestinal, dispepsia, anorexia, náusea, vômito, flatulência, constipação, diarréia. Insuficiência hepática, casos raros de hepatite, com ou sem icterícia. Pancreatite. Colite não-específica e exacerbação de colite ulcerativa. Estomatite, glossite. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, rash, prurido, dermatite, púrpura alérgica, erupção bolhosa, eczema, broncoespasmo, angioedema, síndrome de Stevens-Johnson, epidermólise tóxica aguda). Cefaléia, tontura, vertigem, zumbido, transtornos do sono, depressão, ansiedade, distúrbios do paladar e da visão. Fotossensibilidade. Insuficiência renal, hematúria, proteinúria, nefrite intersticial, síndrome nefrótica. Alveolite, eosinofilia pulmonar. Discrasias sanguíneas. Edema, podendo precipitar insuficiência cardíaca congestiva.

Antilipêmico e Redutor de Colesterol

Lovastatina

• Flatulência, pirose, diarréia, constipação, náusea, vômito, dor abdominal, dispepsia, alterações do paladar, hepatite, icterícia, colestática. Pancreatite. Cefaléia, tonturas, visão turva, neuropatia periférica, ansiedade. Mialgias, cãibras, miopatia e rabdomiólise. Alopécia. Eritema multiforme, necrólise epidérmica tóxica, rash, prurido, urticária e angioedema. Síndrome “ Lupus-like”.

Antiulcerosos

Cimeticina

•Diarréia, náusea e vômito. Sonolência, agitação, cefaléia e tontura. Bradicardia, hipotensão, taquicardia. Febre e rash cutâneo. Ginecomastia e diminuição da potência sexual. Neutropenia, agranulocitose e trombocitopenia. Mialgia. Aumento das transaminases hepáticas e elevação da creatinina.




Ranitidina

• Vertigem, sedação, astenia, cefaléia, confusão mental e sonolência. Rash. Constipação intestinal, diarréia, hepatite, náusea e vômito. Agranulocitose, neutropenia, trombocitopenia. Artralgia. Bradicardia e taquicardia. Broncoespasmo, febre. Ginecomastia.

Diurético

Furosemida

• Aumento de excreção de potássio, cálcio, magnésio, sódio, cloro, água e outros eletrólitos. Desidratação e hipovolemia em idosos. Sintomas e/ou sinais de distúrbios eletrolíticos e alcalose metabólica podem se manifestar (polidipsia, cefaléia, confusão, dores musculares, tetania, fraqueza muscular, distúrbio do ritmo cardíaco, desconforto, distensão e dor abdominal).




Hidroclorotiazida

• Relacionados a hidroclorotiazida. Hipopotassemia, hiperglicemia, hiperuricemia, reações cutâneas de fotossensibilidade, discrasias sangüíneas e azotemia pré-renal.

Glicocorticóide

Hidrocortisona

• Inibição da secreção de ACTH pela hipófise. Aumento da excreção renal de potássio e retenção de sódio. Predisposição à osteoporose. Hiperglicemia. Úlcera péptica e hemorragia digestiva. Pancreatite aguda. Tuberculose recorrente. Infecção oportunista. Insônia e quadros psicóticos.Glaucoma. Catarata. Imunodepressão. Síndrome de Cushing.



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