Paulo ganem souto


DIARRÉIA / CONTINUAÇÃO Plano B: Tratar a Desidratação com SRO



Baixar 3.67 Mb.
Página40/58
Encontro21.10.2017
Tamanho3.67 Mb.
1   ...   36   37   38   39   40   41   42   43   ...   58

DIARRÉIA / CONTINUAÇÃO

Plano B: Tratar a Desidratação com SRO

As crianças com desidratação deverão permanecer no serviço de saúde até a reidratação completa. Durante um período de 4 horas administrar, no serviço de saúde, a quantidade recomendada de SRO.


DETERMINAR A QUANTIDADE DE SRO A SER ADMINISTRADA DURANTE AS PRIMEIRAS 4 HORAS


IDADE*

Até 04 meses

De 04 a 11 meses

12 meses a 02 anos

02 a 05 anos

PESO

< 6kg

6 - < 10kg

10 - < 12kg

12 a 19 kg

SRO (ml)

200 a 400

400 a 700

700 a 900

900 a 1.400


* Somente utilizar a idade da criança quando desconhecer o seu peso. A quantidade aproximada de SRO necessária (em ml) também pode ser calculada multiplicando o peso da criança (em Kg) por 75.


LESÃO DA PAREDE: DISTENSÃO? HEMATOMA?



DOR ABDOMINAL

PANCREATOPATIA?

(aguda, crônica, crônica agudizada)

OCLUSÃO INTESTINAL?

(bridas, volvo, tumoração, bolo de áscaris, fecaloma)



COLECISTOPATIA?

(aguda, crônica, crônica agudizada, litiásica ou alitiásica, neoplásica)


INFECÇÃO

URINÁRIA

RUPTURA


FOLICULAR?

FLATULÊNCIA?


ANGINA / ISQUEMIA MESENTÉRICA?



DOENÇA

ÚLCERO-PÉPTICA, COM OU SEM PERFURAÇÃO?



COLITE?

INFECÇÃO INTESTINAL?

INTOXICAÇÃO ALIMENTAR?

COLICA RENO-URETRAL?


DOENÇA DIVERTICULAR DO CÓLON COMPLICADA?


APENDICITE

AGUDA?

PELVEPERITONITE?


PNEUMONIA

(se criança)?

GRAVIDEZ


TUBÁRIA?

ANEURISMA DISSCECANTE DE AORTA ABDOMINAL?



DIP: SALPINGITE, ENDOMETRITE, OOFERITE, COLPITE?

URETRITE, DST?



DOR ABDOMINAL / FLUXOGRAMA


DOR ABDOMINAL


INFECÇÃO INTESTINAL? INTOXICAÇÃO ALIMENTAR?

Inicialmente epigástrica / mesogástrica evoluindo com localização em fossa ilíaca direita, instalação gradual e intensidade moderada, contínua, associado a anorexia, febrícula, com reação peritonial em ponto de MacBurney (Blumberg +), peristalse diminuída.

Com estabilidade Hemodinâmica?




APENDICITE AGUDA?

• Hidratação venosa

• Dieta zero



• TRO

• Hidratação parental se vômitos freqüentes


Diurese presente


• Investigação sanitária e epidemiológica

• Notificação, s/n.

Transferir para hospital de referência, com relatório.



Difusa, espasmódica, tipo cólica, associada a diarréia / vômito, febre sem reação peritonial, ruídos hidroaéreos aumentados.

Diurese presente

• Liberar para domicílio com prescrição e exames

• Marcar retorno ou visita domiciliar

• Investigar outros casos e fonte comum

• Notificar, s/n.

SIM


NÃO

Hidratação venosa profusa com cristalóide e sintomáticos



DOR ABDOMINAL / CONTINUAÇÃO


DOR ABDOMINAL


Dor em hemi-abdômen esquerdo, acompanhado de diarréia e febre.


Difusa com distensão abdominal, diminuição dos ruídos hidroaéreos, hipotensão. Geralmente com relato pregresso de dor abdominal incaracterística, mesogástrica, pós- prandial em pacientes idosos.



ANEURISMA DISSECANTE

DE AORTA ABDOMINAL?

• Investigação sanitária, epidemiológica e clínica

• Liberar para domicílio com prescrição

• Acompanhamento ambulatorial



DOENÇA DIVERTICULAR DO CÓLON COMPLICADA?


ANGINA / ISQUEMIA MESENTÉRICA?

Transferir para hospital de referência,

com relatório.


• Acesso venoso

• Analgésico

• Infusão de cristalóide


• Acesso venoso

• Sintomático

• Hipotensor ou expansor volêmico, a depender da hemodinâmica



Reação Peritonial

Presente

Em linha média, súbita, intensa, contínua, difícil analgesia, em paciente hipertenso normalmente acima de 40 anos ou relato de trauma abdominal, presença de sopro ou massa abdominal pulsátil, podendo ter palidez, sudorese, hipertensão até hipotensão.



Ausente

COLITE?


GRAVIDEZ TUBÁRIA?

DIP: SALPINGITE, ENDOMETRITE, COLPITE, OOFERITE? URETRITE, DST?

• Acesso venoso

• Sintomático

• Monitorização hemodinamica não invasiva

• Investigação epidemiológica e notificação de DST s/n

• Tratamento da DIP

• Acompanhamento ambulatorial

Transferir para hospital de referência, com relatório.

•Tratamento sintomático

•Acompanhamento ambulatorial

Em mulher, localizada em hipogástrio ou fossa ilíaca no meio do ciclo menstrual

Sem outros achados



Em mulher, hipogastro ou fossa ilíaca, súbita, intensa, data da última

menstruação há mais de 6 semanas



RUPTURA FOLICULAR?

Em mulher, localizada em hipogastro ou fossas ilíacas associada a leucorréia

Exame ginecológico

Reação Peritonial

PELVEPERITONITE?

Presente

DOR ABDOMINAL

Ausente
D OR ABDOMINAL / CONTINUAÇÃO



OCLUSÃO INTESTINAL?

(brida, volvo, tumoração, bolo de ascaris,

fecaloma)


PANCREATOPATIA?

(aguda, crônica, crônica agudizada)



• Orientar repouso e prescrever sintomáticos

• Solicitar exame ultrassonográfico, s/n

• Reavaliação: marcar retorno ou visita domiciliar

• Dieta zero,

• Hidratação venosa

• Sintomáticos

• Monitorização hemodinâmica não invasiva



Transferir para hospital de referência, com relatório.

Dor no andar superior do abdômen em faixa, intensa, podendo ter relato de episódios prévios e história de etilismo e colelitíase. Subictérico?


Localizada, contínua, agrava aos movimentos, intensidade variável. Relato de grandes esforços prévios, dor à palpação sem reação peritonial.



Tipo cólica com distensão abdominal, vômitos, parada de eliminação gases de fezes, peristalse aumentada e posteriormente diminuída, cicatriz cirúrgica abdominal ou massa palpável.

DOR ABDOMINAL


LESÃO DE PAREDE?

(distensão muscular, hematoma de parede)



Fazer visita domiciliar pós-alta.
D OR ABDOMINAL / CONTINUAÇÃO


DOR ABDOMINAL / CONTINUAÇÃO


Transferir para hospital de referência, com relatório.


• Sintomáticos

• Orientação dietética

• Solicitação de exames e reavaliação



• Hidratação oral

• Colher urocultura e sumário de urina, s/p

• Sintomáticos

• Antibioticoterapia oral

• Visita domiciliar

• Marcar retorno

Presente

Ausente

Ausente

Presente

Presente

Ausente

Suspeita de sepse urinária? (hipotensão, pulso fino, taquicardico, sudorese fria, torpor)



Febre elevada

Hematúria macroscópica

Retenção urinária

Dor persistente à analgesia



DOR ABDOMINAL

Febre e/ou icterícia e/ou vesícula palpável ou perda ponderal rápida acima de 10%


• Sintomáticos

• Liberar para domicílio após cessar a dor, com prescrição e exames

• Marcar retorno



Fazer visita domiciliar

COLECISTOPATIA?

(aguda, crônica, crônica agudizada, litiásica ou alitiásica, neoplásica)




CÓLICA RENO URETRAL?

Em flanco ou região lombar, com irradiação para fossa ilíaca e/ou genitália, de início súbito, intensa podendo estar associado náuseas e vômitos

durante a dor.

Punho percussão + (Giordano +), Ausência de reação peritonial (reavaliada após analgesia)



Hipogástrica ou região lombar com

disúria, poliúria, urina turva, febre, calafrios.

Hipocôndrio direito, intensidade variável, espasmódica, geralmente com irradiação lombar e escápula direita, Murphy +.

Pode haver relato de episódios recorrentes, hipersensibilidade a alimentos hiperlipídicos





INFECÇÃO URINÁRIA?

• Hidratação venosa

• Sintomáticos

•Hidratação venosa

•Sintomáticos



DOR TORÁCICA



CARDÍACA?

• Angina do peito

• Infarto do miocárdio

• Estenose / Insuficiência aórtica

• Hipertensão ventricular direita grave

• Prolapso válvula mitral

• Pericardite :

• Viral


• Tuberculosa

• Urêmica

• Traumática

• Neoplásica

• Colagenose

• Pós-infarto

• Miocardiopatias


PAREDE TORÁCICA?
• Dor músculo esquelético :

Espasmo muscular

• Distensão muscular

• Osteocondrite (síndrome de Tietze)

• Fratura costal

• Bursite subacromial

• Artrose de ombro

• Artrose de coluna

• Lesão discal cervical

• Doença neurológica :

• Herpes Zoster

• Compressão de raízes nervosas

• Doença das glândulas mamárias

INTRA-TORÁCICA NÃO CARDIACA?

• Dissecção aórtica

• Tromboembolismo pulmonar

• Dor pleural:

• Pleurite fibrinosa

• Pneumonia

• Pneumotórax

• Tumores de pleura

• Enfisema do mediastino

• Tumor do mediastino

• Mediastinite


PSICOGÊNICA?
•Ansiedade

•Depressão

• Simulação

IATROGÊNICAS?

• Exacerbação da angina:

• Farmacos adrenérgicos

• Bloqueador alfa

• Ergotamina

• Hidralazina

• Ocitocina

• Suspensão do tratamento com propanolol

• Vasopressina

• Excesso de hormônio tireoidiano

• Anticonceptivos

• Pericardite:

• Emetina

• Hidralazina

• Metisergina

• Procainamida




GASTRO-INTESTINAL?
• Doença do esôfago:

• Espasmo do esôfago

• Esofagite de refluxo

• Rotura de esôfago

• Síndrome de Mallory Weiss

• Tumores

• Úlceras

• Divertículo

• Estrutura sub-diafragmática:

• Ulcera péptica

• Pancreatite

• Colecistopatia


Localização e irradiação da dor

Forma de início e evolução da dor

Intensidade da dor

Característica da dor

Fatores desencadeantes da dor

Fatores atenuantes da dor

Sintomas associados a dor

Perfil pessoal e social

Antecedentes pessoais

Antecedentes familiares

Exame físico geral

Específico do tórax : inspeção, palpação, percussão, ausculta

DOR TORÁCICA


DOR TORÁCICA

Porção média do tórax, anterior ou entre omoplatas, profunda, difusa, tipo constritiva, como peso no peito, com irradiação para região cubital ou ombro ou pescoço ou mandíbula ou mesmo sem irradiação, intensidade moderada ou intensa de início agudo. Pode estar associado a sudorese, náuseas, vômitos, falta de ar.



Porção média, anterior ou entre escápulas, profunda, difusa, tipo constritiva, como peso no peito, com irradiação para região cubital ou ombro ou pescoço ou mandíbula ou mesmo sem irradiação, intensidade leve/ moderada, recorrente, episódica, de duração 2 a 10 minutos

relacionada a esforços que melhora ao uso de Nitroglicerina SL. As vezes sabendo ter diagnóstico de “Angina”



Presença fatores de risco cardiovasculares: Tabagismo, Sedentarismo, Dislipidemia, Obesidade, Hipertensão Arterial, Diabetes, Depressão, Stress, História familiar de I.A.M, Morte súbita prematura

INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO?

ANGINA DO PEITO?

ANEURISMA DISSECANTE DA AORTA ?

Transferir para hospital de referência, com relatório.

Fazer visita domiciliar após alta hospitalar.

Administrar MONA: Morfina – EV

Oxigênio – cateter nasal

Nitrato – SL

A.A.S – 200mg - VO


D OR TORÁCICA / CONTINUAÇÃO

• Dor na porção anterior do tórax, bem localizada, na junção osteocondral, sem irradiação, intensificada com movimento do tórax.

• Ausência de influência dos fatores de risco cardiovascular.

• Dor à palpação da região osteocondral na face anterior do tórax.

• Hemodinâmica estável

• Normotermia



Presença de fatores de risco para T.E.P:

• Imobilização prolongada no leito

• Trauma

• Imobilização ortopédica

• Pós-operatório

• Tabagismo + Anticonceptivos

• Tromboflebite

• Trombose venosa profunda


Início do quadro com náuseas, vômitos freqüentes, pirose, podendo haver relato de ingesta alcoólica prévia, evoluindo com dor retroesternal incaracterística, intensidade variável.



Transferir para hospital de referência, com relatório.

Manter tratamento ambulatorial, solicitar exames, fazer visita domiciliar.

OSTEOCONDRITE ?

(SÍNDROME DE TIETZE)

• Repouso relativo

• Analgésicos

• Anti-inflamatórios não hormonais



Dispnéia repentina / Dor torácica

TROMBOEMBOLISMO PULMONAR (TEP)?

• Cabeceira elevada

• Manter vias aéreas permeáveis

• Oxigênio sob cateter nasal, s/d

• Acesso venoso

• Sintomáticos

• Monitorização hemodinamica não invasiva



SINDROME DE MALLORY WEIS ?

ESOFAGITE DE REFLUXO ? ESPASMO ESOFAGEANO ?

• Cabeceira elevada

• Dieta zero

• Hidratação venosa

• Antiácido injetável

• Antiespasmódico

• Antiemético

Com melhora clínica?


Não

Sim
D OR TORÁCICA / CONTINUAÇÃO

DOR TORÁCICA / CONTINUAÇÃO

Hemitorax, intensidade variável, ventilatório dependente.



• Relato de trauma ou história de alcoolismo ou corticoterapia prolongada.

• Dor tipo óssea à palpação do gradeado costal

• Relato de pneumopatia crônica.

• Tabagismo.

• Uso de anticoncepcional.

• Ausência de dor óssea à palpação do gradeado postal.

• Murmúrio vesicular diminuído ou abolido e hipertimpanismo homolateral

Associado a tosse, febre ocasionalmente dispnéia.

• Ausculta pulmonar com estertores crepitantes / roncos ou murmúrio vesicular diminuído ou abolido na base.


Transferir para hospital de referência, com relatório, para complementação diagnóstica.

• Analgesia

• Cateter hidrolizado

• Oxigenoterapia s/n e s/d

• Monitorização hemodinâmica não invasiva


DOR TORÁCICA



PNEUMOTÓRAX ?

(espontâneo ou secundário)




INFECÇÃO PULMONAR?

(pneumonia, abscesso pulmonar)



DERRAME PLEURAL?

FRATURA DE ARCO COSTAL?

(com ou sem pneumotórax)


Analgesia


Transferir para hospital de referência, com relatório, para

complementação diagnóstica e internação, s/n.



PARALISIA FLÁCIDA AGUDA - PFA


POLIOMIELITE?

SÍNDROME GUILLAIN BARRÉ?

MIELITE TRANSVERSA? MENINGO ENCEFALITE?


Menor 15 anos idade

• Notificação da PFA

• Investigação epidemiológica até 48 horas após identificação da PFA, com uma amostra adequada de fezes até o 14º dia, com intervalo mínimo de 24h (realizada pela unidade básica, ou hospitalar, ou vigilância epidemiológica conforme atribuições preconizadas pelo gestor local)

• Avaliação da cobertura vacinal, identificação e vacinação de susceptíveis – observar se paciente com suspeita de Pólio fez viagem a países endêmicos ou visitas recebidas de pessoas desses países e realizar medidas de controle em consonância com a Vigilância Epidemiológica – SES e SVS/MS.


Febre, paralisia assimétrica, diminuição ou abolição dos reflexos profundos na área paralisada, com sensibilidade conservada ou seqüela compatível com Pólio mantida por mais de 60 dias do início da doença (suspeita de pólio)


Ausente

Transferir para hospital de referência para doenças infecciosas, com relatório, mencionando ações de coleta de amostra e de notificação.

Presente


Investigação clínica: ambulatorial ou hospitalar

Maior 15 anos idade


P ARALISIA FLACIDA AGUDA / FLUXOGRAMA

POLIOMELITE

Epidemiologia:

A doença foi de alta incidência no país, em anos anteriores, deixando centenas de deficientes físicos por ano. Hoje encontra-se erradicada no Brasil, devido a ações de imunização e vigilância epidemiológica desenvolvidas a partir de 1980. No ano de 2004 ocorreram, em todo o mundo, 1214 casos de poliomelite e até o mês de outubro de 2005 já foram confirmados 1310 casos, principalmente na África e Ásia.




Definição de caso:

Suspeito:

Caso de deficiência motora flácida aguda, em menores de 15 anos, independente da hipótese diagnóstica ou de qualquer idade que apresente a hipótese diagnóstica de poliomelite.




Coleta, conservação e transporte da amostra:

Devido à multiplicação do poliovírus ocorrer no trato intestinal por várias semanas após a infecção, amostras de fezes são as mais recomendadas para o isolamento do vírus.


COLETA:

A coleta deve ser feita o mais rápido possível, de preferência até 14º dia do início do déficit motor, podendo ser coletada até 60 dias. Visando a padronização dos procedimentos como também assegurar a confirmação laboratorial dos casos suspeitos de PFA, o recomendado é a coleta de 2 amostras de fezes com intervalo de 24 horas. A quantidade de fezes recomendada é em torno de 4 a 8 gramas (equivalente a 2 dedos polegares). As amostras devem ser colocadas no coletor universal, deve ser bem vedado, se necessário com auxílio de uma fita adesiva ou esparadrapo, e identificado por meio de etiqueta constando o nome do paciente e a data da coleta.


CONSERVAÇÃO:

Os recipientes contendo as fezes devem ser colocados em geladeira logo após a coleta. Os recipientes com as fezes devem ser colocados em freezer a –20ºC. Na impossibilidade da utilização do freezer, colocar em geladeira (4 - 8ºC) por no máximo 3 dias, não devendo jamais ser colocada em congelador comum.
TRANSPORTE:

As amostras devem ser transportadas em baixa temperatura, devidamente rotuladas e acompanhadas do Formulário para envio de fezes ao LACEN. Deve ser utilizada uma caixa térmica, onde as amostras são acondicionadas em sacos plásticos ou almofadas de gelo reciclável em quantidade suficiente para resistir ao período de tempo gasto até a sua entrega. A caixa deve ser bem vedada em seu exterior com fita adesiva e identificada como material biológico.



CÁRIE DENTÁRIA E OUTRAS AFECÇÕES DA CAVIDADE ORAL



1   ...   36   37   38   39   40   41   42   43   ...   58


©aneste.org 2017
enviar mensagem

    Página principal