Paulo ganem souto



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Intermitente


Sintomas

  • < 4 dias por semana;

  • ou < 4 semanas

Leve


  • Sono normal;

  • Atividades diárias, esportivas e de recreação, normais;

  • Atividades normais na escola e no trabalho;

  • Sem sintomas incômodos.

Moderada - Severa


Um ou mais itens

  • Sono anormal;

  • Interferência com atividades diárias, esportivas e de recreação;

  • Dificuldades na escola e no trabalho;

  • Sintomas incômodos.


Tratamento farmacológico da Rinite


GRAVIDADE

TRATAMENTO

Intermitente leve

Anti-histamínico oral

Intermitente moderada/grave*

Corticosteróide nasal

Persistente leve

Anti-histamínico oral ou Corticosteróide nasal

Persistente moderada/grave**

Corticosteróide nasal


RINITE ALÉRGICA – FLUXOGRAMA/CONTINUAÇÃO


Controle ambiental: evitar a exposição aos alérgenos e/ou irritantes mais freqüentes: poeira domiciliar, pelos de animais domésticos, carpetes, fumaça de cigarro, perfumes, gases, dentre outros;

Reavaliação dos sintomas em quatro semanas:


  • Reduzir a dose se houver melhora clínica ou suspender o tratamento se assintomático.

  • Reiniciar tratamento se recorrência de sintomas.

* Se necessário depois de uma semana de tratamento Anti-histamínico H1 orais e ou corticosteróide orais poderão ser acrescentados por poucos dias.

** Se os sintomas forem muito intensos acrescentar Anti-histamínico H1 oral e/ou corticosteróide oral por poucos dias, no início do tratamento.

CRISE CONVULSIVA


INTOXICAÇÃO MEDICAMENTOSA


FEBRIL

ENCEFALOPATIA HEP[ATICA

DOEN:A VASCULAR CEREBRAL


DOEN:AS DEGENERATIVAS


ECLAMPSIA


EPILEPSIA


ENCEFALOPATIA HIPERTENSIVA


INTOXICAÇÃO EXÓGENA


ALTERAÇÕES METABÓLICAS


DISTÚRBIOS BIOQUÍMICOS / ELETRÓLITICO


SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA


ANOMALIAS CONGÊNITAS


TRAUMATISMO CRANIANO


INFECÇÃO DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL


TUMOR CEREBRAL



CRISE CONVULSIVA / FLUXOGRAMA


Convulsão: perda da consciência acompanhada de movimento tônicos-clônicos involuntários, apnéia seguida de hiperventilação, hipersialorréia, abertura de esfíncter, com duração de até 1 minuto cada crise.

CRISE CONVULSIVA?

Nos pacientes epilépticos, ver adesão ao tratamento

• Em criança com febre, ver algoritmo de evento adverso pós-vacinal - convulsão

• Manter vias aéreas permeáveis

• Proteger o paciente de lesões traumáticas e promover privacidade

• Oxigenoterapia, s/p

• Acesso venoso

• Administrar anticonvulsivante, Benzodiazepínico lentamente, até cessar a crise.

• Após a crise, verificar lesões na língua ou quebra de dentes

• Verificar sinais vitais

• Realizar glicemia capilar, se < 70 mg/dl (ver algoritmo de emergência em diabetes – hipoglicemia)

• Se persistir a crise, considerar hidantalização

Encaminhar para serviço de referência, com relatório



Transferir para hospital de referência, com relatório.

CRISE CONVULSIVA?

Relato de convulsão seguido de estado

pós-ictal (torpor, sonolência, cansaço, confusão), recidivante ou não.



EPILEPSIA

EPIDEMIOLOGIA E CONCEITO:
É mais comum em crianças menores de dois anos de idade e em idosos com mais de 65 anos. Há um discreto predomínio no sexo masculino. A epilepsia é duas vezes mais freqüente em paises subdesenvolvidos, portanto influenciados por fatores sócio-econômicos. É um distúrbio cerebral crônico, de várias etiologias, caracterizado por crises epilépticas recorrentes e espontâneas.

ETIOLOGIA:
Em relação à etiologia, as epilepsias podem ser idiopáticas, criptogênicas e sintomáticas.

As idiopáticas apresentam a base genética. As criptogênicas são as que, embora presuma comprometimento orgânico, não é possível esclarecer a etiologia, pois os exames principais são normais. As sintomáticas são epilepsias em que a causa é conhecida, detectando-se uma lesão estrutural nos exames de imagem que pode ser devida a fatores congênitos, como as malformações do SNC, ou adquiridos, como vasculares, tumorais, infecciosos ou parasitários.



CLASSIFICAÇÃO DE CRISES EPILÉPTICAS:


  • Parciais – se manifestam através de crises parciais ou secundariamente generalizadas e decorrem de uma disfunção localizada da excitabilidade neuronal. As crises parciais podem ser simples, quando a consciência é preservada, e complexa, com perda de consciência.

  • Generalizadas – se manifestam através de crises generalizadas nas quais as descargas neuronais acometem simultaneamente múltiplas áreas corticais nos dois hemisférios cerebrais.


EPILEPSIA / FLUXOGRAMA


  • Reações motoras: Movimentos anormais, geralmente cloniais, em regiões do corpo como mão, pé e face;

  • Reações somatossensitivas: que se manifestam por sensações anormais, como agulhadas ou formigamento em determinada parte do corpo; Reações sensoriais simples: sensações simples que podem ser visuais (luzes coloridas), auditivas (zumbido, ruídos), olfatórias (odores desagradáveis), gustativas (gosto ruim) e vertiginosas;

  • Reações sensoriais complexas: em que são referidas alucinações estruturadas, como ver pessoas e cenas, ouvir músicas;

  • Autonômicas: que se manifestam por vômitos, palidez ou enrubescimento facial, sudorese, piloereção, dilatação pupilar, incontinências esfincterianas.

Epilepsia?

Avaliação Clínica e relato de outros episódios ou doença conhecida

Sim

Não

Investigar outras causas/ ver algoritmo específico de crise convulsiva.

Iniciar tratamento



ENCAMINHAR PARA UNIDADE DE REFERÊNCIA COM RELATÓRIO:
Novo episódio de convulsão 30 dias após início do tratamento ou episódios recorrentes.

Relato de Diarréia Aguda (< 15 dias de duração)



+

Fezes muco-sanguinolenta, sinais de toxemia, desnutrição severa, co-morbidade

Avaliar estado de hidratação

Ativo, alerta, presença de lágrima, sem sede, turgor e elasticidade normais, pulso cheio, enchimento capilar normal, normotenso, fluxo urinário normal, mucosas úmidas


Irritado, intranqüilo, olhos fundos, ausência de lágrimas, sede intensa, turgor e elasticidade diminuídos, pulso rápido e débil, enchimento capilar diminuído, hipotenso, mucosas ressecadas, fluxo urinário diminuído



Hipoativo, sonolento, torporoso, comatoso, olhos muito fundos, encovados e secos, ausência de lágrima, dificuldade ou incapacidade de ingesta, turgor e elasticidade da pele e enchimento capilar muito diminuídos, pulso muito débil ou ausente, sem fluxo urinário

Reposição de líquidos oral (Plano B – TRO)

Instalar reidratação

EV conforme necessidade (Plano C)


• Oferecer líquidos adicionais para prevenir a desidratação (Plano A)

• Orientar manter alimentação habitual

• Orientar reavaliação se: piora da diarréia, vômitos repetidos, muita sede, não consegue beber, febre, sangue nas fezes

• Avaliar a necessidade de prescrever antibióticos.

Com estabilidade hemodinâmica, hidratado,

com diurese presente



Instalar

reidratação (Plano C)

EV rápida

COM DESIDRATAÇÃO?



Notificar, s/n Investigação clínica, epidemiológica e sanitária.

Transferir para hospital de referência, com relatório.


SEM DESIDRATAÇÃO?



COM DESIDRATAÇÃO GRAVE?

SIM

NÃO
D IARREIA AGUDA / FLUXOGRAMA



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