Paulo ganem souto



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CEFALÉIA / CONTINUAÇÃO
Tabela 1

SINAIS DE ALARME

NO DIAGNÓSTICO DAS CEFALÉIAS


Tabela 2

CEFALÉIAS PRIMÁRIAS
I. Migrânea ou enxaqueca

1. Migranêa sem aura

2. Migrânea com aura

3. Oftalmoplégica

4. Retiniana

5. Síndromes periódicas da infância que podem ser consideradas

• Cefaléia com doença sistêmica: febre, rigidez de nuca, rash cutâneo, púrpura, petequia (meningite, meningoincefalite, leucose, distúrbio coagulação?)

Precursores da ou associadas à migrânea

6. Complicações da migrânea

7. Distúrbio migranoso que não preenche os critérios acima
II. Cefaléia do tipo tensional

1. Episódica

2. Crônica

3. Cefaléia do tipo tensional que não preenche os critérios

acima


• Cefaléia com sinais neurológicos focais (AVCI, AVCH,HSD, HSA, TU?)
• Cefaléia associada a edema de papila (processo expansivo intra-cerebral, edema cerebral?)

III. Cefaléia em salvas e hemicrânia paroxística crônica

1. Cefaléia em salvas de periodicidade indeterminada

2. Episódica

3. Crônica

4. Hemicrânica paroxística crônica

5. Distúrbio do tipo cefaléia em salvas que não preenche os

critérios acima



Fonte: Adaptado -RBM – VER. BRAS. MED. – VOL. 58 – EDIÇÃO ESPECIAL – DEZEMBRO DE 2001

IV. Cefaléias não associadas à lesão estrutural intracraniana

1. Cefaléia idiopática em facadas

2. Cefaléia por compreensão externa

3. Cefaléia do estímulo a frio

4. Cefaléia benigna da tosse

5. Cefaléia benigna do exercício

6. Cefaléia associada à atividade sexual

• Cefaléia que se inicia após os 50 anos (HAS, HIC, TU, arterite temporal?)

• Cefaléia de início súbito (AVCH, HSD, HSA,HAS2ª?)



• Cefaléia com características progressivas: intensidade, freqüência, duração. (processo expansivo intra-craniano?)


• Cefaléia de início recente em paciente com neoplasia ou HIV (implante metastatico, toxoplasmose?)

INFECÇÃO RESPIRATÓRIA AGUDA - IRA





FATORES DE RISCO PARA DOENÇAS RESPIRATÓRIAS:

  • Desnutrição/anemia, carência de vitaminas A e D;

  • Desmame precoce/esquema alimentar inadequado;

  • Idade < de 5 anos e > 60 anos;

  • Alergia respiratória;

  • Poluição intra e extradomiciliar;

  • Tabagismo passivo e ativo;

  • Esquema vacinal incompleto;

  • Aglomeração nas residências e creches;

  • Imunodeficiências;

  • Doenças cardiopulmonares;

  • Refluxo gastroesofágico;

  • Mal formações congênitas;

  • Baixo peso ao nascer;

  • Baixo nível sócio-econômico;

  • Acessibilidade a serviços é fator prognóstico.




SINAIS INDICADORES DE GRAVIDADE:

  • Aspecto toxêmico;

  • Alterações do sensório;

  • Convulsão;

  • Hipotermia;

  • Vômitos ou dificuldade para ingerir líquidos;

  • Desnutrição protéico-calórica;

  • Gemidos;

  • Batimento de asa de nariz; cianose;

  • Palidez;

  • Apnéias; dispnéia;

  • Taquipnéia;

  • Taquicardia;

  • Hipotensão;

  • Tiragem subcostal.



VALORES NORMAIS DA FREQÜÊNCIA RESPIRATÓRIA (LIMITE SUPERIOR)

  • Lactentes até 2 meses: menos de 60 movimentos respiratórios por minuto (mrp);

  • Entre 2 e 11 meses: menos que 50 mrp;

  • Entre 1 e 5 anos: menos que 40 mrp;

  • Entre 6 a 8 anos: menos de 30 mrp;

  • Maiores de 8 anos e adultos: menos de 20 mrp.


INFECÇÃO RESPIRATÓRIA / FLUXOGRAMA


Tosse úmida < 21 dias ou piora no período, febre, podendo apresentar astenia, anorexia, dor torácica, sons brônquicos, egofonia, murmúrio vesicular diminuído ou estertores, habitualmente taquipnéia em crianças.

Dor nos seios da face,

• Obstrução nasal,

• Secreção nasal, uni ou bilateral, esverdeada ou amarelada.


  • Tosse noturna (por refluxo nasal)

  • Halitose

• Cefaléia

• Febre geralmente baixa



INFECÇÃO RESPIRATÓRIA BAIXA?

INFECÇÃO PULMONAR?



• Idosos ou muito jovens – menores de 02 meses

• Sinais de Toxemia - PA Sistólica < 90 mmHg

FC125 / min. (adulto) T < 35ºC ou 40ºC

• Sinais de Hipoxemia - FR > 30/min. (adulto)

Estado mental alterado.

• Co - morbidade: Diabetes, doença hepática, renal ou cardíaca ou cérebro-vascular, neoplasia, doença pulmonar oclusiva crônica, alcoolismo, anemia falciforme, desnutrição.



SINUSOPATIA?

Tratamento ambulatorial com antibiótico - Eritromicina ou Claritromicina ou Azitromicina.

Crianças: Amoxicilina/ Eritromicina.

Reavaliação em 48 horas.

Orientar retorno imediato à UBS se apresentar sinal de piora.



• Acesso venoso

• Hidratação parental

• Sintomáticos

• O2 s/n e s/d

• Manter cabeceira elevada.



Transferir para hospital de referência, com relatório.

Encaminhar para ambulatório de referência em otorrinolaringologia.

• Analgesia

• Descongestionante tópico ou sistêmico, em adulto/ preferir antibiótico oral em crianças

• Antibioticoterapia – no mínimo 14 dias:

Adulto: Amoxicilina + Trimetropin / Sulfametoxazol ou Amoxicilina – Clavulanato

Crianças: Amoxicilina.

Avaliar associação com Rinite Alérgica

Evitar banho de imersão e tabaco.

SIM

NÃO

Resposta ausente ou inadequada à terapêutica

Complicação com meningite?


FARINGOAMIGDALITES / FLUXOGRAMA


Doença inflamatória das amígdalas e da mucosa que reveste as estruturas da faringe, geralmente de início agudo, caracterizado por dor na garganta, febre e alteração inflamatória da orofaringe acompanhada de odinofagia, cefaléia, náuseas e vômitos.




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