Paulo ganem souto


Priaprismo: Trata-se de ereção dolorosa do pênis causada pela obstrução de vasos. O tratamento deve ser imediato para evitar complicações futuras



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Priaprismo: Trata-se de ereção dolorosa do pênis causada pela obstrução de vasos. O tratamento deve ser imediato para evitar complicações futuras.



CALENDÁRIO VACINAL / ANEMIA FALCIFORME


IDADE/FAIXA ETÁRIA


IMUNOBIOLÓGICO

Nascimento


BCG intradérmico

Hepatite B

1 mês

Hepatite B

2 meses

Tríplice

Antipólio oral

Anti-hemófilo tipo B

Prevenar –(antipneumocócica para menores de 2 anos)

4 meses

Tríplice

Antipólio oral

Anti-hemófilo tipo B

6 meses

Tríplice

Antipólio oral

Anti-hemófilo tipo B

Hepatite B

6 meses

Gripe – reforço anual


Após 12 meses

Varicela– dose única - não disponibilizada na rede

15 meses

Reforço tríplice

Antipólio oral

MMR

Reforço anti-hemófilo tipo B

2 anos

Antipneumocócica 23 – reforçar 3 anos após

4 a 6 anos

Reforço Tríplice e antipólio oral

5 anos

Reforço antipneumocócica 23– critério da equipe

> 6 anos

Dupla tipo adulto a cada 10 anos





ANEMIA FALCIFORME / FLUXOGRAMA

Pen – V Oral / 1ª opção;

- P.Benzatina

- Eritromiciana para pacientes alérgicos a penicilina.


Uso do ácido fólico


Encaminhar para Unidade de Pronto Atendimento e hospitalização em caso de crise dolorosa, palidez, aumento do baço, presença de febre, queda do estado geral.



Febre sem foco aparente e bom estado clínico pode ser tratado inicialmente com amoxicilina ou cefalosprina de 2ª geração. Reavaliar o paciente após 48 horas.


Manter o paciente bem hidratado e com cartão vacinal completo em dia


ANEMIA FALCIFORME CONFIRMADA

HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO

Definição: O Hipotireoidismo Congênito (HC), é a causa mais comum de retardo mental evitável, ocorrendo quando a glândula tireóide do recém nascido não é capaz de produzir quantidades adequadas de hormônios tireoidianos o que resulta numa redução generalizada dos processos metabólicos.

A triagem neonatal é o processo de diagnóstico que permite a intervenção precoce antes do aparecimento dos sintomas iniciais, prevenindo assim o retardo mental e os agravos da doença. A prevalência do HC em vários países está em torno de 1 para 4.000 recém-nascidos (RN) triados.



Conseqüências: Deficiência mental irreversível, convulsões, problemas de pele e cabelo, problemas urinários e até invalidez permanente.


Classificação:

O Hipotireoidismo Congênito pode ser primário, secundário ou terciário. Os dois últimos são também denominados de HC central e são provocados por lesões congênitas na hipófise ou no hipotálamo, respectivamente. O HC primário é causado por anormalidade na formação ou na função da glândula tireóide e pode ser permanente ou transitório. As formas permanentes são as mais importantes, por serem mais freqüentes e pelo fato de necessitarem de tratamento por toda vida. São responsáveis por cerca de 85% dos casos de HC e causadas por anormalidades na formação da glândula, as disgenesias tireoidianas, que são esporádicas, portanto tem possibilidade quase nula de ocorrer em irmãos. As formas transitórias são menos freqüentes no HC primário e podem ser provocadas principalmente pela insuficiência ou excesso de iodo materno, fetal ou no RN. Também podem ser causadas pela passagem transplacentária de drogas antitireoidianas ou de auto-anticorpos maternos. Apresenta-se às vezes com bócio. Podem ser de curta duração, mas normalmente necessita de tratamento que tem sido até os três anos.



Diagnóstico clínico:

Sintomas ao nascer: Letargia, sonolência, hipotonia, hipotermia,icterícia prolongada,dificuldade para mamar, edema, fontanelas amplas, distensão abdominal, bócio, macroglossia; pode associar-se com gestação > 40 semanas e peso elevado ao nascer (GIG);


Segundo ao terceiro mês: Letargia, hipotonia, “fácies cretínica”, choro rouco, macroglossia, obstrução nasal, constipação, pele fria , pálida, seca e descamativa, hérnia umbilical.

Após terceiro mês: Os sinais acima cada vez mais evidentes com retardo do crescimento e do desenvolvimento neuropsicomotor

Laboratorial: O diagnóstico laboratorial é feito através do teste do pezinho preferencialmente pela dosagem de TSH em sangue venoso colhido por punção de calcanhar em papel filtro. A confirmação é feita através de nova dosagem de TSH no soro e de T4 livre, além de avaliação clínica endocrinológica.


Tratamento: O tratamento deve ser instituído o mais rápido possível e consiste na reposição do hormônio tireoidiano, a Levotiroxina sódica, por toda a vida.

Encaminhar para a unidade de referência com relatório. No Serviço de Referência de Triagem Neonatal a equipe de multidisciplinar responsável pelo atendimento dos casos confirmados é composta de: Assistente Social, Psicóloga, Endocrinopediatra, e quando necessário de Nutricionista e Geneticista.



Reposição hormonal com Levo-Tiroxina (L-T4): 0 a 6 meses: 10 - 12 g/kg/dia ; 6 a 12 meses: 6- 8 g/kg/dia; 1 a 5 anos: 5- 6 g/kg/dia ; 6 a 12 anos: 4 a 5 g/kg/dia;
>12 anos: 2 a 3 g/kg/dia (instituído pelo Centro de Referência).
As crianças portadoras de Hipotireoidismo congênito que não realizaram o Teste do Pezinho vão ser diagnosticados tardiamente, e as seqüelas neurológicas são irreversíveis.

HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO / CONTINUAÇÃO

Acompanhamento: Realizar dosagens periódicas de TSH e T4 livre, de 3 em 3 meses, nos 3 primeiros anos e de 6 em 6 meses, nos anos subseqüentes. Também, no acompanhamento da criança para avaliação do tratamento adequado, é importante avaliar o crescimento pôndero-estatural com a utilização das curvas de crescimento e do desenvolvimento neuro-psico-motor. O seguimento da criança deverá ser concomitante entre a Unidade de Referência e Unidade Básica de Saúde.



Algumas Doenças Ocupacionais Relacionadas ao Trabalho - DORT

Acidentes de trabalho

Asma ocupacional

Trabalhador exposto ao benzeno

Câncer ocupacional

Silicose

Intoxicação por agrotóxicos

Perda auditiva e outros efeitos da exposição ocupacional ao ruído

Lesões por esforços repetitivos / LER

Dermatoses ocupacionais

Intoxicação por metais pesados






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