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Fatores de Risco Cardiovascular



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Fatores de Risco Cardiovascular:


● Níveis PAS e PAD alterados;

● Homem > 55 anos;

● Mulher > 65 anos;

● Tabagismo;

● Dislipidemia;

● Dieta hipersódica;

Sedentarismo;

● História familiar de doença cardiovascular (homem < 55 anos; mulher < 65 anos);

● Obesidade visceral (cintura: homem  84 cm; mulher 80 cm);

● Proteína C reativa  1 mg/dl;

● Diabetes mellitus (glicemia de jejum  126 mg/dl; glicemia pós-prandial  140 mg/dl);





H

Lesões em órgão alvo:

Hipertrofia ventricular esquerda


    • ECG: Sokolow-Lyon > 38 mm

Cornell > 2440 mm + ms

    • ECO: IMVE  134 g/m2 (homem); 110 g/m2 (mulher)

●Espaçamento carotídeo médio intimal ( 0,9 mm ao USG)

●Placas carotídeas

●Elevação na creatinina sérica (homens: 1,0 – 1,5 mg/dl; mulheres: 1,2-1,4 mg/dl)

●Microalbuminúria (30-300 mg/24 h; albumina-creatinina: homem  22; mulher 31 mg/g)


Condições clínicas associadas:

● Doença cerebrovascular: AVCI, AVCH, AIT

● Doença cardíaca: IAM, angina, revascularização, ICC

● Doença renal: - nefropatia diabética, disfunção renal (creatinina: homem > 1,5 mg/dl; mulher > 1,4 mg/dl)

- proteinúria: > 300mg/24h.

● Doença vascular periférica

● Retinopatia avançada: hemorragia, exudato, papiledema

IPERTENSÃO ARTERIAL / CONTINUAÇÃO


INDICIOS DE HIPERTENSÃO SECUNDÁRIA

Início da hipertensão antes dos 30 ou após os 50 anos;

Presença de massas ou sopros abdominais;

Hipertensão arterial grave (estágio 3) e/ou resistente à terapia medicamentosa;

Diminuição da amplitude ou retardo do pulso femoral;

Tríade do feocromocitoma: palpitações, sudorese e cefaléia em crises;

Aumento da creatinina sérica;

Uso de medicamentos e drogas que possam elevar a pressão arterial;

Hipotassemia espontânea (< 3,0 mEq/l) - hiperaldesteronismo;

Fácies ou biótipo de doença que cursa com hipertensão:

doença renal, hipertireoidismo, acromegalia, síndrome de Cushing;



Exame de urina anormal (proteinúria ou hematúria).



Fonte: Update – Organização Mundial da Saúde/Sociedade Internacional de Hipertensão, 2004.


ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO




Grau 1

PAS 140-159 ou PAD 90-99



Grau 2

PAS 160-179 ou PAD 100-109



Grau 3

PAS 180 ou PAD 110

I- Sem outros fatores de risco

Risco baixo

Risco médio

Risco alto

II- Até 2 fatores de risco

Risco médio

Risco médio

Risco alto

III- 3 ou mais fatores de risco e/ou lesões de órgãos alvo e/ou diabetes e/ou condições clínicas associadas

Risco alto


Risco alto


Risco alto





MANEJO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL / FLUXOGRAMA


Não

Diagnóstico confirmado de HAS

Consulta médica com inscrição no Programa de HAS, estratificação de risco individual e encaminhamento às atividades educativas

Solicitar exames laboratoriais específicos e/ou encaminhar para UR com relatório

RISCO ALTO ?

Sim

Modificações no estilo de vida e reavaliação periódica durante:

6 a 12 meses – baixo risco

3 a 6 meses – médio risco

Modificações no estilo de vida e tratamento medicamentoso

Meta alcançada (PA < 140/90) ?

Não

Sim

Manter esquema terapêutico e fazer seguimento

Reavaliar esquema terapêutico

HAS resistente?

Suspeita de HAS secundária?

Sim

Não

Sim

Não

Exames complementares para acompanhamento anual
ECG;

RX de tórax;

Sumário de Urina I

Potássio;

Triglicerídeos;

Creatinina sérica

Colesterol total e frações;

Glicemia plasmática em jejum;

Consulta oftalmológica.




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