Para ampliar o potencial turístico de Itanhaém, o Governo Municipal através da Secretaria de Comunicação Social e de Turismo e



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09.05.07

TURISMO – o projeto prevê o reconhecimento do terreno, estudo de campo e demarcação da trilha
Secretaria estuda implantação de

trilha que liga a Capital ao Município
Técnicos do setor, estarão percorrendo todo o trajeto, que compreende desde

o Núcleo Curucutu, localizado no Parque Estadual da Serra do Mar, até

Itanhaém, próximo a Fazenda Mambú, entre os dias 14 e 16
Para ampliar o potencial turístico de Itanhaém, o Governo Municipal através da Secretaria de Comunicação Social e de Turismo está estudando a implantação da Trilha Ecológica Curucutu/Itanhaém. Técnicos do setor, das secretarias de Educação, Cultura e Esportes, e de Habitação e Meio Ambiente estarão percorrendo todo o trajeto, desde o Núcleo Curucutu, localizado no Parque Estadual da Serra do Mar, na Capital, até o Município, próximo a Fazenda Mambú, entre os dias 14 e 16.
Os especialistas estarão desenvolvendo o reconhecimento do terreno, estudo de campo e demarcação da trilha. Segundo o secretário de Comunicação Social e de Turismo, Silvio Lousada, após a concretização do projeto, o caminho será uma das ferramentas mais importantes para o desenvolvimento do setor. “Será um passeio repleto de riquezas naturais, com grande variedade de vegetação da Mata Atlântica, cachoeiras, rios e aves nativas. Sem contar com a possibilidade do visitante praticar diversos tipos de esportes de aventura, como rapel, escalada, trekking e canyoning”.
Um outro destaque do trajeto é o Rio Mambú, onde é possível ter contato desde sua nascente, ideal para banho, até quedas d’água que formam belas cachoeiras. Após esta etapa de estudos, com previsão de término no mês de agosto, o próximo passo será a execução dos trabalhos para a implantação da trilha.
CURUCUTU - Em 1958 a Fazenda Curucutu, produtora de carvão, foi adquirida pelo Governo do Estado, pelo decreto Nº 36.544/60, que garantiu a preservação dos 12.029 hectares em Reserva Florestal, através do Serviço Florestal do Estado - Seção de Reservas da Capital, a qual além de assegurar a integridade física da área, desenvolvia pesquisas objetivando a recuperação da área desflorestada com espécie de rápido crescimento, onde a partir de 1963 foram produzidas e cultivadas aproximadamente 63.000 árvores de Pinus elliopti.
O nome Curucutu tem origem indígena; a região apresenta uma fauna e flora singular, com pequenos roedores, insetos e répteis endêmicos, muito apreciados por aves de rapina, em particular as de hábito noturnos. Acredita-se que, durante a migração dos índios guaranis em busca de lugares altos, ao alcançarem estes campos, no alto da Serra, depararam com enorme quantidade destas aves (corujas) e batizaram a região com algo relacionado ao local, ou seja, Curucutu - espécie de coruja. Acredita-se existirem mais de cinco espécies, entre elas a suindara com aproximadamente 60 cm de envergadura.
É onde se encontram as cabeceiras dos rios Capivari, Embu-Guaçu, Itariri e Mambu. Essa crista da Serra do Mar, com mais de 800 metros de altura, é coberta por rara mata nebular, com arbustos baixos e samambaias onde se abrigam répteis, pequenos roedores e insetos raros como os gafanhotos gigantes, petiscos muito apreciados pela morucututu e suindara (dois tipos de corujas). Aberto aos visitantes ecológicos, o espaço é também usado por pesquisadores.


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