Ofício Circular nº / gve/spais/ses



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Encontro02.07.2019
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Superintendência de Políticas de Atenção Integral à Saúde



Nome da área: Área técnica de Vigilância Epidemiológica das Doenças Virais
Coordenadora: Gediselma M. Borges Lima
Descrição da área técnica:

A área técnica das doenças Virais está inserida na Gerência de Vigilância Epidemiológica, sob a gestão da Superintendência de Política de Atenção Integral a Saúde (SPAIS).

A equipe é composta por 05 técnicos e 1 apoio administrativo (3 técnicos do quadro efetivo, 2 técnicos de contrato temporário e 1 apoio administrativo do quadro efetivo) que respondem pelas seguintes doenças de transmissão viral: dengue, doenças exantemáticas (sarampo e rubéola), paralisia flácida e aguda (PFA), febre amarela, síndrome da rubéola congênita, influenza e varicela.

Atribuições da área técnica:

A área técnica das doenças virais tem a função de analisar a situação epidemiológica e monitorar fatores de risco que possam causar as seguintes doenças: dengue, sarampo, rubéola síndrome da rubéola congênita, paralisia flácida e aguda (PFA), febre amarela, influenza e varicela. Orientando medidas de controle através de elaboração e divulgação de notas técnicas, informes e boletins técnicos e capacitação em vigilância epidemiológica de profissionais dos núcleos municipais de vigilância e da atenção com o objetivo de reduzir e controlar as doenças proporcionando qualidade de vida a população goianiense e visitantes. Além disto, é responsável pela supervisão e assessoria às regionais de saúde, e quando necessário aos municípios, no que se refere aos agravos citados.


Indicadores epidemiológicos, entomológicos e operacionais:
Dengue:

  • Redução da taxa de letalidade em 20% em relação ao mesmo período do ano anterior;

  • Redução do Índice de Infestação Predial (IIP) abaixo de 1%;

  • Realizar identificação e eliminação de focos e/ou criadouros de Aedes aegypti e Aedes albopictus em imóveis;

  • Percentual de municípios infestados com cobertura de seis ciclos anuais para identificação e eliminação de focos e/ou criadouros de Aedes aegypti e Aedes albopictus em imóveis;

  • Implantar a vigilância entomológica em municípios não infestados pelo Aedes aegypti;

  • Proporção de municípios prioritários para combate à dengue com plano de contingência de atenção aos pacientes elaborado(100% dos municípios prioritários);

  • Monitoramento viral em 100% dos municípios prioritários com transmissão;

  • Investigação de 100% dos óbitos suspeitos utilizando os instrumentos preconizados.



Doenças Exantemáticas:

  • Proporção de doenças exantemáticas investigadas oportunamente ( até 48 hs após a data da notificação ;

  • Realizar diagnóstico laboratorial de doenças exantemáticas (sarampo e rubéola) – 80% dos casos notificados para rubéola e 100% para sarampo;

  • Notificação negativa semanal (80 % das unidades notificadoras informando semanalmente);

  • Envio laboratorial oportuno (envio de soro coletado do paciente em até 4 dias após a data da coleta);

  • Resultado laboratorial oportuno (emissão de laudo laboratorial em até 4 dias para sarampo e 7 dias para rubéola);

  • Encerramento oportuno (casos encerrados até 60 dias após a data de notificação);

  • Vacinar a população de 1 ano de idade contra sarampo, rubéola e caxumba (vacina tríplice viral) - 95% das crianças de 1 ano de idade vacinadas contra sarampo, rubéola e caxumba.


PFA:

  • Taxa de notificação de casos de PFA (notificação de todo caso de paralisia flácida aguda em menores de 15 anos);

  • Coleta oportuna de fezes (até 14 dias do inicio do déficit motor);

  • Investigação oportuna (em até 48 horas);

  • Notificação negativa / positiva semanal (ocorrência e / ou ausência de casos de PFA semanalmente por todas as unidades de notificação).

  • Vacinar a população menor de 1 ano de idade contra Poliomielite - ( 95% da população alvo).


Febre Amarela:

  • Monitoramento de mortandade de macacos;

  • Investigação oportuna e adequada de 100% dos casos suspeitos;

  • Vacinar a população contra Febre Amarela - ( 100 % da população alvo)



Influenza:

  • Proporção de amostras clínicas para diagnóstico do vírus influenza em relação ao preconizado - (60%) das amostras coletadas para diagnóstico do vírus influenza nas unidades sentinelas, em relação ao preconizado pelo SIVEP Gripe).



Equipe Técnica

Diana Pereira da Silva

Gediselma M Borges Lima

Ivaneusa Gomes de Ávila Maciel

Renata Reginaldo da Silva

Robélia Pondé Amorim de Almeida

Sócrates Siqueira de Souza

Vanderlei José Fernandes




Av.Anhanguera Nº 5.195 - Setor Coimbra - Goiânia – GO – CEP 74043-011

Tel: (62) 3201-4500





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