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Apostila de Judô

( Judô Educacional)
     JUDÔ     


Prof. Marco Antônio Gomes Barbosa

Universidade Federal de Lavras

1. HISTÓRICO DO JUDÔ
De acordo com as palavras de JIGORO KANO, fundador do “JUDÔ

DE KDOKAN” (nascido em 1860 na cidade japonesa de Mikage e, falecido na cidade de Tóquio em 1938) o Judô é o caminho para a utilização eficaz das forças física e espiritual. Treinando os ataques e as defesas, o corpo e a alma se tornam apurados e a essência do Judô torna-se parte do próprio ser. Desse modo, o ser aperfeiçoa a si próprio e contribui alguma coisa para valorizar o mundo. Esta é a meta final da disciplina do Judô.

Todo aquele que pretende seguir o caminho do Judô deve inserir este ensinamento no coração.

Uma lenda japonesa revela a origem do Judô. Ela conta a história de um velho médico filósofo chamado SHIROBEI AKIAMA, que vivia perto de NAGASAKI (cidade japonesa).

Convencido que a origem dos males humanos resultava da má utilização do corpo e do espírito, emigrou-se para a China onde diziam, as técnicas terapêuticas faziam milagres. Estudou os princípios do BUDISMO, da ACUMPUNTURA e algumas técnicas do WU-CHU (luta chinesa criada por um médico, tanto para o desenvolvimento rápido dos convalescentes como para o desenvolvimento harmonioso do corpo. Compreenderá o princípio positivo da filosofia TAOÍSTA, bem como suas aplicações querem na medicina, quer no combate. Ao “mal” ele opunha o “mal”, à “força”, a “força”. Contudo, ante uma doença de difícil diagnóstico, ou demasiado grave (ou de um adversário muito mais forte) os pricípios chineses falhavam. Seus discípulos desencorajados o abandonavam, e SHIROBEI AKIAMA retirou-se para um templo onde impôs a si próprio uma meditação de cem dias.

Passeava certa manhã no jardim do templo enquanto nevava abundantemente. Escutava o estalido dos ramos das CEREJEIRAS quebrando sob o peso da neve acumulada. Súbito avistou um SALGUEIRO na margem de um riacho. O peso da neve curvava seus ramos, mas o tronco flexível logo se desembaraçava do seu fardo retornando a sua posição primitiva.

A solução surgiu-lhe imediatamente. Ao “positivo” devia opor-se com o “negativo”, ante a “força”, devia reagir com a “flexibilidade”.

A partir desta observação o ancião compreendeu o valor da expressão “NÃO RESISTÊNCIA”, é o princípio fundamental do Judô veio a nascer. Portanto, o princípio fundamental do Judô é: “CEDER PARA VENCER”, sempre calcado na expressão “SEI-RYOKU-ZEN-YO”, que significa “O MELHOR USO DA ENERGIA”.

Jigoro Kano, fisicamente mais fraco que os demais lutadores de Jiu-Jitsu (Ju-Jitsu), de onde se originou o Judô, aos 22 anos (1882), para se fortalecer, estudou vários estilos de Jiu-Jitsu (Ju-Jitsu). Com TEINO SUKE YAGI, aprende os princípios do JiuJitsu. Mais tarde, estuda com HASHINOSUKE FUKUDA, MASATOMO ISSO e TSUNETOSHI IKUBO. Pesquisador profundo, ao longo de seu treinamento, foi encontrando os pontos frágeis nos estilos praticados. Todavia, conservou os pontos que no seu conjunto eram indispensáveis.

Era necessário criar uma arte marcial que aperfeiçoasse tanto o corpo como o espírito. Assim, Jigor Kano foi criando bases para um novo estilo de luta.

Do estilo Tenjin-Shin-YÔ, tomou e aperfeiçoou as técnicas de solo (Katame-Waza), do estilo Kitô, as técnicas de projeção (Nague-Waza). Eliminou os pontos fracos, acrescentou novas técnicas, adaptando-as para a sociedade da época. Adicionou também as técnicas do Jiu-Jitsu pricípios pedagógicos e morais que tornaram o JUDÔ um dos mais eficazes auxiliares na educação dos jovens. Nos colégios do Japão, foi ele introduzido como disciplina curricular, alcançando êxito invulgar. Com isso surgiram os exercícios livres: TANDOKU-RENSHYU “Treino sem Parceiro” (treinamento individual que consiste em adquirir automatismo, velocidade e coordenação, adversário imaginário)”; Yaku Soku-Geiko “Treino sobre deslocamentos rápidos” (forma de treinamento com aplicação de uma técnica sem que o adversário ofereça resistência, em deslocamento)”; Kakari-Geiko Treinamento de Bloqueios e Esquivas” (treinamento que visa preparar o praticante ofensivamente, com o adversário realizando movimentos de Tai-Sabaki (esquivas), proporcionando uma maior dificuldade no encaixe da técnica); Randori “Combate Livre” (treinamento em dupla onde ambos os praticantes aplicam as técnicas e esquivas, visando a projeção do adversário ou evitar que seja projetado, em deslocamento); Shiai “Combate Real” (é a competição propriamente dita).

Para seu estilo de defesa e luta, Jigoro Kano (1882), denominou JUDÔ. O mesmo “Ju” de JU-Jitsu, agora acrescentando o “DO”. Literalmente, JUDÕ quer dizer “CAMINHO SUAVE”, ou seja, “JU” (suave) e, “DO” (caminho).

Jigoro Kano criou seu primeiro local de treino (DOJO) denominado KODOKAN (Escola do Caminho da Vida), onde, “KO” quer dizer vida, filosofia; “DO” caminho e, “KAN” escola.

O Judô se difere do Jiu-Jitsu (Ju-Jitsu), arte,marcial de onde o Judô se originou, fundamentalmente em três (03) pontos:



  • Condicionamento (Preparação Física);

  • Competição;

  • Adestramento Espiritual (Filosofia).

A filosofia do Judô é a formação de pessoas educadas, mente calma e corpo

fisicamente preparado para o “trabalho”. Pessoas prestativas, humanas e dignas que trabalhem para o bem comum, perfeitamente simbolizada pela expressão “JITA-KYO-EI” que significa “AMIZADE E PROSPERIDADE MÚTUA”.

O Judô chegou no Brasil com a imigração japonesa, em 1908. A figura principal foi o Mestre Mitsuyo Maeda, mais conhecido como Conde Koma, que ofereceu seus serviços à Academia Militar, ensinando Judô aos integrantes do Exército Nacional.

O Judô tornou-se esporte olímpico em 1964, nas Olimpíadas de Tóquio (Japão).

No Brasil temos como órgão máximo diretivo das atividades relacionadas ao Judô a C.B.J. (Confederação Brasileira de Judô), criada em 18 de março de 1969, homologada em 1972, a qual compete dirigir, orientar e fiscalizar a prática do Judô em todo território nacional, bem como desenvolver o sentimento de brasilidade, a educação moral e cívica entre os que militam neste desporto.


Regras Básicas para o aperfeiçoamento do judô:

    1. Disciplina;

    2. Respeito;

    3. Educação;

    4. Desenvolvimento da força física;

    5. Desenvolvimento da inteligência . da moral e do espírito.


2. ESTRUTURAÇÃO DO JUDÔ
O Judô é estruturado nas seguintes ciências.
“Mecânica” (Antropomecânica): fornece os conhecimentos necessários à exploração do equilíbrio e das forças naturais exteriores; força adversária, equilíbrio dos graves, movimentos e inércia. Apresenta capítulos da cinemática, da estatística e dinâmica. A mecânica é tão fundamental para o estudo do Judô que todas as suas ciências correlatas devem ser consideradas tanto quanto possível do ponto de vista mecânico.

“Biologia” (Anatomia e Fisiologia): revela os pontos vulneráveis do corpo humano e, em conjunto com a mecânica, o processo mais eficaz de atuar sobre eles visando provocar dor ou lesão, podendo esta ser orgânica, funcional ou orgânica-funcional.

“Psicologia”: é de máxima importância, porque é sempre o “espírito” que combate, sendo o corpo mero instrumento.

“Metafísica”: estuda a ação do espírito sobre o corpo, que é assombrosa, devidamente cultivada durante anos “Zen”, conjuntamente com os exercícios físicos do Judô, acaba por realizar feitos maravilhosos, incompreensíveis e quase quiméricos aos olhos do espectador desavisado.
3. GRADUAÇÕES (FAIXAS) NO JUDÔ


- Faixa Branca (iniciantes)

- Faixa Preta (ShoDan – 1° Dan)

- Faixa Cinza

- Faixa Preta (NiDan – 2° Dan)

- Faixa Azul

- Faixa Preta (SanDan – 3° Dan)

- Faixa Amarela

- Faixa Preta (Yon Dan – 4° Dan)

- Faixa Laranja

- Faixa Preta (GoDan – 5° Dan)

- Faixa Verde

- Faixa Vermelha/Branca (Coral) – 6° Dan

- Faixa Roxa

- Faixa Vermelha Branca (Coral) – 7° Dan

- Faixa Marrom

- Faixa Vermelha Branca (Coral) – 8° Dan




- Faixa Vermelha – 9° Dan




- Faixa Vermelha – 10° Dan




- Jigoro kano (único Faixa Vermelha – 12°Dan)



4. FUNDAMENTOS DO JUDÔ
4.1 – Shizei (Posturas)


  • Shizen-Tai: Posição natural fundamental: pés afastados lateralmente (+ ou – na abertura dos ombros), pernas estendidas e, braços estendidos paralelamente ao tronco.

  • Migui-Shizen-Tai: pés afastados lateralmente (+ ou - na abertura dos ombros), pernas estendidas com a direita à frente.

  • Hidari-Shizen-Tai: pés afastados lateralmente (+ ou – na abertura dos ombros), pernas estendidas com a esquerda à frente.

  • Jigô-Tai: posição fundamental de defesa: pés afastados lateralmente (+ ou – na abertura dos ombros), joelhos semiflexionados, braços estendidos paralelamente ao tronco.

  • Migui-Jigô-Tai: pés afastados lateralmente (+ ou – na abertura dos ombros), joelhos semiflexionados, perna direita à frente, braços estendidos paralelamente ao tronco.

  • Hidari Jigô-Tai: pés afastados lateralmente (+ ou – na abertura dos ombros) joelhos semiflexionados, perna esquerda à frente, braços estendidos paralelamente ao tronco.

  • Shokoritsu: calcanhares unidos (sinal de harmonia), ponta dos pés ligeiramente afastados, pernas estendidas, braços estendidos paralelamente ao tronco.

  • Sei-Za: posição ajoelhada, sentado nos calcanhares, halux (dedo maior do pé) direito sobre o esquerdo.




  • A-Gura: sentado, pernas flexionadas e cruzadas (“posição de índio”).



4.2 – Rei-Ho (Saudações)


  • Ritsu-Rei (Saudações em pé): partindo da posição de “Shokoritsu”, realiza-se uma pequena flexão de tronco (olhando para o solo), escorregando-se as mãos suavemente até o ponto das coxas.

  • Za-Rei (Saudação ajoelhado): partindo da posição de “Sei-Za”, realiza-se uma pequena flexão de tronco 9sem tirar o quadril dos calcanhares), escorregando-se as mãos (palmadas com os dedos fechados) até o solo fazendo um formato triangular.


4.3. Shintai (Deslocamentos)


  • Ayumi-Ashi: passo normal

  • Tsuri-Ashi: passo normal arrastado

  • Tsugui-Ashi: passo emendado

  • Yoko-Shintai: deslocamento lateral


4.4 . Kumi-Kata (Pegadas no Judogui):
O que caracteriza o lado de uma pegada, é sempre a mão que está segurando a gola

(lapela) do judogui adversário, são elas:



Pegadas Permitidas





  • Migui-Kumi_Kata: mão direita na lapela esquerda do adversário e, mão esquerda

na manga direita do adversário;


  • Hidari-Kumi-Kata: mão esquerda na lapela direita do adversário e, mão direita na manga esquerda do adversário;

  • Morotê-Kumi-Kata: pegada nas duas lapelas (golas) do adversário;

  • Sode-Kumi-Kata: pegada nas duas mangas do adversário

Pegadas Temporárias (até 05 segundos)


  • Eri-Kumi_Kata: gola e manga do mesmo lado;

  • Obi-Kumi-kata: pegada na faixa (unilateral ou bilateral);

  • Zumbo-Kumi-Kata: pegada na calçca (unilateral ou bilateral).



Pegadas Proibidas

Por serem “proibidas”, o atleta que realizar qualquer uma delas estará sujeito às penalidades previstas nas regras internacionais de arbitragem:



  • Torniquete

  • Por dentro da Manga (unilateral ou bilateral)

  • Por dentro da perna da calça (unilateral ou bilateral)

“Obs”: O JUDOGUI (Quimono de Judô) é composto por três partes as Wagui (parte superior, jaqueta), Zumbo (calça), Obi (faixa).
4.5 - Ukemi-Waza (Técnicas de amortecimento de quedas)


  • Mãe-Ukemi-Waza: Técnica de amortecimento de queda frontal, queda de frente;

  • Ushiro-Ukemi-Waza: Técnica de amortecimento de queda dorsal, queda para trás;

  • Migui-Yoko-Ukemi_Waza: Técnica de amortecimento de queda lateral esquerda;

  • Hidari-Yoko-Ukemi-Waza: Técnica de rolamento sobre o ombro esquerdo;

  • Migui-Zempo-Kaiten-Ukemi-Waza: Técnica de rolamento sobre o ombro direito;

  • Hidari-Zempo-Kaiten-Ukemi-Waza: Técnica de rolamento sobre o ombro

esquerdo.


4.6. Tai-Sabaki (Movimento de giro do corpo, esquivas)


  • Mãe-Mawari-Migui-Tai-Sabaki (360°): giro com movimento para a frente à

direita

  • Mãe-Mawari-Hidari-Tai-Sabaki (360°): giro com movimento para a frente à

esquerda;

  • Ushiro-Mawari-Migui-Tai-Sabaki (360°): giro com movimento para trás à

direita;

  • Ushiro-Mawari-Hidari-Tai-Sabaki (360°): giro com movimento par a trás à

esquerda;

  • Yoko-Mawari-Migui-Tai-Sabaki (90°): semigiro lateral à direita;

  • Yoko-Mawari-Hidari-Tai-Sabaki (90°): semigiro lateral esquerda;


4.7. Happo –No-Kuzushi (Desequilíbrio nas 08 direções):
O desequilíbrio pode acontecer em oito direções, sempre levando-se em

consideração a lateralidade do “Uke” são eles:


1°) Mãe-Kuzushi: desequilíbrio para a frente;

2°) Ushiro-Kuzushi: desequilíbrio para trás;

3°) Yoko-Migui-Kuzushi: desequilíbrio para o lado direito;

4°) Yoko-Hidari-Kuzushi: desequilíbrio para o lado esquerdo;

5°) Mãe-Sumi-Migui_Kuzushi: desequilíbrio na diagonal direita para frente;

6°) Mãe-Sumi-Migui-Kuzushi: desequilíbrio na diagonal esquerda para frente;

7°) Ushiro-Sumi-Migui_Kuzushi: desequilíbrio na diagonal direita para trás;

8°) Ushiro-Sumi-Hidari-Kuzushi: desequilíbrio na diagonal esquerda para trás.








5. DIVISÃO DAS TÉCNICAS


  • Nague-Waza

(Téc. de Projeção)


  • Tati-Waza

(Téc. de Pé)



  • Te-Waza- (Téc. Mão e Braço)

  • Koshi-Waza (Téc. Quadril)

  • Ashi-Waza(Téc. Pé e Perna)



  • Sutemi-Waza * Ma-Sutemi-Waza(Dorsal)

(Téc. de Sacrifício) *Yoko-Sutemi-Waza (lateral
* Ossae-Komi_Waza (Técnicas de Imobilização)

Katama-Waza * Shime-Waza (Técnicas de Estrangulamento)

(Técnicas de Solo) * Kansetsu-Waza (Técnicas de luxação)

6. GO-KYO (OS CINCO ENSINAMENTOS)
* Daí-Kyo (Primeiro Grupo)
 De-Ashi Barai = varrer a perna da frente

 Hiza-Guruma = Girar pelo joelho

 Sassae-Tsuri-Komi-Ashi= entrar levantando e sustentando com a perna

 Uki-Goshi= flutuar com o quadril

 O-Soto Gari = Grande gancho por fora

 O-Goshi = Grande Quadril

 O-Uchi-Gari = Grande gancho por dentro

 Seoi-Nague = Carregar e jogar


7. SHIAI-JO (ÁREA DE COMPETIÇÃO)
A quadra de competição deverá ter as dimensões de 14m X 14 m, devendo ser recoberta por tatamis (peças retangulares com medidas de 1,83m X 0,91m, feitos de palha trançada e prensada ou espuma prensada).

A quadra de competição deverá der dividida em duas áreas, a demarcação entre essas duas áreas será chamada “Área de Perigo” e, deverá ser indicada por uma seqüência de tatamis vermelhos, de uma largura aproximada de 0,91 m. Esta área colorida constituirá parte integrante da área de combate e será paralela aos quatro lados da quadra de competição.

A área interior, incluindo a área de perigo, será denominada área de combate e sempre terá as dimensões mínimas de 8m X 8m ou máximas de 10m X 10m. A área exterior à zona de perigo é denominada área de proteção e terá uma largura de 3m.

Uma fita adesiva azul e outra branca, de aproximadamente 10 cm de largura por 50 cm de comprimento, será fixada no centro da área de combate a uma distância de 4m entre si, com a finalidade de indicar as posições onde os competidores devem iniciar e encerrar o combate (cada atleta se colocará na fita de cor correspondente à cor de sua faixa diacrítica), sendo que a fita adesiva azul deverá sempre estar à direita do árbitro.

Quando forem utilizadas duas ou mais área de competição contígua geralmente será permitida uma área de proteção de 4m no mínimo. Uma zona livre de no mínimo ao redor da quadra de competição.

Os tatamis que constituem a superfície do Shiai-Jo (Quadra de Competição) devem ser alinhados, sem espaços entre si, em superfície lisa e fixados de forma que não possam separar-se.


8. EQUIPAMENTOS DO SHIAI-JO
8.1 – Cadeiras

Duas cadeiras leves serão colocadas na área de competição em cantos diagonalmente opostos e, e, posição que não obstrua a visão do placar aos árbitros laterais e anotadores.


8.2 – Placares

Para cada área de combate deverá haver dois placares (cada um corresponde a um dos competidores) que indiquem a pontuação horizontalmente e que não excedam a 0,90m de altura. Deverão estar localizados fora da área de competição de tal forma que possam ser facilmente vistos pelos árbitros, oficiais e espectadores.

As pontuações correspondentes às penalidades serão diretamente convertidas nos placares, além disso, os placares terão um dispositivo que possa registrar as penalidades aos competidores.

Para o registro do 1° e 2° exame médico, deverá haver duas plaquetas para cada competidor, respectivamente com cruzes vermelhas e brancas.

Quando forem utilizados placares eletrônicos, os placares manuais deverão estar disponíveis para o controle.
8.3 – Cronômetros

Serão necessários os seguintes cronômetros:


 Duração do Combate --------------------------------(01)

 Ossae-Komi ------------------------------------------(02)

 Reserva------------------------------------------------(01)
* Obs.: “Quando se utilizar cronômetros eletrônicos, também serão usados cronômetros manuais para controle e reserva.”
8.4 – Bandeiras (Cronometristas)
Os cronometristas usarão as seguintes bandeiras:

* Amarela ------------------------------------- duração do combate

* Azul ------------------------------------------ Ossae-Komi

Não será necessário usar as bandeiras amarela e azul, quando existir marcador eletrônico indicando a duração do combate e a duração do Ossae-Komi. No entanto, estas bandeiras estarão disponíveis como reserva.
8.5 – Sinal de fim de tempo do combate
Haverá uma campainha ou dispositivo sonoro semelhante para indicar ao árbitro central o fim do tempo regulamentar do combate.
8.6 – Sinal de fim de tempo de Ossae-Komi
Deverá ser utilizado um sinal sonoro diferente daquele utilizado para anunciar o fim do tempo de combate.
8.7 – Quimonos Azuis e Brancos
Cada competidor deverá utilizar um judogi de cor azul e o outro de cor branca juntamente com sua faixa de graduação. O primeiro a ser chamado para o combate colocará o judogi de cor azul e, conseqüentemente se posicionará à direita do árbitro central. O segundo estará utilizando o judogi de cor branca, posicionando-se à esquerda do árbitro central.

9. O UNIFORME (JUDOGUI)
O Judogui (Quimono de Judô), é dividido em três partes, são elas:

Wagui ------------------------------------------------- parte superior, “jaqueta”;

Zumbo ------------------------------------------------ parte inferior, calça;

Obi ----------------------------------------------------faixa.


Os judocas apresentar-se-ão de Judogui que apresentem as seguintes condições:


  • Tecido resistente de algodão ou material similar, em boas condições (sem rasgos ou emendas);

  • Um de cor branca ou quase branca e outro azul (***);

  • Serão aceitas as seguintes siglas ou marcas:

- Sigla olímpica nacional nas costas do Wagui, emblema nacional no peitoral esquerdo do Wagui medindo no máximo 10 cm X 10 cm, marca registrada do fabricante no frontal baixo do Wagui medindo no máximo 2,50 cm X 2,50 cm, listras nos ombros desde o pescoço sobre os ombros e descendo verticalmente de ambos os lados medindo no máximo 25 cm de comprimento por 5 cm de largura, nome do competidor pode ser bordado na faixa, na parte inferior frontal do Wagui e, na parte superior frontal do Zumbo, devendo medir no máximo 10 cm.

Também é permitido bordar o nome do judoca ou sua abreviatura com um máximo de 7 cm de altura acima da sigla olímpica.
* O Wagui será suficientemente comprido para cobrir as coxas, deverá atingir a altura dos punhos estando os braços estendidos paralelamente ao tronco. Deverá ser suficientemente comprido para cobrir as coxas, deverá atingir a altura dos punhos estando os braços estendidos paralelamente ao tronco. Deverá ser suficientemente folgado no sentido de poder ser cruzado na altura da parte inferior da caixa torácica com uma sobreposição de no mínimo 20 cm. As mangas do Wagui no máximo atingirão as articulações dos punhos e, no mínimo estarão distantes 5 cm dessas articulações. Entre as mangas e o braço deverá existir uma folga de no mínimo 10 cm.
* O Zumbo sem qualquer marca será suficientemente comprido para cobrir as pernas. No máximo atingirão as articulações dos tornozelos e, no mínimo estarão distantes 5 cm dessas articulações. Entre a perna da calça e a perna do judoca deverá ter uma folga de no mínimo 15 cm.
* Uma faixa (Obi) forte de 4cm a 5cm de largura, cuja cor corresponda à graduação do judoca, deverá ser amarrada sobre o Wagui na altura da cintura e atada com um nó duplo suficientemente apertado para impedir que o Wagui se solte e, com um comprimento que permita dar voltas ao redor da cintura sobrando duas pontas de 20cm a 30 cm a partir do nó.
* As mulheres deverão vestir por baixo do Wagui uma camisa branca ou quase branca de mangas curtas e tecido forte, com comprimento suficiente para ser colocada por dentro da calça.
* Obs.: Se o Judogui não cumprir estes requisitos, o árbitro central deverá pedir ao judoca para trocá-lo por outro que atenda as especificações no menor tempo possível. No sentido de comprovar se as mangas do Wagui preenchem as condições estabelecidas, o árbitro pedirá ao judoca para elevar os braços estendidos horizontalmente à frente e, procederá a verificação. Ademais, para assegurar-se que as mangas do Wagui são suficientemente folgadas, o árbitro pedirá ao judoca para elevar e flexionar os cotovelos a 90°.

Após o início do combate, caso alguma parte do Judogui tenha que ser trocada fora da área de competição e, o árbitro lateral tenha que acompanhar o judoca que não seja do mesmo sexo, o Diretor Técnico deverá designar um oficial do mesmo sexo para acompanhar o judoca.



10. ARBITRAGEM
O combate será dirigido por um árbitro central e dois árbitros laterais. Os árbitros (Central e Laterais) serão auxiliados pelos anotadores, registradores e cronometristas.
10.1 – Posição e Função do Árbitro Central
De forma geral, o árbitro central deverá permanecer na área de combate. Deverá dirigir os combates e proferir os resultados. Deverá também certificar-se de que suas decisões sejam registradas no placar. Quando o árbitro central anunciar uma pontuação, mantendo o gesto e sem perder de vista os competidores, deverá localizar-se de tal forma que lhe seja possível verificar a opinião do árbitro lateral melhor localizado em relação ao lance. Em alguns casos de ne-waza, por exemplo, quando os rostos dos competidores estiverem do lado de fora, o árbitro central pode observar a ação estando na área de proteção.

Antes de arbitrar um combate, os árbitros devem familiarizar-se com o som da campainha ou com o meio indicado para determinar o fim do combate da área em que forem atuar. Quando assumirem o controle de uma área de competição, os árbitros devem assegurar-se de sua superfície esteja limpa e em boas condições, que não haja abertura entre os tatamis, que as cadeiras dos árbitros laterais estejam em posição e que os competidores estejam de acordo com o estabelecido. Os árbitros devem assegurar-se de que não haja espectadores, torcedores ou fotógrafos em posição que possa interferir no bom andamento do combate.


10.2 – Posição e Função dos Árbitros Laterais
Os árbitros laterais devem dar assistência ao árbitro central e estarem sentados um em frente ao outro em ângulos opostos, fora da área de combate. Cada árbitro lateral deverá indicar sua opinião fazendo o gesto oficial apropriado, sempre que discordar do árbitro central sobre uma pontuação ou penalidade anunciada.

No caso do árbitro central anunciar uma pontuação superior a assinalada pelos árbitros laterais, para o resultado de uma técnica ou uma penalidade, deverá ajustar sua pontuação à do árbitro lateral que indicou a mais alta pontuação. Sendo esta pontuação inferior à dos árbitros laterais, deverá ajustar sua marcação àquele que assinalou a mais baixa marcação.

Será mantida a marcação do árbitro central, caso cada um dos árbitros laterais assinale uma pontuação mais alta e outra mais baixa que a assinalada pelo árbitro central. Quando os árbitros laterais assinalarem opiniões diferentes do árbitro central e este não perceba, os dois se colocarão de pé, mantendo seus gestos até que o árbitro retifique sua decisão. Se depois de um tempo apreciável (alguns segundos) o árbitro central não perceba a posição de pé dos árbitros laterais, o que se encontra mais próximo deve, imediatamente, acercar-se do mesmo, informando-o da opinião majoritária.

Os árbitros laterais devem, com gestos apropriados, expressar suas opiniões, quanto à validade de qualquer ação nos limites ou fora da área de combate. As discussões poderão ser possíveis e, necessárias se o árbitro central ou lateral verificar que uma ocorrência não observada pelos outros árbitros poderia modificar a decisão, porém, sendo sua opinião minoritária, deverá estar seguro do que promove, a fim de evitar discussões desnecessárias. Os árbitros laterais devem observar se as pontuações marcadas pelos registradores estão de acordo com as pontuações anunciadas pelo árbitro central.

Quando um competidor tenha que se afastar temporariamente da área de combate, por uma razão considerada necessária pelo árbitro central, um dos laterais deverá acompanhar o competidor para que não ocorra nenhuma anomalia.
10.3 – Vozes e Gestos de comando
Ippon

Elevar o braço estendido, mão palmada e voltada para frente à altura da cabeça.

Waza-Ari

Elevar o braço lateralmente com a palma da mão voltada para baixo à altura do ombro.

Waza-Ari-Awasete-Ippon

Primeiro assinalar Waza-ari e, depois o gesto de Ippon.


Yuko

Elevar o braço com a palma da mão voltada para baixo, lateralmente a 45° do corpo.

Koka

Elevar o braço flexionado, mão palmada para a frente, à altura do ombro.

Ossae-Komi

Estender o braço em direção aos competidores com a mão palmada para baixo. Caracteriza o início da imobilização.

Toketa

Elevar a mão para frente e agitar com o tronco inclinado. Quando descaracteriza a caracterização.

Hiki-Wake (Empate)

Elevar o braço estendido, mão palmada (polegar para cima) e abaixa-lo entre os competidores. Só acontece em competições por equipe.

Matte (Gesto de mandar parar o cronômetro de luta).

Elevar o braço à altura do ombro (paralelo ao tatami) mão palmada para frente, em direção ao cronometrista.

Sono-Mama (estátua – parar como está)

Se inclinar para frente e tocar ambos competidores com as palmas das mãos. Só pode ser aplicado quando em luta de solo.

Yoshi (Gesto para reiniciar a luta após Sono-Mama )

Tocar firmemente ambos os competidores com as mãos, pressionando-os.

Torikeshi (Gesto para retirar pontuações ou penalidades indevidas)

Manter o gesto anunciado e, com o outro braço elevado e flexionado agita-lo.

Hantei (Não é mais utilizado)

Elevar o braço estendido com a palma da mão voltada para dentro.

Gathi (Ato de dar a vitória – indica o vencedor)

Elevar o braço estendido, mão palmada e, indicar o vencedor.

Ajustar o Judoqui ( gesto para arrumar o judoqui – Kmono)

Cruzar as mãos palmadas à altura da faixa.

Não combatividade

Girar os antebraços (molinete).

Aplicar penalidades

Identificar a penalidade e, apontar o dedo indicador ao tórax do infrator.

Falso ataque

Estender os braços horizontalmente à frente.


10.4 – Pontuações
Ippon: o árbitro anunciará Ippon, quando, na sua opinião, uma técnica que corresponda ao seguinte critério:

* obter o 2° Wazar – dentro da mesma luta;

* quando um competidor, com controle, projetar o adversário nitidamente sobre sua escápula, com considerável força e velocidade.

* quando um competidor imobilizar seu adversário (Ossae-Komi) de maneira que ele não consiga livrar-se durante 25 “.

* quando um competidor render-se batendo 2 ou mais vezes com a mão ou pé ou pedir

Maitta (rendo-me).

* quando o efeito de uma técnica de Shime ou Kansetsu estiver suficientemente demonstrada.

* O adversário ser penalizado por Hamsoku-Make.

Waza-Ari: o árbitro anunciará Waza-Ari quando, na sua opinião, a técnica aplicada corresponde ao seguinte critério:

* quando um competidor, com controle, projetar o outro com no mínimo 2(dois) critérios do Ippon.

* quando um competidor imobilizar o outro (Ossae-Komi) por período maior ou igual a 20”, porém, menor que 25”.

Waza-Ari-Awassete-Ippon:

* se um competidor conseguir um segundo Waza-Ari no mesmo combate (dois Waza-Ari totalizam um Ippon).

* 2 (dois Waza-Ari dentro da mesma luta é igual a um Ippon).

Yuko: o árbitro comandará quando, na sua opinião, a técnica aplicada corresponda ao seguinte critério:

*quando um competidor com controle, projetar o outro em decúbito lateral e, com no mínimo um dos critérios de Ippon.

* quando um competidor imobilizar (Ossae-Komi) o outro por um período maior ou igual a 15”, porém menor que 20”.

*projetar o oponente sentado e este desequilibrar-se p/ trás.

Koka: o árbitro central anunciará Koka, quando na sua opinião, uma técnica corresponda ao seguinte critério:

* quando um competidor, com controle, projetar o outro sentado ou sobre a parte lateral de suas coxas.

*quando um competidor imobilizar (Ossae-Komi) o outro por um período maior ou igual a 10”, porém, menor que 15”.


Obs: Tempo inferior a 10” não é considerado Ossae-K omi”.
Equivalência – é a relação entre pontuações e penalidades.

* Ippon: caso um competidor seja penalizado com Hansoku-Make, o adversário será declarado vencedor.

*Waza-Ari: se um competidor for penalizado com Shido III, o adversário será beneficiado com um Waza-Ari.

*Yuko: se um competidor for penalizado com Shido II, o adversário será beneficiado com um Yuko.

*Koka: se um competidor for penalizado com Shido I, o adversário será beneficiado com um Koka.
10.5- Penalidades
- Shido “ I ’’: é dado ao competidor que tenha cometido uma infração leve:


    • evitar a pegada deliberadamente a fim de evitar o combate.

    • Adotar na posição de pé, uma excessiva postura defensiva.

    • Na posição de pé, após o Kumi-Kata, não realizar o ataque.

    • Falso a taque.

    • Permanecer sobre a área de perigo por mais de 10”.

    • Realizar o Kumi-Kata temporário por mais de 5”

-Shido “ II ”: é aplicado ao competidor que cometer uma falta séria, ou, ao competidor que já tenha sido penalizado com Shido I:

    • Realizar o Kumi-Kata proibido.

    • Aplicar Shime-Waza com a parte baixado Wagui ou com a faixa.

    • Aplicar uma tesoura e estender as pernas (tronco, cabeça, pescoço).

    • Bater com o joelho ou pé, mão ou braço para obrigar o adversário a soltar o Kumi-Kata.

    • Torcer os dedos do adversário para faze-lo soltar o Kumi-Kata.

    • Puxar o adversário diretamente para o solo (Ne-Waza).

    • Sair da área de combate.

- Shido “ III ’’: é aplicado ao competidor que cometer uma falta grave, ou, ao competidor que já tenha sido penalizado com Shido II:

    • Tentar projetar o adversário entrelaçando sua perna ou pernas e se jogar para trás sobre o adversário.

    • Aplicar Kansetsu-Waza em qualquer outra articulação que não seja a do cotovelo.

    • Hiperestenção da coluna (cervical, torácica ou lombar).

    • Desrespeitar as instruções do árbitro.

    • Desrespeitar o adversário.

- Hansoku-Make: é aplicada ao competidor que cometer uma falta muito grave, ou,

que já tenha sido penalizado com Shido III. Só pode ser aplicado em comum acordo

com os 3 árbitros.



    • Mergulhar de cabeça sobre o tatami flexionando-se para frente e para baixo ao aplicar uma técnica de Nague-Waza (Uchi-Mata; Harai-Goshi; etc.).

    • Estando agarrado por trás, jogar-se deliberadamente para trás, quando um dos dois tenha controle sobre os movimentos só outro.

    • Portar um objeto duro ou metálico.

**Obs.: O árbitro central somente poderá aplicar “Hansoku-make” após

consultar os árbitros laterais e, no mínimo um dos laterais concordar.
10.6- Tempo de combate
 Masculino (Sênior) ---------------------------------------- 05 minutos

 Masculino (Júnior) ---------------------------------------- 05 minutos

 Feminino (Júnior/Sênior) -------------------------------- 05 minutos

**Obs.: Todo competidor tem o direito de recuperação de 10 minutos no mínimo



entre um combate e outro.
10.7 – Tempo de Ossae-Komi (Imobilização)
-Ippon -------------------------------------- Total de 25”

-Waza-Ari --------------------------------- 20” ou mais, porém, menos de 25”

-Yuko ---------------------------------------15” ou mais, porém, menos de 20”

-Koka -------------------------------------- 10” ou mais, porém, menos de 15”.


**Obs.: Tempo inferior a 10” não será considerado Ossae-Komi, mas, igual a um

ataque.

Observação: Ao findar o tempo normal de combate e, o mesmo terminar empatado, o árbitro central pedirá aos competidores para ajustarem seus judogi caso necessário e terá início imediatamente um novo combate com todas as pontuações e marcações zeradas com um tempo máximo previsto de 5 minutos. Será vencedor aquele que pontuar primeiro (GOLDEN SCORE) , seja por pontuação, penalidade ou qualquer outra forma.
10.8 Tipos de Vitórias


    • Gathi -------------------------------------Vitória simples

    • Fusen-Gathi -----------------------------Vitória por ausência

    • Kiken-Gathi -----------------------------Vitória por abandono

    • Sogo-Gathi-------------------------------Vitória composta

    • Hansoku-Gathi--------------------------Vitória por Desclassificação

    • Hike-Wake-------------------------------Empate


11. VOCABULÁRIO
Dojo --------------------------------- academia, local de treino.

Jô-Seki------------------------------- autoridade

Rei-Ho ------------------------------ saudação

Rei ----------------------------------- cumprimento

Mokusso ---------------------------- meditação, concentração.

Za-Rei---------------------------------cumprimento ajoelhado

Ritsu-Rei-----------------------------cumprimento em pé

Shi-Ran-------------------------------mestre

Sensei---------------------------------professor

Seito----------------------------------aluno

Te-------------------------------------mão, braço

Koshi---------------------------------quadril

Waki----------------------------------axila

Hiza----------------------------------joelho

Ashi----------------------------------pé, perna

Hara----------------------------------abdômen

Sode----------------------------------manga

Obi-----------------------------------faixa

Kuzushi-----------------------------desequilíbrio

Tsukuri------------------------------preparo, encaixe

Kake---------------------------------aplicação, finalização

Migui--------------------------------direito

Hidari--------------------------------esquerdo

Yoko---------------------------------lado

Mãe----------------------------------frente

Sumi---------------------------------diagonal, ângulo.

Juji-----------------------------------cruzado

Tori----------------------------------judoca ativo (ataque)

Uke----------------------------------judoca passivo (defesa)

Morote------------------------------duas mãos

Uchi-Komi--------------------------treinamento de técnicas com repetições (caminho)

Waza---------------------------------técnica

Kata--------------------------------- forma

Randori------------------------------treino livre

Kangueiko--------------------------treinamento de sacrifício

Shiai---------------------------------luta de competição, de campeonato

Hen-Haku-Renka-Waza-------------técnica de seqüência

Ni-Dan-Gake--------------------------sequência de 2 técnicas

San-Dan-Gake------------------------sequencia de 3 técnicas

Kaeshi-Waza--------------------------contra-golpe

Shime----------------------------------estrangulamento

Kansetsu------------------------------luxação

Nague----------------------------------projeção

Yoko-----------------------------------lado

Wagui----------------------------------parte de cima do Judogui

Judogui--------------------------------quimono de judô

Zumbo--------------------------------calça do quimono

Sutemi---------------------------------sacrifício

Ma-Sutemi----------------------------sacrifício dorsal

Yoko-Sutemi--------------------------sacrifício lateral

Ossae-Komi---------------------------imobilização
Números:

1(ITI), 2( NI), 3(SAN), 4(CHI), 5(GO), 6(ROKU), 7(SHITI), 8(HATI), 9(KYU),

10(JYU).

12. BIBLIOGRAFIA
Minami, Keizi. Manual Prático de Judô – O Caminho Suave. Nova Sampa. São Paulo, s/d.
Duncan, Oswaldo. Judô-Luta no Chão (Katame-Waza). Tecnoprint. Rio de Janeiro, 1979.
Duncan, Oswaldo. Judô-Katas Para Exames de Faixa Preta. Tecnoprint. Rio de Janeiro, 1979.
Kudo, Kazuzo. Judô em Ação. Sol S/A São Paulo, 1977.
Filho, Albano Augusto Pinto Corrêa. Manual de Ataque e Defesa – P.M.M.G. Belo Horizonte, 1987.








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