Obras civis: Modelo


ANEXO VI - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS



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ANEXO VI - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS



LOTE 1

OBRA: URBANIZAÇÃO DA AVENIDA PATATIVA DO ASSARÉ E ENTORNO NO MUNICÍPIO DE SANTANA DO CARIRI.

LOCAL: AV. PATATIVA DO ASSARÉ E ENTORNO – SANTANA DO CARIRI/CE

MEMORIAL DESCRITIVO E ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

OBJETIVO

O presente caderno de encargos e especificações tem por objetivo nortear a URBANIZAÇÃO DA AVENIDA PATATIVA DO ASSARÉ E ENTORNO NO MUNICÍPIO DE SANTANA DO CARIRI.



PROJETOS

A execução da presente obra deverá obedecer à integral e rigorosamente aos projetos, especificações e detalhes fornecidos ao construtor com todas as características

icas necessárias à perfeita execução dos serviços.

NORMAS

Fazem parte integrante deste, independente de transcrição todas as normas, especificações e métodos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que tenham relação com os serviços objeto do contrato.



ASSISTÊNCIA TÉCNICA E ADMINISTRATIVA

O construtor se obriga, a atender, as responsabilidades legais vigentes, prestar toda assistência técnica e administrativa necessária, a fim de imprimir andamento satisfatório às obras e serviços.

A responsabilidade técnica da obra será de profissional pertencente ao quadro de pessoal e devidamente habilitado e registrado no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA, devendo a obra ser registrada pela empresa vencedora a partir da assinatura do contrato de execução da obra.

MATERIAIS, MÃO-DE-OBRA E EQUIPAMENTOS

Todo material a ser utilizado na obra será de primeira qualidade. A mão-de-obra deverá ser idônea, de modo a reunir uma equipe homogênea, que assegure bom andamento dos serviços. Deverá haver no Canteiro de Obras todo equipamento mecânico, manual e ferramentas necessárias ao desempenho dos serviços.



DISPOSIÇÕES GERAIS

Estas especificações têm por objetivo estabelecer e determinar as condições, tipos de materiais e procedimentos construtivos a serem empregados, bem como fornecer detalhes construtivos acerca dos serviços que ocorrerão por ocasião da obra.

Qualquer discrepância entre estas especificações e os projetos, a dúvida será dirimida pela fiscalização.

Ocorrerão por conta da empreiteira, todas as responsabilidades com as instalações da obra, tais como:

- Placa da obra;

- Livre abertura e conservação das vias de acesso;

- Ligações provisórias de luz e força;

- Locação da obra;

- Barracões para depósito e alojamentos;

- Escritório da obra.



1.0 SERVIÇOS PRELIMINARES:

1.1 Placa da Obra: Deverá ser confeccionada e colocada em local visível, a placa indicativa da obra, com os dados relativos ao Convênio, em modelo fornecido pela Secretaria das Cidades.

1.2 Locação da Obra: A obra deverá ser locada de acordo com os projetos técnicos apresentados utilizando-se do processo de locação por meio magnético, teodolitos e níveis, de modo a refletir perfeitamente o projeto de arquitetura.


2.0 DEMOLIÇÕES:

2.1 Retirada de Meio Fio de pedra granilítica: Por se apresentarem em mal estado de conservação, serão retirados todos os meios fios em pedra granilítica existente, localizados nos locais onde será realizada a urbanização.

2.2 Demolição das calçadas existentes: As calçadas existentes que serão padronizadas de acordo com o projeto de urbanização, deverão ser demolidas para a dar lugar a nova pavimentação em blocos de concreto intretravados coloridos.

3.0 MOVIMENTOS DE TERRA

3.1 Escavação Manual de Valas: Serão escavadas valas para assentamento dos meio fios delimitando o perímetro da praça, bem como seus canteiros, com seção transversal de 20 x 20 cm.

3.2 Reaterro apiloado: Após a colocação do meio fio, a vala deverá ser reaterrada com compactação manual de modo a garantir um bom suporte de carga nas proximidades do meio fio.

3.3 Retirada de Material demolido: Todo material remanescente de demolições e retiradas deverá ser removido e ter seu destino final em local adequado.

4.0– FUNDAÇÃO E ESTRUTURA:

A execução de infra estrutura se fará em rigorosa obediência às normas técnicas brasileiras em vigor atinentes ao assunto (NBR – 6122 e NBR – 6118).

Normas Gerais de Execução:

O concreto, quer preparado no canteiro quer pré-misturado (usinado), deverá ter resistência característica FCK compatível com a adotada no projeto.

Será feita dosagem experimental com o fim de estabelecer o traço do concreto para que este tenha a resistência prevista e boa condição de trabalhabilidade.

A dosagem experimental se fará atendendo o prescrito no item 8.3.1 da NBR 6118.

O controle tecnológico do concreto se fará abrangendo a verificação da dosagem, de trabalhabilidade, das características dos constituintes e da resistência mecânica, dentro do estipulado pelo item 8.4 da NBR 6118.

Será feito controle da resistência do concreto, com retirada de pelo menos um exemplar por semana e para 25m3. Cada exemplar consistirá em dois corpos de prova da mesma amassada e moldados no mesmo ato: a resistência de cada exemplar será o maior dos 2 valores obtidos no ensaio.

O construtor deverá apresentar à fiscalização os certificados do controle de resistência do concreto, emitidos por laboratório idôneo.

O construtor deverá manter permanentemente na obra, no mínimo uma betoneira e dois vibradores.

A capacidade mínima da betoneira será de 1 traço (consumo de 1 saco de cimento).

O amassamento do concreto da betoneira deverá durar o tempo necessário a permitir a homogeneização da mistura de todos os elementos. O tempo mínimo de amassamento em segundos será de 120, 60 ou 30 vezes a raiz quadrada de D, conforme o eixo da misturadora seja respectivamente inclinado, horizontal ou vertical, sendo D o diâmetro máximo da misturadora, em metros.

O transporte do concreto do local do amassamento para o de lançamento deverá ser feito de maneira tal que não acarrete desagregação ou segregação de seus elementos ou perdas por vazamento ou evaporação.

O concreto deverá ser lançado logo após o amassamento, não sendo permitido entre o fim do amassamento e o lançamento, intervalo superior a uma hora. A altura máxima de lançamento será de 2 metros. Não se permitirá o lançamento a descoberto em dias de chuva forte.

Utilizar calhas para “escoamento” do concreto para evitar quedas maiores que 2 metros.

No caso de peças altas e estreitas, concretar por janelas laterais nas formas.

Nos pilares ou outras peças altas, com o fim de evitar “ninhos” de pedra no pé dos mesmos, colocar no fundo da fôrma, uma camada de 10cm de argamassa de cimento e areia no mesmo traço cimento: areia do concreto a ser utilizado.

Durante e imediatamente após o lançamento o concreto deverá ser vibrado energicamente com equipamento adequado. O adensamento deverá ser cuidadoso, para que o concreto preencha todos os cantos da fôrma e para que não se formem ninhos ou haja segregação de materiais. Evitar-se-á vibração da armadura.

Quando o lançamento do concreto for interrompido e assim formar-se uma junta de concretagem, deverão ser tomadas as precauções necessárias para garantir, ao reiniciar-se o lançamento, a ligação do concreto já endurecido ao recém-lançado. Para isto, remover-se-á a nata e se fará a limpeza da superfície da junta. As juntas deverão ser localizadas onde forem menores os esforços de cisalhamento. A critério da fiscalização poderão ser usados adesivos estruturais, empregados de acordo com as instruções do fabricante.

Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deverá ser protegido contra agentes prejudiciais tais como mudanças bruscas de temperatura, secagem, chuvas fortes, agentes químicos, choques e vibrações.



4.1 Alvenaria de pedra argamassada em fundações: Os muros de arrimo serão executados em alvenaria de pedra, assentadas com argamassa de cimento e areia no traço de 1:6. Deverá possuir a face externa com perfeitamente alinhada e as juntas entre as pedras trabalhadas. Esta face não receberá revestimentos.

4.2 Alvenaria de pedra argamassada em muro: Os muros de arrimo serão executados em alvenaria de pedra, assentadas com argamassa de cimento e areia no traço de 1:6. Deverá possuir a face externa com perfeitamente alinhada e as juntas entre as pedras trabalhadas. Esta face não receberá revestimentos.

4.2/4.3 Armadura CA50 e CA60 : A execução das armaduras para concreto armado obedecerá rigorosamente ao projeto estrutural. Serão conferidas pela fiscalização após colocação nas fôrmas, verificando-se nesta fase se atendem ao disposto no projeto: quantidade de barras, tipo de aço empregado, dobramento, bitolas, posição nas fôrmas e recobrimento.

O aço deve obedecer ao disposto na NBR 7480 da ABNT e as condições de emprego do mesmo ao que determina a NBR 6118.

Os aços usados serão os para concreto armado CA50 e CA60.

A armadura deverá ser colocada no interior das fôrmas de modo que, durante o lançamento do concreto, se mantenha na posição indicada no projeto, conservando-se inalteradas as distâncias das barras entre si e entre as faces internas das formas. Permitir-se-á, para isso, o uso de arames e tarugos de aço ou de calços de concreto ou argamassa (“cocadas”). Não serão permitidos calços de aço cujo cobrimento, depois de lançado o concreto, tenha espessura menor que a prescrita A forma das laterais de cintas e vigas poderá ser retirada com no mínimo dez dias, a forma das sapatas e fustes de pilares poderão ser retiradas com 14 dias. A forma das lajes e pilares serão retiradas aos 28 dias após a concretagem.



4.4 Forma reta em compensado residano e=12mm utilização 3x: Toda a forma a ser usada, será de compensado resinado com espessura mínima de 12mm. O compensado deverá ser contraventado com sarrafos de virola ou madeira similar, afim de evitar embuchamento da forma. O escoramento deverá ser dimensionado pela empresa executora, de modo que resita a carga do concreto fresco e garanta a execução perfeita da peça a ser moldada.

A forma das laterais de cintas e vigas poderá ser retirada com no mínimo dez dias, a forma das sapatas e fustes de pilares poderão ser retiradas com 14 dias. A forma das lajes e pilares serão retiradas aos 28 dias após a concretagem.

Antes do lançamento do concreto as fôrmas deverão estar limpas, molhadas e perfeitamente estanques, a fim de evitar a fuga da nata de cimento

Deverá ser garantida a cura úmida durante todo o tempo decorrido entre a concretagem e 28 dias após.

4.5 Concreto para vibração fck=20mpa: Todo o concreto usado na infra estrutura será “virado” na própria obra usando-se betoneira de capacidade nunca inferior a 320 litros.

Os agregados brita e areia grossa, antes de utilizados devem ser submetidos à apreciação da fiscalização, para que esta aprove o uso dos mesmos. O cimento usado será o Portland 320 em sacos novos, sem resgos e sem indícios de umidade.

A empresa executora deverá realizar dosagem a ser usada e sumetê-la a teste de ruptura, em laboratório idôneo e o laudo submetido à fiscalização da obra. O FCK mínimo admitido será de 25,0 MPa.

PROJETOS

Será observada rigorosa obediência a todas as particularidades do projeto arquitetônico. Para isto deverá ser feito estudo das especificações e plantas, exames de normas e códigos.



ARMADURAS

As barras de aço não deverão conter excesso de ferrugem, manchas de óleo, argamassa a aderente ou qualquer outra substância que impeça a perfeita aderência ao concreto.

Antes e durante o lançamento do concreto as plataformas de serviço (balancins, andaime e etc.) deverão estar dispostas de modo a não provocarem deslocamentos das armaduras.

A armadura não poderá ficar em contato direto com a forma, obedecendo-se para isso, a distância mínima prevista pela NBR.

Deverão ser adotadas precauções para evitar oxidação excessiva das barras de espera. Antes do reinicio da concretagem elas deverão estar razoavelmente limpas.

AGREGADOS

Serão identificados por suas características, cabendo ao laboratório a modificação da dosagem diante referida quando um novo material indicado tiver características diferentes do agregado inicialmente empregado.

A areia deverá ser grossa lavada, sem impurezas.

A brita será Nº 1 e deverá prover de mineral granítico ou seixos.

Quando os agregados forem medidos em volume, as padiolas ou carrinhos, especialmente construídos, deverão trazer, na parte externa, em caracteres bem visíveis, o nome do material, o numero de padiolas por saco de cimento e o traço respectivo.

ÁGUA

A água considerada satisfatória para os fins aqui previstos será potável, limpa e isenta de ácidos, óleos, álcalis, sais, siltes, açucares, materiais orgânicos e outras substâncias agressivas ao concreto e que possa ocasionar alterações na pega do cimento.

Caso ocorra, durante a estação chuvosa uma turbidez excessiva de água, deverá ser providenciada decantação e filtragem.

CIMENTO

Não será conveniente, a critério da fiscalização, em uma mesma concretagem, a mistura de tipos diferentes de cimento, nem de marcas diferentes ainda que do mesmo tipo.

Não será conveniente o uso de traços de meio saco ou fração. Os volumes mínimos a misturar de cada vez deverão corresponder a 1 (um) saco de cimento.

FORMAS E ESCORAMENTOS

O dimensionamento das formas deverá ser feito de forma a evitar possíveis deformações devido a fatores ambientais ou provocados por adensamento do concreto fresco.

Antes do início da concretagem, as formas deverão estar limpas e estanques, de modo a evitar eventuais fugas de pasta.

As formas deverão ser molhadas até a saturação a fim de evitar a absorção de água de emassamento do concreto.

O escoramento deverá ser projetado de modo a não sofrer, sob a ação do peso próprio, do peso da estrutura e das cargas acidentais que possa durante a execução da obra, deformações prejudiciais a forma da estrutura ou que possam causar esforços no concreto na fase de endurecimento.

Pontaletes com mais de 03 (três) metros de comprimentos deverão ser contraventados, salvo se for demonstrada a desnecessidade dessa medida, para evitar flambagem.

Deverão ser tomadas as precauções necessárias para evitar recalques prejudiciais provocados no solo ou na parte da estrutura que suporta o escoramento, pelas cargas por este transmitidas.

EXECUÇÃO

Os traços deverão ser calculados de maneira a atingir o FCK exigido pelo calculo estrutural, sendo realizado durante todo o processo de concretagem testes de prova de acordo com normas da NBR.



5.0 PAREDES E PAINÉIS

5.1 Alvenaria tijolo cerâmico furado (9x19x19cm) com argamassa mista c/ cal hidratada e=10cm: A vedação será executada com alvenaria de tijolos cerâmicos furados, com 8 furos, de primeira qualidade, assentados com argamassa mista de cimento, cal e areia média no traço 1:2:8.

Toda tubulação a ser embutida nas paredes deverá ser envolvida em seu perímetro com argamassa de cimento e areia grossa no traço 1:4.

Nas passagens de porta e janela deverá ser executado vergas em concreto armado nas dimensões apresentadas em projeto.

6.0 TELHADO

6.1 Madeiramento para telha cerâmica: : Todo madeiramento deverá ser feito em madeira de lei, executado por profissional habilitado de maneira que as emendas de linhas, caibros e ripas, seja o melhor possível. Toda emenda de linha deverá ser executada sobre apoio das alvenarias, as emendas de ripas sobre apoio das linhas e as das ripas sobre apoio dos caibros.

6.2 Telha cerâmica cor bege: O telhamento será executado com telha de cerâmica de barro bem cozidas, de boa resistência e com coloração unificada. Deverá ter um perfeito alinhamento de fiadas.

7.0– REVESTIMENTO DE PAREDES:

7.1 Chapisco com arg. de cimento e areia s/ peneirar traço 1:3 esp= 5mm p/ parede: Antes de serem revestidas todas as alvenaria serão devidamente chapiscadas com argamassa de cimento e areia grossa no traço 1:3. Toda a superfície deverá receber uma camada de chapisco em torno de 5mm de espessura.

7.2 Chapisco com argamassa de cimento e areia sem peneirar traço 1:4 p/ teto: Antes de ser revestido o forro será devidamente chapiscado com argamassa de cimento e areia grossa no traço 1:4.

7.3 Emboço c/ argamassa de cal hidratada e areia s/ peneirar traço 1:3 esp=5mm p/ parede: Após receber uma camada de chapisco, as alvenarias serão revestidas com argamassa de cimento e areia fina no traço de 1:3. A superfície final do emboçamento deverá se apresentar perfeitamente a prumo e lisa, o que deverá ocorrer pelo corte do excesso de argamassa por meio de régua de alumínio e posterior alisamento com desempenadeira de aço ou madeira e esponjamento. Nos locais onde serão assentadas cerâmicas ou pedras cariri, o esponjamento não deverá ser realizado, para permitir uma melhor aderência da argamassa de assentamento.

7.4 Reboco c/ arg.de cal em pasta e areia peneirada traço 1:3 esp=5mm p/ parede: Deverá ser executado em argamassa de cimento e areia, traço 1:7 ou argamassa de cal e areia fina, traço 1:3, com adição de 50 kg de cimento por metro cúbico de argamassa. Será cortado, desempenado e esponjado, devendo apresentar parâmetros perfeitamente lisos e aprumados.

7.5 Reboco c/ arg. de cal em pasta e areia peneirada traço 1:4 p/ teto:

7.6 Cerâmica 30x30 PEI IV: Nos locais indicados em projeto, serão assentadas cerâmicas esmaltadas dimensões de 30x30 cm, com argamassa de cimento colante de boa qualidade. As juntas de assentamento deverão ser de 20mm. As cerâmicas deverão formar fiadas verticais perfeitamente a prumo e horizontais perfeitamente niveladas. A cerâmica a ser assentada deverá ser de um mesmo lote de fabricação, possuir PEI IV e ser de 1ª qualidade.

Serão usadas cerâmicas das marcas Elizabeth, Portobello ou Eliane de boa qualidade e certificado pela ABNT.



7.7 Rejuntamento de cerâmica: Após o assentamento, as juntas das cerâmicas serão rejuntadas com argamassa pré-fabricada própria para este fim. A argamassa de rejuntamento será pressionada nas juntas para que as mesmas fiquem devidamente preenchidas e após isso será procedido o acabamento com um cotovelo de PVC d=20mm, para tornar a superfície final da junta uniforme e boleada.

7.8 Pedra Cariri Filetada: As alvenarias indicadas em projeto arquitetônico serão revestidas com pedra cariri filetada, com argamassa de cimento e areia no traço 1:3.

7.9 Divisória em granito cinza e:3cm:

8.0 PINTURA

8.1 Emassamento em paredes externas 2 demãos com massa acrílica: As paredes externas receberão duas demãos de massa acrílica, devidamente lixadas e perfeitamente niveladas.

8.2 Latex 3 demãos em paredes externas: As paredes externas após serem emassadas, receberão duas demãos de látex exterior, na cor definida pela fiscalização. A pintura deverá apresentar um aspecto uniforme e aveludado, sem manchas e sem imperfeições.

8.3 Verniz 3 demãos em esquadrias e pérgolas de madeira:

8.4 Esmalte 2 demãos em guarda corpo de ferro:

8.5 Verniz 3 demãos em esquadrias e pérgolas de madeira:

8.6 Esmalte 2 demãos em guarda corpo de ferro:

9.0- ESQUADRIAS

9.1 Porta Externa de Cedro lisa completa uma folha (.90x2.10)m:

9.2 Porta para box em madeira compensada revestida com laminado branco (.60x1.80)m:

9.3 Porta para box em madeira compensada revestida com laminado branco (.90x1.80)m:

9.4 Janela de madeira maciça – 2 folhas (1.10x1.80)m:

9.5 Janela de alumínio e vidro de correr– 4 folhas(0.50x2.00)m:

10.0 PAVIMENTAÇÃO

10.1 Colchão de areia: A pavimentação em blocos intertravados de concreto colorido deverá ser executada sobre colchão de areia grossa, limpa e com espessura indicada em projeto, nunca inferior a 20 cm.

10.2 Lastro de Concreto: Será executado CONTRAPISO em concreto simples em toda a área prevista em projeto. O traço a ser usado deverá ser 1:3:6 (cimento, areia grossa e brita 19mm ) com espessura mínima de 6cm. Deverá ser perfeitamente nivelado.

O lastro será executado após o assentamento de todas as tubulações.

O concreto deverá ser lançado sobre a camada do aterro regularizado, apiloado e com as canalizações já assentadas, colocando-se gabaritos para determinar a espessura projetada.

Adensar o concreto com soquete de madeira seção de 20x20cm.



10.3 Cerâmica 30x30 PEI IV: Nos locais indicados em projeto, serão assentadas cerâmicas esmaltadas dimensões de 30x30 cm, com argamassa de cimento colante de boa qualidade. As juntas de assentamento deverão ser de 20mm. As cerâmicas deverão formar fiadas verticais perfeitamente a prumo e horizontais perfeitamente niveladas. A cerâmica a ser assentada deverá ser de um mesmo lote de fabricação, possuir PEI IV e ser de 1ª qualidade.

Serão usadas cerâmicas das marcas Elizabeth, Portobello ou Eliane de boa qualidade e certificado pela ABNT.



10.4 Rejuntamento de cerâmica: Após o assentamento, as juntas das cerâmicas serão rejuntadas com argamassa pré-fabricada própria para este fim. A argamassa de rejuntamento será pressionada nas juntas para que as mesmas fiquem devidamente preenchidas e após isso será procedido o acabamento com um cotovelo de PVC d=20 mm, para tornar a superfície final da junta uniforme e boleada.

10.5 Piso intertravado tipo Tijolinho(19,9x10x4)cm Colorido:

10.6 Meio Fio de Concreto Pré Moldado: Nos locais indicados em projeto, deverão ser assentados meios fios de concreto pré moldado, rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:3, cuidado especial deverá ser tomado para garantir um perfeito alinhamento e nivelamento dos meio fios

10.7 Grama Esmeralda em placa:

11.0 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

A instalação elétrica será executada de acordo com os quantitativos da planilha orçamentária e normas da COELCE. As tubulações embutidas nos pisos serão em eletrodutos rígidos ou flexíveis de PVC, de acordo com o projeto e em caixas de passagem em alvenaria com fundo em brita seca nº 1 e tampa de concreto nas dimensões 60x60x60 cm. Os fios e cabos serão do tipo PIRELLI, LOUSANO ou LORENZETI. As tomadas e interruptores serão do tipo Pial, Tiletron ou similar de boa qualidade.



11.1 Ponto elétrico, material e execução:

11.2 Caixa em alvenaria/reboco c/ tampa conc. e fundo de brita 60x60cm:

11.3 Poste conc. H=10m, 4 projetores c/ lamp.150W vapor de sódio:

11.4 Poste de Ferro H:2,80m, com 2 lampadas fluorescentes compactas:

11.5 Luminárias fluorescente completa 2x32W:

11.6 Arandela fluorescente compacta 18W:
12.0 INSTALAÇÃO HIDRÁULICA E SANITÁRIA

Deverá ser executada em conformidade com os quantitativos da planilha orçamentária e normas da CAGECE , através de tubos e conexões soldáveis em PVC marca TIGRE, AKROS ou TUBO FORTE, com torneiras em latão marca FABRIMAR, ICO ou DECA, embutidas em caixas de alvenaria com tampa em concreto.



12.1 Ponto Hidráulico, material e execução

12.2 Ponto Sanitário, material e execução



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