O que Estás Esperando


Torna-te o Padrão dos Fiéis



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Torna-te o Padrão dos Fiéis.


Texto: I Tm. 4. 9 – 16:

Introdução:

Existem pessoas bastante famosas com muito destaque nas passarelas da moda, e na mídia em geral!

Com certeza, muitas das irmãs aqui presentes já brincaram de desfilar nas passarelas da imaginação... Algumas, talvez até imaginando-se como sendo uma delas, já desfilaram frente ao espelho de suas casas. (E agora com vocês,...).

Quanto aos rapazes e homens adultos aqui presentes, o que não dizer dos “Ronaldinhos, Cacás, Zicos e Pelés”, que já existiu ou ainda existem dentro de nós?

Estas personalidades que citamos, e tantas outras que poderíamos ter citado, são vistas pela sociedade, de uma forma ou de outra, como modelos de beleza, ou modelos de destaque no futebol...

De qualquer forma, estas pessoas são vistas por muitos de nós como sendo um PADRÃO de pessoas bem sucedidas.

No texto que lemos podemos observar uma recomendação dada a Timóteo, pelo apóstolo Paulo, que mais parece uma determinação: “torna-te padrão dos fiéis”.

Paulo inicia o versículo 12, fazendo uma advertência a Timóteo: “Ninguém despreze a tua mocidade”.

É como se o mestre estivesse dizendo ao discípulo: “Para que ninguém venha menosprezar-te, porque tu és jovem, sê tu o padrão de como ser FIEL”.

O jovem Timóteo deve ser padrão dos fiéis...

Mas, o que vem a ser esse tal de Padrão?

Tupov = tipos = Padrão:

1)MARCA, formada por impressão de uma pancada ou golpe;

1.a) de uma figura ou imagem; ex.: Marca d’água ou Marca do Anel Real, carimbo...

2) EXEMPLO,

2.a) no sentido técnico, modelo de acordo com o qual algo deve ser feito, como: Dogmas, doutrinas...

2.b) num sentido ético, advertência, como: Não Matarás!...
Então... Qual é o padrão dos Fiéis?

Para respondermos sobre “Qual o Padrão dos Fiéis”, é necessário que entendamos o que o apóstolo Paulo estava querendo dizer a Timóteo quanto a se tornar padrão dos fiéis.


E, para juntos entendermos o que Paulo pretendia de Timóteo, quero convidar aos amados irmãos e queridas irmãs a refletirmos no seguinte tema: TORNA-TE O PADRÃO DOS FIÉIS!


  1. – Paulo diz a Timóteo: TORNA-TE...

O termo original utilizado aqui é o (ginomai) ginomai, que no sentido mais genérico tem o significado de tornar-se.

A recomendação de Paulo ao jovem Timóteo recebe uma força ainda maior se entendermos o termo ginomai, como no seu sentido mais profundo: começar a ser, a partir de agora.

Ao recomendar a Timóteo “TORNA-TE”, Paulo está querendo dizer que de agora em diante, onde quer que Timóteo esteja, ou, o que quer que esteja fazendo, deverá apontar para um exemplo a ser seguido; isto, a partir de um exato e preciso momento.

A partir de agora, deverá surgir uma nova pessoa, visto que todas as suas atitudes deverão ser diferentes das que tinha antes; quer dizer: nova criatura, novas atitudes.

Paulo escrevendo em sua 2a. Carta aos coríntios cap. 5, vv. 17, admoesta-nos:

E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo”.

A Palavra de Deus nos lança um desafio: Tornemo-nos diferentes!

Em que precisamos nos tornar diferente? ”Na maneira de falar, na maneira de agir, no amor, na fé e na pureza?” (1Tm. 4.12).

Quando precisamos nos tornar diferente? A partir de agora! Torna-te, é imperativo!

É URGENTE! O Versículo 12 nos faz entender esta urgência!




  1. – Paulo, também diz a Timóteo: TORNA-TE O PADRÃO...

Por diversas vezes já ouvimos que existe uma condição para seguirmos a Cristo; e, que segundo o evangelista Lucas, no cap. 9, vv. 23, nos descreve assim: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-me”.

Será que todos nós já fizemos isto? Todos já negamo-nos, e temos tomado nossa cruz diariamente, a fim de seguirmos a Cristo?

Todos estamos conscientes que para dizer que somos novas criaturas, precisamos estar em Cristo, com Cristo e por Cristo?

E, como novas criaturas, já deixamos para trás as coisas que fazíamos quando vivíamos como velhas criaturas?

Afinal, somos novas criaturas ou velhas criaturas?

(Pergunte ao seu irmão assim): Tu és padrão de que? Quando você passa, o que as pessoas dizem?

(Diga ao seu irmão): Torna-te padrão, segundo a Palavra de Deus!

Deus espera que cada um de nós saia daqui hoje desejando, ardentemente, nos tornarmos PADRÃO!

O apóstolo Paulo diz a Timóteo no vv. 12: “Ninguém despreze a tua mocidade...”, e no vv. 14: “Não te faças negligente...”, indicando que provavelmente o seu jovem discípulo tinha tendências ao acanhamento ou à timidez.

Timóteo tinha uns trinta anos e, provavelmente, alguns na Igreja de Éfeso podem não tê-lo aceito como autoridade; visto ser mais jovem que muitos dos membros daquela igreja.

Cabia a Timóteo, portanto, estabelecer sua autoridade dando um bom exemplo de vida cristã;

Diz o texto: “torna-te padrão... na palavra, no procedimento,... na pureza”.

Como estamos sendo vistos? Qual tem sido o nosso padrão de vida?

A Palavra de Deus nos lança um desafio: Tornemo-nos diferentes! Tornemo-nos padrão!

De que maneira iremos nos tornar o padrão?

(vv. 15a) nos responde que é “meditando nos ensinamentos que recebemos da Palavra de Deus e sendo diligentes”.

Para que precisamos nos tornar o padrão?

(vv. 15b) nos responde que é ”para que o nosso progresso a todos seja manifesto”.

Ou seja, a partir dos padrões que imprimirmos com nosso exemplo de conduta, ao perdoarmos sempre uma vez mais; enfim, praticarmos de fato e de verdade os ensinamentos de Jesus Cristo e não o cristianismo falso que está na moda hoje em dia... Sim, desta maneira, iremos manifestar aos que estão à nossa volta, o desejo de serem como nós. Então, e só então, teremos nos tornado PADRÃO.


  1. – Paulo diz, ainda, a Timóteo: TORNA-TE O PADRÃO DOS FIÉIS

É muito óbvio entendermos que a recomendação de Paulo a Timóteo é para que ele seja um exemplo aos crentes da igreja de Éfeso.

Podemos perceber que há uma preocupação premente de Paulo quanto ao comportamento dos crentes da Igreja de Éfeso. Vejamos



  1. 1Tm. 1. 3 e 4 – “Quando eu estava de viagem à Macedônia, te roguei permanecêsseis em Éfeso para admoestares certas pessoas, a fim de que não ensinem outras doutrinas e nem se ocupem com fábulas e genealogias sem fim, que promovem discussões e, não o serviço de Deus, na fé”.

  2. 1Tm 1. 18 e 19 – “Este é o dever de que te encarrego: ...combate... o bom combate, mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado,... naufragaram na fé”.

  3. 1Tm. 2. 1 – ”Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens”.

  4. 1Tm. 3. 14 e 15 – “Escrevo-te,... esperando ver-te em breve; para que,... fique ciente de como se deve proceder na Casa de Deus,...”.

  5. 1Tm. 4. 1-3 – “Ora, o Espírito afirma expressamente que,... alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores,...”.

Paulo quer ensinar ao jovem discípulo que, diferentemente do que ensinam os falsos mestres, “tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável”; e, “Expondo estas coisas aos irmãos, serás um bom ministro de Cristo Jesus, alimentado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido”. (1Tm.4.4 e 6).

Entretanto, para que Timóteo esteja apto a ensinar todas estas coisas, é necessário que se torne padrão dos fiéis.

Mas, por extensão, entendemos também que Timóteo deveria ser padrão para todos quantos com ele convivessem, direta ou indiretamente;

E, da mesma forma devemos agir todos nós, os Timóteos de hoje.

Porque devemos nos tornar padrão?

Porque, fazendo isto, nos salvaremos tanto a nós mesmos como aos que nos ouvem”. (1Tm.4.16).


Conclusão:

A Palavra de Deus nos lança um desafio: Tornemo-nos diferentes! Tornemo-nos padrão aos fiéis! Mas, tornemo-nos, também, padrão aos que estão à nossa volta no trabalho, na escola, na faculdade, em qualquer lugar onde estivermos.

Modelos, com certeza nós sabemos quem são! São pessoas bastante famosas com muito destaque nas passarelas da moda, e na mídia em geral!

E nós?


Qual o PADRÃO seguiremos a partir de agora?

Lembremo-nos o que Paulo diz a Timóteo: Torna-te o padrão dos fiéis!

Deus nos abençoe e nos dê a Paz!

O Culto a Deus

Lv. 10. 1 – 7.



Introdução:

Vivemos a realidade de um mundo neoliberal, determinado por uma ideologia consumista em vários setores da sociedade.

Neste contexto o CULTO passou a ter uma nova expressão: “O show da fé”.

Se o evangelho tornou-se um produto a ser comercializado, vendido ou negociado, os templos transformaram-se em shoppingcenteres da fé, e os cultos por sua vez, tornaram-se vitrines de exposição das mercadorias a serem comercializadas, e ainda com a absurda afirmação: É tudo para a Glória de Deus!”.

Contrata-se o artista Gospel para cantar e realizar o seu SHOW sacralizado.

A finalidade é reunir uma multidão, que está ávida por dias melhores e disposta a todo o investimento que for necessário, para alcançar os tais dias melhores propagandeados.

Segue-se a isso a venda de souvenires divinizados, campanhas de prosperidade material, etc. e etc. E a liderança da Igreja, agora descobre um novo “Ministério”: “Animadores de Auditórios”.

A grande verdade é que hoje vivemos um grande esvaziamento de significado do sentido do culto.

Alguns dizem que é nos chamados Cultos Atuais que se pode sentir arrepios, ou onde se presenciam risos e crises de choro, que está a verdadeira celebração do CULTO A DEUS.

Confrontando esta visão mercenária e distorcida do culto atual, o texto que lemos nos apresenta uma realidade assombrosa:

Ao invés de festa, JUÍZO; Ao invés de risos, LÁGRIMAS; Ao invés de aceitação de qualquer padrão para a adoração, A IRA DE UM DEUS QUE REQUER SERIEDADE E SANTIDADE QUANDO O ASSUNTO É O SEU NOME.

O texto narra que os filhos de Arão, Nadabe e Abiú, que há pouco tempo haviam recebido a Consagração para oficiarem perante Israel (podemos ver esse episódio em Lv. 8 e 9), foram consumidos pela IRA DE DEUS, em um ato público como repulsa divina àquele culto que tentavam celebrar.




  • Convite à Reflexão: Características do Culto a Deus.

O Culto a Deus tem muitas nuances; várias são as características; entretanto, hoje estaremos refletindo em apenas três que julgamos ser de urgência sua reflexão, a primeira delas é que:


I – O CULTO A DEUS TEM PRINCÍPIOS
O texto de Levítico 10 nos direciona a uma cerimônia festiva em Israel.

A consagração dos sacerdotes e levitas, os primeiros sacrifícios diante do altar, a manifestação da presença do Senhor por meio da glória e do fogo (Lv. 9. 23, 24) despertavam o temor no coração do povo.

Nadabe e Abiú saem perante a congregação com o incensário, e nele o fogo estranho.

(AI) – Apresentar em CULTO o que Deus não requereu é trazer a ira de divina sobre a vida; mesmo que esteja coberto de “Boas intenções”, enfim, ainda assim é “fogo estranho”.

O Culto a Deus tem Princípios:


  1. Estabelecido pelo próprio Deus

Como é que um povo recém liberto da escravidão do Egito saberia agradar ao Senhor Libertador, se havia sido influenciado por inúmeros deuses e cultos?

É claro que foi o próprio Deus que revelou a este povo qual a forma, conteúdo e estruturas do culto ao seu santo nome.

Todos os rituais e elementos relacionados ao culto e ao tabernáculo foram dados pelo próprio Senhor.

Servir ao Senhor significava, então, obedecer a suas orientações; acolher seus princípios em obediência.

Deus desejava uma obediência que viesse de dentro de cada ADORADOR, como reflexo da gratidão pela libertação proporcionada pelo Senhor.

Mas, normalmente, o povo faz diferente! (Ver Is. 29. 13).

Como fizeram Nadabe e Abiú!

Ainda hoje, é muito mais fácil seguir regras humanas do que compreender e vivenciar os princípios libertadores de Deus.

Não se engane: DEUS NÃO ACEITA RETROCESSOS! Você lembra do BEZERRO DE OURO?


O Culto a Deus tem Princípios:


  1. É Cristocêntrico

Todos os elementos do culto no AT apontam para a pessoa e obra de Cristo.

Tudo era um protótipo de Cristo: O sacrifício expiatório, o sangue para a remissão de pecados, além de outros...

Deus recebe a adoração de seu povo, por meio de Cristo Jesus.

Qualquer forma de culto que esteja alheia à realidade da obra de Cristo não pode, em hipótese alguma, agradar a Deus.

O pecado de Nadabe e Abiú foi oferecer um culto como entendiam e como queriam.

Esqueceram que deveria ser como Deus queria. (Ver Mt. 22.29).

Nadabe e Abiú conheciam muito bem o que Deus queria, mas esqueceram...

Esquecer os critérios divinos, nos faz assinar nossa própria sentença”.

Por acaso, há algo que você tem esquecido?

A segunda característica do culto a Deus que iremos refletir é que:
II – O CULTO A DEUS TEM VIDA

Todo culto sem princípios Cristocêntricos pode ser belo e festivo, mas levará seus participantes à destruição do ser, à manipulação do homem e ao desagrado de Deus.

Os cultos religiosos dos egípcios objetivavam a manutenção do poder de uma casta privilegiada que, para isso, valia-se de deuses para intimidar uma nação ignorante.

O culto a Deus jamais pode obedecer a estes princípios, porque Deus trouxe a vida; isto é, a libertação da escravidão. O culto a Deus retratava que, pela morte do Cordeiro, Deus ministrava a vida – (... e vida com abundância [conforme Jo. 10. 10]).



(AI) – Deus não anseia por momentos isolados e de íntima comoção; Deus quer adoradores que o adorem em uma liturgia de vida, como expressa Paulo em Rm. 12. 1: “Rogo-vos, pois, irmão, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus que é o vosso culto racional”.

A redução do culto aos momentos de ajuntamento do povo, aos domingos, é uma redução do Evangelho de Cristo.

O culto público é continuidade do culto que é a vida de cada um, em todo o tempo e em todo lugar..

A terceira e última característica do culto a Deus que iremos refletir é que:


III – O CULTO A DEUS TEM OBJETIVO
Qual tem sido o objetivo de muitos cultos hoje? (VENDER CDs, PROMOVER ARTISTAS, EMOCIONAR PARA RETIRAR ALGO DOS EMOCIONÁVEIS, ETC).

A Palavra de Deus revela que o centro de toda adoração é agradar ao Senhor da nossa salvação.

O Sl. 100, no versículo 5, nos aponta que este serviço é prestado com alegria. (Vamos ver?).

Essa alegria é resultado direto de sermos “o seu povo e rebanho do seu pastoreio”.

Nadabe e Abiú pensaram que agradariam ao povo com aquele gesto, assim como existem pessoas hoje em dia pensando da mesma forma; ou seja, querendo agradar a si mesmo e a outros, mas que não estão agradando a Deus. (Ver Gl. 1.10).

Hoje, nossas liturgias visam agradar mais ao adorador do que ao Deus da adoração.

Nossos hinos e cânticos são, em sua maioria, superficiais em sua teologia e verticais na sua relação.

Algumas vezes caímos na alienação de fechar os olhos e erguer as mãos sem qualquer compromisso ou envolvimento com aquele que declaramos estar adorando.

Bater palmas, dançar fazendo coreografias coletivas, gritar Aleluias ou Glória a Deus, passou a ser meramente uma reação emocional momentânea.

Chega disso!

Em Jo. 4, vemos que a mulher adúltera evangelizada por Jesus, junto ao Poço de Jacó, retornou à cidade anunciando o Messias.

Ela mudou o seu comportamento e assumiu um compromisso para com a sua Cidade.

Este é o objetivo do culto a Deus: Transformar nossas vidas fazendo-nos verdadeiros adoradores;

CONCLUSÃO


O Culto a Deus, como vimos, foi instituído pelo próprio Deus.

O CULTO A DEUS TEM PRINCÍPIOS estabelecidos pelo próprio Deus.

Todo o cerimonial inclusive a forma de celebração, tudo foi dado pelo próprio Deus.

O Culto a Deus é Cristocêntrico. Deus recebe a adoração de seu povo, por meio de Cristo Jesus.



(AI) – Apresentar em CULTO o que Deus não requereu é trazer a ira de divina sobre a vida; mesmo que esteja coberto de “Boas intenções”, enfim, ainda assim é “fogo estranho”.

O CULTO A DEUS TEM VIDA: O culto a Deus retratava que, pela morte do Cordeiro, Deus ministrava a vida – (... e vida com abundância [conforme Jo. 10. 10]).

Deus quer adoradores que o adorem em Espírito e Verdade (Jo. 4. 23).

O culto público é continuidade do culto que é a vida de cada um, em todo o tempo e em todo lugar.

O CULTO A DEUS TEM OBJETIVO: Adoração ao Senhor!

O centro de toda a adoração é agradar ao Senhor. E, agradar a Deus só será possível se fizermos conforme a sua vontade.

E qual é a vontade do Pai, nesse caso?

Que nossa gratidão se traduza por louvor e exaltação ao Seu nome.

E, com certeza irmãos, isso produzirá novidade de vida em cada um de nós.

E, toda às vezes que sairmos do CULTO A DEUS, iremos fazer como aquela mulher que saiu anunciando o Messias.



DEUS NÃO REJEITA ORAÇÃO

(Lc. 8. 40 – 56)


INTRODUÇÃO


Qual é a Oração que Deus atende?

Focalizando Lucas 18. 10 – 13, responda agora: Qual é a Oração que Deus atende?

A oração que Deus atende é a oração da fé! (Mt. 21. 22)

Como é que você tem orado? Você crê no poder da Oração?


O texto lido narra sobre algumas personagens muito interessantes:

  1. JAIRO – Aquele a quem Deus Ilumina – origem Hebraica ryay; - Iairos

    1. Um homem muito conhecido na Cidade.

    2. Era muito importante na sociedade.

    3. Chefe da Sinagoga; provavelmente um RABINO.

    4. Reconheceu a autoridade de Jesus: humilhou-se a seus pés.

    5. Reconheceu a ESPERANÇA em Jesus: “Minha filha está à beira da morte!”.

    6. Precisava de uma SOLUÇÃO.

    7. Sua filha tinha 12 anos.




  1. A MULHER ENFERMA – Seu nome nem é mencionado.

    1. Era desconhecida.

    2. Insignificante na sociedade.

    3. Era MULHER; um ser desprezível.

    4. Considerada imunda, por conta da Lei de Moisés.

    5. Reconheceu a ESPERANÇA em Jesus: Estava à beira da morte!

    6. Precisava de uma SOLUÇÃO.

    7. Sua enfermidade tinha 12 anos.

Se formos destacar, obteremos:



      1. DIFERENÇAS –

        1. O nome de Jairo é citado, o da mulher não!

        2. Ele é conhecido, ela desconhecida

        3. Por sua posição ele era admirado e respeitado, ela desprezada.




      1. IGUALDADES –

        1. Ambos reconheceram Jesus como a AUTORIDADE.

        2. Ambos reconheceram Jesus como a ESPERANÇA.

        3. Ambos reconheceram Jesus como a SOLUÇÃO.

        4. Ambos receberam a Bênção que buscavam.

De qual maneira obteremos as respostas para as nossas orações?

Para responder a esta pergunta, convido aos amados à seguinte reflexão:

TEMA: Jesus, Solução da nossa Esperança.


  1. RECONHECENDO A AUTORIDADE DE JESUS – (41)

Jairo era um homem que, por ocupar uma posição de líder religioso, era uma pessoa muito conceituada, e com muita autoridade; contudo, humildemente, prostrou-se aos pés de Jesus.

As notícias de que Jesus havia curado enfermidades diversas, já haviam chegado até Jairo. E ele imediatamente reconhece que Jesus é a verdadeira AUTORIDADE.

(43, 44) – Aquela mulher, ainda que temerosamente, toca em Jesus, pois também já ouvira falar de seus poderosos feitos.

Pensava ela: “se tão somente tocar em suas vestes...”; é como se ela estivesse dizendo para si mesma; “Ele tem autoridade para expelir demônios, curar paralíticos e leprosos, vai me curar também”.


De qual maneira obteremos as respostas para as nossas orações?


  1. RECONHECENDO QUE EM JESUS SEMPRE HAVERÁ ESPERANÇA – (49, 50)

Jairo recebe aquela notícia com um tremendo impacto!

“Sua filha já está morta! Não importunes mais a Jesus!”

Provavelmente seus olhos marejaram... suas mãos e pernas tremeram... a tristeza tomou conta de todo o seu ser... mas, Jesus lhe disse: “... não tema, crê somente, e ela será salva”.
Jairo, com certeza, pensou: “Ora, se Jesus curou o paralítico em cafarnaum, se expulsou demônios, se curou leprosos, também tenho esperança que salve minha filha”. E continuou ESPERANDO em Jesus.
Da mesma forma, aquela mulher anônima, ESPERANDO ser curada, enfrenta toda a multidão que a afligia tentando impedi-la de aproximar-se de Jesus, e toca nele. Cheia de ESPERANÇA, como podemos confirmar no versículo 44a.

De qual maneira obteremos as respostas para as nossas orações?




  1. RECONHECENDO QUE A SOLUÇAO ESTÁ EM JESUS – (44b, 55)

Se Jairo, bem como a mulher anônima, não reconhecessem que a SOLUÇÃO estava em Jesus, dificilmente teriam alcançado a resposta para suas aflições, com êxito.

Já vimos que ambos foram vítimas de más notícias: “Sua filha já está morta!”, “Deixe o Mestre em paz!”

Ambos precisavam de SOLUÇÃO... e reconheciam que a SOLUÇÃO para os problemas que viviam estava em Jesus.

CONCLUSÃO


Como é que estamos apresentando nossas causas ao Senhor Jesus?

Será que estamos fazendo a oração do EU DETERMINO!!!

Ou estaremos orando o EU NÃO ACEITO!!!

Em momento algum, nos Evangelhos, iremos ver orações nestes níveis...

Hoje, aprendemos com Jairo e com aquela mulher anônima que é necessário que:

Reconheçamos a AUTORIDADE de Jesus;

Reconheçamos que em Jesus sempre haverá ESPERANÇA; e, que

Reconheçamos que a SOLUÇÃO está em Jesus.



Relacionamento com Familiares não Crentes

(At. 10. 1 – 8).


Uma experiência comum a muitas famílias da igreja é a existência em seu meio de familiares que ainda não se converteram ao evangelho Cristo.

Não são poucos os casos em que apenas a esposa, ou o esposo, ou os filhos são membros da igreja,

Há também os casos de famílias inteiras que professam a fé em Cisto, mas cujos familiares mais distantes são totalmente indiferentes ao Evangelho.

A Bíblia narra episódios de conversões que envolveram famílias inteiras, como aconteceu, por exemplo, em Filipos com a casa de lídia e também de um carcereiro (Atos 16. 14 e 15; 30 – 33).

Contudo, nem sempre temos o prazer de contemplar esta benção em tal extensão. Aliás, Jesus mesmo previne os seus seguidores no sentido de que o discipulado pode provocar até mesmo oposição e divisões no ambiente familiar (Mt. 10. 34 – 37).

Para diversas famílias, a convivência com familiares não-crentes tem sido uma experiência difícil e desgastante.

Muitas vezes o preconceito, a agressividade verbal e o cinismo, acabam gerando um ambiente extremamente constrangedor.

Outras famílias cristãs, porém, convivem muito bem com o problema: EVITAM OS ATRITOS, SÓ QUE NÃO EXERCEM NENHUMA NFLUÊNCA SOBRE OS FAMILIARES NÃO CRENTES.

Há por outro lado, pessoas e famílias que acabam dando um péssimo testemunho perante os familiares não-crentes, dificultando a possível conversão daqueles que ainda não tiveram um real encontro com Cristo.

Às vezes, falta por parte do crente interesse ou mesmo coerência, para alcançar os seus queridos para Cristo.

Alguém já disse que o maior e mais desafiante campo missionário é a própria família.

Afinal, como deve ser o relacionamento com nossos familiares não-crentes?

Partindo da experiência de Cornélio, vamos refletir no tema:
LEVANDO NOSSOS QUERIDOS A CRISTO!
Para levar nossos queridos a Cristo, é necessário:


  1. TERMOS UMA VIDA DE TESTEMUNHO

TEUS ATOS FALAM TÃO ALTO QUE NÃO POSSO OUVIR O QUE DIZES!

Na seqüência do texto que lemos, encontraremos a informação de que Cornélio era homem reto e temente a Deus: “... tendo bom testemunho de toda a nação judaica” (10. 22).

Não há dúvida de que esse bom testemunho tenha sido fundamental para que ele conseguisse reunir parentes e amigos, a fim de ouvirem a Palavra de Deus.

À luz do texto, perceberemos que o desejo e o dever de conduzir a Cristo os familiares não-crentes, devem ser precedidos, entre outras, das seguintes atitudes:



  1. PIEDADE => Cornélio é apresentado no texto não apenas como militar, mas como homem “... piedoso e que fazia muitas esmolas ao povo...” (2).

    • A piedade abre as portas para a evangelização;

    • Não adianta querer evangelizar familiares e amigos, se não dispensarmos a eles cuidado, atenção e apoio (I Tm. 5. 8).

  2. TEMOR A DEUS => Não adianta apenas dispensar atenção e ajuda aos familiares.

É preciso evidenciar perante eles uma vida cheia de temor a Deus (e de Deus);

A irreverência se constitui, muitas vezes, num obstáculo para convencer o não-crente de que Deus precisa ser levado a sério.

Os familiares e amigos de Cornélio viam nele um homem “temente a Deus com toda a sua casa”.


  1. COMUNHÃO COM DEUS => Algo bastante visível também na vida deste homem era sua comunhão com Deus: “... de contínuo orava a Deus...” (2).

Os familiares e amigos precisam perceber na vida do crente, uma verdadeira comunhão com Deus.

Nosso Mestre, o Senhor Jesus nos ensina como um exercício discreto pode surtir um enorme efeito: Mt. 6. 6.

Há momentos em que a retirada para um quarto silencioso de oração, é mais eficaz do que inflamadas discussões sobre fé e religião.


  1. OBEDIÊNCIA A DEUS => Cornélio também se mostra um homem obediente às ordens de Deus.

Nos versículos 30 a 33, ele explica a Pedro por que mandou chamá-lo e, após relatar-lhe a visão que teve enquanto orava, declara que prontamente de dispôs a obedecer “portanto, sem demora, mandei chamar-te” (33).
Para levar nossos queridos a Cristo, é necessário:


  1. MOSTRAR INTERESSE EM SUA SALVAÇÃO

O texto diz que, quando os mensageiros e Pedro chegaram a Cesárea, “Cornélio estava esperando por eles, tendo reunido seus parentes e amigos íntimos” (24).

Cornélio demonstrou um interesse pessoal por estas pessoas.

Em Jo. 1. 40 – 42, observamos uma referência a André, cuja primeira pessoa que conduziu a Cristo, foi o seu próprio irmão, chamado Simão (Pedro).

Em Rm. 10. 1, Paulo expressa o desejo que paira em seu coração, quanto à salvação de seus conterrâneos, declarando: “A boa vontade do meu coração e a minha súplica a Deus a favor deles é para que sejam salvos”.

Precisamos manifestar esse desejo ardente pela conversão de nossos queridos.

Há pessoas que estão preocupadas em fazer missão do outro lado do mundo; porém, são incapazes de olhar com simpatia, misericórdia e compaixão as pessoas que fazem parte de seu círculo familiar ou de amizade.

Vamos evangelizar a todos, indistintamente, mas é razoável manifestar especial e genuíno interesse pela conversão dos nossos, tal qual demonstrou Paulo em relação aos seus, chegando a dizer:

Tenho grande tristeza e incessante dor no coração; porque eu mesmo desejaria ser anátema, separado de Cristo, por amor de meus irmãos, meus compatriotas segundo a carne” (Rm 9. 13).

Os familiares e amigos não-crentes devem perceber em nós esse interesse.
Para levar nossos queridos a Cristo, é necessário:


  1. UTILIZARMOS ESTRATÉGIAS ADEQÜADAS

O interesse presente no coração deve nos impulsionar à ação evangelizadora.

Nesta ação, é preciso utilizar estratégias adequadas, a fim de que o resultado seja eficaz.

Gostaria de sugerir algumas atitudes e estratégias, a saber:


  1. Intercessão – As pessoas que queremos alcançar devem ser colocadas dia após dia diante de Deus em oração.

  2. Atenção – é preciso dispensar atenção especial aos familiares que ainda não aceitaram o evangelho.

Visitas, palavras de encorajamento, apoio nas horas difíceis, etc., cativam a pessoa.

Sendo atenciosos, estaremos conquistando a simpatia deles e preparando o terreno.

Atos sensibilizam e dizem mais que as palavras.


  1. Prudência – Infelizmente, há crentes que acabam afastando mais ainda seus familiares não-crentes.

São aqueles que se conduzem imprudentemente no falar e no agir, muitas vezes levando ao conhecimento deles problemas internos da Igreja, provocando escândalo, indignação e desconfiança.

Paulo recomenda um procedimento equilibrado e sábio, diante dos que ainda não abraçaram o evangelho.

As oportunidades devem ser sabiamente aproveitadas, com palavras certas na hora certa (ver Cl. 4. 5 e 6).


  1. Exemplo – É triste observar que há crentes agindo como os antigos escribas e fariseus censurados por Jesus porque “dizem e não fazem” (Mt. 23. 1 – 4).

Usando a expressão popular “pegam no pé dos outros”, porém não dão exemplo.

Desse jeito é impossível motivar os amigos e familiares (que, aliás, conhecem não só nosso discurso, mas também nossa prática de vida).

O exemplo é mais eficaz do que métodos e técnicas de evangelismo pessoal.


  1. Envolvimento – Não devemos isolar os amigos e familiares não-crentes.

Pelo contrário, devemos estar envolvidos com eles (sem comprometer o nosso testemunho, é claro!).

É importante também envolvê-los em atividade da Igreja sobretudo aquelas especiais, para que seja despertado nele o interesse.

Os convites, quando bem formulados, fazem com que a pessoa se sinta valorizada.


  1. Acompanhamento – Especialmente depois que alguns começam a manifestar interesse, é indispensável o acompanhamento, visando informar e formar a consciência cristã do indivíduo.

O acompanhamento pode ser feito através do fornecimento de literaturas adequadas (especialmente a Bíblia,se a pessoa ainda não tiver uma), bem como a disposição para esclarecer dúvidas e estudar com ela, desenvolvendo assim o discipulado (At. 2. 37 – 40; Mt. 28. 19 e 20).

CONCLUSÃO


Ao revelar uma obediência incondicional a Deus, o crente conquista a credibilidade e influencia os seus familiares.

Não basta só falar sobre Deus, é preciso obedecê-lo.

Vida de testemunho é, portanto, condição fundamental para que os familiares e amigos sejam ganhos para Cristo.

Pedro nos orienta, por exemplo, como as mulheres devem proceder para ganhar seus maridos:

“Sejam ganhos, sem palavra alguma, por meio de procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de temor” (I Pe. 3. 1 e 2).

Sacrifícios que agradam a Deus.

Salmo 51. 15 – 17


(15) Abre Senhor os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores. (16) Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. (17) Sacrifícios agradáveis a Deus são: o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.
Introdução:

Vivemos em uma época em que tem sido pregado, por algumas denominações, que o crente para conseguir bênçãos deve “pagar o preço”: isto significa que o crente conseguirá, esta ou aquela bênção, através de um sacrifício pessoal;

Por seus próprios méritos, meu amado irmão e querida irmã, segundo este discurso equivocado, você poderá usufruir qualquer bênção; desde que você se sacrifique, ou melhor: “pague o preço”.

O texto que lemos, nos mostra que não é isso que diz a Palavra de Deus! Leiamos mais uma vez o versículo 16, do Salmo 51:



  • “...não te comprazes em sacrifícios; do contrário eu tos daria; e não te agradas de holocaustos”.

Vejamos em Dt. 28. 2: “Se ouvires a voz do Senhor, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos”. OBEDIÊNCIA! ... SE OUVIRES, BÊNÇÃOS!

E, ainda em Dt. 28. 15: “... Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, não cuidando em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos que, HOJE, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão...”. DESOBEDIÊNCIA! ... SE NÃO DERES OUVIDO, MALDIÇÕES!


É A OBEDIÊNCIA A DEUS QUE NOS GARANTE TODA SORTE DE BÊNÇÃOS.
O texto que lemos nos aponta que só há um tipo de sacrifício que agrada a Deus.

Este sacrifício não trata de imolação de animais com farofa, nem oferenda frutas ou legumes em encruzilhadas, ou quaisquer outros do gênero.

O sacrifício que agrada a Deus trata de abnegação, renúncia, desprendimento.
Tema: SACRIFÍCIOS QUE AGRADAM A DEUS!
Os sacrifícios que agradam a Deus são...


  1. TER O ESPÍRITO QUEBRANTADO

Quebrantar tem, no seu sentido denotativo “prostrar” ou “abater”. E no seu sentido conotativo, “prostrar-se abatido pelo quebrar divino mediante a ação do Espírito Santo”.

Ter o espírito quebrantado é reconhecer, humildemente prostrado diante da bondade e da misericórdia divinas, que somos totalmente dependentes da Graça de Deus.

Observemos que o salmista reconhece humildemente e declara, a partir do versículo 7, que é o agir da Graça de Deus em sua vida que vai resultar em bênçãos:


  • Purifica-me ..., e ficarei limpo; (7)

  • Lava-me, e ficarei mais alvo que a neve; (7)

  • Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem meus ossos; (8)

  • Livra-me dos crimes de sangue, ... e a minha língua exaltará a Tua justiça; (14)

  • Abre Senhor os meus lábios, e a minha boca manifestará os Teus louvores; (15)

Não iremos encontrar no texto bíblico nada que nos sugira que em primeiro lugar o homem deva fazer algo, para depois o Senhor abençoá-lo. Em contrapartida o salmista nos declara no verso 16 (...),

Os sacrifícios que agradam a Deus são...




  1. TER O CORAÇÃO COMPUNGIDO

Compunção é pesar de haver cometido pecado ou ação má. Logo, ter o coração compungido é ARREPENDER-SE.

O salmista Davi está realmente arrependido, e reconhece sua total dependência da Graça de Deus alcançar! Vejamos estes versículos do Sl. 51:



  1. 1 => “Tem misericórdia de mim, ó Deus...”;

  2. 2 => “Lava-me completamente da minha iniqüidade...”;

  3. 3 => “... o meu pecado está sempre diante de mim.”;

  4. 4 => “Contra ti ... pequei...”;

  5. 5 => “Eis que em iniqüidade fui formado ...”

Após confessar através de todas estas frases, o salmista com o coração compungido, ou seja, sentindo enorme pesar por haver pecado, suplica assim:

  1. 10 => “Cria em mim, ó Deus, um coração puro...”;

  2. 11=> “... Não me retires o Teu Santo Espírito”;

  3. 12 => “Não me repulses da Tua presença...”.

Todos nós precisamos que o nosso Deus crie em nós um coração puro, e que renove dentro de nós um espírito inabalável! Somente através do poder de Deus nos fazendo criaturas sensíveis à voz do Espírito Santo, é que alcançaremos corações compungidos.
Os sacrifícios que agradam a Deus são...


  1. TER O CORAÇÃO CONTRITO

Contrição é arrependimento pelas próprias culpas ou pecados, motivado pelo amor de Deus. Logo, contrito é todo aquele que tendo sido movido pelo amor de Deus, está arrependido.

Pode parecer que compunção e contrição tenham o mesmo significado... mas, não têm! Estas duas expressões significam arrependimento; entretanto, há uma enorme diferença:



  • Compunção é pesar de haver cometido pecado ou ação má. Após uma reflexão, o homem vai chegar as suas próprias conclusões.

  • Em contra partida, a contrição é arrependimento motivado em nossos corações pelo Amor de Deus.

Você já experimentou, ou conhece alguém que já experimentou, a sensação de estar arrependido por ter vivido determinada situação, mas que depois de uns dias passados, fez tudo de novo? Isto não passa de compulsão!
CONCLUSÃO:

O sacrifício que agrada a Deus é o espírito quebrantado, com um coração compungido e contrito!

Ter o espírito quebrantado é reconhecer, humildemente prostrado diante da bondade e da misericórdia divinas, que somos totalmente dependentes da Graça de Deus. Compunção é pesar de haver cometido pecado ou ação má. Após uma reflexão, o homem vai chegar às suas próprias conclusões. A contrição é arrependimento motivado em nossos corações pelo Amor de Deus.

Arrependimento significa mudança de mente, de modo que os pontos de vista de uma pessoa arrependida, seus valores, objetivos e comportamento são mudados e toda a sua vida é vivida de um modo diferente. Sua mente, seu discernimento, sua vontade, suas afeições, seus planos e objetivos de vida, tudo está envolvido nessa mudança. Arrepender-se é começar uma nova vida.

A Confissão de Fé de Westminster , XV. 2 declara que no arrependimento,

“Movido pelo reconhecimento e sentimento não só do perigo, mas também da impureza e odiosidade de seus pecados, como contrária à santa natureza e justa lei de Deus, e conscientizando-se da misericórdia divina manifestada em Cristo aos que são penitentes, os pecadores, pelo arrependimento, de tal maneira sente e aborrece seus pecados que, deixando-os, volta-se para Deus, tencionando e procurando andar com Ele em todos os caminhos de Seus mandamentos”.

Sentimentos de remorso, auto-reprovação e tristeza pelo pecado, gerados pelo temor de punição, sem qualquer desejo ou intenção de deixar de pecar, não devem ser confundidos com arrependimento.

Davi expressou verdadeiro arrependimento no Sl. 51; e revelou em seu coração o propósito sério de não pecar mais e de viver uma vida justa.

Por isso declarou no versículo 17:

“Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não o desprezarás, ó Deus”.

E nós? Como andamos em nossos sacrifícios de louvor? Temos nos apresentado como sacrifícios vivos? De que maneira?

Deus nos abençoe! Que saiamos daqui dispostos a apresentarmos a Deus o nosso espírito quebrantado, e os corações compungidos e contritos; pois, este é o sacrifício que agrada a Deus.



Chamados para Semear

Mc 4.1 – 9



Muito se tem falado sobre a Parábola do Semeador.

Muitas mensagens têm sido pregadas sobre esta Parábola.

Quero propor uma reflexão principalmente para Adolescentes e Jovens.

Vivemos em tempos de muitas ofertas e apelos constantes. A mídia invade nossas casas com ofertas quase que irresistíveis.

Quantos não querem possuir coisas que, na maioria das vezes, nem estão precisando naquele exato momento, só porque são novidades ou porque outros também possuem? São Tv's de plasma, celulares que mais parecem computadores, Laptop's, Palmtop's entre tantos outros.

O apelo à cultura e ao embelezamento do Corpo têm sido muito buscados em nossos dias. Academias e equipamentos de ginástica com diversas finalidades de esculpir o corpo, clínicas de embelezamento, o tal do silicone, escova de chocolate e tratamentos estéticos dos mais variados.

Não quero parecer retrógrado e nem tão pouco estagnado no tempo; nem tão pouco contrário à modernidade.

Mas, quem dera víssemos jovens e adolescente tão ávidos com as Escrituras quanto o são com as modas contemporâneas.

Que maravilhoso seria ver e ouvir nossos adolescentes, e também os jovens, desejosos em adquirir conhecimentos mais profundos das Escrituras Sagradas.

Que espetáculo tremendo seria vermos uma juventude consciente do chamado divino e sem dúvidas em "para o quê" foi chamada.

O Texto de Mc 4.1-9, narra que Jesus não desistia de expor seus ensinamentos a tantos quantos estivessem dispostos a ouvir; ainda que para isso tivesse de repetir, repetir, repetir... No versículo 3 o evangelista registra que Jesus falando à multidão, disse: "Ouvi... O semeador saiu a semear...".

Ao lermos este texto com mais calma iremos observar que Jesus está transmitindo um ensinamento sobre uma missão específica: "A Missão de Semear". O chamado de Jesus é específico.

Notemos também que quem saiu para semear foi o semeador; alguém que entendia o processo da semeadura. Assim, então, concluímos que além de o chamado ser específico, as pessoas chamadas também são específicas.

Deus nos tem chamado para ministérios diversos, mas com uma missão específica: Semear!

Deus tem colocado em nossas mãos a "Semente" que, segundo Lucas 8.11, é a Palavra de Deus.
Somos chamados para semear; então, o que Deus espera de nós?
1) - Que entendamos o Seu chamado

Em Is 6.8, o profeta relata que ao entender que aquela visão era o chamado de Deus, respondeu imediatamente: "... Eis-me aqui, envia-me a mim".

Em At 9.5-9, podemos ver que Saulo, o militar ardoroso, corajoso e fiel cumpridor de seus deveres, espantou-se ao contemplar uma luz que vinha do céu e, prostrado, diante de Jesus recebeu o seu chamado e a ordem para se levantar e se dirigir para Damasco, onde receberia as instruções de como deveria proceder. Imediatamente entendeu e obedeceu a ordem de Cristo (8).

Em Lc 4.3 percebemos que o semeador saiu a semear porque entendeu que para isso é que foi chamado.

Não vemos, em nenhum momento, o semeador questionar o seu chamado... Nem Isaías e nem tão pouco Saulo de Tarso.

Deus espera que entendamos o seu chamado imediatamente.
O que mais Deus espera de nós?
2) - Que não olhemos para as circunstâncias

Em At 5.17-42 está registrado que os apóstolos foram presos por causa da inveja de alguns homens, os saduceus. Entretanto, um Anjo do Senhor livrou-os e lhes deu uma missão: "Dizei ao povo todas as palavras desta Vida" (20). Imediatamente fizeram conforme a ordem que receberam, sem se importar com as circunstâncias; pois, ao serem presos novamente foram açoitados e proibidos pelas autoridades de não mais ensinarem em nome de Jesus. Pedro e os demais apóstolos lhes responderam: "Antes, importa obedecer a Deus, do que aos homens" (29).

Depois de receberem novos açoites (40), "saíram regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer" por causa do nome de Cristo. O Versículo 42 que "todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e pregar Jesus, o Cristo".

No evangelho de Marcos 4.4-8 podemos observar que o semeador lançou suas sementes mesmo quando o terreno não parecia favorável. Ele foi chamado para semear, e, por isso, não olhava para as circunstâncias. Sem olhar para as dificuldades perseverou em sua missão, mesmo quando tudo parecia contrário.

Fomos chamados para semear. O terreno, quando estamos entre nossos colegas e vizinhos, pode até não parecer favorável... Mas, a semente deve ser lançada. Por isso é que Deus espera que não olhemos para as circunstâncias.
O que mais será que Deus espera de nós?
3) - Que ouçamos e atendamos o seu chamado

Em Isaías 42.20, o profeta destaca a importância de se observar àquilo que se vê ou se ouve.

Em Lucas 4.9, o senhor Jesus adverte: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça".

Devemos entender a intenção de Cristo! O senhor espera que venhamos dar atenção especial ao seu chamado.

Deus espera que ouçamos e atendamos ao seu chamado.

Para que você foi chamado? Para louvar? Para tocar instrumentos? Ministério de danças?

Seja qual for o chamado, Deus espera que ouçamos e atendamos.

Deus tem nos chamado para semear.

Este é um chamado específico para cada um de nós. Deus espera que entendamos esse chamado e, sem olhar para as circunstâncias, que ouçamos e atendamos.

Que bom se cada um de nós, cada adolescente e cada jovem, sairmos daqui hoje a ouvir o chamado de Deus.

Fomos chamados para semear!

Estamos diante de uma decisão que precisamos tomar:

O que faremos a partir de agora?
A Força Cristã e o Espírito Santo

Jz. 13: 1 – 25.

Após a morte de Josué, Israel passa um período de decadência moral, de instabilidade política e de apostasia (abandono da fé).

Quando vinham os inimigos o povo clamava ao Senhor, que levantava líderes chamados juízes. Daí o nome desse período.

Sansão – “Pequeno Sol”. Foi o 13o Juiz de Israel. Filho de Manoá – da Tribo de Dã (Jz. 13: 2). Seu nascimento aconteceu por ação sobrenatural (Jz. 13: 3); sua mãe era estéril.

Analisando a vida de Sansão, aprendemos que a força do homem não está fundamentada em elementos humanos ou físicos, mas decorre da presença poderosa do Espírito de Deus.

É por este motivo que precisamos estar atentos para as Conseqüências da Imprudência.

Vários juízes já haviam sido levantados pelo Senhor: Débora, Gideão, Jefté...

Tinham função de liderança regional, diante de uma ameaça militar externa.

Um dos mais fortes, e bem preparados, inimigos dos israelitas eram os filisteus (lembra de Golias?).



Sansão foi consagrado a Deus desde a sua concepção;

  • Ele seria um Nazireu, por determinação do anjo do Senhor (ver Nm. 6).

  • E ele começará a livrar a Israel do poder dos filisteus”, (Jz. 13: 5).

Deus agia de forma poderosa através de Sansão;

    • Dando grandes vitórias e livramento por seu intermédio (Jz. 14: 5, 6 e 15: 14)

    • É o Espírito Santo que dinamiza a vida de cada um de nós. Capacitando-nos...

O interessante é que Sansão sabia que havia sido separado por Deus, para uma tarefa extremamente importante.

Deus separou Sansão para ser um líder, desde o seu nascimento; O Senhor dotou-o com recursos físicos e espirituais.

Nós também fomos separados por Deus para uma tarefa extremamente importante... O Senhor tem nos capacitado com talentos naturais e dons espirituais.

Qual tem sido o nosso comportamento em relação a isso?

Com o seu mau comportamento, Sansão fez com que o Espírito de Deus se afastasse dele.


  1. Por causa do Pecado da Sensualidade (Jz. 16: 1 – 3):

    • Preocupava-se mais em satisfazer seus desejos carnais do que agradar a Deus (16: 19 – 21);

    • Envolveu-se com mulheres pagãs que lhe prejudicaram a fé e a espiritualidade (14: 1 e 16: 1 e 4);

  2. Por causa do Sono (Jz. 16: 9):

    • Sansão envolveu-se com Dalila, mulher filistéia, que foi usada pelos inimigos para descobrir o seu segredo;

    • Sansão dormiu nos braços de Dalila, e seu cabelo foi raspado; e, com isso, perdeu a sua força.

Notemos como Sansão foi imprudente!


A partir daqui convido aos amados irmãos a refletir nas Conseqüências da Imprudência:

1. – Cegueira – (21)

A primeira atitude dos filisteus contra Sansão foi arrancar seus olhos, e depois o amarraram com cadeias de bronze.

Uma lição bem prática é que o pecado tira a visão espiritual e impede ao cristão de andar dentro dos planos de Deus.

Sem visão espiritual, qualquer um de nós estará completamente indefeso.



  1. Louvores ao Diabo – (23)

O ato de Sansão ter cedido ao pecado foi motivo para que os filisteus fizessem uma grande festa e dessem louvores ao deus Dagom;

Uma falha cometida por qualquer cristão é uma grande oportunidade para que o Diabo se sinta vitorioso.



  1. Zombaria – (25)

Um homem que era tão forte, agora se transforma em motivo de zombaria para os ímpios;

Precisamos estar atentos à Palavra de Deus, e prevenidos contra as astutas ciladas do Diabo: “Aquele, pois, que pensa que está em pé veja que não caia”, (1 Co. 10: 12)

Sansão sofreu vários prejuízos em virtude de sua vida de contaminação com o pecado.

Lm. 3: 22, talvez essa tenha sido a razão principal de Sansão ter se arrependido sinceramente. E com fé em Deus, clamar ao Senhor e ter sua oração respondida.

Sansão morreu, mas sua demonstração de fé e de arrependimento resultou na inclusão de seu nome entre os heróis da fé (Hb. 11: 32)

Hoje é tempo de arrependimento (...)

Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão;



porque eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar

(Jr. 1.19)
O MOVER DO ESPÍRITO DE Deus É A NOSSA VITÓRIA
De repente, sobreveio tamanho terremoto, que sacudiu os alicerces da prisão; abriram-se todas as portas, e soltaram-se as cadeias de todos”. (Atos 16.26)
Quando pensamos em VITÓRIA, nos vem logo à mente o livro dos Atos dos Apóstolos.

Tantos milagres e prodígios realizados pelo Espírito Santo, que muitos sugerem que este deveria se chamar os Atos do Espírito Santo.

No cap. 1:8, Jesus declarou: “... Mas receberei poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”.

Chegando no cap. 2, vemos esta palavra se cumprir. Os apóstolos tomados pelo Espírito Santo começaram a falar de modo que cada um os ouvia falar em sua própria língua materna (At.2: 4 – 12).

Alguns acusavam aos apóstolos de estarem embriagados; mas, Pedro os defendeu mencionando a profecia de Joel 2. 28,29“(... LER).

Continuando, Pedro exortava ao arrependimento e aqueles homens foram quebrantados pelo Espírito Santo e três mil almas se renderam ao senhor e foram batizadas.



Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

Em Atos 3, vemos Pedro ser usado para curar um coxo, que esmolava à porta do templo e, depois de ter sido admirado pelos que testemunharam aquele agir sobrenatural, ser preso (contar).



O motivo da prisão: “... ensinar ao povo que o mover é de Deus e anunciar que em Cristo há ressurreição” (At. 4:2).

O resultado das palavras de Pedro pode ser visto em At. 4: 4 “Muitos dos que ouviram estas palavras a aceitaram, subindo o número de homens para quase cinco mil”.



Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

Saindo daquela prisão, Pedro e João foram encontrar seus irmãos na fé e contaram tudo o que tinha acontecido.

Então, todos começaram a orar e a pedir: “... Senhor, olha para as ameaças que temos sofrido... concede aos teus servos que anunciem, com toda a intrepidez, a tua Palavra. Depois de orarem tremeu o lugar onde estavam reunidos e todos ficaram cheios do Espírito Santo e, com intrepidez, anunciavam a Palavra de Deus” (At. 4: 29 e 31).

Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

Os apóstolos são novamente presos. Mas, desta vez, Deus envia um anjo que abre as portas das prisões e lhes ordena a voltarem para o templo e continuarem anunciando sobre a Palavra da Vida.

Os apóstolos obedeceram...

As autoridades ficaram surpresas ao saber que aqueles que estavam presos, sobre forte vigilância, agora estão no templo ensinando e anunciando em nome de Jesus Cristo.

Os guardas novamente prendem aqueles homens e os levam até as autoridades que diziam para não continuarem a fazer aquilo.

Mas, Pedro, e os demais apóstolos cheios do Espírito Santo responderam: “Antes importa obedecer a Deus do que aos homens”. E isso aborreceu muito àquelas autoridades que, depois de muito discutirem entre si, ordenaram que fossem açoitados violentamente para que aprendessem a obedecer e não mais anunciarem o evangelho.

Caminhando até o capítulo 16, chegamos ao texto em que Paulo e Silas também foram presos por anunciarem a Palavra de Deus.

Como o texto nos mostra em At. 16:14, “O senhor abriu o coração de Lídia para atender às coisas que Paulo dizia”.

Em outra ocasião, voltando a aquele lugar, Paulo e Silas iam sendo seguidos por uma jovem que tinha em espírito adivinhador que dava muito lucro aos seus patrões.

Aonde iam Paulo e Silas, aquela jovem ia dizendo: “Estes homens são servos do Deus altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação”.

No outro dia, lá ia a jovem repetindo aquelas mesmas palavras... E, no outro dia... E, no outro... E, no outro... Acontecendo isto por vários dias...

Até que Paulo, indignado com aquilo, ordenou ao espírito do mal: “Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: Retira-te dela! E ele na mesma hora saiu” (At. 16: 17 e 18).

Este foi o motivo pelo qual Paulo e Silas foram presos. Os patrões daquela jovem agora não poderiam mais ter lucros; afinal, agora ela foi liberta em nome de Jesus Cristo.

Silas e Paulo tiveram suas roupas rasgadas. Levaram uma violenta surra com varas e, depois de moídos, foram lançados na prisão de segurança máxima, da época: Foram colocados no cárcere interior com as mãos algemadas e os pés presos ao tronco.



Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

A atitude de Paulo e Silas moveu o sobrenatural.

Eles, ao invés de ficarem se lamentando por estarem presos e sofrendo muito, celebraram um culto na prisão.

Num primeiro momento Silas era o dirigente do culto e Paulo era o ministro de louvor.

Depois Paulo orava, enquanto Silas dava o seu testemunho.

Silas orava e Paulo pregava a Palavra de Deus.

Os companheiros de cela iam ouvindo os louvores, e as orações, e a Palavra...

O Espírito Santo começou a trabalhar nos corações daqueles homens que iam ficando curiosos.

E o culto continuava...

Alguns, provavelmente questionavam: “Como é que pode? Estes dois homens estão com o corpo todo moído e estar cantando alegremente?”

E o culto continuava...

O que é que move esses dois homens, ensangüentados como estão quase sem roupas, no fundo da galeria de celas, aprisionados em um tronco? O que os leva a cantar, e a louvar, e a orar em tão alta voz?”

E o culto continuava...

O que há de diferente nestes homens?”

E o culto continuava...

Nesse momento Paulo convida Silas a fazer um solo... E Silas começa: “Vai haver festa no céu e vai ter anjos voando...”.

Paulo interrompe, e diz: “Silas esse não! Canta outro”. E Silas, retoma: “Há uma unção, já posso sentir...”.

Paulo interrompe novamente: “Silas, canta aquele que fala do poder do Espírito Santo!”. E, Silas, afinando a voz: “O Espírito de Deus está aqui, operando em nossos corações...”.

E, Paulo pede licença a Silas e canta: “Posso crer que em minha vida o milagre vai acontecer. Posso ver as promessas sendo liberadas sobre mim. Sendo liberadas sobre mim. Hoje o meu milagre vai chegar. Eu vou crer não vou duvidar. O preço que foi pago ali na cruz me dá vitória nesta hora! Me dá vitória nesta hora!”.

E Silas da prosseguimento: “Eu creio no poder dos joelhos que se dobram, eu creio no poder da oração...”, e o culto continuava...

E, por volta da meia-noite ouviu-se um tremendo estrondo e aconteceu um terremoto...

As portas das prisões se abriram... As cadeias que prendiam os homens caíram... As algemas de Paulo e Silas se partiram... e todos gritavam Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

E o culto continuava...

De repente, o carcereiro acordando vê aquela cena: portas das prisões abertas e nenhum dos prisioneiros nelas... Ele pensa em se matar; mas, lá do fundo, da última cela... No canto mais fétido e imundo... De lá, soa uma voz meiga e serena: Não te faças mal, estamos todos aqui!”.

Todos os presos foram participar do culto que Silas e Paulo estavam celebrando.

Aleluia! Glórias a Deus! Bendito é o nome do Senhor!

O carcereiro, vendo aquilo tudo, quis saber o que fazer para se salvar, e Paulo responde: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua casa”.

O mover do espírito de Deus é a nossa vitória!

O MOVER DO ESPÍRITO DE Deus É A NOSSA VITÓRIA

Vamos refletir, então, sobre...
O que é necessário para vermos o mover de Deus?
1) – Jamais desistir dos propósitos de Deus (Jr. 1: 19 a, b)

Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão”.

Essa é a promessa do Senhor para todos quantos permaneçam fiéis a Ele e não desistem do Seu propósito!

Vimos Pedro e os demais apóstolos em vários momentos receberem ordens de parar com a missão que haviam recebido do próprio Jesus Cristo.

Mas, Pedro e os demais apóstolos cheios do Espírito Santo responderam: “Antes importa obedecer a Deus do que aos homens”.

Silas e Paulo, também receberam as mesmas ordens.

Pedro, Paulo, Silas e todos os outros foram presos, caluniados, torturados e sofreram toda a sorte de maldade em sua época. Mas, jamais desistiram dos propósitos de Deus em suas vidas...

Existe alguém querendo que você pare de cumprir o que Deus lhe ordenou fazer?

Por acaso, estão tentando travar o ministério que Deus lhe concedeu?

Tenhamos em mente a promessa feita a Jeremias: Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão.

Lembre-se: para vermos o mover de Deus não podemos desistir dos propósitos de Deus.
Mas... O que é necessário para vermos o mover de Deus?
2) – Cultuar a Deus independente das circunstâncias (Jr.19 a, b, c)

Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; por que Eu sou contigo, diz o Senhor...”.

Independente de qual seja a situação que estejamos vivendo, não podemos esquecer que Deus está conosco.

Ainda que tudo pareça contrário, devemos cultuar a Deus, apesar das circunstâncias...

Pedro e os apóstolos em todo o momento estavam em oração.

Ora, pedindo mais intrepidez e coragem para anunciar o Palavra; ora, agradecendo por serem achados dignos de sofrerem açoites por estarem fazendo a obra de Deus.

Paulo e Silas não eram diferentes.

No cárcere, mesmo com fortíssimas dores e lesões por todo o corpo, louvavam e glorificavam a Deus; mesmo no interior da prisão, louvavam e bendiziam o nome do Senhor.

Tá sendo perseguido? Vai dando glória...

Tá sendo ofendido ou caluniado? Vai dando glória...

Tá sem emprego? Vai dando glória.

Vai orando, vai louvando, e dando glória.

Não olhe para as circunstâncias. Olhe para Jesus!

Não olhe para as dificuldades. Olhe para O Alvo!

Faça de sua vida um culto constante.

Tá lavando roupa cante um louvor.

Tá trabalhando, dê glórias a Deus.

Tá desempregado ore ao Senhor.

Em todos os momentos de sua vida, cultue a Deus apesar das circunstâncias.
Lembre-se para ver o mover de Deus devemos cultuá-lo independente das circunstâncias.
Mas... O que é necessário para vermos o mover de Deus?
3) – Deixar Deus ser Deus (Jr. 1: 19)

Pelejarão contra ti, mas não prevalecerão; porque eu sou contigo, diz o Senhor, para te livrar”.

Lembra de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, quando estavam na Fornalha? Havia um decreto para que todos adorassem a imagem que Nabucodonosor mandou fazer; mas eles não se prostraram, porque eram servos do Deus vivo!

Lançou-se então sobre eles uma sentença: A Fornalha Ardente!

Lembra de Daniel na cova dos leões? Havia um decreto para que todos, num espaço de trinta dias, fizesse algum pedido a qualquer Deus ou outro homem, e não ao rei, seja lançado na Cova dos leões.

Daniel, ia para o seu quarto e orava três vezes por dia agradecendo a Deus, como sempre fez, porque era servo do Deus vivo!

Lançou-se então sobre ele uma sentença: A Cova dos Leões!

Entenda que Deus não livrou Sadraque, Mesaque e Abede-Nego da Fornalha. Deus os livrou, NA FORNALHA.

A Daniel, Deus o livrou NA COVA.

O que quer dizer O MOVER DO ESPÍRITO DE Deus É A NOSSA VITÓRIA?”.

É o MOVER do ESPÍRITO DO SENHOR que vai liberar as bênçãos, a libertação e a salvação.

Isso quer dizer que não é o que eu faço e, nem tampouco, o que eu quero que aconteça... Mas, que nossa vitória depende única e exclusivamente do Poder do Espírito Santo de Deus.

Devemos agir como Daniel, Sadraque, Mesaque, Abede-Nego, Pedro, Paulo, Silas e os outros: deixando Deus agir.

Deus não espera nossa ajuda para liberar suas bênçãos.

O que ele espera é nossa atitude de fé e ousadia para permanecer firme nos propósitos que tem para nós, louvando-o sempre independente das circunstâncias e deixando que Ele mova o Sobrenatural em nossas vidas.

Devemos fazer a parte humana com ousadia e coragem e Deus agirá no sobrenatural.

Receberemos o poder de Deus, quando o Senhor nos conceder autoridade e nos encher do Espírito Santo.

Obedecer ao querer de Deus é nossa parte!

A parte de Deus é liberar o mover do Espírito Santo para nos conceder a vitória.

Quer ver o mover de Deus conceder vitórias?



  1. Jamais desista dos propósitos de Deus.

  2. Cultue a Deus independente das circunstâncias.

  3. Deixa Deus ser Deus.

Um Apelo à Consciência


Mt. 25. 1 – 13.

Introdução:

Existem coisas que, por mais que quiséssemos não poderíamos fazer uns pelos outros, como por exemplo: Tomar medicamentos...




  • Se você está com problemas de saúde, é você quem vai ter de tomar o remédio! Tem como ser diferente?

  • Outra coisa é exame de sangue. Tem como ser diferente?

  • Existem muito mais coisas que, da mesma forma, não podemos fazer uns pelos outros.

  • É de nossa inteira responsabilidade mantermos diariamente um estreito relacionamento com Deus...

  • Só praticando diariamente nossa comunhão com Deus, estaremos preparados para o que der e vier!

Existem coisas que nunca poderemos tomar emprestadas, eis algumas:



  • O Amor... Você pode me emprestar um pouquinho de amor?

  • A Paz... Vou ter uma reunião domingo que vem, pode me emprestar um pouquinho de paz?

  • A Fé... Preciso receber determinada bênção e estou precisando de um pouquinho de fé; me empresta a sua?

  • A certeza da salvação... Ou estamos convictos de nossa salvação, ou não!

  • Só praticando diariamente nossa comunhão com Deus, estaremos preparados para o que der e vier!

Que bom se os pais, os pastores e os nossos líderes, tivessem em mãos remédios que nos fortificassem espiritualmente!


Você gosta de receita? Então, anota aí:

  • Receita para manter a forma...

  • Receita de exercícios para uma maior robustez

  • Atenção! Uma receita para economizar futuro desnecessário...

  • E, uma delícia de receita...




  • Oraçanosol e Leiturobiblicol!

  • Você pode tomar à vontade, porém o recomendado é no mínimo três vezes/dia.

  • Recomende: Tome à vontade oraçanosol e beba leiturobiblicol diariamente!

  • Faça isso e tua vida será uma bênção!

Se você já concluiu, como eu, que RELACIONAMENTO COM DEUS É ALGO PESSOAL, e que só você pode ter certeza de estar apto para a salvação em Cristo Jesus, me responda o que você faria se soubesse que Jesus vai voltar daqui a quarenta e cinco minutos?



  • Está tudo resolvido entre você e Deus?

  • Existe ainda alguma pendência? Algo que você precisa acertar com Deus?

  • Lembremo-nos: Existem coisas que não obteremos no último momento; e, nem conseguiremos pedir emprestadas.

  • Você está preparado para o que der e vier?

O texto que lemos nos aponta o quão importante é termos a consciência de estarmos ou não preparados para encontrar com Deus!


Quero convidar aos amados irmãos e queridas irmãs, para que juntos analisemos as semelhanças e as diferenças entre as 10 virgens; e ao final chegaremos à conclusão que devemos estar preparados para encontrar com o Senhor Jesus.
O texto nos leva a verificar,


  1. AS SEMELHANÇAS

Observemos que em um primeiro momento existem, entre aquelas mulheres, várias coisas em comum segundo o texto que lemos:




    1. Aquelas mulheres estão todas incluídas em um grupo distinto: São chamadas de AS 10 VIRGENS;

    2. Todas sabiam da vinda do esposo e desejando muito estar com ele, o esperavam com alegria;

    3. Todas tinham lâmpadas e estavam no local do encontro;

    4. Todas pegaram no sono.

Mas, o que será que isto tem a ver comigo e com você?




  • Todos nós estamos incluídos em um mesmo grupo distinto: somos chamados de OS CRISTÃOS;

  • Todos sabemos que Cristo virá e desejamos muito estar com ELE, por isso: O esperamos com muita alegria;

  • Todos temos nossas vidas espirituais, que representam as nossas LÂMPADAS;

  • Todos sabemos que precisamos do azeite (ESPÍRITO SANTO), para mantermos nossas lâmpadas acesas;

  • Todos nós, após nossas atividades diárias, descansamos e pegamos no sono.

O texto também nos leva a verificarmos,


2) – AS DIFERENÇAS:
Num segundo momento, são interessantes os contrastes existentes entre aquelas mulheres que já não são mais reconhecidas como o grupo das 10 virgens; mas, que passaram a ser identificadas como CINCO VIRGENS NÉSCIAS e CINCO VIRGENS PRUDENTES. Analisemos as diferenças apontadas no texto:

TEMOS O GRUPO DAS NÉSCIAS:


  • Não deram importância em serem AS NOIVAS; foram, por isso, consideradas néscias;

  • Confiaram na aparência exterior, ou seja, confiaram que o azeite em suas lâmpadas era suficiente;

  • Não se prepararam devidamente para encontrar com O NOIVO; ou seja: Foram! Mas, não levaram AZEITE DE RESERVA.

  • Deixaram o mais importante por conta do acaso: O AZEITE RESERVA FICOU EM CASA.

Mas, o que será que isto tem a ver comigo e com você?



  • Que importância temos dado conquanto ao sermos chamados CRISTÃOS?

  • Temos AZEITE de reserva?

  • Estamos preparados para encontrar com Deus?

  • Podemos dizer que, onde quer que estejamos, e aconteça o que acontecer, estaremos dando testemunho de que temos o Espírito Santo sempre conosco?

O texto agora vai nos conduzir a,


3) - UM APELO À CONSCIÊNCIA
Descansar e dormir não irá nos fazer mal, desde que estejamos preparados (6 – 9);
O preparo é pessoal e intransferível! O descuido das cinco virgens imprudentes gerou-lhes desespero (8);
Sem o devido preparo, antes da segunda vinda de Cristo, o homem não se salvará! A porta da Salvação irá se fechar: Cristo virá, pela segunda vez, como Juiz (11 – 12);
CONCLUSÃO:

Sabemos que, ainda hoje, existem os néscios, espiritualmente falando... E, aí? O que iremos fazer agora? Não sabemos qual o dia e nem a hora. E a palavra de Deus nos adverte à vigilância (13).

Leia comigo ainda:


  • Amós 4. 12: “... Prepara-te, ó Israel, para encontrares com o teu Deus.”

  • 1 Jo. 2. 28: “... Para que quando Ele se manifestar, tenhamos confiança e d’Ele não nos afastemos envergonhados na Sua vinda.”




  • Existem coisas que, por mais que quiséssemos não poderíamos fazer uns pelos outros

  • É de nossa inteira responsabilidade manter diariamente um estreito relacionamento com Deus...

  • Lembremo-nos que existem coisas que não obteremos no último momento; e, nem poderemos pedir emprestadas.

  • Ou estamos convictos de nossa salvação, ou não!

  • É de nossa inteira responsabilidade manter diariamente um estreito relacionamento com Deus...

  • Só praticando diariamente nossa comunhão com Deus, estaremos preparados para o que der e vier!

Quer adquirir mais azeite para a sua lâmpada?


Construindo com Solidez

Lc6. 46 – 49


Ao chegar num dos meus clientes observei que ele estava ampliando o seu estabelecimento.

Todo orgulhoso, seu João chamou o Seu Zé, e me apresentando, foi logo dizendo: “já que tenho que fazer uma ampliação aqui, com muro bem alto, e vai passar pela fiscalização, contratei o “Zé”. É o melhor pedreiro da região. O que ele disser que tem que fazer, confiando em sua experiência, eu faço.

Só para o alicerce ele gastou três dias cavando e mais um dia e meio preparando as formas. Corta madeira e prega madeira; corta madeira e prega madeira.

Em cada passo, seu Zé supervisiona, tirando o nível e verificando a queda do terreno; e tudo o mais...

Aí, interrompi meu cliente e perguntei sobre a quantidade do meu produto que ele ia querer. Seu João me levou até um muro de mais ou menos seis metros de comprimento por dois de altura, que ainda não estava embolsado e me mostrou o detalhe da espessura da massa entre os tijolos. Fiquei assombrado com a precisão milimétrica da quantidade de massa usada por seu Zé. Dava a impressão de que ele calcula o quanto de massa deve pegar na colher de pedreiro para colocar entre os tijolos.

Interrompi meu cliente mais uma vez: “Mas, seu João, quantos p13 vamos deixar aí hoje?” seu João, desconversando, encostou o rosto na tal parede e me disse: “observe só este prumo!” pegou uma ripa de madeira e, segurando numa das pontas, me mandou segurar na outra e foi encostando aquela régua em vários pontos da parede e dizendo: “muito bom! Estou muito satisfeito!”.

Tentando colocar um fim naquela situação, perguntei: “quantas garrafas hoje?” Ele respondeu: “hoje não quero nada não!”

Aborrecido, saí dali agradecendo entre os dentes.

Seu João finalizou filosofando: “Quem dera fossemos unidos como os tijolos desta parede!”

Voltei-me e disse: “o que o senhor falou?”

E seu João respondeu: “Bom seria que a união dos homens fosse como esta parede: bem fundamentada num alicerce sólido, bem aprumada e sem arestas...!

Despedindo-me, entrei no caminhão e entendi que Deus estava querendo falar comigo.


O texto que lemos nos mostra que o senhor Jesus está ensinando a importância de se construir sobre um sólido alicerce.

Por isso, nosso tema: “Construindo com solidez”.


Tudo o que quisermos construir passa pelo crivo dos seguintes passos:

  1. Planejar – O que quero construir?

  2. Investir – Quanto posso gastar?

  3. Executar – Como e com quem vou construir?

Na área do relacionamento, não é diferente:



    1. Relacionamento Familiar:

  1. Que família quer ter?

  2. O quanto precisamos investir (Pessoal e Financeiramente)?

  3. Qual a tarefa de cada um?




    1. Relacionamento na Igreja:

  1. Qual a Igreja que queremos ter?

  2. Qual o investimento (Pessoal e Financeiro) de cada um?

  3. Do que cada um deve (ou deverá) cuidar

Em Lc6. 46 – 49 Jesus fala profundamente sobre o relacionamento que aquelas pessoas diziam ter com ele.

Por isso, o Mestre questiona (46).

Jesus faz um alerta (47).

Mt7. 24, em comparação a Lc6. 47 chama aos que ouvem e praticam as palavras de Jesus de “PRUDENTE”.

Aos que ouvem, mas não as praticam Mt6. 26 chama de “INSENSATO”.


Eu quero ser considerado prudente, segundo a Palavra de Deus.

Quero construir meus relacionamentos com solidez!

Então o que devo observar?


  1. TER UM RELACIONAMENTO PROFUNDO COM Deus

Sou cristão. Sou servo de Jesus.

Isso pressupõe que conheço meu dever para com Deus, que é observar e obedecer à sua Palavra.

O que diz a Palavra de Deus, em relação à Obediência para com Deus? 1Sm15. 22;

Diz o Senhor Jesus em Mt. 6.24.

Aquele que ouve e pratica os ensinamentos da Palavra de Deus é chamado de PRUDENTE.

Veja o que Tg1. 22, fala sobre os que são apenas ouvintes: ENGANAM-SE a SI MESMOS.

A Palavra de Deus é a ROCHA.

Construamos um relacionamento com Deus, praticando o que temos ouvido e aprendido nela.

Para construir relacionamentos sólidos, devo ainda:


  1. IDENTIFICAR O TERRENO CERTO

O que tenho feito em meu dia a dia, eu faria na presença de meus familiares e irmãos da Igreja?

Uma clássica pergunta para os jovens como eu: “Em meus passos o que faria Jesus?”

Ou seja: O que faço está certo ou errado aos olhos de Deus?

Relacionamentos sólidos se constroem em terrenos sólidos.

Jesus adverte: “Prudente é aquele que edifica sobre a rocha!”

Como ter relacionamentos sólidos se vivermos em terrenos arenosos e instáveis? Mentira; falso testemunho; desamor; falta de compromisso; etc.

Como exigir algo que não damos?

Queremos paz na família e na Igreja.

Queremos prosperidade e crescimento na família e na Igreja.

Qual tem sido nossa participação?

O que temos investido? Quanto tempo dedicamos à obra do Senhor?
Para construir relacionamentos sólidos, devo ainda:


  1. AVALIAR OS RESULTADOS

É necessário avaliarmos hoje, agora, em qual terreno estamos construindo nossos relacionamentos.

A casa edificada sobre a rocha sofreu os mesmos fenômenos da natureza que a edificada sobre a área.

Qual foi o resultado de uma e de outra?

Nossos relacionamentos, se construídos s obra a rocha (A Palavra de Deus), resistirão a tudo.

Caso contrário,...
Como estão nossos relacionamentos? Como estamos em família? E na Igreja?
Preciso de um Pedreiro e cinco pessoas (FIADAS)

Quero construir parte de uma parede.

O Pedreiro irá assentar os tijolos, verificar o nível e o prumo.

Nós iremos contribuir com nossas opiniões.


O que aprendemos: Relacionamentos sólidos é o resultado de envolvimento e cooperação.
Para construirmos RELACIONAMENTOS SÓLIDOS é necessário:

  1. Ter comunhão profunda com Deus;

  2. Identificar o Terreno Certo

  3. Avaliar os resultados.


Cântico: Recebi um novo coração

Volte para a Corrida

Hb. 6. 9 – 12.



9Quanto a vós outros, todavia ó amados, estamos persuadidos das coisas que são melhores e pertencentes à salvação, ainda que falamos desta maneira. 10Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos. 11Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança; 12para que não vos torneis indolentes, mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas.
INTRODUÇÃO:

Certo homem conta em seu livro1 que, no seu primeiro dia como aposentado, fez uma recapitulação de como tinha vivido em seus dias de intensa labuta.

Começa relembrando quando servira ao exército de seu país durante a 2a. Grande Guerra como soldado, da infantaria. Depois, já como capelão do exército, serviu na Coréia, República Dominicana e no Vietnã; às vezes, sob frio congelante; em outras, num calor escaldante. Em seguida, dedicou longos anos de estudo e pregação da Palavra, anos de muita preparação e de trabalho; além de dez livros escritos, com publicação supervisionada por ele próprio.

Merlin conta que aprendeu a valorizar o dia de descanso; afinal, trabalhar seis dias e descansar um, é princípio e ordenança de Deus2.

Observando que descansar por um dia não ocasionara nenhuma catástrofe, Merlin passou a descansar por dois dias, trabalhando na Obra do Senhor somente de Quarta-feira até Domingo.

E, progressivamente, foi aumentando os seus dias de descanso até que, finalmente, passou a trabalhar um dia e descansar seis. Merlin passou a trabalhar aos Domingos e descansar de Segunda a Sábado.


EXPLICAÇÃO:

A carta aos Hebreus é descrita pelas melhores críticas, como uma “Palavra de exortação”; pois, a exortação ou o encorajamento, é o propósito central deste livro3.

Ao lermos a Carta aos Hebreus somos desafiados repetidamente a uma ativa e corajosa resposta4, em várias exortações.

O texto que lemos faz parte, segundo a Bíblia de Estudo de Genebra, da EXORTAÇÃO À PERSEVERANÇA E MATURIDADE ESPIRITUAL, que compreende desde o capítulo 5. 12 até 6.125.

Nesta Seção, o autor começa advertindo aos hebreus dizendo-lhes que já deveriam ser mestres, pelo tempo que conheciam as verdades espirituais; mas, ao contrário viviam dependendo de alguém que lhes estivesse ministrando ensino em todo tempo.

Visto que a solidez de uma vida espiritual é comparada à saúde dos que recebem alimento sólido, o autor compara com crianças, todos os que dependem de alimento líquido; ou seja, os que a todo instante têm de ser lembrados e ensinados de novo, e ensinados de novo, e ensinados de novo...

Em 6. 1 – 3, os hebreus são avisados de que é chegada a hora de assumirem o papel de crentes experientes. O autor diz: “... deixemo-nos levar para o que é perfeito, não lançando, de novo, a base do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus”.

Em outras palavras: “... não vamos falar de novo sobre as bases dessa mensagem, isto é, sobre a necessidade de abandonar uma vida inútil, crer em Deus, batismo, ressurreição, juízo e etc. ...”. Ora, isso vocês já estão cansados de saber!

No cap. 6. 4 – 8, o autor faz sérias advertências quanto aos perigos espirituais que correm aqueles que se desviaram do ensino. Existe na afirmativa ‘É impossível...’, a pergunta implícita “Como é que pode...?”. Isto é na verdade o que expressa o sentimento do autor.

Cá entre nós: existe “crente morno”?

Você já ouviu falar de “Aposentadoria de Crente”? (nada a ver com os aposentados do INSS).

É justamente sobre isso que vamos refletir...

Nossa reflexão tem como tema: ENTUSIASMO ATÉ O FIM!

Paulo sugere que tenhamos uma vida de entusiasmo para que não paremos pelo meio do caminho.




  1. DILIGENTEMENTE (11)

“Desejamos, porém, continue cada um de vós mostrando, até ao fim, a mesma diligência para a plena certeza da esperança”;

O Termo original (spoudh) spoude = diligência; é mais bem traduzido pelo termo entusiasmo; porque a força deste termo no texto exige “fazer com toda diligência”, ou “interessar-se com muita seriedade”, ou ainda: “promover”, “empenhar-se ansiosamente por algo”.

Já o termo (plhroforia // elpiv) plerophoria / elpis = plena certeza da esperança, é mais bem traduzido como completa confiança, ou regozijo e expectativa confiante.

Percebemos, então, que o autor da carta aos hebreus exorta-nos a que continuemos o nosso serviço na obra de Deus sempre cheios de entusiasmo, nunca preguiçosamente.

Deus nos chama ao serviço para que o desenvolvamos com toda a diligência; jamais sendo preguiçosos ou relaxados, fazendo a obra de qualquer maneira; ou apenas quando pudermos, ou nos convier.

O que esperamos receber ao fim de nossa carreira no Senhor?

Esta é a exortação de progresso que nos faz o autor aos hebreus: “... que cada um de vocês continue com entusiasmo até o fim, para que, de fato, recebam o que esperam”.

Deus nos chama para um serviço cheio de entusiasmo! Sejamos DILIGENTES na obra do Senhor!




  1. NÃO INDOLENTES (12a)

Para que não vos torneis indolentes”

(nwyrov) nothros = Indolente.

Tem como aplicação para os nossos irmãos hebreus, e também para todos nós os crentes em Cristo Jesus, o seguinte:


  1. – Ocioso; o que merece reprovação;

  2. – Preguiçoso; o que merece censura.

É interessante que percebamos e atentemos para esta exortação!

Quantas vezes temos sido convocados à obra do Senhor, e não temos nos apresentado prontos!?

Quando muito, desculpamo-nos com a famosa frase: “já trabalhei muito, agora deixo a oportunidade para outros, afinal tem muita gente para a obra!”
O apóstolo Paulo nos ensina em 1 Co. 12. 7 - 11:

A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando um fim proveitoso. Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento; a outro... a fé..., a outro... dons de curar, a outro... profecia... Mas, um só, e o mesmo Espírito, realiza todas estas coisas, distribuindo-as como lhe apraz, a cada um, individualmente”.

Vimos que o apóstolo Paulo nos ensina que nossos dons são concedidos, a cada um de nós, segundo o Espírito do próprio Deus, visando um fim proveitoso.

Você tem aproveitado os seus dons e talentos para qual fim?

Escolhemos os nossos líderes departamentais para 2004.

Como iremos ajudá-los? Apresentando-nos dispostos a colaborar ou negligenciando os talentos que Deus nos concede? Diremos: pode contar comigo! Ou FUI!?

Deus nos chama para um serviço cheio de entusiasmo! Sejamos DILIGENTES e NÃO INDOLENTES na Obra do Senhor


  1. CONSTANTES E FIÉIS (12B)

Mas imitadores daqueles que, pela fé e pela longanimidade, herdam as promessas”.

(pistiv) pistis = Fidelidade, lealdade;

(makroyumia) makrothumia = Perseverança, longanimidade ou constância.

Amados irmãos! Quero me atrever a sugerir uma tradução ao versículo 12, para melhor podermos compreender o conceito literal desta exortação ao entusiasmo. Vejamos:

“A fim de que não vos torneis preguiçosos, mas imitadores dos que, através da fidelidade e também da constância, tornaram-se participantes de todas as bênçãos prometidas”.

É por isso amados irmãos, que entendemos ser errado negligenciarmos a obra do Senhor.

O autor da epístola aos hebreus nos exorta à fidelidade e à constância.

Adverte-nos de que não devemos nos apresentar como PREGUIÇOSOS, mas que sejamos IMITADORES daqueles que foram fiéis e constantes


CONCLUSÃO:


Concluindo, quero refletir como os irmãos: Como temos respondido ao chamado do Senhor!

Vimos que o Senhor nos chama para que sejamos úteis até o fim de nossas carreiras. Diz o apóstolo Paulo: - “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”. (2 Tm. 4. 7).

Deus nos chama para um serviço cheio de entusiasmo! Sejamos DILIGENTES e NÃO INDOLENTES; mas CONSTANTEMENTE FIÉIS, na obra do Senhor.

Deus nos chama para servi-lo entusiasmadamente; com ânimo e com muita garra.

Deus nos chama para que o sirvamos DILIGENTEMENTE, NÃO INDOLENTEMENTE; MAS CONSTANTEMENTE FIÉIS.

Deus nos abençoe.



Três Passos para a Bênção
Introdução:

A enfermidade que é tratada nesta passagem era classificada pela lei cerimonial, como imunda. 6

Pela lei, aquela mulher não podia apresentar-se no meio do povo; isto, para evitar que a sua imundice contaminasse o ambiente.

Sua condição não era apenas de enferma, mas também a desqualificava tanto para o relacionamento conjugal7, quanto para a vida religiosa em geral8.

É por isso que ela nem sequer se apresentou diante de Jesus para pedir-lhe a cura; mas tocou secretamente na orla de suas vestes.

Este texto nos aponta algumas características relativas aos que encontram respostas para as suas necessidades.


TEMA: TRÊS PASSOS PARA A BÊNÇÃO!


  1. PERSEVERANÇA (27)

Por doze anos, ininterruptamente, aquela mulher viveu enferma.

Sua enfermidade desafiou todos os meios que estavam ao alcance da ciência da época.

Gastou tudo o que tinha, visitando a todos os médicos que tomou conhecimento.

Foi desenganada pelo tempo: 12 anos!

Foi desenganada pela ciência: vários médicos!


Mas, surge uma nova esperança:
Mc. 5. 27: “...tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste”.
Muitos de nós, certamente nos daríamos por vencidos se tivéssemos no lugar daquela mulher.

É comum vermos e ouvirmos, em nossos dias, pessoas bem próximas a nós, queixando-se dos infortúnios da vida: PRA MIM NÃO TEM MAIS JEITO...; AH! COITADINHO DE MIM, NÉ?

Irmãos precisamos deixar de andar com pena de nós mesmos!
Está na hora de aprendermos a lição: O primeiro passo para alcançarmos a bênção é a perseverança.


  1. (28).

Aquela mulher gastou tudo que tinha;

Esgotaram-se todos os seus recursos com os médicos, e o seu estado só continuava piorando.

Os médicos não puderam curá-la! Chegou ao ponto em que somente a fé poderia operar...

Então... através de um ato de pura fé, atravessou por entre a multidão, e vencendo todas as barreiras, tocou em Jesus9.

Os recursos do mundo podem falhar; entretanto, os recursos divinos jamais falharão.

No mundo malicioso em que vivemos, há faltas secretas que devem ser apresentadas a Deus.

Deus perdoa! Deus cura! Para isso é necessário que atravessemos as multidões e vençamos as barreiras!
É necessário que não esqueçamos os passos para conseguir a bênção: Perseverança e Fé!


  1. AÇÃO (27 – 29)

Depois de doze anos, recursos esgotados, moléstia piorando, tudo indicando uma causa perdida, aquela mulher perseverante e cheia de fé, parte para a ação.

Veja que ela não ficou no HÃ?!?!

Ouviu que JESUS estava na cidade...

Não se intimidou (... apesar de considerada IMUNDA)... foi até Jesus. Venceu as dificuldades (Caminhou por entre a multidão...)

Na sua mente, só um pensamento: “Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada!”10

E como resultado: “logo se lhe estancou a hemorragia”.(Mc. 5. 29).


Observe que ela não ficou no anonimato!
Em diversos casos em que curou vários enfermos, o Senhor Jesus exigiu que se guardasse segredo sobre como cada um deles obteve a cura.

Nesse caso, entretanto, Jesus fez questão de que os benefícios àquela mulher, dessem testemunho do seu poder e do seu amor.

Ali, em meio à multidão Ele exige que apareça quem tinha sido beneficiado para o testemunho da fé...
“Quem me tocou?”, indagou o Mestre; e a mulher não conseguindo se ocultar revelou-se humildemente, prostrando-se: “Fui eu quem te tocou Mestre!”.

Conclusão


Nada adiantaria àquela mulher ter sido tão perseverante e possuir uma fé grandiosa, se não tivesse tomado a atitude de ir até Jesus e colocado em prática o desejo que residia em seu coração.
Como vimos, existem três passos que devemos dar para que possamos conseguir atingir nossos objetivos e alcançarmos nossas bênçãos:


  1. Perseverança;

  2. Fé;

  3. Ação.

Saiamos daqui hoje dispostos a agir desta maneira, de agora em diante.



Qual o propósito divino em se fazer Missões?

Mateus 28.18 – 20:

18Jesus, aproximando-se, falou-lhes dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra.

19Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo;

20Ensinando-lhes a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.

Introdução

Foi com um mapa nas mãos em sua oficina de sapateiro, que William Carey, entendendo o chamado de Deus para a sua vida, resolveu seguir para as Índias e dar início à história das missões modernas (...) e esta é uma história da qual nenhuma Igreja tem o direito de permanecer à margem. Esta é uma afirmação do Revº Júlio Ferreira no artigo intitulado “Ganhar pessoas é melhor do que ganhar dinheiro”. Isto equivale a dizer que testemunhar de Cristo e pregar o evangelho da salvação é dever de todos os cristãos em todas as épocas e em todos os lugares.

Há aqueles que entendem que a Igreja é um fim em si mesma; ou seja, ela vive em função dela própria. E quando esta visão está presente, observa-se que a comunidade não se preocupa com o crescimento numérico e se justifica dizendo: o que importa é o crescimento espiritual...

Cremos que a Igreja de Cristo é missionária em sua própria essência. E como Igreja do Senhor deve se preocupar com o crescimento espiritual, sim; mas, sobretudo deve se preocupar em cumprir integralmente a ordem recebida do próprio Jesus.

O texto que lemos, nos mostra o revestimento de uma responsabilidade especial que Jesus Cristo outorgou à sua Igreja ao comissionar seus discípulos, e nos conduz a refletir sobre qual tem sido a nossa participação?

Assim, quero propor o seguinte tema para nossa reflexão: Missões, qual tem sido a nossa participação?

Para respondermos a esta pergunta...


  1. Precisamos entender que quem comissiona é Deus

A revelação de Deus na Bíblia sempre o apresenta como aquele que chama a quem quer para o cumprimento de propósitos específicos.

O mundo existe porque foi chamado à existência por Deus: “Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo passou a existir” (Sl 33.9).

Deus chama Abrão, e lhe ordena ser bênção no mundo (Gn 12.1-3).

Jesus chama alguns dentre a multidão, e os envia para que também sejam bênçãos no mundo (Mt 10.1-15).

Esta é a origem da Igreja: pessoas que formam uma comunidade, não porque desejam, mas porque Deus as chamou para tal.

O apóstolo Paulo nos ensina que fomos salvos pela Graça, o favor imerecido de Deus (Ef 2.8,9).

Pedro, em sua primeira carta, no capítulo dois, versículo nove afirma que a Igreja é formada por aqueles que foram chamados por Deus, das trevas para a luz.

Deus é quem nos comissiona.

O fato de a Igreja ser uma comunidade formada por homens e mulheres que receberam o chamado para pertencerem ao povo de Deus, realça a soberania de Deus e nossa absoluta ausência de méritos.

Missões, qual tem sido a nossa participação?

Para respondermos a esta pergunta...



  1. Precisamos entender o significado do chamado divino. (19)

19Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo;

Deus nos chamou para sermos bênção para o mundo.

O chamado é para o serviço, nunca para um desfrutar egoísta de bênçãos e sem comprometimento com o próximo.

O Deus que chama é o mesmo Deus que envia.

O mundo que Deus ama (Jo 3.16), é o lugar do envio.

Sendo assim, a Igreja nunca pode pensar em si mesma como uma comunidade isolada e retirada do mundo.

A ordem de Jesus aos seus discípulos é clara e objetiva: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações...”.

Esta ordem demonstra que Deus quer salvar a todos quantos recebam a sua palavra.

Veja as palavras de Jesus que João registra no capítulo 6, verso 39: “E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu”.

2Pe 3.9: “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”.

A ordem de Jesus aos seus discípulos é: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”.

Você é discípulo de Jesus? Então esta ordem é para você também!



Missões, qual tem sido a nossa participação?

Para respondermos a esta pergunta é necessário entendermos ainda que:




  1. Precisamos entender que o chamado é pessoal e intransferível. (16-18a)

16Seguiram os onze discípulos para a Galiléia, para o monte que Jesus lhes designara. 17E, quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. 18Jesus, aproximando-se falou-lhes, dizendo... Ide, fazei discípulos...

Aqui está claro que Jesus falou diretamente aos discípulos; e eles entenderam o recado do Mestre.

O Ide de Jesus é responsabilidade que não pode ser transferida.

a) O Ide é objetivo em seus destinatários.

Os discípulos estavam no monte que o próprio Jesus designara; ao o Mestre ressuscitado, se prostraram e o adoraram. Ali receberam o Ide de Jesus.

Infelizmente, entre os discípulos há os que negligenciam dos propósitos de Jesus.

Havia entre os que estavam no monte que duvidavam, como podemos perceber no texto.

b) O Ide é objetivo em seus propósitos.

O propósito do Ide é a multiplicação da Igreja do Senhor. É a matemática de Deus. Deus soma, multiplica, divide e subtrai. Na matemática de Deus os resultados são sempre positivos.

Ao cumprir o Ide os discípulos de Jesus fizeram outros discípulos; e estes fizeram outros discípulos, que fizeram outros, e outros, e outros, até que a Palavra de Deus chegou a nós.

Os discípulos anunciavam o evangelho, batizavam aos que iam se convertendo e ensinavam tudo o que aprenderam com Jesus.

Os discípulos testemunhavam com suas vidas; isto é, viviam aquilo o que pregavam.

Os discípulos entenderam que o chamado era para eles e não negligenciaram à ordem de Jesus.

Pedro, Tiago, João, Paulo e tantos outros se dispuseram a sofrer, e até a morrer, por causa da missão que receberam.

Pedro, juntamente com outros apóstolos afirma que não podiam “deixar de falar das coisas que ouvimos e ouvimos” (At 4.21), e ainda “se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas” por causa do nome de Cristo. E “todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo” (At 5.41,42).

Paulo chega a dizer que “o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1.21).


Conclusão:

O Ide, é a proposta de Deus quando pensamos em fazer missões.

Ao entendermos esta proposta estaremos em condição de tomarmos uma posição.

Com um mapa nas mãos, William Carey partiu para as Índias, a fim de cumprir o chamado de Deus para fazer missões naquele lugar.

Não temos um mapa em nossas mãos, como o de William Carey, mas esperamos que, nesta noite, todos saiamos daqui dispostos a cumprir os propósitos de Deus em nossas vidas.

Nesta noite, entendemos:



  1. Que quem nos comissiona é Deus: Assim como chamou Abraão, Isaque, Jacó, Pedro, Paulo, e todos os demais servos, Deus também tem nos comissionado para esta grande Missão.

  2. O significado da ordem divina: Somos chamados para ser bênção para o mundo. Por isso somos enviados a pregar o evangelho a todos quantos pudermos anunciar.

  3. Que o chamado de Deus é pessoal e intransferível: Não devemos negligenciar à ordem de Cristo. O Ide é para todos os discípulos de Cristo. O propósito do Ide é alcançar a todos quantos pudermos. A começar em nossa casa, depois em nossa vizinhança, e depois em nosso bairro, e depois em nossa Cidade, e depois em nosso Estado, em nosso País, em nosso Continente e até aos confins da terra.

Lembra do tema de nossa reflexão: Missões, qual tem sido a nossa participação?

Qual tem sido a sua participação? Precisamos tomar uma posição!

Que Deus abençoe nossas vidas e que o Espírito Santo aplique em nossos corações a sua palavra, tornando-nos aptos e dispostos a cumprir ao Seu chamado.

Como estamos seguindo a Cristo?

(Lucas 9. 57 – 62)

Introdução


Quero chamar a tua atenção, nesta tarde, para algo muito importante.

Quero dizer que é muito importante que, você que está ao alcance de nossa voz, pare por alguns minutos...

Dê-nos uma chance para juntos refletirmos sobre o verdadeiro o significado da palavra SEGUIR.

Sim! Precisamos entender muito bem o que significa SEGUIR para que todos saiamos daqui, nesta tarde, prontos a dar uma resposta de como é que tem sido o nosso relacionamento com Deus, o nosso Pai, e com o nosso salvador e amigo, o Senhor Jesus Cristo.

Quero te convidar para ler em Lc. 9. 57 – 62:


  1. Indo eles caminho fora, alguém lhe disse: Seguir-te-ei para onde quer que fores.

  2. Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça.

  3. A outro disse Jesus: Segue-me! Ele, porém, respondeu: Permite-me ir primeiro sepultar meu pai.

  4. Mas Jesus insistiu: Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos. Tu, porém, vai e prega o reino de Deus.

  5. Outro lhe disse: Seguir-te-ei, Senhor; mas deixa-me primeiro despedir-me dos de casa.

  6. Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.

  7. Este texto narra a postura de algumas pessoas que queriam seguir a Jesus.

  8. Este texto mostra como é que todos os que pretendem seguir a Cristo têm que proceder.

  9. SEGUIR pode significar, entre outras coisas:

  1. Acompanhar;

  2. Andar atrás de;

  3. Entregar-se, submeter-se; ser dirigido por;

A multidão acompanhava Jesus aonde ele ia.

Os enfermos e necessitados andavam atrás de Jesus, aguardando a liberação de seu poder de cura.

Os discípulos seguiam ao Mestre de forma submissa.

Você consegue perceber a diferença entre o que é seguir e o que não é?
Vamos refletir: QUAL TEM SIDO A MINHA RELAÇÃO COM JESUS?
Existem muitas respostas para esta pergunta, mas o texto que lemos nos apresenta três; e a primeira é:


  1. ACOMPANHO PARA VER O QUE ACONTECE.

Era comum Jesus estar cercado de grande multidão.

Pessoas que, de uma forma ou de outra, só o seguiam para ver o que é que iria acontecer de novidade.

Homens e mulheres, jovens e até crianças, que estavam onde ele estava só para assistir a realização de sinais e maravilhas.


  1. Pessoas que o acompanhavam para serem beneficiadas através do seu poder. Vejamos alguns exemplos:

    1. Mt 14:19 - E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.

    2. Mt 20:29 - Saindo eles de Jericó, uma grande multidão o acompanhava

    3. Mc 3:8 - de Jerusalém, da Iduméia, dalém do Jordão e dos arredores de Tiro e de Sidom uma grande multidão, sabendo quantas coisas Jesus fazia, veio ter com ele.

Ainda hoje existem aqueles que querem seguir a Jesus de longe, como as multidões sempre fizeram.

Existem, ainda hoje, aqueles que seguem acompanhando para ver o que é que vai acontecer.

É urgente refletir: QUAL TEM SIDO A MINHA RELAÇÃO COM JESUS?

A segunda resposta que encontramos é:




  1. ANDO ATRÁS DELE PARA RESOLVER MINHAS NECESSIDADES.

Vários fatos se deram, na história da Bíblia, em que Jesus foi procurado somente para a solução de dificuldades diversas.

Existiram enfermos que andavam atrás de Jesus em busca só para serem curados, vejamos alguns exemplos:


  1. Mt 14:19 - E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.

  2. Mt 14:14 - Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos.

Infelizmente, ainda hoje, muitos querem seguir a Cristo somente para terem suas enfermidades saradas.

Muitos pensam que por seguir a Cristo jamais se depararão com dificuldades.

É urgente refletir: QUAL TEM SIDO A MINHA RELAÇÃO COM JESUS?

A terceira resposta que encontramos é:



  1. SIGO JESUS, PORQUE ELE É ME CAPACITA A SEGUI-LO.

Disse Jesus: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” (Lc. 9. 23 – 25) .

Quero fazer um desafio a você nesta tarde:

“– Olhe bem para dentro de você mesmo e responda: como é que você tem seguido a Jesus?”.

Você realmente segue a Jesus? Ou será que você pensa que segue a Jesus?

Será que estamos seguindo a Cristo como as multidões, apenas para ver o que é que vai acontecer?

Será que estamos seguindo a Cristo como os enfermos e necessitados, apenas para termos nossas doenças saradas e nossas dificuldades resolvidas?

“– Olhe bem para dentro de você mesmo e reflita: como é que você tem seguido a Jesus?”.

Se estivermos agindo assim, mas não queremos mais isso, o que fazer então?

O que é necessário fazermos para sermos verdadeiros seguidores de Jesus?



  1. Negar a si mesmo – Estar disposto a abrir mão de tudo o que for necessário, tendo somente a Cristo como alvo de vida. “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão,prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp. 3. 13,14).

  2. Tomar dia a dia a sua cruz – Estar consciente de que nada poderá nos separa do amor de Cristo. “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Rm. 8. 38, 39).

  3. Seguir a Jesus – Estar certo de que Cristo tem a direção certa para as nossas vidas. “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo. 14. 6).

CONCLUSÃO:

Estivemos refletindo nesta tarde em QUAL TEM SIDO A MINHA RELAÇÃO COM JESUS?

Você deve tomar a sua decisão!Quer seguir a Cristo como Ele espera que você o siga?Eu sei que não é coisa lá muito fácil, pois ele mesmo nos disse que teríamos aflições; mas, também nos garantiu que o maligno já está vencido.

Sim! É a Palavra de Deus que nos garante: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo”. (1a. Co 15:57).

Deus nos abençoe! Amém!

Unidos para Adorar

Filipenses Capítulo 2: 1 – 2



  1. Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias,

  2. Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento.

No capítulo 2 da carta de Paulo aos filipenses podemos notar um contraste notável.

Nos dois primeiros versículos temos um excelente exemplo do estilo que o apóstolo usava nas suas exortações.

Primeiramente, Paulo apela para as preciosas bênçãos do cristianismo, das quais seus leitores têm experiência, e pede com favor especial, dizendo completai a minha alegria..., desejando que os filipenses sejam de um mesmo sentimento, de um mesmo amor, de um mesmo ânimo.

Outra coisa que merece atenção na carta aos filipenses é o grande número de palavras compostas com a preposição grega sun, que expressa comunhão e associação das mais íntimas.

Bastaria lermos estas palavras, e seria o bastante para acabar com o espírito de rivalidade e com as facções que muitas vezes vemos dentro de nossas comunidades.

Destaquemos algumas, entre tantas:

SUNKOINONOS - “Participantes” – Companheiros nas aflições de Cristo => 4: 14;

SUNERGOS - “Cooperadores” – Trabalhando juntos na obra de Cristo => 4: 3;

SUNPSUCHOS - “De mesmo ânimo” – unidos, de mente e de alma, em Cristo => 2: 2.
No texto que lemos existe um ardente apelo para que os filipenses mantenham a paz e a união.

É como se Paulo estivesse dizendo assim: “Se as experiências espirituais não resultam em amor fraternal é porque algo está errado entre vós”.

Se não há UNIDADE, jamais haverá UNIÃO;

Se não há UNIÃO, jamais seremos UNIDOS;

Se não somos UNIDOS, jamais haverá UNIDADE.

Então, podemos afirmar: Se somos UNIDOS é porque entre nós há UNIDADE e UNIÃO.


REFLETIREMOS SOBRE O TEMA: UNIDOS PARA ADORAR
Ao dizermos que pretendemos estar UNIDOS PARA ADORAR, é necessário observarmos algumas características:



  1. AQUELES QUE ESTÃO UNIDOS PARA ADORAR TÊM O MESMO PENSAMENTO

É possível dizer que um grupo está UNIDO quando cada um age de forma diferente?

O corpo poderia seguir em frente se cada perna decidisse ir para um lado?

Vejamos o que diz Paulo quando escreve em 1a Coríntios 1:10:

Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”.

O verbo aqui usado é o katartizo, que quer dizer entre outras coisas, eticamente falando: tornar-se no que se deve ser.

Para bem compreendermos o que Paulo quer transmitir, pensemos no termo Foco.

Estarmos UNIDOS PARA ADORAR é uma questão de foco.

Não podemos perder de vista o propósito, que é o foco, daqueles que estão nos conduzindo.

Para que se possa seguramente acertar o alvo é necessário focalizarmos nitidamente o alvo.

Os magos do Oriente foram até Jerusalém e perguntavam: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela e viemos para adorá-lo” (Mt. 2: 2).

Ao dizermos que pretendemos estar UNIDOS PARA ADORAR, é necessário observarmos mais algumas características:


  1. AQUELES QUE ESTÃO UNIDOS PARA ADORAR TÊM O MESMO AMOR

Em 1 Co. 13, Paulo descreve o amor cristão;

É marcante, nesse texto, a total ausência de interesse próprio.

O amor busca o bem do próximo.

A real medida do AMOR, é o quanto se dá para que se alcance tal fim.

Mais do que simples emoção, o amor é um princípio de ação.

É uma questão de fazer algo pelos outros por compaixão, sem levar em conta se sentimos ou não afeição por eles. (Lembra da parábola do Bom Samaritano?)

É pelo amor ativo de uns para com os outros que nós, como discípulos de Jesus, podemos ser reconhecidos (Jo. 13: 34, 35).

E é por isso que Paulo recomenda aos filipenses ... tenhais o mesmo amor....

Como poderemos estar UNIDOS PARA ADORAR se não houver o mesmo amor entre nós?

Unidade reflete amor, enquanto que a individualidade reflete o egoísmo.

Onde poderemos chegar sem amor?

Em 1 Co 13, Paulo personaliza o AMIOR como uma pessoa que age do modo pelo qual todos os crentes deveriam agir.

Quando buscamos estar UNIDOS PARA ADORAR tendo o mesmo amor, somos benignos e pacientes...

Não ardemos em ciúmes, nem nos ensoberbecemos...

Não nos conduzimos de maneira inconveniente e nem procuramos nossos próprios interesses...

Jamais nos alegraremos com injustiças; mas, nos regozijaremos com a verdade...

Sabe por quê? Porque o amor tudo sofre..., tudo espera, tudo suporta.
Ao dizermos que pretendemos estar UNIDOS PARA ADORAR, é necessário observarmos mais uma característica:


  1. AQUELES QUE ESTÃO UNIDOS PARA ADORAR TÊM O MESMO SENTIMENTO

Aos cristãos de Éfeso, no capítulo 4, o apóstolo Paulo admoesta sobre a Unidade da Fé.

Aqui, Paulo fala sobre a vida para a qual os crentes foram chamados:

Andeis de modo digno... com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz....

Isto porque há um só corpo e um só Espírito...

Há um só Senhor e uma só fé... Um só Deus e Pai de todos...

O qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos.

Falando no capítulo 3 sobre o prêmio da Soberana Vocação aos filipenses, Paulo afirma que em sua plenitude, ainda não o alcançamos.

E, apesar de não o haver alcançado, o apóstolo nos admoesta a que prossigamos avançando para o alvo, e deixemos as coisas que ficaram para trás...

E, Paulo finaliza: “Todos pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento...” (Fp. 3: 15).
Amados irmãos, como vimos nesta noite para estarmos UNIDOS PARA ADORAR, precisamos aprender o que Paulo ensinou aos filipenses:


  1. – Ter o mesmo pensamento;

  2. – Ter o mesmo amor;

  3. – Ter o mesmo sentimento

Que Deus nos abençoe e que o Espírito Santo aplique em nós a sua Palavra.

Amor na Família

Gn. 45. 1 - 15



INTRODUÇÃO:

A Década de 60 foi revolucionada pela proposta de “PAZ E AMOR”, no movimento chamado “HIPPIE”.

Em Woodstock, um dos maiores concertos de rock de todas as épocas, rapazes e moças entregavam-se diante da multidão fazendo sexo; querendo transformar aquele ato numa expressão do PURO AMOR.

A sociedade foi confrontada e influenciada neste momento, quando se usavam dedos para pedir PAZ e AMOR.

Quero abordar a questão do verdadeiro amor, o qual se constitui a base fundamental para a estabilidade das famílias.

Na sociedade atual a palavra amor está muito desgastada;

Para muitos, significa: sexo, prazer ou satisfação... outros, tentam comprar o amor através de dinheiro e presentes.

Nas famílias, geralmente, o amor tem diminuído assustadoramente. Os lares nem sempre são lugares de manifestações amorosas, mas um verdadeiro campo de batalha.

Outro problema é o daqueles que entendem que só devem amar, quem os ama.

Devemos estar atentos, pois, amar só quando se é amado, é prova de um amor egoísta e condicional.

O AMOR tem sido cantado em verso e prosa, precisa ser entendido e analisado à luz da Bíblia, a Palavra de Deus.

O texto que lemos nos sugere algumas idéias úteis para uma compreensão verdadeira sobre o amor entre irmãos.


TP: Porque deve haver amor entre os irmãos?

I – O AMOR ENTRE IRMÃOS É FUNDAMENTAL NA IGREJA (4, 5)


É impossível uma família sobreviver diante das crises, problemas e atritos, sem a presença do amor.

O amor é a base para a sustentação! Se nossos lares estiverem bem apoiados no amor fraternal, a Igreja estará apoiada num sustentáculo inabalável: O Perdão e a Comunhão entre irmãos que se amam!

A família é uma instituição ameaçada, mas não derrotada. Sabe por quê? Porque o amor vence tudo!

A família de José conseguiu sua restauração através da manifestação do amor por parte deste que foi odiado, desprezado, vendido...

No livro “Família, Teologia e Alternativas Clínicas”11 encontra-se registrado a seguinte frase: “Pai e mãe, para uma família feliz, hão de relacionar-se mutuamente sobre a base do amor”.

O amor estabelece o marco de referência que não somente modela o padrão de relação entre os diferentes membros da família, mas que, por sua vez, estabelecerá e permitirá o crescimento de todos os seus membros.

Deus é a fonte deste amor: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama, é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 Jo. 4. 7).

Cada família deve buscar no Senhor o amor para a sua sobrevivência.

É preciso deixar que o Deus de amor seja o construtor de nossos lares (Sl. 127. 11).

II – O AMOR ENTRE IRMÃOS CARACTERIZA-SE PELO PERDÃO (7)


Em uma de suas muitas frases, Ghandi expressou o seguinte pensamento: “O amor jamais reclama; dá sempre. O amor sempre tolera, jamais se melindra; nunca se vinga”.

Martin Luther King, ensina-nos dizendo: “Não digam que sou Prêmio Nobel, pois isto não tem importância; mas, digam sim, que fui porta-voz da justiça. Digam que procurei amar e servir à humanidade”.

Na família ou na igreja, ninguém existe apenas para ser amado e servido; mas para amar e servir.

Em 1 Pe. 4. 8 o Apóstolo fala dos deveres entre aqueles que se amam:



8 Acima de tudo, porém tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados. 9 Sede, mutuamente, hospitaleiros, sem murmuração. 10Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.11Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o na força que Deus supre, para que, em todas as cousas, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos e séculos. Amém!
É característica fundamental do amor a abnegação; o amor é doação, ou seja, aquele que ama procura fazer algo em favor de quem ama... o amor vai além do romantismo.

José revelou um amor autêntico aos seus familiares: concedeu perdão, promovendo a união familiar, oferecendo recursos para a sobrevivência dos seus queridos12.

A maior prova de amor altruísta é a de Deus. Ele “deu” o seu próprio Filho (o único), em favor da salvação de todo aquele que n’Ele crê13.

III – O AMOR ENTRE IRMÃOS É DEMONSTRADO EM QUALQUER SITUAÇÃO (13 – 15)


Neste episódio que envolve José e seus irmãos, é possível perceber com clareza que José demonstrou o verdadeiro amor em um contexto de rejeição e abandono.

Quando seus irmãos foram ao Egito em busca de alimento e se depararam com ele no poder, não foram marginalizados e nem penalizados; mas, alcançaram favor da parte de José.

A expressão do amor é um fato que não pode ser visto em apenas alguns momentos, direcionados para algumas pessoas ou demonstrado só quando se é amado.

“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (1 Jo. 4.19).

Quando Cristo nos amou, nós estávamos longe de fazer a Sua vontade. Mas, através de Seu amor incondicional, Ele nos amou e nos redimiu.

1 Jo. 4. 21 – “Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão”.

Uma boa comunicação, a inexistência de ciúme exagerado, e, muito mais, só poderão ser conseguidos quando o amor estiver existindo abundantemente dentro dos lares, e por extensão dentro das Igrejas.

CONCLUSÃO:

O amor é o sentimento vital para a união e a felicidade nas famílias.



Lembremo-nos: O amor é a base para a sustentação!

Nele a Igreja estará apoiada num sustentáculo inabalável: O Perdão e a Comunhão entre irmãos que se amam!


Por isso, O AMOR ENTRE IRMÃOS É FUNDAMENTAL NA IGREJA

O amor entre irmãos, também se CARACTERIZA PELO PERDÃO.

José revelou amor autêntico aos seus familiares: concedeu perdão, promovendo a união familiar, oferecendo recursos para a sobrevivência dos seus queridos.


O AMOR ENTRE IRMÃOS DEVE SER DEMONSTRADO EM QUALQUER SITUAÇÃO, Quando Cristo nos amou, nós estávamos longe de fazer a Sua vontade. Mas, através de Seu amor incondicional, Ele nos amou e nos redimiu.

“Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro” (1 Jo. 4.19).

Para ficar bem gravado O AMOR ENTRE IRMÃOS:

  1. É FUNDAMENTAL NA IGREJA;


  2. CARACTERIZA-SE PELO PERDÃO;

  3. DEVE SER DEMONSTRADO EM QUALQUER SITUAÇÃO.

Deus nos abençoe, e que o Santo Espírito aplique a sua mensagem em nossos corações.

O que estás esperando?
Jo. 5: 1 – 15.

Introdução:

O clima é de festa, de alegria. As multidões se espremem nas praças tomadas de grande exultação.

O texto narra que Jesus também foi a esta festa. Porque Jesus se alegra com os que se alegram, Jesus tem prazer na festa, na alegria, e na satisfação do seu povo.

Mas no meio daquela festa, Jesus toma a direção do Tanque de Betesda. E ali no Tanque de Betesda havia uma outra multidão, que se encontrava em outro clima; numa outra situação, num outro ambiente. Ambiente de dor, ambiente de perda, ambiente de tristeza, ambiente de derrota e fracasso.

Tanque de Betesda significa literalmente “Casa das águas que fluem” ou “Casa da misericórdia”.

Quando olho para o Tanque de Betesda, onde se encontravam cegos, coxos, paralíticos... vejo muita gente ali doente emocionalmente, fisicamente, moralmente, espiritualmente.

Algo que impressiona neste texto, é que aquela multidão estava ali no Tanque de Betesda, Sabe por quê? Havia uma ponta de esperança para eles.

Sim! Acreditava-se que um anjo descia naquele lugar e agitava as águas do Tanque e o primeiro que pulava ou se lançava no tanque era curado.

O povo sempre busca a sua chance de libertação, de cura e de respostas para seus problemas.

As multidões se acotovelam em torno de qualquer proposta de solução para a sua vida. É por isso que o povo estava lá, esperando uma solução, esperando uma saída, uma resposta divina; uma intervenção miraculosa.

Assim como o povo estava lá no Tanque de Betesda, esperando algo, talvez nesta noite muitos de nós estejamos esperando algo de Deus.
E é por isso nosso tema é: “O QUE ESTÁS ESPERANDO?”
Baseado neste tema quero destacar três atitudes de Jesus em relação àquele paralítico:


  1. JESUS VÊ O QUE NOSSOS OLHOS NÃO PODEM ENXERGAR (v. 3).

Jesus andando por aquele tanque viu tanta gente gemendo, chorando, sofrendo, desesperada, cegos, aleijados, sucatas humanas.

De repente Jesus olha e vê um homem paralítico; faz uma leitura da vida deste homem,como afirma o salmista, no Salmo 139.16: “Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda”.

Jesus percebe o perfil deste homem: aleijado há 38 anos; deformado; atrofiado; corpo mirrado; sucateado pelo desespero, pela dor e pela enfermidade.

Aquilo para mim é uma maquete de desesperança; um protótipo da ruína do ser humano.

Jesus viu aquele homem, o sondou, o conheceu, mergulhou no seu passado, recuou na sua juventude. Observe que se lermos o versículo de João 5.14, aquele homem estava daquele jeito por causa de um erro no passado, devido às más escolhas, a uma vida desregrada.

Um pecado não resolvido que agitava a mente perturbando a consciência e tornando infrutífera a vida.

Esse era o maior problema deste homem. Mas Jesus o viu, o conheceu, o sondou, investigou a sua alma.

Jesus olha para nossa vida também. Ele nos conhece, Ele sabe o nosso nome, sabe da nossa história, o nosso passado, os nossos segredos, as coisas mais ocultas do nosso ser, aquilo que escondemos de todo mundo, Ele pesa e sonda o que está por detrás do véu do nosso coração.

Poderemos tapearmo-nos a nós mesmos; nos enganarmos; enganarmos nossa consciência. Quero dizer algo, e espero que você não esqueça jamais: Jesus conhece nossa vida, os nossos pecados, as nossas famílias, nossos casamentos, nossas emoções, consciências, crises e traumas, e assim mesmo Ele nos ama e não desiste de nós !



  1. JESUS SE COMPADECE DE NÓS (v. 6)

A situação daquele homem estava tão complicada que ele não procurou a Jesus. Não estava pedindo nada. Estava em terrível prostração, numa desesperança descomunal, conformado com sua tragédia de tal maneira, que não pede nada.

Quem o aborda é Jesus. Quem inicia o diálogo é Jesus. Quem o toca é Jesus. Quem o vê é Jesus.

Queridos, quero dizer nesta noite que, muitos de nós, talvez estejamos nesta situação.

Quem sabe estejamos descrentes de uma solução!

Nós não cremos que Deus pode intervir!

Talvez um pecado, um vício que nós tentamos deixar tantas vezes...

Já tentamos pular na água tantas vezes, mas alguém pula na nossa frente. Vemos pessoas sendo curadas do nosso lado. Gente se convertendo a nossa direita e esquerda. Gente largando o pecado, o vício, acertando a vida, e nós continuamos nos afundando, nos atolando no pecado, no vício. Talvez chegamos a ponto de questionarmos: “Pra mim não tem mais jeito, pra mim não tem mais solução, não tem mais saída, pra mim não há respostas”.

Por isso Jesus olha para aquele homem paralítico e lhe faz uma pergunta: “Queres ser curado?”

A resposta dele é categórica: “Senhor, eu não tenho ninguém! Ninguém! Pra mim não tem mais jeito. Eu não tenho amigos. Não tenho família. Eu não tenho pessoas que se interessem por mim. Eu estou sozinho na vida. Estou curtindo a minha dor a sós. Cheguei ao fim do poço”.

Talvez seja o nosso retrato, mas eu quero lhes dizer agora duas coisas importantes :



  1. – Se você se sente só, saiba que Jesus está ao seu lado: => Isaías 41: 17;

  2. – Se você se sente desamparado, saiba que Jesus coloca você de pé: => Isaías 41.13.




  1. JESUS CRISTO AGE COM PODER EM NOSSA VIDA (v.8)

O Senhor olhou para aquele homem e fez uma pergunta ímpar, bastante gloriosa: Queres ser curado ? Em outras palavras: “Você se importa com o seu problema o suficiente para fazer alguma coisa a respeito, mesmo que isso exija alguma ação, esforço, sacrifício, ou até de renúncia de sua parte ?”.

Havia algumas barreiras que impediam e escravizavam aquele homem de receber a cura, tornando a sua vida estática, irreversível e prejudicial. São elas:



  • O momento em que a água era agitada;

  • Somente um doente era curado;

  • Para ser curado tinha de ser o primeiro;

  • Aquele homem não tinha quem o ajudasse.


CONCLUSÃO:

O paralítico esperava que algo especial lhe acontecesse. Diante daquele tanque, esperando o mover sobrenatural, aguardou por trinta e oito anos o poder divino promover uma mudança à sua vida.

Quem sabe este não é o retrato de alguns de nós? Quantas vezes temos tentado nos mover em direção às águas do rio de Deus, mas, enfraquecidos e sem perspectivas, estamos tal e qual o paralítico?

Não devemos esquecer que:

1 – Jesus vê o que nossos olhos não podem enxergar;

2 – Jesus se compadece de nós;

3 – Jesus age com poder em nossas vidas.

Talvez nossa perspectiva esteja idêntica ao paralítico, pois ele:



  • Estava conformado com sua posição de prostrado, devido às inúmeras tentativas. “Quem sabe? Um dia irei ser curado. E Jesus, ali no Tanque de Betesda ver o sofrimento do paralítico”.

  • Ele ficou esperançoso, diante da proposta de Jesus: “QUERES SER CURADO ?.” Opa ! Chegou a minha vez ! Alguém se compadeceu de mim ! Jesus com o seu infinito amor se compadece do paralítico.

  • Ele ficou curado. Quando obedeceu a ordem profética e a ação restauradora de Jesus: “Levanta-te. Toma o teu leito e anda”.

Em nome de Jesus eu te desafio nesta hora, a vir aqui à frente para orarmos juntos e sermos ministrados pelo Espírito Santo, pois é ele que efetua o querer como o realizar.



Missão – Uma Visão Divina


Atos. 16. 9 – 10

Um dos órgãos mais fantásticos da criação é o olho humano.

Segundo John Wilson, um dos maiores oftalmologistas, temos mais de sessenta milhões de fios duplos encapados em cada olho.

Nosso olho é muito mais sofisticado do que as mais modernas câmeras de imagem que o homem possa ter inventado.

Um das coisas mais interessantes que temos em nossa visão é a capacidade de focalizar um ponto específico, sem perder a imagem total do cenário. (GRAVURAS)

Dar um CLOSE... MIRAR em um alvo específico...

Focalizar um ponto específico, sem perder a visão do todo, só nos é possível porque há em nossa retina um dispositivo chamado FÓREA.

Os cientistas, pesquisando a capacidade extraordinária que a águia tem para enxergar a longa distância com precisão incomparável, descobriram que ela tem não apenas uma fórea, mas três.

Descobriram ainda que, no olho da águia, uma fórea está apontada para cima, outra para frente e outra para baixo; estas três fóreas possibilitam à águia distinguir com clareza e nitidez, ao mesmo tempo, um alvo em cima, outro à frente e outro imediatamente embaixo.

Isto é colossal e estonteante!

Esse fato nos ensina algumas lições tremendamente importantes.

O texto que lemos nos relata a visão que o apóstolo Paulo teve do varão macedônio.

Para termos uma idéia aproximada do que Paulo contemplou é necessário compreendermos o significado de alguns termos no original.

VERSÍCULO 9 – À noite, sobreveio a Paulo uma VISÃO... Orama – Horama = visão divinamente concedida.


VERSÍCULO 10 – Assim que TEVE a visão... Eido – eido ou Oida – oida = examinar, ter uma entrevista com...

Você compreendeu bem o que Paulo contemplou naquela oportunidade?

É como se pudéssemos fazer este relato assim:

“À noite, sobreveio a Paulo uma visão concedida por Deus onde um anjo que estava à sua frente, vestido como um macedônio, lhe rogava dizendo: vem para a Macedônia e ajuda-nos! Imediatamente, após examinar cuidadosamente sua entrevista com o anjo, procuramos partir para a Macedônia concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”.

Irmãos e irmãs! Queridos visitantes! Convido sua atenção para juntos refletirmos no seguinte tema:

MISSÃO – UMA VISÃO DIVINA


Você já pensou nisso? Você já foi convocado para a obra do Senhor? Qual foi sua resposta?

Nesta noite eu quero lhe dizer três coisas nas quais você precisa refletir com urgência!

A primeira delas é:


  1. Deus nos convoca para uma missão (9)

À noite, sobreveio a Paulo uma VISÃO na qual um varão macedônio estava em pé e lhe rogava, dizendo: Passa à Macedônia e ajuda-nos”.

O que você faria se lhe acontecesse exatamente isso?

Você está em sua casa, dormindo tranqüilamente, quando de repente vê um indivíduo à sua frente, que você nunca viu, dizendo:

“– Passa à RUA (QUE VOCÊ MORA) e ajuda-nos!”.

Convoque o seu irmão ao lado, dizendo assim: Passa a Macedônia e me ajuda!

Você não está aqui por acaso! Deus tem uma MISSÃO para você e para mim!

Hoje o Senhor quer dar uma nova VISÃO para você.

Se é que você ainda não entendeu o que o SENHOR espera de você, eu vou lhe dizer: Deus está convocando você para uma missão!

Você foi convocado para a área da música? Liderança? Louvor?

Como você está respondendo à convocação divina?

A segunda coisa que você precisa refletir com urgência é:


  1. Ter visão é entender a missão (10)

Assim que teve a VISÃO, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”.

Preste bem atenção para uma pequenina palavra, mas que é um grande detalhe neste versículo:

“... concluindo que Deus NOS havia chamado...”.

A conclusão do chamamento divino foi de quem? NÓS!

É isto mesmo! O apóstolo Paulo não estava sozinho! Os melhores comentaristas bíblicos apontam que Silas e Lucas acompanhavam Paulo; e, na cidade de Listra, o jovem Timóteo juntou-se ao grupo.

Este episódio faz parte da segunda viagem missionária de Paulo (à Grécia).

É nesta viagem que acontece a conversão de Lídia, do carcereiro de Filipos, a libertação da jovem adivinhadora, além de outros eventos bastante importantes.

Paulo, com todo o seu grupo, concluiu que aquela visão era um chamamento divino para uma missão.

E nos dias de hoje, quem é que deve entender a missão, ou seja, o chamamento divino? NÓS!

Isto mesmo: eu, você! NÓS!

A terceira, e última, coisa urgente a refletir é:


  1. Ter visão é atender à missão (10)

Assim que teve a VISÃO, imediatamente, procuramos partir para aquele destino, concluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho”.

Observe bem atentamente o que revela o texto: ”... imediatamente, procuramos partir para aquele destino...”.

Paulo e seu grupo demoraram quanto tempo para atender à missão que Deus lhes confiara, através daquela visão?

O texto nos mostra que IMEDIATAMENTE procuraram partir para o destino!

Amados! Queridos! É com você mesmo que o Senhor está falando... Tome uma atitude hoje! Agora!

Atenda ao chamado que o Senhor Deus está fazendo!



CONCLUSÃO:

Reconheço que nossos olhos não são tão bons como os da águia, que pode focalizar, ao mesmo tempo, um alvo em cima, outro à frente e um terceiro abaixo...

Mas, também reconheço que Deus nos dá uma habilidade que a águia, ou qualquer outra espécie animal, jamais poderia obter: A HABILIDADE DE ENXERGAR COM OLHOS ESPIRITUAIS!

Nesta noite, o Espírito Santo nos convida a exercer esta habilidade!

O próprio Deus tem nos convocado, a mim e a você, para uma missão especial!

Deus espera que saiamos daqui dispostos a entender e atender a missão que nos tem designado!



Hoje você tem a oportunidade de entender que MISSÃO É UMA VISÃO DIVINA!



1 Carothers, Merlin – Volte para a Corrida – Ed. Betânia. Minas Gerais. 1a. Ed. 1994 – pp. 10, 11;

2 Ex. 20. 9 – 11;

3 Int. à Epístola aos Hebreus - Bíblia de Estudo de Genebra (BEG) –Ed. Cultura Cristã – S.Paulo. 2a. Ed. 1993. p.1462;

4 Hb. 4. 11, 14, 16,: 6.1; 10. 19 – 25;

5 BEG. Ib. – p.1463;

6 Lv. 15. 25;

7 Lv. 20. 18;

8 Lv. 15. 23.

9 Mc. 5. 27;

10 Mc. 5. 28.

11 Autor não identificado.

12 Vv. 4, 5.

13 Jo. 3. 16



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