O nosso termo "perfume" vem da palavra latina "per¬fumum" (pelo furno, atraves do fumo), devido ao cos¬tume de queimar substancias aromaticas nos sacrifi¬cios feitos as divindades, produzindo urn fumo de olor agradavel



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O Simbolismo na Bíblia – www.abiblia.org – Aula 7

A Simbologia na Bíblia

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Aula 7/9
PERFUME

Os perfumes dos santuários
O nosso termo "perfume" vem da palavra latina "per­fumum" ( = pelo fumo, através do fumo), devido ao cos­tume de queimar substâncias aromáticas nos sacrifícios feitos as divindades, produzindo um fumo de odor agradável. Neste fumo subiam até aos deuses e até Deus as preces e oferendas das pessoas.
Mas o perfume começou por ter uma finalidade mais prática: diminuir os maus cheiros, num meio onde eram impossíveis as regras mais básicas de higiene que hoje, felizmente, possuímos. Assim nasceu, por exemplo, o rito do "botafumeiro" que ainda se conserva na catedral de Santiago de Compostela.
Na Grécia, já se queimavam perfumes para atenuar os odores da carne assada dos sacrifícios, motivo a que não deve ser alheio o fato de o incenso e outros perfumes acompa­nharem frequentemente os sacrifícios de vítimas assadas nos altares dos templos.
Na cultura moderna é usado para a sexualidade (atrair o outro), o poder, a moda e o dinheiro (os perfumes raros), a saúde (óleos e pomadas da pele), o simples pra­zer de viver (o cheiro agradável) e, naturalmente a higiene (sabonetes e desodorizantes).
Esta "cultura do perfume" não é muito dife­rente das antigas culturas, inc1uindo a do povo da Bíblia, a não ser nas técnicas de o produzir.

Os perfumes de reis e rainhas
O perfume era, portanto, uma substância materi­al de uso corrente e comum para criar um am­biente agradável onde abundavam os maus chei­ros. Mas, sendo os perfumes muito caros, tor­navam-se acessíveis apenas as bolsas dos reis, dos ricos e dos santuários. Os mais antigos e mais baratos eram essências tiradas do cipreste, do cedro, da mirra e de outras árvores e plantas. Muitas vezes queimavam-se apenas uns pauzi­nhos destas plantas.
No palácio dos reis havia sempre um ar per­fumado que criava um ambiente agradável e ale­gre entre os que o habitavam, purificando o ar irrespirável. O ar perfumado que o incenso e ou­tros perfumes criavam nos palácios, fez do per­fume um símbolo da alegria e de certos prazeres dos sentidos. Esta utilização frequente dos per­fumes fez surgir uma das mais prósperas indústrias da Antiguidade, que ainda continua próspera, apesar de os perfumes não serem uti­lizados na liturgia nem existirem as atuais condições higiênicas.
Os perfumes sempre tiveram um lugar impor­tante na vida dos povos e das pessoas. Estavam ligados a vida social, pois faziam parte da manei­ra de se apresentar em público; a saúde, pois en­travam na composição de muitos remédios; a vida amorosa (basta ver a importância que lhes e dada no livro do CÂNTICO DOS CÂNTICOS) e a religião, pois fazi­am parte integrante dos sacrifícios oferecidos aos deuses. A indústria do sector animou muito o comércio, dando origem a varias rotas de per­fumes vindas da Índia e da Arábia. A Palestina, apesar de pobre, também exportava algumas matérias-primas destinadas ao seu fabrico.
(Os irmãos de José) «erguendo os olhos, viram uma caravana de ismaelitas que vinha de Guilead. Os camelos estavam carregados de aroma, de bálsamo e láudano, que levavam para o Egito» (Gn 37,25; ver 43,11; Ez 27,19).

O perfume, símbolo do amor
Desde os tempos mais remotos, os perfumes eram usados não apenas por motivos higiênicos, mas também puramente sociais: apresentação elegante das pessoas, sobretudo das senhoras (Est 2,12). Algumas personagens femininas da Bíblia têm mesmo o nome próprio de um perfume: Basemat ("perfumada": Gn 25, 1; I Rs 4, 15), Seruia ("per­fume de lentisco": I Sm 26,6; 2 Sm 2,13-14), Quetura ("de incenso": Gn 26,1.4). Estes perfumes são mesmo elementos que tornam o leito mais agradável (Pr 7,13; Ez 23,41).
ISAIAS ataca as vaidades e os perfumes excessivos das mulheres de Jerusalém:
«Naquele dia, o Senhor lhes tirara todos os seus adornos: os anéis, os colares, as lúnulas, os brincos, as braceletes e os véus, os lenços da cabeça, as argolas dos pés e os cintos, os frascos de perfumes e os amuletos, os anéis dos dedos e argolas do nariz, os vestidos de festa, os mantos, os xailes e as bolsas, os espelhos e as musselinas, os turbantes e as mantilhas. Então, em lugar de perfume haverá mau cheiro; em vez de cinto, uma corda; em vez de cabelos entrançados, a calvície; em vez de vestidos sumptuosos, um saco; em vez da beleza, a vergonha.» (Is 3,18-24)
Mas é sobretudo o livro do CÂNTICO DOS CÂNTICOS que se serve do perfume para simbolizar os amo­res entre namorados e esposos (l, 1.3 .12.13 .14; 3,6; 4,10.13; 5,1.5.13; 8,2). Sabemos que este livro, altamente poético, entrou na Bíblia para simbolizar o amor mais puro e perfeito: aquele que deve existir entre o Deus da Aliança (Espo­so) e o seu povo Israel (Esposa).
Pois bem, a relação entre esposo e esposa é frequentemente apresentada em termos de per­fumes, como símbolo do amor e do culto a Deus. É neste sentido que a nuvem do incenso e de ou­tros perfumes serve de comparação para descre­ver o cortejo nupcial do esposo (Salomão) e da sua esposa.
«Que é isto que sobe do deserto como colunas de fumo, exalando aroma de mirra e incenso e todos os perfumes dos mercadores? Eis a sua liteira, a de Salomão!» (Cant 3,6-7)
Este livro enumera diferentes espécies de árvo­res aromáticas, mediante as quais o noivo fala do seu amor pela noiva:

«Os teus rebentos são um pomar de romãzeiras com frutos deliciosos, com alfenas e nardos, nardo e açafrão, cálamo e canela, com toda a espécie de árvores de incenso, mirra e aloés, com todos os bálsamos escolhidos.» (Cant 4,13-14).
«Entrei no meu jardim, minha irmã e minha esposa, colhi a minha mirra e o meu bálsamo, do meu favo de mel, bebi o meu vinho e o meu leite. Comei, ó companheiros, bebei e embriagai-vos, ó bem amados!» (Cant 5,1)
Mas vejamos como a noiva, por seu lado, descreve o seu noivo, servindo-se da mesma simbologia dos perfumes:
«Uma bolsinha de mirra e o meu amado para mim que repousa entre os meus seios; um cacho de alfena e o meu amado para mim, das vinhas de En-Guedi.» (Cant 1,13-14)
«Levantei-me para abrir ao meu amado; as minhas mãos gotejavam mirra, os meus dedos eram mirra escorrendo nos trincos da fechadura. " (Cant 5,5)
"As suas faces são canteiros de bálsamo, onde crescem plantas perfumadas; os seus lábios são lírios, gotejam mirra que se expande.» (Cant 5,13; ver S145,9)
Em Sir 24,15, e a Sabedoria divina que apre­senta os seus atributos mediante o vocabulário do perfume:
«Espalhei um perfume de cinamomo e de bálsamo odorífero, e exalei um perfume suave como mirra escolhida, como o gálbano, o ónix e a mirra, e como o vapor do incenso, no Tabernáculo.» (ver Ex 30,34-38)

O Perfume, símbolo da alegria e da festa
Os perfumes estão associados à alegria de viver ou a uma vida alegre e feliz (Sl 45,9; Pr 27,9). Os perfumes faziam parte do ambiente em que se faziam os banquetes. Um ambiente perfumado dava mais importância ao que convidava; mas as pessoas também se ungiam com perfumes, que tinham por base o azeite: «Bebem vinho por grandes copos, perfumam-se com óleos preciosos, sem se compadecerem da ruína de José.» (Am 6,6; ver Pr 21,17)
Mais ainda, entre outras maneiras elegantes de receber hóspedes ilustres, havia a unção com perfumes, quando eles entravam em casa: «Jesus disse a Simão:
"Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para os pés; ela, porém, banhou-me os pés com as suas lágrimas e enxugou-os com os seus cabelos. Não me deste um osculo; mas ela, desde que entrou, não deixou de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo, e ela ungiu-me os pés com perfume."» (Lc 7,43-46)
Porque os perfumes simbolizam a festa, as pessoas não se perfumavam quando estavam de luto (2 Sm 22,20; 14,2; Jdt 10,3). No entanto, para dizer que o Novo Testamento e toda a dinâmica do novo Reino e uma festa, Jesus manda os seus discípulos perfumarem a cabeça como sinal de que estão sempre em festa, mesmo quando jejuam: «Tu, porem, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto.» (Mt 6,17)

Os perfumes no culto dos povos e em Israel
Tal como acontece com muitos outros símbolos, também os perfumes fizeram parte, primeiramente, da vida real, comum, e só mais tarde entraram nos templos e subiram aos altares de deuses e deusas. Os povos de Caná já utilizavam perfumes na sua liturgia dos santuários, mais de 2.000 anos antes de Cristo.
Como aconteceu com o incenso (um dos perfumes mais utilizados na antiguidade), também muitos outros perfumes foram depois oferecidos nos sacrifícios aos deuses e, em Israel, a Deus. Pois, se os reis tinham incenso e perfumes para criar bom ambiente nos seus palácios, por que é que os deuses - e Deus - não os haviam de ter também no seu templo?

«O Senhor disse a Moisés: "Toma dos melhores aromas: mirra virgem, quinhentos ciclos; cinamomo, metade do anterior (duzen­tos e cinquenta ciclos); junco odorífero, duzen­tos e cinquenta ciclos; cássia, quinhentos ciclos, segundo o peso do ciclo do santuário; e um hin de azeite de oliveira. Farás com isto um óleo para a unção sagrada e um perfume com­posto, de harmonia com a arte de perfumista. Será este o óleo para a unção sagrada. Ungiras com ele a tenda da reunião e a área do teste­munho, a mesa e todos os acessórios, o cande­labro e os acessórios, o altar dos perfumes, o altar dos holocaustos com todos os utensílios, e a bacia com a base. " O Senhor disse a Moisés: "Escolhe ingredi­entes, bálsamo, unha aromática, gálbano, diversos ingredientes e incenso puro em partes iguais. Farás com esta mistura um perfume preparado com sal, segundo a arte de per­fumista; será uma coisa pura e santa. Reduzi­-lo-ás a um pó fino e colocá-lo-ás diante do testemunho, na tenda da reunião, onde me encontrarei contigo. Este perfume será para vos uma coisa santíssima. Não fareis para vosso uso outro perfume com a mesma composição. Considerá-lo-ás coisa sagrada, reser­vada ao Senhor. Quem dela fizer uma imitação para aspirar o aroma, será excluído do seu povo. "; (Ex 30,23-38; ver 1 Cr 9,30).

No entanto, os profetas da Bíblia atacaram frequentemente os sacrifícios de perfumes, pelos exageros a que se chegou, e também porque o povo de Deus ia oferecer os perfumes nos mesmos 1ugares onde os ofereciam os cana­neus, isto e, nos lugares altos (2 Rs 12,4; 14,4; 15,4.35; 16,4).


Isso constituía uma ofensa grave ao culto do único Deus, que deve ser oferecido apenas no seu templo, em Jerusalém. Nesses lugares altos havia os altares próprios para queimar perfumes aos deuses (Is 17,8; 27,9). 0 próprio Salomão queimou perfumes nos lugares altos (l Rs 3,3; ver 9,25; 2 Cr 26,16-20), mas ainda não havia um sacerdócio e um culto bem organizados em Israel.
O caso mais típico da utilização dos perfumes em relação aos mortos é o do embalsamamento, ritual tipicamente egípcio. Devido ao contato com os costumes do Egito, também Jacob e José foram embalsamados (Gn 50,2-3.26). Queimavam-se igualmente grandes quantidades de perfumes ao sepultar os reis (2 Cr 16,14; 21,19; Jr 34,5; Am 6,9-10). Os perfumes acom­panhavam mesmo os mortos na vida do Além, pois aparecem frascos de perfumes nos túmulos, sobretudo nos das senhoras. Antes de serem sepultados, os cadáveres eram lavados e ungidos com perfumes (Act 9,37).
Nos 1ivros apócrifos, que não fazem parte da Bib1ia, o perfume aparece nas sepulturas de Adão e Eva e de Abraão. O uso de perfumes nos funerais aumentava na medida da riqueza do morto. Assim, Herodes deixou no testamento que quinhentos escravos deveriam levar os per­fumes para o seu funeral.
Na sepultura do próprio Jesus há também perfumes e aromas:
«Nicodemos, aquele que antes tinha ido ter com Jesus de noite, apare­ceu também trazendo uma mistura de perto de cem libras de mirra e aloés. Tomaram então 0 corpo de Jesus e envolveram-no em panos de linho com os perfumes, segundo 0 costume dos judeus.» (Jo 19,39-40). E MARCOS (16,1) fa1a das mu1heres que «compraram perfumes para ir embalsamar Jesus.»
A este propósito, lembre-se a unção de Jesus com perfume em Betânia, na casa de Lazaro, pela mulher pecadora, que Jesus interpreta como uma preparação do «dia da sepultura» (Jo 19,39-40):
«Maria ungiu os pés de Jesus com uma libra de perfume de nardo puro, de alto preço, e enxugou-os com os seus cabelos. A casa encheu-se com a fragrância do perfume. Nessa altura disse um dos discípulos, Judas Iscariotes, aquele que havia de O entregar: "Por que e que não se vendeu este perfume por trezentos denários, para os dar aos pobres?" Ele, porem, disse isto, não porque se preocu­passe com os pobres, mas porque era ladrão e, como tinha a bolsa do dinheiro, tirava o que nela se deitava. Então, Jesus disse: "Deixa que ela o tenha guardado para o dia da minha sepultura! De facto, os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim não me tendes sempre."» (Jo. 12,3­-8; ver Mt 26,6-13; Mc 14,3-9; Lc 7,36-50).
Mas o perfume que Maria derrama nos pés de Jesus tem um significado ainda mais profun­do: segundo a literatura judaica do tempo de Jesus, diferentes perfumes estavam ligados a árvore do paraíso, particularmente o nardo, perfume que ela derrama nos pés de Jesus, que o fariseu não tinha lavado ao acolhê-lo.
Nesse caso, poderíamos ver no nardo, o "perfume do paraíso" e, em Jesus, a árvore do paraíso, isto é, o Messias. Assim, a unção de Jesus poderia sugerir, não só a sua morte, mas sobretudo que Ele é o Messias, "a árvore do paraíso" donde provêm todos os perfumes divinos.
Mais ainda, a ideia de "perfume do paraíso" associada à ideia de "perfume da sepultura" sugere que Jesus, que deu a vida em sacrifício pela Humanidade, e, afinal, o verdadeiro e definitivo "sacrifício de agradável odor", milhares e milhares de vezes repetido como profecia do seu sacrifício nos sacrifícios do Antigo Testamento.
As «cem libras de mirra e de aloés» (mais de 30 quilos!) da sepultura de Jesus indicam, não a sepultura de um vulgar condenado à morte, mas a sumptuosidade e esplendor da sepultura de um Rei divino, que ressuscitará ao terceiro dia (10 19,39). Deste modo, o perfume da unção da morte de Jesus anuncia a sua ressurreição. Cristo, nova "árvore do paraíso", exala o perfume da divindade e da imortalidade. E este perfume de Cristo ressuscitado que o cristão está chamado a exalar a sua volta.
"Se o Senhor recebeu uma unção sobre a cabeça, foi para exalar para a sua Igreja um perfume de incorruptibilidade. Não vos deixeis, pois, ungir com o mau odor do dominador deste mundo (Jo 12,31; 14,30), para que e1e não vos leve para o cativeiro, 1onge da vida que vos espera." (STO. INÁCIO DE ANTIOQUIA, Carta aos Efésios, XVII,1)


O perfume de Cristo
São Paulo, servindo-se do simbolismo do aroma e dos perfumes, que conhecia muito bem, diz-nos que em nós deve-se sentir o perfume de Cristo. Por outras palavras, devemos "cheirar" a Cristo. Este é certamente o odor dos santos, que se sente de longe... O texto de 2 Cor 2,14-17 é significativo:
«Graças sejam dadas a Deus, que, em Cristo, nos conduz sempre em seu triunfo e, por nosso intermédio, difunde em toda a parte o perfume do seu conhecimento. Porque somos para Deus o bom odor de Cristo, entre aqueles que se salvam e entre aqueles que se perdem: para uns, odor da morte que conduz a morte; para outros, odor da vida que conduz a vida. E quem estaria a altura de uma tal missão? É que, de facto, não somos como muitos outros que falsificam a palavra de Deus, mas e com sinceridade, como enviados de Deus, que falamos em Cristo, diante de Deus. "
Paulo compara o seu apostolado ao sacrifício do incenso, a um sacrifício de perfumes (Rm 15,16; Fl 2,17). É isso o espalhar o perfume de Cristo. É a ideia da eficácia da Palavra que produz tal perfume, em oposição a todas as falsificações humanas da mesma Pala­vra, que produz o mau odor, o odor da morte. Há, assim, uma ligação entre o perfume e o conheci­mento da Palavra. Aquele que tem a sabedoria da palavra de Cristo só espalha perfumes de Cristo, tal como a Sabedoria:
«Espalhei um perfume de cinamomo e de bálsamo odorífero, e exalei um perfume suave como mirra escolhida, como o gálbano, o ónix e a mirra, e como o vapor do incenso, no Tabernáculo.» (Sir 24,15.19-22)
O cristão tem um modelo perfeito em Cristo, pois «Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de agradável odor» (Ef 5,2). O sacrifício de Cristo é de agradável odor, porque é um holocausto, um dom total de si mesmo ao Pai pela humanidade, e não um qualquer sacrifício de perfumes. Por outras palavras, Cristo é o perfume de Deus no meio dos homens.
A mesma ideia está presente no sacrifício que os Filipenses fizeram por Paulo, que foi «um odor perfumado, um sacrifício que Deus aceita e lhe é agradável» (Fl 4,18). Ou seja: os Filipenses, ao ajudarem Paulo, oferecem a Deus o melhor sacrifício (Rm 12,1-2).
Herculano Alves, Os Perfumes do Santuário e não só, in Revista Bíblica 47 (2001), nº 276, 36-42

Exercícios



  1. Qual o simbolismo do “perfume” no Cântico dos Cânticos?

  2. Por que o livro do Cântico dos Cânticos entrou na Bíblia?

  3. Qual o significado do perfume nos pés de Jesus?

  4. O que significa as «cem libras de mirra e de aloés» (mais de 30 quilos!) da sepultura de Jesus?

  5. O que significa espalhar o perfume de Cristo?



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