O livro vermelho da saúde renato Dias Capa: Daniela de Oliveira Meireles Carvalho Ilustração



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O LIVRO VERMELHO DA SAÚDE

Renato Dias

Capa:

Daniela de Oliveira Meireles Carvalho



Ilustração:

Pergaminho Antigo

Daniela de Oliveira Meireles Carvalho
Contatos:

livrovermelhodasaude@gmail.com



E-Book - Agosto 2013


DEDICATÓRIA
Com todo amor, dedico este livro aos meus Pais, Vicente e Maria, a quem agradeço pela vida física que me deram e que tornou possível a minha caminhada neste planeta.
Renato Dias

AGRADECIMENTO
Agradeço a Deus, aos meus Guias e Mentores, pela oportunidade que me foi ofertada de escrever este livro com o objetivo explícito de ajudar o próximo. Não sei se correspondi à altura das necessidades e do que se esperava de um simples mortal, no entanto, procurei fazer o melhor, mesmo sabendo que poderia ir um pouco mais adiante.
Agradeço à minha querida amiga Daniela, pelo excelente trabalho realizado na criação da capa deste livro; pela sua sensibilidade em captar o objetivo da obra e transmitir todo o seu conteúdo para uma capa cheia de expressão e simplicidade.
Agradeço também a minha mulher, Maria José, pelo carinho e dedicação em revisar todo o texto desta obra, que também é dela.

ÍNDICE


Juramento de Hipócrates

05

Introdução

06

Prólogo

09

Medicina T. Chinesa

12

Medicina Ayurvédica

14

Medicina T. Tibetana

15

Naturopatia

18

Homeopatia

20

Fitoterapia

24

Alopatia (Medicina Oficial)

26

Medicinas Alternativas

31

Modalidades Alternativas

33

Médicos que estudaram o Câncer

49

O que é o Câncer?

53

O que é o Diabetes?

54

Como ocorrem as Doenças?

58

O que gera as Doenças?

60

Vacinas

61

Alimentação

74

Oligoelementos

85

Vitamina A

87

Vitamina D

89

Cloreto de Magnésio

93

Iodo

100

A Fraude da Aids

103

A Fraude do Câncer

105

Por que ocorrem as Doenças?

109

A Cura das Doenças

111

Anexo I (Receitas Vegetais)

117

Leites Vegetais

118

Anexo II (Receitas Práticas)

125

Bibliografia

126

Webgrafia

128


JURAMENTO DE HIPÓCRATES
A Declaração de Genebra foi aprovada pela Assembléia Geral da Associação Médica Mundial, realizada em Genebra em 1948. A declaração foi concebida como uma revisão dos preceitos morais do Juramento de Hipócrates e tem sido utilizada em vários países na solenidade de recepção aos novos médicos inscritos na respectiva Ordem ou Conselho de Medicina.
"Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade.

Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão.

Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade.

A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação.

Respeitarei os segredos a mim confiados.

Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão médica.

Meus colegas serão meus irmãos.

Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes.

Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.

Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra".


Juramento: Afirmação ou promessa solene que se faz invocando como penhor de sua boa-fé um valor moral reconhecido; um compromisso solene pronunciado em público.

INTRODUÇÃO
Após perder amigos e parentes vitimados pelo câncer e não concordando com os tratamentos à base de quimioterapia e radioterapia praticados pela medicina alopática, que, no meu entender, não curam porque tratam dos efeitos e não da causa, resolvi pesquisar em todos os lugares a cura para esta doença. Após quase vinte anos de pesquisa em livros, revistas, trabalhos científicos publicados em revistas especializadas, jornais de medicina, receituários antigos, manuais de fitoterapia e, mais recentemente, com o uso da internet, acredito ter encontrado as causas do câncer, do diabetes, da esclerose múltipla, de muitas outras doenças e também a sua cura.

Todos esses anos de pesquisa me trouxeram muitas alegrias, principalmente, ao pesquisar as Medicinas Antigas e encontrar nelas as orientações adequadas para que o ser humano tenha saúde no corpo, na mente e na alma. Também foi gratificante os conhecimentos obtidos na Homeopatia, na Fitoterapia e também nas receitas caseiras da Medicina Natural.


Toda pesquisa, normalmente, é um emaranhado de dados e meias informações que o pesquisador vai juntando, lendo, anotando, organizando e depois, muito depois, usa apenas uma gota de tudo que foi pesquisado.
Inicialmente, foi estabelecido como parâmetro da pesquisa a doença e suas causas; como ela se manifesta e os procedimentos médicos do diagnóstico; os tipos de tratamento e os medicamentos usados. Com o tempo, os parâmetros foram ampliados para abrigar novos conceitos e ideias que surgiram, objetivando dar ao leitor uma visão panorâmica sobre as doenças e o que existe por trás delas, como os exames, os procedimentos médico-hospitalares, a eficácia dos medicamentos usados e o comportamento dos profissionais da saúde no relacionamento com os seus pacientes.

Tudo isso para mostrar ao leitor que os tratamentos nem sempre são os mais adequados e que as pessoas são manipuladas e usadas como fonte de riqueza para os laboratórios farmacêuticos, com a cumplicidade dos médicos, hospitais, clínicas, laboratórios, planos de saúde e até da OMS - "Organização Mundial da Saúde".


Na Medicina Alopática, onde a maioria das pessoas busca atendimento, existem os Prontos Socorros com uma infraestrutura medíocre e um atendimento inicial inadequado, comprometendo, em vários casos, o sucesso do atendimento de emergência. Contudo, esses centros de atendimento contam com profissionais altamente motivados, muito bem treinados e qualificados para os atendimentos de Urgência e Emergência, onde o paciente, mesmo apresentando um quadro de alta gravidade, recebe um atendimento que o livra da morte.
Mas, de modo geral, encontramos, na medicina alopática, profissionais despreparados e sem o mínimo de conhecimento para combater as causas das enfermidades. Nas faculdades de medicina alopática, os estudantes aprendem a combater os efeitos com o uso de produtos químicos, que, em sua maioria, não têm os requisitos mínimos de segurança para uso em humanos.

A falta de conhecimento técnico e científico de muitos médicos leva, em alguns casos, a decisões inadequadas sobre o melhor procedimento para a cura do paciente; outras vezes, a prepotência e falta de civilidade, torna o profissional médico arrogante e impaciente no trato com as pessoas, dificultando o relacionamento médico/paciente, que é um dos pilares da cura.


Em meados do século 17, quando as ideias de René Descartes começaram a influenciar a ciência, os tratamentos médicos passaram a ver o corpo humano como uma máquina, em que cada parte tinha uma função específica e independente. Para Descartes, entendendo-se cada uma das partes, entende-se o todo. Simples assim. A medicina moderna, esquecendo os conselhos de Hipócrates, ergueu-se sobre esse pressuposto e ainda se apóia nele.

Hoje, a teoria de Descartes já não faz sentido. A ciência já provou a intrínseca relação entre mente e corpo e suas conseqüências para a saúde humana. Também está claro que isolar uma parte do corpo e desconsiderar o resto é uma garantia segura para boicotar o sucesso de um tratamento.

Isso não quer dizer que a medicina ocidental tenha falido e que os médicos e hospitais estejam seguindo o mesmo roteiro. A medicina moderna é sólida e cheia de méritos. No entanto, em alguns países como Canadá e França, mais de 70% da população recorrem a tratamentos não convencionais.

Esta tendência de usar métodos alternativos de tratamento está ganhando corpo e crescendo na maioria dos países, pois a maioria está enxergando o corpo de forma holística, como dizia e queria Hipócrates. Não somos máquinas, somos organismos vivos e cheios de partes independentes.

Com a verticalização do conhecimento, muitos médicos passaram a ver a doença do paciente e não uma pessoa com uma doença. Não existem doenças e, sim, doentes, como dizia Edward Bach, médico Inglês que desenvolveu os florais de Bach, uma técnica alternativa difundida no mundo inteiro.
A teoria de Descartes pode não fazer sentido, mas o que presenciamos é o seu fortalecimento. Pelo menos para os laboratórios farmacêuticos, a teoria funciona, pois o consumo de remédios aumenta a cada dia, independentemente de consulta a um profissional da saúde.

Os laboratórios precisam vender, cada vez mais, os seus produtos para pagar dividendos aos seus acionistas, por isso as perguntas: vender para quem? Como obter mais lucros? A resposta é bastante simples: criando novas doenças e novos procedimentos de exames para incentivar os hospitais e médicos a usarem toda tecnologia disponível para curar as doenças que não existem e usarem remédios para garantir a continuidade delas.


Se houvesse interesse em curar os doentes não se trataria os efeitos, mas as causas. Não se praticaria medicina destrutiva, como os quimioterápicos, mas se praticaria a medicina preventiva. Não se ocultaria do paciente, métodos preventivos, mas incentivaria uma alimentação saudável com produtos naturais, orgânicos, frescos e crus. Não se orientaria a tomar leite animal, que é veneno para o ser humano, mas ensinaria a fazer leite de sementes que é mais nutritivo, saudável e natural.


A venda de doenças é feita de acordo com várias técnicas de marketing, mas a mais difundida é a do medo.
Os médicos alopatas, de qualquer especialidade, ao receitarem venenos como remédios, quebram o juramento feito na formatura e distanciam-se cada vez mais dos objetivos traçados por seus antecessores, que tudo fizerem para honrar a Profissão Médica como Curadores do corpo.

O que vemos hoje é uma medicina mafiosa, cujas drogas fazem mais mal que as doenças que querem curar.


As Medicinas foram organizadas para cuidar de pessoas com uma doença, pessoas que necessitam de cuidados. Na medicina oficial, o que vemos hoje é uma medicina mercantilista, cujo interesse e ganância falam muito mais alto do que qualquer dispositivo de lei.

Se o paciente for atendido pelo SUS, o atendimento será feito no atacado. Joga-se o paciente em qualquer lugar, até nos banheiros, como se o fato de estar no hospital representasse um tratamento.

Se o atendimento for particular, muda-se um pouco o tratamento. Coloca-se o paciente em um quarto ou apartamento para discutir sua potencialidade.
Se for plano de saúde dos bons, usa-se o limite do ganho. Os procedimentos mais caros são realizados, mesmo não sendo necessários. Se o plano for mais ou menos, joga-se, com todo cuidado, o paciente numa cama e vai logo aplicando um soro com um calmante ou sonífero. A doença não importa. Quando estourar o limite do plano, o paciente recebe alta e vai morrer em casa ou qualquer outro lugar.
Sendo a medicina alopática um universo tão amplo, os maus profissionais representam uma parcela mínima dentro da categoria, no entanto, pela classe médica ser um pilar da sociedade, qualquer rumor de ato inadequado por um profissional da saúde repercute na sociedade como uma bomba que mutila o respeito que todo médico merece.

PRÓLOGO
Este não é um livro de medicina e muito menos um guia de milagres indicando produtos ditos curadores para todos os males do corpo. Este é um livro da saúde, e é o resultado das pesquisas feitas ao longo de muitos anos, com o objetivo de mostrar que existe cura para todas as doenças, principalmente, nas Medicinas Alternativas.
Existem muitas vozes contra os tratamentos alternativos que falam de riscos para a saúde, falta de preparo dos profissionais, falta de controle dos ingredientes que compõem as fórmulas, etc., etc..

No entanto, ao longo dos textos, você, leitor, que já conviveu ou convive com certas doenças, vai notar que este livro não é um defensor desta ou daquela medicina, ele é um "Quebrador de Mitos, um Apontador de Fraudes e Mentiras, que você, como paciente, ouve nos consultórios, nas clínicas e hospitais e não sabe que está sendo enganado, pois o objetivo maior é a ganância sem limites que move as instituições de saúde e os profissionais que juraram trabalhar para o bem-estar das pessoas".


Este livro pretende mostrar aos leitores que existe, na verdade, apenas uma Medicina com muitas formas de atuação dos seus Profissionais. Existem os profissionais que trabalham com fármacos químicos; outros com ervas e vegetais; outros com energias sutis, como o Reiki, os Florais e a homeopatia; outros com agulhas, pedras, argilas; outros doando a sua própria energia em benefício do próximo. Todos eles são profissionais da saúde. Uns trabalham com produtos de efeitos colaterais indesejáveis, outros curam utilizando remédios naturais.

Esta divisão que ocorreu na Medicina, e que ensejou um conjunto de termos para cada grupo de profissionais, facilitou para os pacientes na hora de escolher com quem iria se tratar.

Com o passar do tempo, o distanciamento entre uma e outra forma de tratamento chegou ao ponto de ruptura e novos nomes surgiram para diferenciar os tratamentos, os produtos e os profissionais.
No Oriente, existem as Medicinas Tradicionais, como a Chinesa, Tibetana e Ayurvédica, que são consideradas oficiais em muitos países. Mas existem, como no ocidente, outros tipos de tratamentos que são alternativos em relação às práticas oficiais.
No Ocidente prevalece a Medicina Alopática, tendo no Brasil o Conselho Federal de Medicina - CFM, como o órgão que possui atribuições de fiscalização e normatização da prática médica alopática. No entanto, o CFM, mesmo não tendo poder e atribuições para legislar, cria leis e normas que invadem outras áreas da medicina com objetivos claros de punir quem não faz parte do seu colegiado e não participa do seu jogo mafioso no trato com a saúde, combatendo as medicinas alternativas como se estas medicinas fossem práticas ilegais da alopatia.
As medicinas alternativas, em sua maioria, são anteriores à medicina alopática e já provaram sua competência de curar e tratar o ser humano, usando medicamentos eficazes e sem danos colaterais, diferentemente da medicina alopática com suas drogas e seus venenos.

O CFMA (Conselho Federal de Medicina Alopática) está indo além do seu direito de disciplinar e fiscalizar o exercício profissional dos médicos alopatas, formados em faculdades de medicina alopática; este Conselho quer impor seu poder a qualquer custo, apossando-se da "MEDICINA" e decidindo quem deve ou não fazer parte dela.

O CFMA está elitizando a medicina alopática para justificar o distanciamento dela com as outras práticas médicas e, na medida da conveniência, e sempre contando com a conivência do poder público, apoderar-se de alguma prática médica como já fez com a Acupuntura e a Homeopatia e declarar que sua prática só poderá ser exercida por profissional médico alopata com especialização médica nestas áreas.

O critério seria o mesmo, caso a OAB resolvesse regulamentar e normatizar as atividades dos advogados impedindo os bacharéis em direito de exercerem os cargos de juízes, promotores, delegados, etc., alegando que somente o advogado pode ocupar um cargo desses por ter feito o exame de ordem e estar inscrito na OAB.


O CFMA (Conselho Federal de Medicina Alopática) regulamenta as atividades do médico alopata, formado em faculdade de medicina alopática, para tratar pacientes com remédios alopáticos. Assim é o que dispõe a lei. A medicina alopática querer legislar e punir profissionais de outras áreas médicas é um absurdo, pois o termo medicina é universal, e não foi outorgado a ninguém, muito menos ao conselho federal de medicina alopática. Portanto, a prática abusiva do conselho em se autointitular dono e senhor da "MEDICINA" é tão grave quanto a FIAT querer que todos os mecânicos só consertassem carros da Fiat, com peças Fiat; quem atendesse outras marcas ou usasse peças de outras marcas, seria severamente punido e perderia o direito de exercer a profissão de mecânico, mesmo que fosse um ótimo profissional e trabalhasse com carros e peças melhores que os da Fiat.
Pessoalmente, acho que o CFM deveria reunir todas as medicinas e todos os profissionais em um mesmo circuito, médicos alopatas e não alopatas, criando uma normatização no controle de garantias à saúde, tanto de profissionais quanto de produtos, proporcionando a integração profissional de conhecimentos e técnicas de atuação, controle de riscos, usos de materiais e equipamentos, divulgação literária de cada área no uso e pesquisa de novos medicamentos adequados à saúde do ser humano.

Este procedimento geraria um conhecimento extraordinário para a medicina, pois a troca de informações técnicas entre os profissionais, através de publicações literárias, garantiria ao paciente um atendimento de qualidade e a certeza de cura para a maioria dos casos, gerando uma onda de confiança na medicina e bem-estar para os pacientes.

Assim, caberia ao paciente escolher o tipo de profissional e a terapia mais adequada às suas necessidades, sabendo que teria o tratamento adequado com o profissional escolhido e o apoio conjunto de outros profissionais caso fosse necessário.
Enquanto não acontece a reunião das medicinas e suas práticas, o melhor a fazer é questionar os tratamentos e pesquisar a melhor medicina para cuidar de qualquer tipo de doença.
Na medicina alopática, toda e qualquer doença terá um tratamento para seus efeitos, já que a causa não existe para ela. Se for um câncer, quimioterapia e radioterapia serão os remédios, como se o câncer fosse a causa. O câncer é apenas o efeito de uma doença, uma infestação de fungos pela acidez do organismo. Se for uma Esclerose Múltipla, interferons, analgésicos, corticóides, etc., para combater o efeito da falta de vitamina D e do consumo danoso do leite. Assim é o tratamento da medicina alopática, tratando os efeitos e matando os pacientes. Deveria existir um centro de pesquisas para se saber quantas pessoas conseguem viver depois de um tratamento quimioterápico e radioterápico. As pessoas com quem convivi durante a doença, foram a óbito algum tempo após o início do tratamento. E eu posso dizer que se fosse hoje, elas continuariam vivas e saudáveis porque eu não permitiria que recebessem os venenos que receberam como remédio e não permitiria o sofrimento que passaram com um tratamento falso, doloroso e criminoso, que teve como objetivo enriquecer os médicos alopatas, hospitais e laboratórios farmacêuticos.

MEDICINAS ANTIGAS
MEDICINA TRADICIONAL CHINESA
Em minhas pesquisas, descobri que a Medicina Tradicional Chinesa, que tem mais de dez mil anos, em sua origem não é uma medicina e sim uma tradição, transmitida, não no sentido de costumes, mas de conceitos universais.
Ela não é especificamente da China. Dada sua antiguidade, pode-se colocá-la no Oriente Médio, na região da Mesopotâmia, provavelmente nas imediações do Rio Eufrates. Esta região ficou conhecida como berço da civilização, no entanto, quando a região (entre o Rio Eufrates e Rio Tigre) tornou-se o Império Babilônico, entre 1900 e 1200 a.C, uma base de conhecimento técnico e científico já existia no local antes mesmo dos Sumérios, entre 5000 e 3000 a.C.

Sabe-se que à leste desta região, próximo à cordilheira do monte Ararat, existia uma civilização que viveu entre 100.000 e 13.000 anos antes. Os estudos arqueológicos na região mostraram que neste local, entre 27.000 e 11.000 anos existiu uma civilização bastante evoluída, inclusive, com conhecimentos de hidráulica para captação e distribuição de água para uso doméstico. Posteriormente, na região da Mesopotâmia, novos estudos arqueológicos comprovaram a existência de drenagem de pântanos no Tigre e no Eufrates, além de água canalizada e medida para várias direções. Com todo este conhecimento e com os trabalhos de hidráulica e agricultura desenvolvidos no local, a medicina natural e/ou fitoterápica foram conseqüências desta mesma evolução.


Toda a cultura da MTC tem por base duas teorias:

A teoria do yin/yang, a energia vital masculina e feminina que existe no universo e descreve as duas forças fundamentais opostas e complementares, que se encontram em todas as coisas. O "yin" é o princípio feminino, a terra, a passividade, escuridão, e absorção. O "yang" é o princípio masculino, o céu, a luz, atividade, e penetração.

Segundo este princípio, duas forças complementares compõem tudo que existe. Essas forças são:
Yang: O princípio ativo, diurno, luminoso, quente.

Yin: O princípio passivo, noturno, escuro, frio.


E a teoria dos "cinco elementos", em que espaço, vento, fogo, água e terra estão relacionados com os órgãos, funções e partes do corpo, conforme descrito abaixo.

Os cinco elementos estão envolvidos em 3 processos, que são:


A criação: O nosso corpo é criado, ainda na fase embrionária, pelos cinco elementos em um sistema em que cada elemento participa da formação de um órgão sólido, um órgão oco e uma das artérias principais.



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