O livro Negro do Cristianismo


APÊNDICE 5 A perseguição aos "antigos crentes"



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APÊNDICE 5

A perseguição aos "antigos crentes"

No século XVII, na Rússia, era preciso prestar muita atenção ao fazer o sinal-da-cruz. Quem errasse corria o risco de acabar na fogueira.

O período entre 1598 e 1613 é conhecido na história russa como o "Tempo das Dificuldades". No breve espaço de 15 anos, sucederam-se levantes populares, invasões, guerras civis, escassez. A própria Igreja Ortodoxa Russa viu-se ameaçada pelo proselitismo dos missionários católicos e luteranos.

As "dificuldades" chegaram ao fim com uma revolta popular que libertou Moscou dos estrangeiros e com a ascensão da dinastia Romanov ao trono.

Em 1619, Filaret, pai do czar Mikhail Fedorovich, que cuidou da reorganização administrativa da Igreja, foi nomeado patriarca da Igreja de Moscou (ou seja, líder da Igreja Russa). Essa centralização familiar do poder político e espiritual não foi casual. Na verdade, a própria concepção da religião e da sociedade russas previa um Estado e uma Igreja unidos em simbiose. "O Estado moscovita — ou seja, seu soberano, o czar — era inconcebível fora da moldura eclesiástica, sem a companhia da hierarquia da Igreja e, em mais alto grau, de seu patriarca."1

Os anos que se sucederam aos "difíceis" também testemunharam o nascimento de um novo movimento religioso, o dos "Amigos de Deus", liderado pelo pope (termo russo que significa sacerdote) Ivan Nerovov. Outro expoente de relevo do movimento foi o arcebispo Awakum, autor de uma famosa autobiografia.

Os "Amigos" eram um grupo de padres que pregavam em russo, mesmo fora das igrejas; lutavam pela moralização do clero e da vida pública; opunham-se aos costumes importados do exterior (como raspar a barba), e às diversões "pagãs".

A confraternidade queria impor "um cristianismo de uma austeridade monástica que [...] banisse qualquer alegria e qualquer distração. Em vez de adaptar o serviço divino dos súditos monges às necessidades dos leigos, impunha a militares, camponeses, a toda uma população, ritos de quatro ou cinco horas na igreja".2 Os popes da confraternidade dos "Amigos" tiveram muitos desentendimentos com as autoridades locais fortemente contrárias à sua obra de moralização. O próprio Awakum fala, em sua autobiografia, que um poderoso atirou contra ele por "exasperação pela demora excessiva da liturgia".

O povo mais humilde também se desesperava com o rigor e mais de uma vez os expulsou das paróquias. Mas os "Amigos" sempre conseguiam se safar, entre outras coisas, porque contavam com a amizade e proteção tanto do czar quanto do patriarca de Moscou.

Em 1652, Nikon, graças também ao apoio dos "Amigos de Deus", foi eleito patriarca de Moscou. Mas ele acabou logo com as expectativas de seus partidários. Os reformistas sonhavam com uma regeneração espiritual da Rússia que envolvesse todo o clero e grupos sociais.

Mas Nikon, que os historiadores compararam a uma espécie de Inocêncio III russo, queria criar uma Igreja teocrática, submissa às vontades do patriarca, que impusesse sua própria autoridade ao czar e estendesse sua influência às outras Igrejas ortodoxas do Oriente.

E talvez para dar à Igreja uma imagem mais "ecumênica" e autoritária, ele tenha decidido eliminar da liturgia russa alguns elementos nacionais e torná-la mais parecida com as outras crenças de rito grego, em especial a de Jerusalém.

Nikon manteve boas relações com o patriarca ortodoxo de Jerusalém, Paisios, não obstante o seu envolvimento no assassinato de seu rival fosse conhecido na corte e apesar de ele ter personagens duvidosos entre seus emissários a Moscou, como o religioso Arsênio, um aventureiro internacional que trocara de religião três ou quatro vezes durante suas peregrinações.

As diferenças mais evidentes entre os costumes gregos e russos estavam no sinal-da-cruz (os gregos o faziam com três dedos, os russos, com dois), no batismo (os gregos o realizavam por infusão, como os latinos, os russos, por imersão tripla) e na contagem dos anos a partir da criação do mundo (5500 para os gregos, 5508 para os russos).

Nikon decidiu adotar os ritos gregos, erradamente considerados mais "puros" e antigos. Também foram introduzidas outras mudanças, como a grafia do nome Jesus, que mudava de Isus para lisus. Muitos não a aceitaram, pois para eles parecia que Cristo era substituído por outra divindade ou até mesmo pelo anticristo.

O patriarca de Moscou introduziu suas reformas de maneira brutal e autoritária, sem nenhuma mediação ou gradualismo. Suas inovações provocaram angústia nos fiéis russos, que de um dia para o outro se viram proibidos de praticar o que lhes pareciam as manifestações "naturais" de religiosidade, substituindo -as por costumes estranhos à sua cultura e tradição.

Naturalmente, os "Amigos de Deus" foram os primeiros a protestar contra as mudanças, mas Nikon respondeu com a repressão.

Em 1653, mais de sessenta opositores às reformas, dentre os quais Neronov e Awakum, foram presos. Este último foi trancado no mosteiro de Sant'Andronico, em Moscou, onde tentaram subjugá-lo, inutilmente, pela fome. Neronov, ao contrário, cedeu ao suplício e abjurou.

Awakum (graças à intervenção do czar, que o poupou de penas bem piores) foi exilada na Sibéria com toda a família por dez anos.

Em 1654, Nikon convocou um concilio em Moscou para ratificar sua reforma. O arcebispo de Kolomna Pavel, que contestou as conclusões da assembléia, foi deposto, preso secretamente e, ao que parece, queimado na fogueira.

No mesmo ano do concilio, eclodiu na Rússia uma epidemia de peste, que muitos fiéis tradicionalistas interpretaram como uma punição pela traição com a qual o clero russo se sujara.

Em 1655, Nikon proibiu o sinal-da-cruz; com dois dedos e, no ano seguinte, passou a punir com a excomunhão quem continuasse a fazê-lo. "Aquele sinal-da-cruz, que a grande maioria dos russos havia visto os pais e avós fazendo, agora era considerado heresia, e quem insistisse em realizá-lo era afastado da Igreja." (Pia Pera, 1986, p. 36.)

Foi naqueles anos que surgiu o cisma dos "antigos crentes" na Igreja russa, que perdura até hoje. Uma Igreja popular, próxima às classes humildes e presa às tradições se contrapunha a uma autoritária e voltada para as classes altas.

Em 1657, três artesãos de Rostov, inimigos das inovações, foram torturados e exilados por ordem do czar.

Muitos "antigos crentes", que rejeitavam tanto a autoridade do Estado quanto a da Igreja, fugiram dos vilarejos e das cidades para se estabelecer nos espaços abandonados e quase inabitados do Baixo Volga, do Don, dos Urais e da Sibéria. Alguns extremistas, convencidos de que o mundo estava dominado pelo anticristo, deixaram-se morrer de fome ou atearam fogo ao próprio corpo.

Os monges do mosteiro de Solovki se rebelaram contra a nova liturgia e foram atacados pelas tropas do czar, que só conseguiram tomar o convento após um assédio de oito anos.

"No geral, a reforma de Nikon teve o efeito de afastar da Igreja uma parcela considerável do povo russo." (Pia Pera, 1986, p. 37.)

Em 1666, um novo concilio depôs Nikon, mas confirmou todas as suas inovações doutrinárias (que tinham a aprovação do czar).

Awakum, que participara dos trabalhos do concilio para defender a causa da "verdadeira" fé russa, foi declarado deposto e preso. Três discípulos seus tiveram um pedaço da língua cortado.

A sessão se concluiu em 2 de julho, com a condenação solene da antiga fé e a de seus adeptos.

Em 1667, Awakum foi exilado em Pustozërsk junto com alguns seguidores. De lá, continuou guiando os "antigos crentes" que permaneceram na Rússia.

Em 1670, foram realizadas outras perseguições sanguinárias. Alguns discípulos de Awakum foram enforcados, e sua mulher e seus filhos (que ele não via há quatro anos) foram presos em um calabouço. Três amigos seus, que com ele compartilhavam a experiência do exílio, tiveram um pedaço da língua cortado e foram presos em um calabouço junto com seu pai espiritual.

Em 1682, foi realizado um enésimo concilio, que ordenou que as autoridades civis e religiosas procurassem ativamente os antigos crentes e acirrassem as perseguições. Também foi dada ordem para queimar vivos os quatro sacerdotes irredutíveis.

E, assim, em 14 de abril de 1682, os quatro crentes Awakum, Lazar, Epifanij e Fédor foram martirizados por insistirem em fazer o sinal-da-cruz com dois dedos, em vez de três.

Antes da execução, Awakum escrevera, no cárcere, uma autobiografia que entrou para a história com o título de A vida do arcebispo Avvakum, e circulou de forma clandestina e manuscrita por cerca de dois séculos, antes de ser impressa.
Notas

introdução Os cristãos comem criancinhas?

1. Caio Júlio César, De bello Gallico, trad. S. Giametta, Tascabili Bompiani, livro VI, parágrafos 34 e 35.

2. A cidade é Avaro. Júlio César, op. cit, parágrafo 28.

3. Cf. Números, cap. 31.

4. O primeiro a aplicar esta estratégia e a desenvolver seu funcionamento, ditando regras revolucionárias, seja sob o ponto de vista técnico-legal ou da solidariedade humana, foi o rei godo Totila, em 451. A esse propósito, vide Dario Fo, La vera storia di Ravenna, Editora Franco Cosimo Panini, Modena, 1999.

5. Francesco Gabrieli (coordenado por). Storici arabi alle Crociate. Einaudi, Turim, 2002.

6. Dario Fo, op. cit.

7. Francesco Gabrieli (coordenado por). Op. cit, p. 76/77.

8. Alguns autores afirmam que De Las Casas era contrário à escravidão dos negros. A esse propósito, ver Fernando Ortiz, Contrapuento cubano dei tobaco y del azucar, Biblioteca Ayacucho, Venezuela, 20/10/78.

9. Ver também Jacopo Fo, Laura Malucelli, Schiave ríbeli. 500 anni di vittorie africane censurate dai libri di storia, Nuovi Mondi Edizioni, Perugia, 2001, onde se conta, entre outras coisas, como os negros algumas vezes conseguiram derrotar os brancos e como a nossa idéia da África e da escravidão é uma concepção errônea, culpada de diminuir a gravidade dos horrores cometidos pelos europeus.



PRIMEIRA PARTE

O CRISTIANISMO: DE SEITA SUBVERSIVA A RELIGIÃO DO IMPÉRIO

capítulo 1 Os primeiros cristãos e o advento de Paulo

1. Riccardo Calimani, Gesú Ebreo, Mondadori, 1998. A tese do estudioso é a de que Jesus era "apenas" um rabino de tradição judaica, e que o cristianismo nasceu de um equívoco.

2. A Bíblia Sagrada, versão oficial CEI, 1999, Evangelho segundo São Mateus, 19, 30. Para uma leitura "política" dos sermões de Jesus, cf. Remo Cacitti, Dal Gesú ao cristianesimo imperiale - Percorsi dentro Ia storia delle orígini cristiane, Paolo Gaspari Editore, Udine, 1999, em especial capítulos V e VI.

3. A Bíblia Sagrada, Evangelho segundo São Mateus, 15,11.

4. Cf. Remo Cacitti, op. cit, p. 127-53.

5. A Bíblia Sagrada, versão oficial CEI, 1999, Atos dos Apóstolos, 2,44-45.

6. A Bíblia Sagrada, A tos dos Apóstolos, 5,1-15.

7. Atos dos Apóstolos, cap. 22, versículos 1 -5 e 25-28.

8. Riccardo Calimani. Paolo - l'ebreo che fondò il cristianesimo. Mondadori, Milão, 1999.

9. Epístola aos Gálatas, 3,28.

10. Epístola a Filêmon.

11. Epístola aos Efésios, 5,22-24.

12. Primeira Epístola aos Coríntios, 14,34-35.

13. Primeira Epístola aos Coríntios, 11, 7-10; 13-16.

14. Primeira Epístola aos Coríntios, 13,1 -7.

15. Atos dos Apóstolos, 2, 2-4. 16. Atos dos Apóstolos 2, 5-13.

17. G. Pressacco, R. Paluzzano, Viaggio nella notte delia Chiesa diAquilea. Gaspari, Udine, 1998.

18. Atos dos Apóstolos, 15,36-40.

19. Epístola aos Gaiatas. 2,11 -14.

20. Atos dos Apóstolos, 16,1 -3.

21. Atos dos Apóstolos, 21,17-26.

22. Primeira Epístola aos Coríntios, cap. 8.

23. Primeira Epístola aos Coríntios, 9,20-22.

24. Adalbert G. Hamman, La vita quotidiana dei primi cristiani. Rizzoli, Milão, 1998.

25. Remo Cacitti, op. cit, p. 67-8.

26. Hipólito de Roma, La tradizione apostólica, Roma, Edizioni Paoline, 1979. Hipólito (235-6 aproximadamente) foi um teólogo e escritor de origem grega. Grande adversário de muitas doutrinas consideradas heréticas, ainda é venerado como santo pela Igreja Católica, ainda que tenha sido o primeiro antipapa.

27. Tertuliano, Apologetico.

28. Em 168 a.C, o Senado romano reprimiu com rigor os cultos báquicos, onde se misturavam perigosamente aristocratas e grupos populares. Cf. Remo Cacitti, op. cit, Conoscere Ia storia per insegnare Ia pace - Da Omero al Ruanda, Edizioni Petra, Udine, 1996, p. 32.

29. R. Cacitti, op. cit, p. 86.

30. Ibid, p. 62-3, cf. também p. 101 -3.



capítulo 2 Constantino e a Igreja imperial

1. Diocleciano, imperador de 284 a 305, criou uma tetrarquia composta por dois "augustos" (ele e Maximiano) e dois "césares" (Constâncio e Galério). Assim, os imensos territórios do Império Romano estavam divididos em quatro áreas, cada uma com um comandante-em-chefe que podia reprimir tempestivamente rebeliões e invasões.

2. Por direito, a sucessão caberia a Flávio Severo.

3. Arnaldo Marcone, Costantino, il Grande, Laterza, Roma-Bari, 2000, p. 22-24.

4. Remo Cacitti, Tolleranza, intolleranza, obiezione di coscienza nel cristianesimo dei primi secoli. In: CIDI Carnia-Gemonese (organizado por), Conoscere Ia storia per insegnare Ia pace - Da Omero al Ruanda, Edizioni Petra, Udine, 1996, p. 49.

5. Ambrogio Donini, Storia del cristianesimo - dalle orígini a Giustiniano, Teti editore, Milão, p. 235.

6. Arnaldo Marcone, op. cit, p. 40-1.

7. Ibid, p. 61.

8. Ambrogio Donini, op. cit, p. 232.

9. Código Teodosiano, IX 24,1.

10. R. Cacitti, op. cit, p. 88-89.

11. Vide aprofundamento no Apêndice.

12. R, Cacitti, op. cit, p. 128.

13. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie, Rusconi, Milão, 1998, p. 82.

14. Provavelmente, nem Jesus nem os primeiros cristãos eram pacifistas "sem mais nem menos"; eles simplesmente esperavam que Deus fizesse justiça por eles, de maneira também muito cruel, e consideravam um sacrilégio realizar ações que cabiam a Ele.

15.0rigene, Contro Celso, 5, 33. Origene (185-253, aproximadamente) foi talvez o maior estudioso da antigüidade cristã e até hoje é considerado um dos Pais da Igreja, ainda que muitas de suas proposições, depois, tenham sido consideradas heréticas.

16. Hipólito de Roma, La tradizione apostólica, Roma, Edizioni Paoline, 1979. Hipólito (235-6 aproximadamente) foi um teólogo e escritor de origem grega. Grande adversário de muitas doutrinas consideradas heréticas, ainda é venerado como santo pela Igreja Católica, ainda que tenha sido o primeiro antipapa.

17. Ciprião de Cartago, reitor e bispo de Cartago, mártir e santo. A citação foi extraída da Lettera l,6.

18. Remo Cacitti, op. cit, p. 49.

19. 0 bispo Pafnuzio, por exemplo, um dos participantes do Concilio de Nicéia, foi cegado de um olho

e perdeu um pé durante a perseguição de Diocleciano, cf. R. Cacitti, op. cit, p. 104. 20. Andreas Alfoldi, Costantino tra paganesimo e cristianesimo. Laterza, Roma-Bari, 1976, p. 91-94. 21.b/d, p. 91-94.

22. Ambrogio Donini, op. cit, p. 277.

23. Ibid, p. 287.

24. K. Deschner, Abermals kràhte der Hahn, Stuttgart, 1962, p. 469.

25. Ambrogio Donini, op. cit, p. 287.

26. Ibid, p. 287.



capítulo 3 As heresias antigas

1. David Christie-Murray, I percorsi delle heresie, Rusconi, Milão, 1998, p. 21.

2. Até nos Atos dos Apóstolos 5,17 e 26,5, tais termos conservam seu significado original.

3. É preciso lembrar, a esse respeito, que, no mundo judaico, era admitida uma divergência de opinião impensável nas futuras sociedades cristãs. Por exemplo, fariseus e saduceus discutiam de forma inflamada sobre uma questão importantíssima: se existia ou não ressurreição depois da morte. Mas nenhuma das duas facções se sentia no direito de excomungar a outra.

4. Vide Apêndice.

5. Ambrogio Donini, Storia del cristianesimo - dalle orígini a Giustiniano, Teti editore, Milão, p. 261.

6. Ibid, p. 261.

7. Ibid.

8. David Christie-Murray, op. cit, p. 75.

9. Com este termo, são designados os defensores das decisões do Primeiro Concilio de Nicéia.

10. Para uma história completa do arianismo, cf. David Christie-Murray, op. cit, p. 77-91; Ambrogio Donini, op. cit, p. 258-275.

11. Dario Fo, La vera storia di Ravenna, Franco Cosimo Panini Editore, Modena, p. 78.

12. Cronologia universal, UTET, Turim, 1979. Cf. também Ambrogio Donini, op. cit, p. 324.

13. AAW, Storia dei cristianesimo, vol. 3, Borla/Città Nuova, Roma, 2002, p. 256-257.

14. David Christie-Murray, op. cit, p. 128.

15. Ambrogio Donini, op. cit, p. 251.

16. Ibid, p. 251-252.

17. Vide Apêndice.

18. David Christie-Murray, op. cit, p. 102-103; Ambrogio Donini, op. cit, p. 318.

19. Ibid, p. 104-106. Para um aprofundamento sobre o nestorianismo, vide Apêndice.

20. David Christie-Murray, op. cit, p. 108-109.

21. Vide Apêndice.

22. Vide Apêndice.

23. Segundo outras fontes, porque se remetiam aos ensinamentos dos escritos de Paulo de Samosata.

24. David Christie-Murray, op. cit, p. 121.

25. Ambrogio Donini, op. cit

26. Vide Capítulo 7.

27. Vide parágrafo sobre os hereges de Monforte, no Capítulo 7, sobre as heresias medievais.

28. David Christie-Murray, op. cit, p. 121.

SEGUNDA PARTE A IDADE MÉDIA

capítulo 4 Justiniano, os massacres em nome da fé

1. Colocamos entre parênteses os anos do efetivo reinado.

2. Dario Fo, La vera storia di Ravenna, Franco Cosimo Panini Editore, Modena.

3. Ibid, p. 208.

4. Ambrogio Donini, Storia dei cristianesimo - dalle orígini a Giustiniano, Teti editore, Milão, p. 331.

5. Ibid, p. 331.

6. Giuseppe Alberigo - Jean Marie Mayeur, op. cit, p. 375.

7. Ibid., p. 374-6.

8. Ibid, p. 377.

9. Vide Apêndice.

10. Giuseppe Alberigo - Jean Marie Mayeur, op. cit, p. 381.

11. Ibid.

12. Ibid., p. 378-381.

13. Ibid., p. 381. Outras informações sobre os montanistas no Apêndice.

14. Ibid., p. 379.

15. Ibid., p. 380. 16.Ibid., p. 382-96.

17. William L Shirer, Storia del Terzo Reich, vol. 1, Einaudi, Turim, 1962 (ou 1971), p. 36-38.

18. Giuseppe Alberigo - Jean Marie Mayeur, op. cit, p. 397. 19.Ibid., p. 399

20. Ibid., p. 400-3. 21.Ibid., p. 403.

22. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie, Rusconi, Milão, 1998, p. 113-4.

23. Ambrogio Donini, op. cit., p. 330.

24. Giuseppe Alberigo - Jean Marie Mayeur, op. cit, p. 403-4.

25. Cronologia Universale UTET.

26. David Christie-Murray, op. cit, p. 116.

27. Ibid., p. 115-6.

28. Vide parágrafo sobre iconoclastia.

29. A Bíblia Sagrada, Deuteronômio, 5,8.

30. Estes territórios formam, aproximadamente, o atual território de Marche e da Emília-Romana.

31. Os francos foram evangelizados diretamente por missionários católicos, ao contrário, por exemplo, dos godos arianos.

32. Alessandro Barbero, Cario Magno: un padre dell'Europa, Laterza, Roma-Bari, 2000, p. 22-24.



capítulo 5 Carlos Magno, as conquistas e os crimes

1. Alessandro Barbero, Cario Magno: un padre dell'Europa, Laterza, Roma-Bari, 2000, p. 26-27.

2. Ibid., p. 49.

3. Ibid., p. 49.

4. Ibid., p. 51-2.

5. Ibid., p. 78-81.

6. AAVV, Enciclopédia dei papi, Istituto dell'Enciclopedia Italiana, p. 695.

7. Alessandro Barbero, op. cit, p. 99-100.

8. Alessandro Barbero, op. cit, p. 100-101.0 episódio da destruição da carta também é citado em Biblioteca Sanctorum, vol. VII, Istituto Giovanni XXIII, da Pontifícia Universidade de Latrão, Roma, 1966, col. 1288.

9. O termo 'Vassalo" originariamente significava "servo", mas passou a designar condes e marqueses que eram, na verdade, "servos"do imperador.

10. Alessandro Barbero, op. cit, p. 39-40. 11.Ibid., p. 211.

12. Na prática, os pastores eram obrigados a pagar uma taxa para conduzir o rebanho nos pastos públicos.

13. Biblioteca Sanctorum, vol. III, op. cit, col. 857-58.

14. Ibid., col. 861.

15. Ambrogio Donini, Storia dei cristianesimo - dalle orígini a Giustiniano, Teti editore, Milão, p. 306-7.

16. Cf. Storia delia Chiesa (séc. I-XII), Jesus: duemila anni di attualità, vol. III. Edizioni SAIE, Turim, 1981, p. 196-7.

17. A respeito dos fatos que narramos, cf. Storia delia Chiesa (séc. I-XII), Jesus: duemila anni di attualità, vol. III. Edizioni SAIE, Turim, 1981, p. 196-7. Cf. também Cronologia Universale, UTET.



capítulo 6 As Cruzadas: duzentos anos de guerras, roubos e crimes em nome de Deus

1. Steven Runciman, Storia delle Crociate, Einaudi, Turim, 1966, p. 94.

2. Steven Runciman, op. cit, p. 110.

3. Em parte devemos este parágrafo ao compêndio sobre as Cruzadas de "Galarico, il bárbaro", hospedado no servidor do CRIAD da Universidade degli Studi di Bologna: URL http://www.criad.unibo. it/galarico/

4. Steven Runciman, op. cit, p. 810.

5. Cf. a obra de Eric Christiansen, Le Crociate del Nord, il Báltico e Ia frontiera cattolica (1100-1525), Il Mulino, Bolonha, 1983.

6. Jacopo Fo & C, La vera storia dei mondo, Demetra edizioni, 1987, Verona.

capítulo 7 As heresias medievais

1. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie. Milão, Rusconi, 1998, p. 152.

2. Citado em R. Nelli, Scrittori anticonformisti del Medioevo provenzale, Terra e politici II, Milão, Luni, 1996, p. 229-31.

3. David Christie-Murray, op. cit, p. 13.

4. Ibid.,p. 160-1.

5. AAW, Storia di Milano, vol. III, Milão, Fondazione Treccani degli Alfieri, 1954, p. 65.

6. Alguns estudiosos levantaram a hipótese de que essa frase poderia significar que eles consideravam seus bens comuns a toda a humanidade, cf. AAW, Storia di Milano.

7. Ibid.

8. David Christie-Murray, op. cit, p. 148-9.

9. Ibid., p. 147.

10."Albigense" deriva de Albi, cidade da França meridional; "concorenzzianos", de Concorezzo, cidade às portas de Milão; ambas localidades onde evidentemente havia grandes núcleos de cátaros.

11. Na realidade, do ponto de vista doutrinário, estes também se dividiam em várias correntes, cf. Merlo Grado Giovanni, Eretici ed eresie medievale, Bolonha, Il Mulino, 1989, p. 39-45 e p. 92-98.

12. G.G. Merlo, Eretici ed eresie medieval!, Bolonha, Il Mulino, 1989, p. 46.

13. David Christie-Murray, op. cit, p. 154-5.

14. Benazzi, D'Amico, // libro nero dell'inquisizione. La ricostruzione dei grandi processi, Casale Monferrato, Edizioni Piemme, 1998, p. 29.

15.Ibid.,p.30.

16. Giorgio Tourn, / valdesi: La singolare vicenda di un popolo-chiesa. Turim, Claudiana, 1999, p. 84-86.



17.lbid.

18. Romano Canosa, Storia dell'Inquisizione in Itália, vol. 5, Roma, Sapere 2000,1990, p. 54.

19. David Christie-Murray, op. cit, p. 160.

20. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 50.

21. Eugênio Anagnine, Dolcino e il movimento ereticale all'inizio del Trecento, La Nuova Itália, Florença, 1964, p. 191-2.

22. David Christie-Murray, op. cit, p. 167-8.

23. Lembremos que, durante os sermões de Hus, acontecia o chamado"Cisma do Ocidente", que assistia à contraposição de dois papas nomeados pelo mesmo colégio de cardeais. Em seguida, o Concilio de Constância complicaria ainda mais as coisas, nomeando um terceiro papa, Martinho V.

24. Sim, outra Cruzada. Dado o sucesso das Cruzadas contra os infiéis na Terra Santa, os papas resolveram lançar algumas também contra os monarcas cristãos que não apoiassem o poder papal. David Christie-Murray, op. cit, p. 168-9.

25. David Christie-Murray, op. cit, p. 169. 26.Ibid., p. 171.

TERCEIRA PARTE MODERNIDADE E REPRESSÃO



capítulo 8 Os cristãos eram proibidos de ler a Bíblia

1. Com exceção do Livro da Sabedoria e do Livro dos Macabeus, que são em grego, mas são considerados apócrifos pelo povo judeu.

2. Donini, Storia dei cristianesimo - dalle origine a Giustiniano, Milão, Teti editore, 1977, p. 322-3.

3. Epístola Cum ex iniuncto, de 12 de julho de 1199.

4. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie, Milão, Rusconi, 1998, p. 156.

5. Gigliola Fragnito, La Bibbia ai rogo: Ia censura ecciesiastica ei volgarizzamenti delia Scrittura (1471-1605), Il Mulino, Bolonha, 1997, p. 24.

6. Ibid

7. Avvisi riguardo aimezzipiü opportuni per sostenere Ia Chiesa romana, Bolonha, 20 de outubro de 1553. Biblioteca Nacional de Paris, folha B, n. 1088, vol. Il, p. 641/650.

8. Gigliola Fragnito, op. cit, p. 25-74.

capítulo 9 A Inquisição

1. Por isso foram introduzidas as penas da fogueira e a dispersão das cinzas para as bruxas e os hereges. "Antes que os cemitérios fossem levados para fora das muralhas, como era hábito entre os romanos, os mortos repousavam sob o chão de suas casas. Eram os lares, os protetores do lugar. Assim, o ritual da fogueira e da dispersão de hereges e bruxas constituía, na época, um ato traumático, pois rompia a 'convivência' entre vida e morte, entre 'corpo e alma'" Vanna De Angelis, Le Streghe Roghi, processi, riti e pozioni, Casale Monferrato, Edizioni Piemme, 1999, p. 155.

2. Todos os exemplos aqui citados estão reportados em David Christie-Murray, I percorsi delle eresie, Milão, Rusconi, 1998.

3. ítalo Mereu, Storia della'intolleranza in Europa, Milão, Bompiani, 2000, p. 121.

4. Natale Benazzi, Matteo D'Amico, Il libro nero dell'lnquisizione. La hcostruzione dei grandi processi, Casale Monferrato, Edizioni Piemme, 1998, p. 40.

5. David Christie-Murray, op. cit, p. 156-7.

6. Ibid., p. 15.

7. Ibid.

8. ítalo Mereu, op. cit, p. 173.

9. David Christie-Murray, op. cit, p. 157.

10. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 32.

11. David Christie-Murray, op. cit, p. 158.

12. ítalo Mereu, op. cit, p. 124.

13. Nicolau Eymerich, Francisco Pena, Il Manuale dell'lnquisitore. Organizado por Luis Sala-Molins, Roma, Fanucci Editore, 2000.

14. Nicolau Eymerich, Francisco Pena, op. cit

15. Uma das penitências que podia consistir na obrigação de usar pelo resto da vida alguns sinais ou roupas especiais, os "sanbenitos"(sacos), que visivelmente marcavam o pecador aos olhos da comunidade.

16. David Christie-Murray, op. cit, p. 157-158.

17. Rino Ferrari, Fra Gherardo Segarello libertário di Dio, Quaderni dolciniani, Biella, Centro di Studi Dolciniani, p. 40.

18.G.G. Merlo, Eretici ed eresie medievali, Bolonha, Il Mulino, 1989.

19. Romano Canosa, Storia delllnquisizione in Itália, vol. 1, Roma, Sapere 2000,1986, p. 7.

20. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 97.

21. Ibid.

22. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 101

23. ítalo Mereu, op. cit, p. 77 24./6/d,p.81-2.

25. ítalo Mereu, Storia delllntolleranza in Europa, Milão, Bompiani, 2000, p. 75.

26. A Bíblia Sagrada, Gênesis, 2,27.

27. Uta Ranke-Heinemann, Eunuchiper il regno dei cieli, Milão, Rozzoli.

28. Jean Verdon, Il piacere nel Medioevo, Milão, Editore Baldini & Castoldi, 1999, p. 62.

29. Ugo Zuccarello, Processi per sodomia a Bologna tra XVI e XVII secolo, monografia de conclusão do curso de História Moderna defendida em 25 de novembro de 1998 junto à Universidade de Bolonha, a quem agradecemos.



capítulo 10 A caça às bruxas

1. De um cântico medieval popular sobre a mulher, extraído de Vanna De Angelis, Le Streghe. Roghi, riti,



processi e posizioni. Casale Monferrato, Edizioni Piemme, 1999, p. 161. 2.. J.M. Sallmann, Le streghe: amanti di Satana. Paris, Universale Electa Gallimard, 1995.

3. Benazzi, D'Amico. Il Libro Nero delllnquisizione. La ricostruzione dei grandi processi. Casale Monferrato, Edizioni Piemme, 1998, p. 263-5.

4. Ibid.,p.261.

5. ibid., p. 256-7.

6. Ibid., p. 268.

7. J.M. Sallmannm, op. cit, p. 81.

8. Vanna De Angelis, op. cit, p. 269.

9. Tommaso Campanella, Del senso delle cose e delia magia citado em Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 268.

10. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 251-3.

11. Vanna De Angelis, op. cit, p. 382-3.

12. Citado em Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 268.

13. A Igreja julgava se uma bruxa estava mais ou menos possuída pelo demônio, mas se sua bruxaria tivesse causado danos a propriedades ou pessoas, ela era julgada por um tribunal civil.

14. Benazzi, D'Amico, op. cit, p. 269.

15. Vanna De Angelis, op. cit, p. 28-29.

16. C. De Vesme, Ordalie, roghi e torture, Gênova, Fratelli Melita Editori, 1987.

17. Provérbios XVI, 33.

18.G.G. Merlo, Eretici ed eresie medievali, Bolonha, Il Mulino, 1998.

19. Cario Ginzburg, I benandanti: stregoneria e culti agrari tra Cinquecento e Seicento. Tunm, Einaudi, 1966, p.4.

20. Chamam-se têmporas os três dias de jejum prescritos pelo calendário eclesiástico na primeira semana da Quaresma (têmpora de primavera), na oitava de Pentecostes (têmpora de verão), na terceira semana de setembro (têmpora de outono) e na terceira semana do Advento (têmpora de inverno).

21. Para um maior aprofundamento sobre o fenômeno dos bem-andantes, reportamo-nos às seguintes obras: Cario Ginzburg, / benandanti: stregoneria e culti agrari tra Cinquecento e Seicento, Einaudi, Turim, 1966. Franco Nardon, Benandanti e inquisitori nel Friuli dei Seicento, Edizioni Università di Trieste, Trieste,1999.

22. Franco Nardon, op. cit, p. 138.

23. Cario Grinzburg, op. cit, p. 181.

24. Ibid.,p. 47-51.

25. Franco Nardon, op. cit, p. 94.

26. Raffaella Paluzzano e Gilberto Pressacco, Viaggio nella notte delia Chiesa di Aquiléia, Udine, Gaspari Editore, 1998.

capítulo 11 A salvação de Lutero e a Reforma Protestante

1. Pepe Rodriguez, Verità e menzogne delia Chiesa Cattolica, Roma, Editori Riuniti, 1998, p. 263-266.

2. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie, Milão, Rusconi, 1998, p. 180.

3. Uma sátira de Erasmo de Rotterdam imaginava que o defunto Júlio II, subindo aos céus, foi deixado do lado de fora do Paraíso. Ele, então, tentou tomar militarmente o Reino dos Céus.

4. Para um aprofundamento sobre a doutrina de Lutero e sobre a Reforma, cf. Luise Schorn-Schütte, La Riforma protestante. Bolonha, Il Mulino, 1998.

5. David Christie-Murray, op. cit, p. 202.

6. Ibid., p. 203.

7. Ibid., p.205.

8. ítalo Mereu, Storia dell'lntoleranza in Europa, Milão, Bompiani, 2000, p. 89.

9. David Christie-Murray, op. cit, p. 247.



10. Ibid., p. 247-8. 11.Ibid.,p.212.

12. Ibid., p. 212.

13. Ibid., p. 213.

14.0 rei Jaime da Inglaterra adotou uma política religiosa"centrista": discriminou tanto católicos quanto extremistas puritanos, atraindo para si o ódio de ambas as facções. Em 1605, alguns notáveis católicos organizaram uma conspiração para matar o rei: uma câmara subterrânea localizada embaixo da Câmara dos Lordes foi cheia de barris de pólvora e barras de ferro. A idéia era explodir o palácio quando o rei Jaime lá entrasse, junto com seus herdeiros. No último momento, uma denúncia anônima mandou o plano pelos ares. Guy Fawkes, que deveria ter sido o executor material do crime, não foi avisado por seus cúmplices e, assim, em 15 de novembro, dirigiu-se à cela subterrânea com uma tocha e foi preso pelos agentes reais que lá estavam. Fawkes foi enforcado em 1606, junto com três supostos cúmplices. O 5 de novembro é celebrado até hoje pelos católicos irlandeses, e Fawkes é lembrado corno uma espécie de mártir.



capítulo 12 A Guerra dos Trinta Anos

1. Aldous Huxley, L'Eminenza grigia, Mondadori, Milão, 1966.

2. Para aprofundamentos, recomendamos a leitura da obra de Josef Polisensnky, La Guerra dei Trent'anni: da un conflito locale a una guerra europea nella prima meta del Seicento, Einaudi, Turim,. 1982.

3. Huxley, op. cit., p. 263.

4. Victor G. Kiernan, State & society in Europe: 1550-1650, Oxford, Blackwell, 1980.

capítulo 13 Colonialismo e escravidão

1. Tzvetan Todorov, La conquista dell'America. Il problema dell'"altro". Turim, Einaudi, 1997, p. 12-14.

2. David E. Stannard, Olocausto americano: Ia conquista dei nuovo mondo. Turim, Bollati Boringhieri, 2001.

3. Tzvetan Todorov, Georges Baudot, Racconti aztechi delia conquista, Turim, Einaudi, 1988, p. 121.

4. AAVV, // Libro nero del capitalismo. Marco Tropea Editore, Milão, 1999, p. 409.

5. Ibid.

6. D. Stannard, op. cit., p. 72-3.

7. Ibid., p. 70.

8. Tzvetan Todorov, op. cit., p. 172.

9. Ibid./p.\73.

10. Ibid, p. 179.

11. Ibid., p. 183.

12. Ibid.,p. 163.



13. Ibid., p. 183.

14. Ibid.,p. 213.

15. Ibid., p. 166.

16. Ibid., p. 168.

17. Charles Fair, Storia delia stupidità militare, Milão, Mondadori, p. 344.

18. Tzvetan Todorov, op. cit., p. 269.

19. Ibid.,p. 268.

20. D. Stannard, op. cit., p. 235.

21. AAVV, op. cit., p.410.

22. D. Stannard, op. cit., p. 238.

23.Ibid, p. 111.

24. Ibid, p. 111

25. Vale a pena lembrar que os puritanos tinham escapado para a América para fugir das perseguições religiosas.

26. Jean Pictet, L'epopea dei pellirosse, Milão, Mursia Editore, 1992, p. 127.

27. D. Stannard, op. cit., p. 241. 28./b/d, p. 241.

29. AAVV, op. cit., p. 411.

epílogo Silêncio, omissão, segredos, mentiras...

1. http://www.cronologia.it/storia/a1943h.htm.

2. http://dex1.tsd.unifi.it/juragentium/it/index.htm?surveys/latina/tosi.htm.

3. http://www.ecn.org/asicuba/articoli/madres.htm.

4. Agenzia Adista.

5. Le Monde Diplomatique/ll Manifesto, setembro de 2001.

6. L'Espresso, 10 de dezembro de 1998.

7. http://www.ansa.it/main/notizie/rubriche/approfondimenti/20050419194533388268.html.

8. David Yallop, // nome di Dio. Nápoles, Tullio Editore, p. 97-98.

9. Pino Corrias, Vanity Fair, 12 de maio de 2005.

10. http://www.opusdei.it

11. Maria Carmen del Tapia, Oltre Ia soglia: una vita nelI'Opus Dei. Baldini & Castoldi, Milão, 1996.



apêndice 1 Outros hereges

1. G.G. Merlo, Eretici ed eresie medieval!. Bolonha, Il Mulino, 1998, p. 116. Notem também que, em hebraico, o termo "ruah", por nós traduzido como "espírito santo", é feminino.

2. Rino Ferrari, Fra Gherardo Segalello Libertário di Dio, Quaderni dolciniani. Biella. Centro Studi dolciniani, p.33.

3. Evangelho Segundo São Mateus, 6, 6.

4. Rino Ferrari, op. cit., p. 25.

5. G.G. Merlo, op. cit., p. 72.

6. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie. Milão, Rusconi, 1998, p. 166.

7. Provavelmente é um termo pejorativo que deriva do inglês "lullaby", canção de ninar.



apêndice 3 O seqüestro dos corpos

1. Mariella Carpinello, Libere donne di Dio. Figure femminili nei primi secoli cristiani. Milão, Mondadori, 1997.

2. Livi Bacci Massimo, Storia minima delia popolazione del mondo. Società editrice II Mulino, Bolonha, 1998.

3. Poggio Bracciolini. Facezie di Poggio Florentino. Città di Castello (PG), Barabba, 1911.

4. Cario Falconi, I papi sul divano. Milão, Sugarco Edizioni, 1975.

5. Marina Caffiero, Battesimi forzati: storie di ebrei, cristiani e convertiti nella Roma dei papi. Roma, Viella, 2004, p. 203.

6. Daniele Scalise, // caso Mortara: Ia vera storia dei bambino ebreo rapito dal papa. Milão, Mondadori, 1997,p.65.

7. Ibid., p. 63.

8. Marina Caffiero, op. cit, p. 74-104.

9. Ibid., p. 206-7.

10. Daniele Scalise, op. cit, p. 31.

11. Edito da Santa Inquisição contra os judeus dos Estados Pontifícios, emanado em 1843, por Achille Gennarelli. Il governo pontifício e Io Stato romano: documenti, citado em Denis MackSmith, Il Risorgimento italiano, storia e testi. Roma-Bari, Laterza, 1999, p. 73.



apêndice 4 A doutrina na época da Reforma

1. David Christie-Murray, I percorsi delle eresie. Milão, Rusconi, 1998, p. 197-8.

2. Ernst Bloch, Thomas Müntzer teólogo delia rivoluzione. Feltrinelli, Milão, 1980, p. 78-86.

apêndice 5 A perseguição aos "antigos crentes"

1. É a tese do historiador Marc Raeff, citado em: Pia Pera (organizado por), Vita deii'arciprete Avvakum scritta da lui stesso. Milão, Adelphi, 1986.



2. Pierre Pascal citado em Pia Pera, op. cit., p. 22.


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